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Foram encontradas 129 questões.

1914436 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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Suponha que seja aprovada Lei Municipal cujo projeto foi apresentado por vereador. Constatado que a matéria da referida lei constitui objeto de iniciativa privativa do chefe do Poder Executivo, é CORRETO concluir:

 

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1914435 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que descreve um fato administrativo classificado como misto aumentativo.
 

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1914434 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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O quociente encontrado mediante a divisão do resultado ou lucro operacional bruto, pela receita operacional líquida, nos informa a margem
 

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1914433 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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Nos termos do artigo 92, da Lei nº 4.320/64, a dívida flutuante compreende:
I. os restos a pagar, incluídos todos os serviços da dívida.
II. os serviços da dívida a pagar.
III. os depósitos.
IV. os débitos de tesouraria.
As afirmativas CORRETAS são:
 

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1914432 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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Considere as seguintes frases:
I. Segue anexo a foto do evento.
II. Segue em anexo a foto do evento.
III. Segue anexa a foto do evento.
IV. Segue anexado a foto do evento
Estão CORRETAS apenas as frases:
 

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1914431 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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São guias disponíveis na janela “Gerenciador de Tarefas do Windows” do Microsoft Windows 7, versão português, EXCETO:
 

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1814584 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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Adicionando-se x unidades a cada termo da sequência (2,6, 14), os números reais resultantes dessa adição transformam essa sequência em uma Progressão Geométrica de três termos.
Nessas condições, é CORRETO afirmar que a soma dos termos dessa Progressão Geométrica é igual a:
 

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1814318 Ano: 2016
Disciplina: Direito Tributário
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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Acerca da repartição das receitas tributárias, é INCORRETO afirmar que pertence aos Municípios:
 

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1814264 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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A falsa liberdade e a Síndrome do “TER DE”
Lya Luft
Essa é uma manifestação típica do nosso tempo, contagiosa e difícil de curar porque se alimenta da nossa fragilidade, do quanto somos impressionáveis, e da força do espírito de rebanho que nos condiciona a seguir os outros. Eu tenho de fazer o que se espera de mim. Tenho de ambicionar esses bens, esse status, esse modo de viver – ou serei diferente, e estarei fora.
Temos muito mais opções agora do que alguns anos atrás, as possibilidades que se abrem são incríveis, mas escolher é difícil: temos de realizar tantas coisas, são tantos os compromissos, que nos falta o tempo para uma análise tranquila, uma decisão sensata, um prazer saboreado.
A gente tem de ser, como escrevi tantas vezes, belo, jovem, desejado, bom de cama (e de computador). Ou a gente tem de ser o pior, o mais relaxado, ou o mais drogado, o chefe da gangue, a mais sedutora, a mais produzida. Outra possibilidade é ter de ser o melhor pai, o melhor chefe, a melhor mãe, a melhor aluna; seja o que for, temos de estar entre os melhores, fingindo não ter falhas nem limitações. Ninguém pode se contentar em ser como pode: temos de ser muito mais que isso, temos de fazer o impossível, o desnecessário, até o absurdo, o que não nos agrada – ou estamos fora.
A gente tem de rir dos outros, rebaixar ou denegrir nem que seja o mais simples parceiro de trabalho ou o colega de escola com alguma deficiência ou dificuldade maior. A gente tem de aproveitar o mais que puder, e isso muitos pais incutem nos filhos: case tarde, aproveite antes! (O que significa isso?) [...]
A propaganda nos atordoa: temos de ser grandes bebedores (daquela marca de bebida, naturalmente), comprar o carro mais incrível, obter empréstimos com menores juros, fazer a viagem maravilhosa, ter a pele perfeita, mostrar os músculos mais fortes, usar o mais moderno celular, ir ao resort mais sofisticado.
Até no luto temos de assumir novas posturas: sofrer vai ficando fora de moda. Contrariando a mais elementar psicologia, mal perdemos uma pessoa amada, todos nos instigam a passar por cima. “Não chore, reaja”, é o que mais ouvimos. “Limpe a mesa dele, tire tudo do armário dela, troque os móveis, roupas de cama, mude de casa.” Tristeza e recolhimento ofendem nossa paisagem de papelão colorido. Saímos do velório e esperam que se vá depressa pegar a maquilagem, correr para a academia, tomar o antidepressivo, depressa, depressa, pois os outros não aguentam mais, quem quer saber da minha dor?
O “ter de” nos faz correr por aí com algemas nos tornozelos, mas talvez a gente só quisesse ser um pouco mais tranquilo, mais enraizado, mais amado, com algum tempo para curtir as coisas pequenas e refletir. Porém temos de estar à frente, ainda que na fila do SUS.
Se pensar bem, verei que não preciso ser magro nem atlético nem um modelo de funcionário, não preciso ter muito dinheiro ou conhecer Paris, não preciso nem mesmo ser importante ou bem-sucedido. Precisaria, sim, ser um sujeito decente, encontrar alguma harmonia comigo mesmo, com os outros, e com a natureza na qual fervilha a vida e a morte é apaziguadora.
Em lugar disso, porém, abraçamos a frustração, e com ela a culpa.
A culpa, disse um personagem de um filme, “é como uma mochila cheia de tijolos. Você carrega de um lado para o outro, até o fim da vida. Só tem um jeito: jogá-la fora”. Mas ela tem raízes fundas em religiões e crenças, em ditames da família, numa educação pelo excessivo controle ou na deseducação pela indiferença, na competitividade no trabalho e na pressão de nosso grupo, que cobra coisas demais. [...]
Nessa rede de complexidades, seria bom resistir à máquina da propaganda e buscar a simplicidade, não sucumbir ao impulso da manada que corre cegamente em frente. Com sorte, vamos até enganar o tempo sendo sempre jovens, sendo quem sabe imortais com nariz diminuto, boca ginecológica e olhar fatigado num rosto inexpressivo. Não nos faltam recursos: a medicina, a farmácia, a academia, a ilusão, nos estendem ofertas que incluem músculos artificiais, novos peitos, pele de porcelana, e grandes espelhos, espelho, espelho meu. Mas a gente nem sabe direito onde está se metendo, e toca a correr porque ainda não vimos tudo, não fizemos nem a metade, quase nada entendemos. Somos eternos devedores.
Ordens aqui e ali, alguém sopra as falas, outro desenha os gestos, vai sair tudo bem: nada depressivo nem negativo, tudo tem de parecer uma festa, noite de estreia com adrenalina e aplausos ao final.
Disponível em: http://www.contioutra.com/a-falsa-liberdade-e-a-sindrome-do-ter-de-lyaluft/#ixzz4HMEDzQMU Acesso em 14 ago. 2016 (Adaptado)
Os verbos destacados estão flexionados nas pessoas apresentadas entre parênteses, EXCETO em:
 

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1814246 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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Constitui competência concorrente da União, dos Estados e do Distrito Federal legislar sobre

 

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