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Pessoas com mobilidade reduzida passam a ter direitos garantidos em casa
Apesar das dificuldades de acesso e locomoção para deficientes ainda existirem, graças à Lei de Acessibilidade – pelo menos em ambientes públicos – já houve avanços. Porém, dentro de casa é outra realidade, mas, desde o fim de janeiro, a obrigação de acessibilidade também se aplica para ambientes privados. O Decreto Federal nº 9.451/2018, que regulamenta o artigo 58 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, determina que todas as unidades residenciais deverão ser adaptáveis, ou seja, o projeto do imóvel deve ter dimensões internas ou quantidades de ambientes que possam atender diferentes necessidades em variados momentos.
“É um processo evolutivo para que todos os espaços sejam acessíveis e adaptáveis”, explica a arquiteta Grazielli Gomes Rocha. “É importante porque isso não tem a ver apenas com a idade ou deficiência, é uma visão mais ampla para incluir a todos”, comenta.
Hoje os prédios comerciais já estão adaptados, em sua maioria, mas os residenciais só mudaram na parte de comum acesso. Embora a lei não se aplique aos prédios antigos, a partir de agora, as novas construções deverão ter dimensões e opções de planta que estejam dentro do padrão de acessibilidade. Por exemplo, espaço de largura de corredores, a altura do vaso sanitário e outros detalhes terão que contemplar o cenário para atender pessoas que tenham alguma dificuldade de mobilidade.
“Mesmo sendo uma opção no layout, é uma fase importante porque está no início, tudo pode ser pensado antecipadamente e as condições de mudar algum detalhe no futuro serão facilitadas”, explica a arquiteta.
Segundo ela, a Lei de Inclusão vai resgatar a qualidade de uso dos espaços que, ao longo do tempo, se perdeu com a diminuição dos ambientes e uma das vantagens de que as plantas sejam adaptáveis é que isso ainda ajuda na longevidade do investimento. Muitas vezes o imóvel é comprado em uma fase da vida que, mais à frente, com o avanço da idade, muda.
Como Grazielli diz, “a casa onde moramos é nossa raiz”. Porém, não é incomum que eventualmente uma escada ou um banheiro que não possa ser alterado levem as pessoas a trocar o imóvel e deixar para trás o seu canto. “Isso afeta o psicológico das pessoas: como mudar a relação delas com o ambiente em que se sentem seguras?”, aponta a especialista. A arquiteta conclui que, com a lei, as casas agora serão mais práticas e o conforto pode ser longevo. “A questão é focada na qualidade de vida para as pessoas”, comemora.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
No texto, no trecho “a casa onde moramos é nossa raiz”, temos o emprego do advérbio “onde”, um locativo. Assinale a alternativa que apresenta a expressão que poderia substituí-lo corretamente, levando-se em conta o sentido e as relações de regência presentes no trecho.
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Pessoas com mobilidade reduzida passam a ter direitos garantidos em casa
Apesar das dificuldades de acesso e locomoção para deficientes ainda existirem, graças Lei de Acessibilidade – pelo menos em ambientes públicos – já houve avanços. Porém, dentro de casa é outra realidade, mas, desde o fim de janeiro, a obrigação de acessibilidade também se aplica para ambientes privados. O Decreto Federal nº 9.451/2018, que regulamenta o artigo 58 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, determina que todas as unidades residenciais deverão ser adaptáveis, ou seja, o projeto do imóvel deve ter dimensões internas ou quantidades de ambientes que possam atender diferentes necessidades em variados momentos.
“É um processo evolutivo para que todos os espaços sejam acessíveis e adaptáveis”, explica a arquiteta Grazielli Gomes Rocha. “É importante porque isso não tem a ver apenas com a idade ou deficiência, é uma visão mais ampla para incluir a todos”, comenta.
Hoje os prédios comerciais já estão adaptados, em sua maioria, mas os residenciais só mudaram na parte de comum acesso. Embora a lei não se aplique aos prédios antigos, a partir de agora, as novas construções deverão ter dimensões e opções de planta que estejam dentro do padrão de acessibilidade. Por exemplo, espaço de largura de corredores, a altura do vaso sanitário e outros detalhes terão que contemplar o cenário para atender pessoas que tenham alguma dificuldade de mobilidade.
