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Foram encontradas 135 questões.

2524977 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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A opção disponível na guia “Página Inicial” do Microsoft Word, versão português do Office 2010, que permite diminuir o tamanho da fonte do texto selecionado, é:
 

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2524865 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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Analise as seguintes afirmativas sobre as opções disponíveis na janela “Opçõesde Pasta” acessível pelo item “Opções de Pasta” da categoria “Aparência e Personalização” do “Painel de Controle” do Microsoft Windows 7, versão português:
I – Na Guia Geral, é possível configurar se um item será aberto ao se clicar uma ou duas vezes sobre ele.
II – Na Guia “Modo de Exibição”, é possível definir se pastas e arquivos ocultos serão exibidos.
III – Na Guia “Pesquisar”, é possível definir se o painel de navegação irá exibir todas as pastas.
Estão CORRETAS as afirmativas:
 

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2524801 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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No que tocante à Receita Pública, é CORRETO afirmar:
 

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2524671 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
A GENTE É VELHO...
Rubem Alves
A gente é velho quando, para descer uma escada, segura firme no corrimão. E os olhos olham para baixo para medir o tamanho dos degraus e a posição dos pés.
Quando eu era moço, não era assim. Não segurava no corrimão e não media degraus e pés. Descia os dois lances de escada do sobrado do meu avô com a mesma fúria com que um pianista toca o prelúdio 16, de Chopin. Ele, pianista, não pensa. Se pensasse, não conseguiria tocar, porque o pensamento não consegue seguir a velocidade das notas. Toca porque seus dedos sabem sem que a cabeça saiba. O pianista se abandona ao saber do corpo. Assim descia eu as escadas do sobradão do meu avô. Mas no dia em que o pé começou a tropeçar, a cabeça compreendeu que eles, os pés, já não sabiam como sabiam antes. Agora é preciso o corrimão. Depois virão as bengalas, corrimões portáteis que se leva por onde se vai.
A gente é velho quando, no restaurante, é preciso cuidado ao se levantar. Moço, as pernas sabem medir as distâncias que há debaixo da mesa. Mas, agora, é preciso olhar para medir a distância que há entre o pé da mesa e o bico do sapato. Há sempre o perigo de que o bico do sapato esbarre no pé da mesa e o pé da mesa lhe dê uma rasteira, você se estatelando no chão. Quando se é velho, até uma pequena queda pode se transformar em catástrofe. Há sempre o perigo de uma fratura.
A gente é velho quando é objeto de humilhações bondosas. Como aquela que aconteceu comigo 25 anos atrás. O metrô estava cheio. Jovem, segureime num balaústre. Notei então que uma jovem de uns 25 anos me olhava com um olhar amoroso. Olhei para ela. E houve um momento de suspensão romântica. Minha cabeça e meu coração se alegraram. Até o momento em que ela se levantou com um sorriso e me ofereceu o seu lugar. Foi um gesto de bondade.
Com o seu gesto ela me dizia: "O senhor me traz memórias ternas do meu avô..."
A gente é velho quando entra no box do chuveiro com passos medrosos e cuidadosos. Há sempre o perigo de um escorregão. Por via das dúvidas, mandei instalar no box da minha casa uma daquelas barras metálicas horizontais que funcionam como corrimão.
A gente é velho quando começa a ter medo dos tapetes. Os tapetes são perigosos de duas maneiras. Há os pequenos tapetes de fundo liso, que escorregam. E há os grandes tapetes que ficam com as pontas levantadas e que fazem ondas. O pé dos velhos movimenta-se no arrasto e tropeça na ponta levantada do tapete ou na armadilha da onda.
A gente é velho quando começa a ter medo dos fotógrafos. Fugir das fotos de perfil porque nelas as barbelas de nelore aparecem. Nelore é um boi branco. Os pastos estão cheios deles, vivos, e as mesas também, sob o disfarce de bifes. E eles têm uma papada balançante, as barbelas, que vai da ponta do queixo (boi tem queixo?) até o peito. Velhice é quando as barbelas de nelore começam a aparecer. Aí vem a humilhação conclusiva. Prontas as fotos, eles nos mostram e dizem: "Como você está bem!"
A gente é velho quando, tendo de subir ao palco para dar uma palestra, tem sempre uma jovem simpática que nos oferece a mão, temendo que a gente se desequilibre e caia. A gente aceita o oferecimento com um sorriso. Nunca se sabe...
A gente é velho quando perde a vergonha e se desnuda fazendo as confissões que acabei de fazer...
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff3010200704.htm Acesso em: 27 ago. 2016
Os verbos destacados estão flexionados no presente do indicativo, EXCETO em:
 

