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TEXTO III

Disponível em: http://falvesdeandrade.blogspot.com/2014/04/classesgramaticais-analise-morfologica.html. Acesso em 08 de janeiro de 2020
“As pessoas esperam que1 o ano que2 está começando seja melhor que3 o anterior”.
Assinale a alternativa que contenha a correta classificação dos vocábulos destacados.
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TEXTO III

Disponível em: http://falvesdeandrade.blogspot.com/2014/04/classesgramaticais-analise-morfologica.html. Acesso em 08 de janeiro de 2020
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TEXTO IV

Disponível em: https://www.mood.com.br/mafalda-sua-linda/. Acesso em 09
de janeiro de 2020.
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TEXTO IV

Disponível em: https://www.mood.com.br/mafalda-sua-linda/. Acesso em 09
de janeiro de 2020.
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPronomesPronomes Interrogativos
- MorfologiaPronomesPronomes Relativos
TEXTO IV

Disponível em: https://www.mood.com.br/mafalda-sua-linda/. Acesso em 09
de janeiro de 2020.
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TEXTO V
Você maior
As redes sociais alimentam, mas não são as únicas
responsáveis pela egolatria que tomou conta do mundo. Vivendo
numa bolha chamada sociedade de consumo, cada um de nós
passou a ser encarado como um produto e, como tal, precisa se
“vender”. Para se colocar bem no mercado do amor e no mercado
de trabalho, tornou-se obrigatório apresentar um perfil, e então
tratamos de falar muito sobre nós, sobre nossos atributos e tudo o
que possa fazer a gente avançar em relação à concorrência, que
não é pequena. Somos os publicitários de nós mesmos, uns mais
discretos, outros mais exibidos, mas todos procurando encantar o
próximo, que propaganda nada mais é do que isso: a arte de
seduzir.
Contraditoriamente, quando se torna necessário falarmos não
de nossos atributos, mas de nossas dores, de nossas inseguranças
e de nossos defeitos, fechamos a boca. Mesmo os que estão bem
perto, aqueles que nos são íntimos, não escutam a nossa voz.
Calamos por temer um julgamento sumário. Produtos precisam ser
eficientes, não podem ter falhas.
A boa notícia é que tudo isso é um absurdo. Não somos um
produto. Não precisamos de slogan, embalagem, jingle. Estamos
aqui para conviver, e não para sermos consumidos. E, se
quisermos que realmente nos conheçam, o ideal seria parar de nos
anunciarmos como o último copo d’água do deserto.
O documentário Eu Maior, um dos trabalhos mais tocantes a
que assisti nos últimos tempos, traz o depoimento de filósofos,
artistas, cientistas e ambientalistas sobre quem verdadeiramente
somos e como devemos nos relacionar com o universo. Entre
várias colocações ponderadas, teve uma de Marina Silva que tomei
como uma lição de comportamento: “Você descobre a qualidade de
uma pessoa não quando ela fala de si, mas quando ela fala dos
outros”.
Ou seja, o que revela sua verdadeira natureza são os
comentários venenosos que costuma distribuir ou os elogios que
faz sobre amigos e desconhecidos. São as fofocas que oculta para
não menosprezar seus semelhantes ou que espalha por aí,
acrescentando uma maldadezinha extra. Você é avaliado de forma
mais precisa através da sua capacidade de enaltecer o positivo que
há ao seu redor ou de propagar o negativismo que sobressai em
tudo o que vê. Você demonstra que é uma pessoa maior – ou menor
– de acordo com sua necessidade de diminuir ou de valorizar
aqueles que o rodeiam, de acordo com um olhar que deveria ser
justo, mas quase sempre é competitivo. É através das suas
palavras amorosas ou das suas declarações injuriantes que os
outros saberão exatamente quem é você – pouco importando o que
você diga sobre si mesmo.
Sobre você mesmo, deixe que falemos nós.
MEDEIROS, Martha. Simples assim. 12. ed. – Porto Alegre, RS:
LP&M, 2016.
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TEXTO V
Você maior
As redes sociais alimentam, mas não são as únicas
responsáveis pela egolatria que tomou conta do mundo. Vivendo
numa bolha chamada sociedade de consumo, cada um de nós
passou a ser encarado como um produto e, como tal, precisa se
“vender”. Para se colocar bem no mercado do amor e no mercado
de trabalho, tornou-se obrigatório apresentar um perfil, e então
tratamos de falar muito sobre nós, sobre nossos atributos e tudo o
que possa fazer a gente avançar em relação à concorrência, que
não é pequena. Somos os publicitários de nós mesmos, uns mais
discretos, outros mais exibidos, mas todos procurando encantar o
próximo, que propaganda nada mais é do que isso: a arte de
seduzir.
Contraditoriamente, quando se torna necessário falarmos não
de nossos atributos, mas de nossas dores, de nossas inseguranças
e de nossos defeitos, fechamos a boca. Mesmo os que estão bem
perto, aqueles que nos são íntimos, não escutam a nossa voz.
Calamos por temer um julgamento sumário. Produtos precisam ser
eficientes, não podem ter falhas.
A boa notícia é que tudo isso é um absurdo. Não somos um
produto. Não precisamos de slogan, embalagem, jingle. Estamos
aqui para conviver, e não para sermos consumidos. E, se
quisermos que realmente nos conheçam, o ideal seria parar de nos
anunciarmos como o último copo d’água do deserto.
O documentário Eu Maior, um dos trabalhos mais tocantes a
