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Foram encontradas 40 questões.

4044216 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Francisco Morato-SP
Se liga nessa, você, que está em casa!”

Mantendo a forma de tratamento “você” no período acima, como o enunciado destacado fica correto, pela norma-padrão da Língua Portuguesa?
 

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4044215 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Francisco Morato-SP
Enunciado 4976730-1


CAZO. Preparativos para virada. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-preparativos-paravirada/>.


Em “Para economizar”, empregada na charge acima, a preposição destacada tem o sentido de:
 

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4044214 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Francisco Morato-SP
Assinale a alternativa cuja conjunção destacada introduz o sentido de explicação.
 

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4044213 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Francisco Morato-SP
Preencha as lacunas abaixo com “a” ou “à”, de acordo com a norma-padrão em Língua Portuguesa. A seguir, assinale a sequência correta obtida.
- Estou ___ espera de um milagre econômico. - Trouxe ___ você vários brindes da empresa. - Nem tudo condiz com ___ fala de ontem.
 

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4044212 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Francisco Morato-SP
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
 

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4044211 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Francisco Morato-SP
Assinale a alternativa cujo enunciado se apresenta totalmente correto em relação à pontuação.
 

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4044210 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Francisco Morato-SP
Assinale a alternativa cuja palavra destacada está empregada em seu sentido próprio.
 

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4044209 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Francisco Morato-SP
Você já se acostumou com a biometria facial?
    Essa semana fiz o cadastro de biometria facial para entrar na minha própria casa. Não preciso mais de chave, nem de senha, nem chamar o porteiro. Só meu rosto. Eu olho para a câmera e a porta se abre, como mágica – ou como num desses filmes futuristas. Ainda não me acostumei: sempre sorrio e digo “obrigada”. Não sei se por educação ou por medo de que a máquina fique ofendida e me deixe do lado de fora.
    Fiquei pensando no porteiro. Ele, que por tanto tempo foi o guardião das entradas e saídas, agora é coadjuvante de um sistema que reconhece rostos, mas não reconhece pessoas. Por trás dessa eficiência tecnológica, há uma cadeia de mudanças invisíveis: empregos que desaparecem, funções que se tornam obsoletas. (...)
    No fim de semana, fui ao clube. “Senhorita, pode encostar o carro? Vamos cadastrar sua biometria facial.” Lá estava eu de novo, frente à câmera. E, de presente, também me pediram o dedo – da mão esquerda, claro, que sai da janela do motorista. A vida virou uma sucessão de pequenos cadastros. Agora, na próxima visita, basta olhar, encostar o dedo e, como num passe de mágica, a cancela vai se abrir. Não faço mais carteirinhas: faço biometrias. Mas cada dado entregue é um voto de confiança cega – nem sempre consciente – em sistemas nem sempre transparentes.
    Vejo trabalhadores registrando seus próprios desaparecimentos em vídeos tristes. Uma funcionária de supermercado, diante de caixas de autoatendimento, desabafou: “Aos pouquinhos eu vou perdendo meu emprego”. Disse com a voz baixa, como quem já sabe o desfecho. Eu mesma ainda não me acostumei. Continuo sorrindo para a câmera e dizendo  “obrigada”, talvez como lembrete de que, no fim das contas, ainda sou humana.
AZENHA, Isabele. Você já se acostumou com a biometria
facial? Ciência e Tecnologia. Disponível em
<https://agenciadenoticias.uniceub.br/ciencia-etecnologia/cronica-voce-ja-se-acostumou-com-abiometria-facial/>.

“empregos que desaparecem, funções que se tornam obsoletas.”

