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Em 2015 comemoramos o 25º aniversário de uma Lei, que garante proteção integral aos brasileiros com até 18 anos de idade.
Assinale a alternativa que identifica esta Lei.
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Os empenhos classificados como empenho ordinário e empenho global são, respectivamente:
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Texto
Se bem os jornais não tenham noticiado, em um pequeno município de um estado brasileiro, um burro, por sinal de nome Tonare, conhecido e estimado por todos, de repente caiu num estado de angústia profunda. O medo devorava-lhe a alma sensitiva. Considerava-se tolerado, criticado, espezinhado. Tornou-se agressivo e, porque sua agressividade era intolerável, o chicote de titio descia-lhe solto pelas ancas roliças.
Sábado de manhã, talvez por não se sentir amado, deixou-se ficar budamente imóvel no meio do pasto. Tonare parecia uma estátua asinina com o olhar devorando distâncias.
— Está doente, disse titia, chamem o veterinário.
O veterinário veio, fez-lhe um check-up e, embora não tivesse conseguido que o burro virasse um nadinha a cabeça, concluiu: o animal está com perfeita saúde física. A mim me parece que deva existir um problema psicológico com ele. Mandem vir um psicólogo da Universidade.
Após a conclusão clínica do veterinário, titio tentou solucionar o problema psicológico do burro com uma série de relhadas que arrancavam pelos das nádegas redondas de Tonare. E Tonare, hirto.
Domingo amanheceu com a peregrinação VERO-BURRO. E da turba que aí estava saltavam os mais disparatados palpites:
— Foi o sol. Quem não sabe das emoções provocadas pelo sol?
— Isto é feitiçaria antitelepática. Olhem os nós na cauda e na crina.
— Burro sempre empaca. Aí está faltando chibata.
— Mas não vês que está perdendo sangue, o coitado, de tanto que apanhou?
E piedosas mulheres, enquanto lhe ofereciam pratadas de milho, mãozadas de alfafa, espigas de arroz, bacias de água fresca, deitavam-lhe beijos estalados na testa, e Tonare, em sua impassibilidade, nem se dignava arregaçar os beiços para comer, nem mexer os olhos para agradecer.
[…]
Foi pela tardinha que a professora do lugar chegou e enquanto todo mundo abria alas à aproximação da mestra, ela, a querida e amada de todos, disse: deixem comigo que eu vou dar um jeito nesse burro. Afastem-se bastante dele.
Com aquele jeitinho que só as mestras do interior possuem, aproximou-se do burro, inclinou-se amorosamente sobre um dos seus ouvidos e sussurrou-lhe…
O burro começou a estourar em relinchos, a virar a cabeça para todos os lados, a vibrar a cauda numa alegria embriagadora.
— Que disse? Que disse a ele, professora?! Diga-nos, santa, que disse?
E a mestra, alegando que o tratamento estava incompleto, achega-se de novo a Tonare e mais uma vez bisbilha-lhe…
O burro começou, então, a chorar desesperadamente, a bater nervosérrimo as patas no chão e a retorcer-se todo num desconsolo incrível.
— Que disse? Que disse agora? Por que não fala? Mestra, quer nos matar a todos de ansiedade?
E a professora, alegando de novo o tratamento não estar completo, sussurrou pela terceira vez ao ouvido de Tonare.
E Tonare, como alucinado, estonteado, levanta mais a cabeça, fixa o além-horizonte e desenrola uma corrida. Arrebenta a cerca, sangra e corre, corre e perde-se numa colina ao longe.
— Professora! Professora!
Esperavam-se os vivas e os aplausos, mas não vieram. O estupor tomou conta de todos.
Foi aí que a professora, com um sorriso ótimo-com-louvor, resolveu dar a chave do mistério. Mandou que todos se aproximassem dela:
— Quando me aproximei a primeira vez do burro, eu simplesmente disse a ele que eu era professora e a reação todos viram. Da segunda vez, disse a Tonare o quanto eu ganhava por mês, e aí ele chorou. Da terceira vez, pedi a ele que me substituísse e então…
Fonte: CURI, José. A Professora e o Burro. In: Juca Jacu & Cia.
Florianópolis: Lunardelli/Editora da UDESC, 1979, p. 62-65.
(Adaptado)
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) de acordo com o texto.
( ) O veterinário foi chamado somente porque o burro estava muito agressivo.
( ) Por “deixou-se ficar budamente imóvel no pasto” entende-se que o burro ficou em estado de profunda apatia.
( ) O burro estava apanhando quando o psicólogo chegou.
( ) A palavra “aí”, em “Foi aí que a professora…”, (penúltimo parágrafo) poderia ser substituída por “então”, sem prejuízo do sentido do texto ou da norma culta da língua portuguesa escrita.
( ) O pronome “lhe”, em “bisbilha-lhe”, refere-se ao burro.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Texto
Se bem os jornais não tenham noticiado, em um pequeno município de um estado brasileiro, um burro, por sinal de nome Tonare, conhecido e estimado por todos, de repente caiu num estado de angústia profunda. O medo devorava-lhe a alma sensitiva. Considerava-se tolerado, criticado, espezinhado. Tornou-se agressivo e, porque sua agressividade era intolerável, o chicote de titio descia-lhe solto pelas ancas roliças.
Sábado de manhã, talvez por não se sentir amado, deixou-se ficar budamente imóvel no meio do pasto. Tonare parecia uma estátua asinina com o olhar devorando distâncias.