que assisti nos últimos tempos, traz o depoimento de filósofos,
artistas, cientistas e ambientalistas sobre quem verdadeiramente
somos e como devemos nos relacionar com o universo. Entre
várias colocações ponderadas, teve uma de Marina Silva que tomei
como uma lição de comportamento: “Você descobre a qualidade de
uma pessoa não quando ela fala de si, mas quando ela fala dos
outros”.
Ou seja, o que revela sua verdadeira natureza são os
comentários venenosos que costuma distribuir ou os elogios que
faz sobre amigos e desconhecidos. São as fofocas que oculta para
não menosprezar seus semelhantes ou que espalha por aí,
acrescentando uma maldadezinha extra. Você é avaliado de forma
mais precisa através da sua capacidade de enaltecer o positivo que
há ao seu redor ou de propagar o negativismo que sobressai em
tudo o que vê. Você demonstra que é uma pessoa maior – ou menor
– de acordo com sua necessidade de diminuir ou de valorizar
aqueles que o rodeiam, de acordo com um olhar que deveria ser
justo, mas quase sempre é competitivo. É através das suas
palavras amorosas ou das suas declarações injuriantes que os
outros saberão exatamente quem é você – pouco importando o que
você diga sobre si mesmo.
Sobre você mesmo, deixe que falemos nós.
MEDEIROS, Martha. Simples assim. 12. ed. – Porto Alegre, RS:
LP&M, 2016.
“Ou seja, o que revela sua verdadeira natureza são os comentários venenosos que costuma distribuir ou os elogios que faz sobre amigos e desconhecidos”.
A palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
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TEXTO VI
Disponível em: https://tirasarmandinho.tumblr.com/. Acesso em 09 de janeiro de
2020.
Na passagem “A cada dia há mais pessoas como você”, presente no 3º quadrinho no TEXTO VI, houve a correta concordância do verbo “haver”, de acordo com a Norma Padrão da Língua Portuguesa. Assinale a alternativa que não estabelece a correta concordância desse mesmo verbo.
Disponível em: https://tirasarmandinho.tumblr.com/. Acesso em 09 de janeiro de
2020. Na passagem “A cada dia há mais pessoas como você”, presente no 3º quadrinho no TEXTO VI, houve a correta concordância do verbo “haver”, de acordo com a Norma Padrão da Língua Portuguesa. Assinale a alternativa que não estabelece a correta concordância desse mesmo verbo.
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Assinale abaixo a velocidade máxima permitida nas vias
urbanas, quando não existir sinalização regulamentadora.
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TEXTO I
Um mergulho no oceano
A última vez que entrei numa sala de aula foi no últimodia da faculdade, e lá se vão muitas luas, parece que foi emoutra vida. Fazia tanto tempo que eu não era estudante quefiquei apreensiva ao me matricular na The London School ofEnglish, de onde retornei semana passada. Haveria quantosalunos por sala? Ainda existe giz e quadro-negro? E sendo euuma analfabeta digital, passaria vergonha levando um cadernoe uma caneta para anotações?
Éramos poucos em cada sala – no máximo oito, entretchecos, russos, japoneses, italianos, espanhóis e brasileiros. Oquadro-negro agora é um quadro branco onde se escreve commarcadores coloridos (para os saudosistas, vale uma visita àSaatchi Gallery, que expõe antigos quadros-negros das maisfamosas universidades do mundo – Cambridge, Harvard, Oxford– extraindo de nós um novo olhar para o efeito das frases,fórmulas e gráficos rabiscados a giz).
E a analfabeta digital não passou vergonha com seucaderno e caneta, mesmo cercada por colegas equipados comtablets e laptops. Não conheço recurso mais eficiente para retere decorar informações do que escrevê-las à mão. Fiqueiimpressionada ao ver que alguns alunos fotografam o quadroantes de o professor apagá-lo. Não copiam, simplesmentefotografam com seus celulares. Eu sempre aprendi maisescrevendo, sublinhando, fazendo círculos em torno daspalavras, enchendo a página de flechas e asteriscos. Meucaderno ainda vai acabar sendo exposto numa mostra dedesign.
O mais valioso da experiência foi resgatar o prazerinocente de aprender. Cada nova palavra, cada nova expressãoera uma vitória particular que eu assimilava com humildade. Aminha vergonha em falar um idioma que não domino, e aomesmo tempo a disposição em me divertir com os próprioserros, me tornavam uma aprendiz de mim mesma e da vida,essa venerável mestra.
Algumas pessoas se satisfazem com o que já sabem, écomo se seu conhecimento coubesse numa piscina. Dãoalgumas braçadas para um lado, outras braçadas para o outro,agarram-se às bordas e tocam o fundo com os pés: sentem-seseguras nessa amplitude restrita. Mas nada como mergulharnum mar do conhecimento sem fim, onde não há limites, aprofundidade é oceânica e a ideia é nadar sem chegar à terrafirme, simplesmente manter-se em movimento. Cansa, mastambém revitaliza. Uma pena que nossa preguiça impeça agrandeza de se descobrir algo novo todos os dias.
Eu, que além de apegada aos instrumentos rudimentaresda escrita, tenho certo receio de procedimentos estéticos emgeral, descobri uma maneira de me manter jovem para sempre,mesmo que, olhando, ninguém diga: não vou mais parar deestudar e assim realizarei a utopia de me sentir com 20 anos atéos 100 – depois disso, aí sim, recreio.
MEDEIROS, Martha. Simples assim. 12. ed. – Porto Alegre, RS: LP&M,2016.
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