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Foram encontradas 40 questões.

2212899 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Ibarama-RS
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A expressão !$ { \large 5p + 28 \over 4} !$ determina o número do calçado de um indivíduo que tem o pé medindo !$ p !$ cm de comprimento. Assim, uma pessoa que tem o pé com 24 cm de comprimento, calçará o número:

 

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2091930 Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Ibarama-RS
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Os primeiros registros de moradores de Ibarama (RS) datam de 1838, sendo que o município pertenceu inicialmente a:

 

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2091919 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Ibarama-RS
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Pessoas com mobilidade reduzida passam a ter direitos garantidos em casa

Apesar das dificuldades de acesso e locomoção para deficientes ainda existirem, graças à Lei de Acessibilidade – pelo menos em ambientes públicos – já houve avanços. Porém, dentro de casa é outra realidade, mas, desde o fim de janeiro, a obrigação de acessibilidade também se aplica para ambientes privados. O Decreto Federal nº 9.451/2018, que regulamenta o artigo 58 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, determina que todas as unidades residenciais deverão ser adaptáveis, ou seja, o projeto do imóvel deve ter dimensões internas ou quantidades de ambientes que possam atender diferentes necessidades em variados momentos.

“É um processo evolutivo para que todos os espaços sejam acessíveis e adaptáveis”, explica a arquiteta Grazielli Gomes Rocha. “É importante porque isso não tem a ver apenas com a idade ou deficiência, é uma visão mais ampla para incluir a todos”, comenta.

Hoje os prédios comerciais já estão adaptados, em sua maioria, mas os residenciais só mudaram na parte de comum acesso. Embora a lei não se aplique aos prédios antigos, a partir de agora, as novas construções deverão ter dimensões e opções de planta que estejam dentro do padrão de acessibilidade. Por exemplo, espaço de largura de corredores, a altura do vaso sanitário e outros detalhes terão que contemplar o cenário para atender pessoas que tenham alguma dificuldade de mobilidade.

“Mesmo sendo uma opção no layout, é uma fase importante porque está no início, tudo pode ser pensado antecipadamente e as condições de mudar algum detalhe no futuro serão facilitadas”, explica a arquiteta.

Segundo ela, a Lei de Inclusão vai resgatar a qualidade de uso dos espaços que, ao longo do tempo, se perdeu com a diminuição dos ambientes e uma das vantagens de que as plantas sejam adaptáveis é que isso ainda ajuda na longevidade do investimento. Muitas vezes o imóvel é comprado em uma fase da vida que, mais à frente, com o avanço da idade, muda.

Como Grazielli diz, “a casa onde moramos é nossa raiz”. Porém, não é incomum que eventualmente uma escada ou um banheiro que não possa ser alterado levem as pessoas a trocar o imóvel e deixar para trás o seu canto. “Isso afeta o psicológico das pessoas: como mudar a relação delas com o ambiente em que se sentem seguras?”, aponta a especialista. A arquiteta conclui que, com a lei, as casas agora serão mais práticas e o conforto pode ser longevo. “A questão é focada na qualidade de vida para as pessoas”, comemora.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Considerando as relações de concordância verbal e nominal, assinale a alternativa que indica quantas outras alterações deveriam ser feitas caso substituíssemos a palavra “pessoas” por sua forma singular no trecho, retirado do texto: “Isso afeta o psicológico das pessoas: como mudar a relação delas com o ambiente em que se sentem seguras?”.

 

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2066102 Ano: 2020
Disciplina: Estatística
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Ibarama-RS
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Considerando que o consumo de energia elétrica de uma família de 5 pessoas nos meses de março, abril e maio de 2019 foi de, respectivamente, 195 kw/h, 217 kw/h e 236 kw/h, a média aritmética de consumo, em Kw/h, desse período foi de:

 

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2044754 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Ibarama-RS
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Pessoas com mobilidade reduzida passam a ter direitos garantidos em casa

Apesar das dificuldades de acesso e locomoção para deficientes ainda existirem, graças à Lei de Acessibilidade – pelo menos em ambientes públicos – já houve avanços. Porém, dentro de casa é outra realidade, mas, desde o fim de janeiro, a obrigação de acessibilidade também se aplica para ambientes privados. O Decreto Federal nº 9.451/2018, que regulamenta o artigo 58 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, determina que todas as unidades residenciais deverão ser adaptáveis, ou seja, o projeto do imóvel deve ter dimensões internas ou quantidades de ambientes que possam atender diferentes necessidades em variados momentos.

“É um processo evolutivo para que todos os espaços sejam acessíveis e adaptáveis”, explica a arquiteta Grazielli Gomes Rocha. “É importante porque isso não tem a ver apenas com a idade ou deficiência, é uma visão mais ampla para incluir a todos”, comenta.

Hoje os prédios comerciais já estão adaptados, em sua maioria, mas os residenciais só mudaram na parte de comum acesso. Embora a lei não se aplique aos prédios antigos, a partir de agora, as novas construções deverão ter dimensões e opções de planta que estejam dentro do padrão de acessibilidade. Por exemplo, espaço de largura de corredores, a altura do vaso sanitário e outros detalhes terão que contemplar o cenário para atender pessoas que tenham alguma dificuldade de mobilidade.