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:

 

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4044208 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Francisco Morato-SP
Você já se acostumou com a biometria facial?
    Essa semana fiz o cadastro de biometria facial para entrar na minha própria casa. Não preciso mais de chave, nem de senha, nem chamar o porteiro. Só meu rosto. Eu olho para a câmera e a porta se abre, como mágica – ou como num desses filmes futuristas. Ainda não me acostumei: sempre sorrio e digo “obrigada”. Não sei se por educação ou por medo de que a máquina fique ofendida e me deixe do lado de fora.
    Fiquei pensando no porteiro. Ele, que por tanto tempo foi o guardião das entradas e saídas, agora é coadjuvante de um sistema que reconhece rostos, mas não reconhece pessoas. Por trás dessa eficiência tecnológica, há uma cadeia de mudanças invisíveis: empregos que desaparecem, funções que se tornam obsoletas. (...)
    No fim de semana, fui ao clube. “Senhorita, pode encostar o carro? Vamos cadastrar sua biometria facial.” Lá estava eu de novo, frente à câmera. E, de presente, também me pediram o dedo – da mão esquerda, claro, que sai da janela do motorista. A vida virou uma sucessão de pequenos cadastros. Agora, na próxima visita, basta olhar, encostar o dedo e, como num passe de mágica, a cancela vai se abrir. Não faço mais carteirinhas: faço biometrias. Mas cada dado entregue é um voto de confiança cega – nem sempre consciente – em sistemas nem sempre transparentes.
    Vejo trabalhadores registrando seus próprios desaparecimentos em vídeos tristes. Uma funcionária de supermercado, diante de caixas de autoatendimento, desabafou: “Aos pouquinhos eu vou perdendo meu emprego”. Disse com a voz baixa, como quem já sabe o desfecho. Eu mesma ainda não me acostumei. Continuo sorrindo para a câmera e dizendo  “obrigada”, talvez como lembrete de que, no fim das contas, ainda sou humana.
AZENHA, Isabele. Você já se acostumou com a biometria
facial? Ciência e Tecnologia. Disponível em
<https://agenciadenoticias.uniceub.br/ciencia-etecnologia/cronica-voce-ja-se-acostumou-com-abiometria-facial/>.
Em “Você se acostumou com a biometria facial?”, a palavra destacada tem natureza:
 

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4044207 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Francisco Morato-SP
Você já se acostumou com a biometria facial?
    Essa semana fiz o cadastro de biometria facial para entrar na minha própria casa. Não preciso mais de chave, nem de senha, nem chamar o porteiro. Só meu rosto. Eu olho para a câmera e a porta se abre, como mágica – ou como num desses filmes futuristas. Ainda não me acostumei: sempre sorrio e digo “obrigada”. Não sei se por educação ou por medo de que a máquina fique ofendida e me deixe do lado de fora.
    Fiquei pensando no porteiro. Ele, que por tanto tempo foi o guardião das entradas e saídas, agora é coadjuvante de um sistema que reconhece rostos, mas não reconhece pessoas. Por trás dessa eficiência tecnológica, há uma cadeia de mudanças invisíveis: empregos que desaparecem, funções que se tornam obsoletas. (...)
    No fim de semana, fui ao clube. “Senhorita, pode encostar o carro? Vamos cadastrar sua biometria facial.” Lá estava eu de novo, frente à câmera. E, de presente, também me pediram o dedo – da mão esquerda, claro, que sai da janela do motorista. A vida virou uma sucessão de pequenos cadastros. Agora, na próxima visita, basta olhar, encostar o dedo e, como num passe de mágica, a cancela vai se abrir. Não faço mais carteirinhas: faço biometrias. Mas cada dado entregue é um voto de confiança cega – nem sempre consciente – em sistemas nem sempre transparentes.
    Vejo trabalhadores registrando seus próprios desaparecimentos em vídeos tristes. Uma funcionária de supermercado, diante de caixas de autoatendimento, desabafou: “Aos pouquinhos eu vou perdendo meu emprego”. Disse com a voz baixa, como quem já sabe o desfecho. Eu mesma ainda não me acostumei. Continuo sorrindo para a câmera e dizendo  “obrigada”, talvez como lembrete de que, no fim das contas, ainda sou humana.
AZENHA, Isabele. Você já se acostumou com a biometria
facial? Ciência e Tecnologia. Disponível em
<https://agenciadenoticias.uniceub.br/ciencia-etecnologia/cronica-voce-ja-se-acostumou-com-abiometria-facial/>.
No texto “Você já se acostumou com a biometria facial?”, a frase narrativa que introduz cada um dos parágrafos se apresenta na:
 

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