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Foram encontradas 50 questões.

1710858 Ano: 2016
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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De acordo com o parágrafo 5º, do artigo 12, da Lei nº 4.320/64, classificam-se como Inversões Financeiras as dotações destinadas a, EXCETO:
 

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1710300 Ano: 2016
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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De acordo com o artigo 75, da Lei nº 4.320/64, o controle da execução orçamentária compreenderá:
I. A aplicação das receitas orçamentárias vinculadas a fundos especiais que será feita através de dotação consignada na Lei de Orçamento ou em créditos adicionais.
II. A fidelidade funcional dos agentes da administração, responsáveis por bens e valores públicos.
III. O cumprimento do programa de trabalho expresso em termos monetários e em termos de realização de obras e prestação de serviços.
IV. A legalidade dos atos de que resultem a arrecadação da receita ou a realização da despesa, o nascimento ou a extinção de direitos e obrigações.
As afirmativas CORRETAS são:
 

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1705229 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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O sequestro das palavras
Gregório Duvivier
Vamos supor que toda palavra tenha uma vocação primeira. A palavra mudança, por exemplo, nasceu filha da transformação e da troca, e desde pequena servia para descrever o processo de mutação de uma coisa em outra coisa que não deixou de ser, na essência, a mesma coisa – quando a coisa é trocada por outra coisa, não é mudança, é substituição. A palavra justiça, por exemplo, brotou do casamento dos direitos com a igualdade (sim, foi um ménage): servia para tornar igual aquilo que tinha o direito de ser igual, mas não estava sendo tratado como tal.
No entanto as palavras cresceram. E, assim como as pessoas, foram sendo contaminadas pelo mundo à sua volta. As palavras, coitadas, não sabem escolher amizade, não sabem dizer não. A liberdade, por exemplo, é dessas palavras que só dizem sim. Não nasceu de ninguém. Nasceu contra tudo: a prisão, a dependência, o poder, o dinheiro – mas não se espante se você vir a liberdade vendendo absorvente, desodorante, cartão de crédito, empréstimo de banco. A publicidade vive disso: dobrar as melhores palavras sem pagar direito de imagem. Assim, você verá as palavras ecologia e esporte juntarem-se numa só para criar o EcoSport – existe algo menos ecológico ou esportivo que um carro? Pobres palavras. Não têm advogados. Não precisam assinar termos de autorização de imagem. Estão aí, na praça, gratuitas.
Nem todos aceitam que as palavras sejam sequestradas ao bel prazer do usuário. A política é o campo de guerra onde se disputa a posse das palavras. A "ética", filha do caráter com a moral, transita de um lado para o outro dos conflitos, assim como a Alsácia-Lorena, e não sem guerras sanguinárias. Com um revólver na cabeça, é obrigada a endossar os seres mais amorais e sem caráter. A palavra mudança, que sempre andou com as esquerdas, foi sequestrada pelos setores mais conservadores da sociedade – que fingem querer mudar, quando o que querem é trocar (para que não se mude mais). A Justiça, coitada, foi cooptada por quem atropela direitos e desconhece a igualdade, confundindo-a o tempo todo com seu primo, o justiçamento, filho do preconceito com o ódio.
Já a palavra impeachment, recém-nascida, filha da democracia com a mudança, está escondida num porão: emprestaram suas roupas à palavra golpe, que desfila por aí usando seu nome e seus documentos. Enquanto isso, a palavra jornalismo, coitada, agoniza na UTI. As palavras não lutam sozinhas. É preciso lutar por elas.
Observação: Após a coluna "O Sequestro das Palavras" ter sido publicada no j ornal impresso, na segunda-feira, 21/3 de 2016, o colunista modificou seu texto e pediu para atualizá-lo na versão on-line.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2016/03/1752170-osequestro-das-palavras.shtml
“Vamos supor que toda palavra tenha uma vocação primeira”.
O sentido construído para essa frase é o de que
 

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1704717 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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A dívida fundada é caracterizada
 