“Mesmo sendo uma opção no layout, é uma fase importante porque está no início, tudo pode ser pensado antecipadamente e as condições de mudar algum detalhe no futuro serão facilitadas”, explica a arquiteta.
Segundo ela, a Lei de Inclusão vai resgatar a qualidade de uso dos espaços que, ao longo do tempo, se perdeu com a diminuição dos ambientes e uma das vantagens de que as plantas sejam adaptáveis é que isso ainda ajuda na longevidade do investimento. Muitas vezes o imóvel é comprado em uma fase da vida que, mais frente, com o avanço da idade, muda.
Como Grazielli diz, “a casa onde moramos é nossa raiz”. Porém, não é incomum que eventualmente uma escada ou um banheiro que não possa ser alterado levem pessoas a trocar o imóvel e deixar para trás o seu canto. “Isso afeta o psicológico das pessoas: como mudar a relação delas com o ambiente em que se sentem seguras?”, aponta a especialista. A arquiteta conclui que, com a lei, as casas agora serão mais práticas e o conforto pode ser longevo. “A questão é focada na qualidade de vida para as pessoas”, comemora.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.
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Pessoas com mobilidade reduzida passam a ter direitos garantidos em casa
Apesar das dificuldades de acesso e locomoção para deficientes ainda existirem, graças à Lei de Acessibilidade – pelo menos em ambientes públicos – já houve avanços. Porém, dentro de casa é outra realidade, mas, desde o fim de janeiro, a obrigação de acessibilidade também se aplica para ambientes privados. O Decreto Federal nº 9.451/2018, que regulamenta o artigo 58 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, determina que todas as unidades residenciais deverão ser adaptáveis, ou seja, o projeto do imóvel deve ter dimensões internas ou quantidades de ambientes que possam atender diferentes necessidades em variados momentos.
“É um processo evolutivo para que todos os espaços sejam acessíveis e adaptáveis”, explica a arquiteta Grazielli Gomes Rocha. “É importante porque issoI) não tem a ver apenas com a idade ou deficiência, é uma visão mais ampla para incluir a todos”, comenta.
Hoje os prédios comerciais já estão adaptados, em sua maioria, mas os residenciais só mudaram na parte de comum acesso. Embora a lei não se aplique aos prédios antigos, a partir de agora, as novas construções deverão ter dimensões e opções de planta que estejam dentro do padrão de acessibilidade. Por exemplo, espaço de largura de corredores, a altura do vaso sanitário e outros detalhes terão que contemplar o cenário para atender pessoas que tenham alguma dificuldade de mobilidade.
“Mesmo sendo uma opção no layout, é uma fase importante porque está no início, tudo pode ser pensado antecipadamente e as condições de mudar algum detalhe no futuro serão facilitadas”, explica a arquiteta.
Segundo elaII), a Lei de Inclusão vai resgatar a qualidade de uso dos espaços que, ao longo do tempo, se perdeu com a diminuição dos ambientes e uma das vantagens de que as plantas sejam adaptáveis é que isso ainda ajuda na longevidade do investimento. Muitas vezes o imóvel é comprado em uma fase da vida que, mais à frente, com o avanço da idade, mudaIII).
Como Grazielli diz, “a casa onde moramos é nossa raiz”. Porém, não é incomum que eventualmente uma escada ou um banheiro que não possa ser alterado levem as pessoas a trocar o imóvel e deixar para trás o seu canto. “Isso afeta o psicológico das pessoas: como mudar a relação delas com o ambiente em que se sentem seguras?”, aponta a especialista. A arquiteta conclui que, com a lei, as casas agora serão mais práticas e o conforto pode ser longevo. “A questão é focada na qualidade de vida para as pessoas”, comemora.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considerando o uso de mecanismos coesivos, analise as assertivas a seguir:
I. O pronome demonstrativo “isso” retoma a ideia expressa no período anterior.
II. A expressão “segundo ela” conecta dois parágrafos retomando uma ideia expressa no parágrafo anterior.
III. O sujeito da forma verbal “muda” está oculto e retoma a expressão “avanço da idade”.
Quais estão corretas?