— Está doente, disse titia, chamem o veterinário.
O veterinário veio, fez-lhe um check-up e, embora não tivesse conseguido que o burro virasse um nadinha a cabeça, concluiu: o animal está com perfeita saúde física. A mim me parece que deva existir um problema psicológico com ele. Mandem vir um psicólogo da Universidade.
Após a conclusão clínica do veterinário, titio tentou solucionar o problema psicológico do burro com uma série de relhadas que arrancavam pelos das nádegas redondas de Tonare. E Tonare, hirto.
Domingo amanheceu com a peregrinação VERO-BURRO. E da turba que aí estava saltavam os mais disparatados palpites:
— Foi o sol. Quem não sabe das emoções provocadas pelo sol?
— Isto é feitiçaria antitelepática. Olhem os nós na cauda e na crina.
— Burro sempre empaca. Aí está faltando chibata.
— Mas não vês que está perdendo sangue, o coitado, de tanto que apanhou?
E piedosas mulheres, enquanto lhe ofereciam pratadas de milho, mãozadas de alfafa, espigas de arroz, bacias de água fresca, deitavam-lhe beijos estalados na testa, e Tonare, em sua impassibilidade, nem se dignava arregaçar os beiços para comer, nem mexer os olhos para agradecer.
[…]
Foi pela tardinha que a professora do lugar chegou e enquanto todo mundo abria alas à aproximação da mestra, ela, a querida e amada de todos, disse: deixem comigo que eu vou dar um jeito nesse burro. Afastem-se bastante dele.
Com aquele jeitinho que só as mestras do interior possuem, aproximou-se do burro, inclinou-se amorosamente sobre um dos seus ouvidos e sussurrou-lhe…
O burro começou a estourar em relinchos, a virar a cabeça para todos os lados, a vibrar a cauda numa alegria embriagadora.
— Que disse? Que disse a ele, professora?! Diga-nos, santa, que disse?
E a mestra, alegando que o tratamento estava incompleto, achega-se de novo a Tonare e mais uma vez bisbilha-lhe…
O burro começou, então, a chorar desesperadamente, a bater nervosérrimo as patas no chão e a retorcer-se todo num desconsolo incrível.
— Que disse? Que disse agora? Por que não fala? Mestra, quer nos matar a todos de ansiedade?
E a professora, alegando de novo o tratamento não estar completo, sussurrou pela terceira vez ao ouvido de Tonare.
E Tonare, como alucinado, estonteado, levanta mais a cabeça, fixa o além-horizonte e desenrola uma corrida. Arrebenta a cerca, sangra e corre, corre e perde-se numa colina ao longe.
— Professora! Professora!
Esperavam-se os vivas e os aplausos, mas não vieram. O estupor tomou conta de todos.
Foi aí que a professora, com um sorriso ótimo-com-louvor, resolveu dar a chave do mistério. Mandou que todos se aproximassem dela:
— Quando me aproximei a primeira vez do burro, eu simplesmente disse a ele que eu era professora e a reação todos viram. Da segunda vez, disse a Tonare o quanto eu ganhava por mês, e aí ele chorou. Da terceira vez, pedi a ele que me substituísse e então…
Fonte: CURI, José. A Professora e o Burro. In: Juca Jacu & Cia.
Florianópolis: Lunardelli/Editora da UDESC, 1979, p. 62-65.
(Adaptado)
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) de acordo com o texto.
( ) Em “Considerava-se tolerado”, o “se” pode ser colocado na frente do verbo (“Se considerava…”) sem prejudicar a compreensão do texto e sem ferir a norma culta da língua portuguesa escrita.
( ) Em “…com o olhar devorando distâncias”, o autor usa linguagem conotativa.
( ) As palavras “cauda” e “calda” são parônimas.
( ) O verbo “dignar-(se)” nunca pode ser seguido da preposição “de”.
( ) A crase em “…abria alas à aproximação da mestra…” é facultativa.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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767190
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FEPESE
Orgão: Câm. Içara-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FEPESE
Orgão: Câm. Içara-SC
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Em 2013, milhares de brasileiros foram às ruas. Protestavam por mudanças na política, os problemas da educação brasileira, mas um assunto, naquele momento, era uma das bandeiras da manifestação. Qual?
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Identifique abaixo as afirmativas que dizem respeito ao Excel 2007 em português.
1. Pode-se aplicar zoom apenas ao conteúdo selecionado, através da ferramenta ‘Zoom na seleção’.
2. Permite empregar imagem como plano de fundo para uma planilha.
3. Podem-se visualizar todas as fórmulas empregadas em uma planilha através do recurso ‘Mostrar Fórmulas’.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Identifique as afirmativas que constituem opções ou parâmetros válidos que o MS Excel 2007 em português possibilita definir com relação à impressão de planilhas.
1. Permite definir títulos compostos por linhas de modo a repetir sua impressão na parte superior em todas as páginas.
2. Permite definir colunas para serem impressas em todas as páginas alinhadas à esquerda.
3. Podem-se imprimir os comentários no final da planilha ou como são exibidos na planilha.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Em 2013 realizou-se em Içara uma festa muito bonita, durante a qual foram apresentadas músicas, danças e vestimentas típicas de uma cultura muito importante na formação da cidade.
Trata-se da cultura:
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De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, falsificar ou adulterar documento de habilitação e de identificação do veículo é considerada uma infração:
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Importante atividade econômica da Região Sul de Santa Catarina:
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