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1690451 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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O sequestro das palavras
Gregório Duvivier
Vamos supor que toda palavra tenha uma vocação primeira. A palavra mudança, por exemplo, nasceu filha da transformação e da troca, e desde pequena servia para descrever o processo de mutação de uma coisa em outra coisa que não deixou de ser, na essência, a mesma coisa – quando a coisa é trocada por outra coisa, não é mudança, é substituição. A palavra justiça, por exemplo, brotou do casamento dos direitos com a igualdade (sim, foi um ménage): servia para tornar igual aquilo que tinha o direito de ser igual, mas não estava sendo tratado como tal.
No entanto as palavras cresceram. E, assim como as pessoas, foram sendo contaminadas pelo mundo à sua volta. As palavras, coitadas, não sabem escolher amizade, não sabem dizer não. A liberdade, por exemplo, é dessas palavras que só dizem sim. Não nasceu de ninguém. Nasceu contra tudo: a prisão, a dependência, o poder, o dinheiro – mas não se espante se você vir a liberdade vendendo absorvente, desodorante, cartão de crédito, empréstimo de banco. A publicidade vive disso: dobrar as melhores palavras sem pagar direito de imagem. Assim, você verá as palavras ecologia e esporte juntarem-se numa só para criar o EcoSport – existe algo menos ecológico ou esportivo que um carro? Pobres palavras. Não têm advogados. Não precisam assinar termos de autorização de imagem. Estão aí, na praça, gratuitas.
Nem todos aceitam que as palavras sejam sequestradas ao bel prazer do usuário. A política é o campo de guerra onde se disputa a posse das palavras. A "ética", filha do caráter com a moral, transita de um lado para o outro dos conflitos, assim como a Alsácia-Lorena, e não sem guerras sanguinárias. Com um revólver na cabeça, é obrigada a endossar os seres mais amorais e sem caráter. A palavra mudança, que sempre andou com as esquerdas, foi sequestrada pelos setores mais conservadores da sociedade – que fingem querer mudar, quando o que querem é trocar (para que não se mude mais). A Justiça, coitada, foi cooptada por quem atropela direitos e desconhece a igualdade, confundindo-a o tempo todo com seu primo, o justiçamento, filho do preconceito com o ódio.
Já a palavra impeachment, recém-nascida, filha da democracia com a mudança, está escondida num porão: emprestaram suas roupas à palavra golpe, que desfila por aí usando seu nome e seus documentos. Enquanto isso, a palavra jornalismo, coitada, agoniza na UTI. As palavras não lutam sozinhas. É preciso lutar por elas.
Observação: Após a coluna "O Sequestro das Palavras" ter sido publicada no j ornal impresso, na segunda-feira, 21/3 de 2016, o colunista modificou seu texto e pediu para atualizá-lo na versão on-line.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2016/03/1752170-osequestro-das-palavras.shtml
Levando em conta o contexto extralinguístico do texto, suas informações textuais refletem uma
 

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1684026 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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Considere as frases a seguir:
I. Os partidos políticos no Brasil estão degladiando entre si.
II. O pobre é muito descriminado neste país.
III. Não estou certa de que essa decisão satisfaz a todos.
IV. O presidente está visando ao mercado externo.
Está CORRETA apenas
 

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1683608 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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São opções disponíveis no grupo “Parágrafo” da guia “Página Inicial” do Microsoft Word, versão português do Office 2010, EXCETO:
 

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1671055 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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O sequestro das palavras
Gregório Duvivier
Vamos supor que toda palavra tenha uma vocação primeira. A palavra mudança, por exemplo, nasceu filha da transformação e da troca, e desde pequena servia para descrever o processo de mutação de uma coisa em outra coisa que não deixou de ser, na essência, a mesma coisa – quando a coisa é trocada por outra coisa, não é mudança, é substituição. A palavra justiça, por exemplo, brotou do casamento dos direitos com a igualdade (sim, foi um ménage): servia para tornar igual aquilo que tinha o direito de ser igual, mas não estava sendo tratado como tal.
No entanto as palavras cresceram. E, assim como as pessoas, foram sendo contaminadas pelo mundo à sua volta. As palavras, coitadas, não sabem escolher amizade, não sabem dizer não. A liberdade, por exemplo, é dessas palavras que só dizem sim. Não nasceu de ninguém. Nasceu contra tudo: a prisão, a dependência, o poder, o dinheiro – mas não se espante se você vir a liberdade vendendo absorvente, desodorante, cartão de crédito, empréstimo de banco. A publicidade vive disso: dobrar as melhores palavras sem pagar direito de imagem. Assim, você verá as palavras ecologia e esporte juntarem-se numa só para criar o EcoSport – existe algo menos ecológico ou esportivo que um carro? Pobres palavras. Não têm advogados. Não precisam assinar termos de autorização de imagem. Estão aí, na praça, gratuitas.
Nem todos aceitam que as palavras sejam sequestradas ao bel prazer do usuário. A política é o campo de guerra onde se disputa a posse das palavras. A "ética", filha do caráter com a moral, transita de um lado para o outro dos conflitos, assim como a Alsácia-Lorena, e não sem guerras sanguinárias. Com um revólver na cabeça, é obrigada a endossar os seres mais amorais e sem caráter. A palavra mudança, que sempre andou com as esquerdas, foi sequestrada pelos setores mais conservadores da sociedade – que fingem querer mudar, quando o que querem é trocar (para que não se mude mais). A Justiça, coitada, foi cooptada por quem atropela direitos e desconhece a igualdade, confundindo-a o tempo todo com seu primo, o justiçamento, filho do preconceito com o ódio.
Já a palavra impeachment, recém-nascida, filha da democracia com a mudança, está escondida num porão: emprestaram suas roupas à palavra golpe, que desfila por aí usando seu nome e seus documentos. Enquanto isso, a palavra jornalismo, coitada, agoniza na UTI. As palavras não lutam sozinhas. É preciso lutar por elas.
Observação: Após a coluna "O Sequestro das Palavras" ter sido publicada no j ornal impresso, na segunda-feira, 21/3 de 2016, o colunista modificou seu texto e pediu para atualizá-lo na versão on-line.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2016/03/1752170-osequestro-das-palavras.shtml
Leia o aviso de um restaurante, a seguir:
ATENÇÃO
Não é permitido comer duas pessoas no mesmo prato.
A Direção.
A ambiguidade da frase é de natureza:
 

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1670586 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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Nos termos do artigo 41, da Lei nº 4.320/64, os créditos adicionais classificam-se em:
I - Superávit financeiro.
II - Suplementares.
III - Especiais.
IV - Extraordinários.
As alternativas CORRETAS são:
 

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1670529 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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São disposições previstas na Lei Orgânica do Município, EXCETO:

 

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