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Pessoas com mobilidade reduzida passam a ter direitos garantidos em casa
Apesar das dificuldades de acesso e locomoção para deficientes ainda existirem, graças à Lei de Acessibilidade – pelo menos em ambientes públicos – já houve avanços. Porém, dentro de casa é outra realidade, mas, desde o fim de janeiro, a obrigação de acessibilidade também se aplica para ambientes privados. O Decreto Federal nº 9.451/2018, que regulamenta o artigo 58 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, determina que todas as unidades residenciais deverão ser adaptáveis, ou seja, o projeto do imóvel deve ter dimensões internas ou quantidades de ambientes que possam atender diferentes necessidades em variados momentos.
“É um processo evolutivo para que todos os espaços sejam acessíveis e adaptáveis”, explica a arquiteta Grazielli Gomes Rocha. “É importante porque isso não tem a ver apenas com a idade ou deficiência, é uma visão mais ampla para incluir a todos”, comenta.
Hoje os prédios comerciais já estão adaptados, em sua maioria, mas os residenciais só mudaram na parte de comum acesso. Embora a lei não se aplique aos prédios antigos, a partir de agora, as novas construções deverão ter dimensões e opções de planta que estejam dentro do padrão de acessibilidade. Por exemplo, espaço de largura de corredores, a altura do vaso sanitário e outros detalhes terão que contemplar o cenário para atender pessoas que tenham alguma dificuldade de mobilidade.
“Mesmo sendo uma opção no layout, é uma fase importante porque está no início, tudo pode ser pensado antecipadamente e as condições de mudar algum detalhe no futuro serão facilitadas”, explica a arquiteta.
Segundo ela, a Lei de Inclusão vai resgatar a qualidade de uso dos espaços que, ao longo do tempo, se perdeu com a diminuição dos ambientes e uma das vantagens de que as plantas sejam adaptáveis é que isso ainda ajuda na longevidade do investimento. Muitas vezes o imóvel é comprado em uma fase da vida que, mais à frente, com o avanço da idade, muda.
Como Grazielli diz, “a casa onde moramos é nossa raiz”. Porém, não é incomum que eventualmente uma escada ou um banheiro que não possa ser alterado levem as pessoas a trocar o imóvel e deixar para trás o seu canto. “Isso afeta o psicológico das pessoas: como mudar a relação delas com o ambiente em que se sentem seguras?”, aponta a especialista. A arquiteta conclui que, com a lei, as casas agora serão mais práticas e o conforto pode ser longevo. “A questão é focada na qualidade de vida para as pessoas”, comemora.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que apresenta estrutura, retirada do texto, construída na voz ativa.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Ibarama-RS
Os ventos do ciclone Idai ultrapassaram 140 km/h, destruíram casas, causaram alagamentos e foram responsáveis pela morte de mais de mil pessoas. Qual dos seguintes países foi extremamente afetado por essa tragédia, em março de 2019?
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Uma equipe de 7 assistentes legislativos de mesma capacidade de trabalho precisou de 30 horas para revisar todos os projetos enviados para a Câmara de Vereadores. Considerando a mesma proporção, quantas horas de trabalho serão necessárias para que 21 assistentes revisem os mesmos projetos?
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Apesar das dificuldades de acesso e locomoção para deficientes ainda existirem, graças à Lei de Acessibilidade – pelo menos em ambientes públicos – já houve avanços. Porém, dentro de casa é outra realidade, mas, desde o fim de janeiro, a obrigação de acessibilidade também se aplica para ambientes privados. O Decreto Federal nº 9.451/2018, que regulamenta o artigo 58 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, determina que todas as unidades residenciais deverão ser adaptáveis, ou seja, o projeto do imóvel deve ter dimensões internas ou quantidades de ambientes que possam atender diferentes necessidades em variados momentos.
“É um processo evolutivo para que todos os espaços sejam acessíveis e adaptáveis”, explica a arquiteta Grazielli Gomes Rocha. “É importante porque isso não tem a ver apenas com a idade ou deficiência, é uma visão mais ampla para incluir a todos”, comenta.
Hoje os prédios comerciais já estão adaptados, em sua maioria, mas os residenciais só mudaram na parte de comum acesso. Embora a lei não se aplique aos prédios antigos, a partir de agora, as novas construções deverão ter dimensões e opções de planta que estejam dentro do padrão de acessibilidade. Por exemplo, espaço de largura de corredores, a altura do vaso sanitário e outros detalhes terão que contemplar o cenário para atender pessoas que tenham alguma dificuldade de mobilidade.