“Mesmo sendo uma opção no layout, é uma fase importante porque está no início, tudo pode ser pensado antecipadamente e as condições de mudar algum detalhe no futuro serão facilitadas”, explica a arquiteta.

Segundo ela, a Lei de Inclusão vai resgatar a qualidade de uso dos espaços que, ao longo do tempo, se perdeu com a diminuição dos ambientes e uma das vantagens de que as plantas sejam adaptáveis é que isso ainda ajuda na longevidade do investimento. Muitas vezes o imóvel é comprado em uma fase da vida que, mais à frente, com o avanço da idade, muda.

Como Grazielli diz, “a casa onde moramos é nossa raiz”. Porém, não é incomum que eventualmente uma escada ou um banheiro que não possa ser alterado levem as pessoas a trocar o imóvel e deixar para trás o seu canto. “Isso afeta o psicológico das pessoas: como mudar a relação delas com o ambiente em que se sentem seguras?”, aponta a especialista. A arquiteta conclui que, com a lei, as casas agora serão mais práticas e o conforto pode ser longevo. “A questão é focada na qualidade de vida para as pessoas”, comemora.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. Uma alteração posterior a uma lei prevê que também os ambientes domésticos sejam acessíveis a pessoas com alguma deficiência.

II. Os prédios residenciais ainda não passaram por nenhuma reforma para tornarem-se acessíveis, somente os comerciais.

III. A lei não visa à alteração de prédios já construídos, somente regulamenta os que estão sendo projetados a partir de sua publicação.

Quais estão corretas?

 

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2044618 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Ibarama-RS
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Determinada cidade tem duas unidades de pronto-atendimento clínico. Sabendo que, em determinado semestre, a unidade “A” fez o triplo de atendimentos da unidade “B”, e que a totalidade de atendimentos das duas unidades neste período foi de 1.540, qual a quantidade de atendimentos da unidade “A”?

 

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2044495 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Ibarama-RS
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Pessoas com mobilidade reduzida passam a ter direitos garantidos em casa

Apesar das dificuldades de acesso e locomoção para deficientes ainda existirem, graças à Lei de Acessibilidade – pelo menos em ambientes públicos – já houve avanços. Porém, dentro de casa é outra realidade, mas, desde o fim de janeiro, a obrigação de acessibilidade também se aplica para ambientes privados. O Decreto Federal nº 9.451/2018, que regulamenta o artigo 58 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, determina que todas as unidades residenciais deverão ser adaptáveis, ou seja, o projeto do imóvel deve ter dimensões internas ou quantidades de ambientes que possam atender diferentes necessidades em variados momentos.

“É um processo evolutivo para que todos os espaços sejam acessíveis e adaptáveis”, explica a arquiteta Grazielli Gomes Rocha. “É importante porque isso não tem a ver apenas com a idade ou deficiência, é uma visão mais ampla para incluir a todos”, comenta.

Hoje os prédios comerciais já estão adaptados, em sua maioria, mas os residenciais só mudaram na parte de comum acesso. Embora a lei não se aplique aos prédios antigos, a partir de agora, as novas construções deverão ter dimensões e opções de planta que estejam dentro do padrão de acessibilidade. Por exemplo, espaço de largura de corredores, a altura do vaso sanitário e outros detalhes terão que contemplar o cenário para atender pessoas que tenham alguma dificuldade de mobilidade.

“Mesmo sendo uma opção no layout, é uma fase importante porque está no início, tudo pode ser pensado antecipadamente e as condições de mudar algum detalhe no futuro serão facilitadas”, explica a arquiteta.

Segundo ela, a Lei de Inclusão vai resgatar a qualidade de uso dos espaços que, ao longo do tempo, se perdeu com a diminuição dos ambientes e uma das vantagens de que as plantas sejam adaptáveis é que isso ainda ajuda na longevidade do investimento. Muitas vezes o imóvel é comprado em uma fase da vida que, mais à frente, com o avanço da idade, muda.

Como Grazielli diz, “a casa onde moramos é nossa raiz”. Porém, não é incomum que eventualmente uma escada ou um banheiro que não possa ser alterado levem as pessoas a trocar o imóvel e deixar para trás o seu canto. “Isso afeta o psicológico das pessoas: como mudar a relação delas com o ambiente em que se sentem seguras?”, aponta a especialista. A arquiteta conclui que, com a lei, as casas agora serão mais práticas e o conforto pode ser longevo. “A questão é focada na qualidade de vida para as pessoas”, comemora.

(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sua-vida/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Quantas orações compõem o período a seguir, retirado do texto: “Segundo ela, a Lei de Inclusão vai resgatar a qualidade de uso dos espaços que, ao longo do tempo, se perdeu com a diminuição dos ambientes e uma das vantagens de que as plantas sejam adaptáveis é que isso ainda ajuda na longevidade do investimento”.

 

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2044330 Ano: 2020
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Ibarama-RS
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De acordo com o Art. 20 da Lei Orgânica do Município de Ibarama, as sessões serão públicas, salvo deliberações em contrário de dos , adotada em razão de motivo relevante.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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2043875 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Ibarama-RS
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Qual alternativa apresenta uma proposição composta verdadeira?

 

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2043855 Ano: 2020
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Ibarama-RS
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Considerando que a proposição Maria é enfermeira é verdadeira e que a proposição Maria está realizando plantão de 24 horas é falsa, a alternativa que permite deduzir uma proposição composta falsa é:

 

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