“Mesmo sendo uma opção no layout, é uma fase importante porque está no início, tudo pode ser pensado antecipadamente e as condições de mudar algum detalhe no futuro serão facilitadas”, explica a arquiteta.
Segundo ela, a Lei de Inclusão vai resgatar a qualidade de uso dos espaços que, ao longo do tempo, se perdeu com a diminuição dos ambientes e uma das vantagens de que as plantas sejam adaptáveis é que isso ainda ajuda na longevidade do investimento. Muitas vezes o imóvel é comprado em uma fase da vida que, mais à frente, com o avanço da idade, muda.
Como Grazielli diz, “a casa onde moramos é nossa raiz”. Porém, não é incomum que eventualmente uma escada ou um banheiro que não possa ser alterado levem as pessoas a trocar o imóvel e deixar para trás o seu canto. “Isso afeta o psicológico das pessoas: como mudar a relação delas com o ambiente em que se sentem seguras?”, aponta a especialista. A arquiteta conclui que, com a lei, as casas agora serão mais práticas e o conforto pode ser longevo. “A questão é focada na qualidade de vida para as pessoas”, comemora.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que NÃO indica uma alteração prevista pela nova lei e expressa diretamente no texto em relação às plantas de construções domésticas.
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Com base no Art. 76 da Constituição Federal de 1988, qual dos Poderes é exercido pelo Presidente da República, auxiliado pelos Ministros de Estado?
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Apesar das dificuldades de acesso e locomoção para deficientes ainda existirem, graças à Lei de Acessibilidade – pelo menos em ambientes públicos – já houve avanços. Porém, dentro de casa é outra realidade, mas, desde o fim de janeiro, a obrigação de acessibilidade também se aplica para ambientes privados. O Decreto Federal nº 9.451/2018, que regulamenta o artigo 58 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, determina que todas as unidades residenciais deverão ser adaptáveis, ou seja, o projeto do imóvel deve ter dimensões internas ou quantidades de ambientes que possam atender diferentes necessidades em variados momentos.
“É um processo evolutivo para que todos os espaços sejam acessíveis e adaptáveis”, explica a arquiteta Grazielli Gomes Rocha. “É importante porque isso não tem a ver apenas com a idade ou deficiência, é uma visão mais ampla para incluir a todos”, comenta.
Hoje os prédios comerciais já estão adaptados, em sua maioria, mas os residenciais só mudaram na parte de comum acesso. Embora a lei não se aplique aos prédios antigos, a partir de agora, as novas construções deverão ter dimensões e opções de planta que estejam dentro do padrão de acessibilidade. Por exemplo, espaço de largura de corredores, a altura do vaso sanitário e outros detalhes terão que contemplar o cenário para atender pessoas que tenham alguma dificuldade de mobilidade.
“Mesmo sendo uma opção no layout, é uma fase importante porque está no início, tudo pode ser pensado antecipadamente e as condições de mudar algum detalhe no futuro serão facilitadas”, explica a arquiteta.
Segundo ela, a Lei de Inclusão vai resgatar a qualidade de uso dos espaços que, ao longo do tempo, se perdeu com a diminuição dos ambientes e uma das vantagens de que as plantas sejam adaptáveis é que isso ainda ajuda na longevidade do investimento. Muitas vezes o imóvel é comprado em uma fase da vida que, mais à frente, com o avanço da idade, muda.
Como Grazielli diz, “a casa onde moramos é nossa raiz”. Porém, não é incomum que eventualmente uma escada ou um banheiro que não possa ser alterado levem as pessoas a trocar o imóvel e deixar para trás o seu canto. “Isso afeta o psicológico das pessoas: como mudar a relação delas com o ambiente em que se sentem seguras?”, aponta a especialista. A arquiteta conclui que, com a lei, as casas agora serão mais práticas e o conforto pode ser longevo. “A questão é focada na qualidade de vida para as pessoas”, comemora.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que possa substituir a palavra “longevo” adequadamente e sem alteração do sentido original do texto.
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