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2524278 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
A GENTE É VELHO...
Rubem Alves
A gente é velho quando, para descer uma escada, segura firme no corrimão. E os olhos olham para baixo para medir o tamanho dos degraus e a posição dos pés.
Quando eu era moço, não era assim. Não segurava no corrimão e não media degraus e pés. Descia os dois lances de escada do sobrado do meu avô com a mesma fúria com que um pianista toca o prelúdio 16, de Chopin. Ele, pianista, não pensa. Se pensasse, não conseguiria tocar, porque o pensamento não consegue seguir a velocidade das notas. Toca porque seus dedos sabem sem que a cabeça saiba. O pianista se abandona ao saber do corpo. Assim descia eu as escadas do sobradão do meu avô. Mas no dia em que o pé começou a tropeçar, a cabeça compreendeu que eles, os pés, já não sabiam como sabiam antes. Agora é preciso o corrimão. Depois virão as bengalas, corrimões portáteis que se leva por onde se vai.
A gente é velho quando, no restaurante, é preciso cuidado ao se levantar. Moço, as pernas sabem medir as distâncias que há debaixo da mesa. Mas, agora, é preciso olhar para medir a distância que há entre o pé da mesa e o bico do sapato. Há sempre o perigo de que o bico do sapato esbarre no pé da mesa e o pé da mesa lhe dê uma rasteira, você se estatelando no chão. Quando se é velho, até uma pequena queda pode se transformar em catástrofe. Há sempre o perigo de uma fratura.
A gente é velho quando é objeto de humilhações bondosas. Como aquela que aconteceu comigo 25 anos atrás. O metrô estava cheio. Jovem, segureime num balaústre. Notei então que uma jovem de uns 25 anos me olhava com um olhar amoroso. Olhei para ela. E houve um momento de suspensão romântica. Minha cabeça e meu coração se alegraram. Até o momento em que ela se levantou com um sorriso e me ofereceu o seu lugar. Foi um gesto de bondade.
Com o seu gesto ela me dizia: "O senhor me traz memórias ternas do meu avô..."
A gente é velho quando entra no box do chuveiro com passos medrosos e cuidadosos. Há sempre o perigo de um escorregão. Por via das dúvidas, mandei instalar no box da minha casa uma daquelas barras metálicas horizontais que funcionam como corrimão.
A gente é velho quando começa a ter medo dos tapetes. Os tapetes são perigosos de duas maneiras. Há os pequenos tapetes de fundo liso, que escorregam. E há os grandes tapetes que ficam com as pontas levantadas e que fazem ondas. O pé dos velhos movimenta-se no arrasto e tropeça na ponta levantada do tapete ou na armadilha da onda.
A gente é velho quando começa a ter medo dos fotógrafos. Fugir das fotos de perfil porque nelas as barbelas de nelore aparecem. Nelore é um boi branco. Os pastos estão cheios deles, vivos, e as mesas também, sob o disfarce de bifes. E eles têm uma papada balançante, as barbelas, que vai da ponta do queixo (boi tem queixo?) até o peito. Velhice é quando as barbelas de nelore começam a aparecer. Aí vem a humilhação conclusiva. Prontas as fotos, eles nos mostram e dizem: "Como você está bem!"
A gente é velho quando, tendo de subir ao palco para dar uma palestra, tem sempre uma jovem simpática que nos oferece a mão, temendo que a gente se desequilibre e caia. A gente aceita o oferecimento com um sorriso. Nunca se sabe...
A gente é velho quando perde a vergonha e se desnuda fazendo as confissões que acabei de fazer...
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff3010200704.htm Acesso em: 27 ago. 2016
O emprego da crase está correto, EXCETO em:
 

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2524171 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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Os efeitos de formatação de fonte “Relevo” e “Versalete” do Microsoft Word, versão português do Office 2010, estão presentes na opção:
 

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2523885 Ano: 2016
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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A velocidade máxima permitida para cada via é indicada por meio de placas. Onde não existir sinalização em vias urbanas, vale o seguinte:
Enunciado 2886232-1 de trânsito rápido (km/h) arteriais (km/h) coletoras (km/h) locais (km/h)
 

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2523569 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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TEXTO 03
A CAUSA DA CHUVA
Millôr Fernandes
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
- Chove só quando a água cai do telhado de meu galinheiro - esclareceu a Galinha.
- Ora, que bobagem! - disse o Sapo de dentro da lagoa. - Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
- Como assim? - disse a Lebre. - Está visto que só chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d'água que têm dentro.
Nesse momento, começou a chover.
- Viram? - gritou a Galinha. - O telhado de meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
- Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? - disse o Sapo.
- Mas, como assim? - tornou a Lebre. - Parecem cegos! Não veem que a água cai das folhas das árvores?
Disponível em : http://wwwlitbrasileira.blogspot.com.br/2009/07/causa-da-chuva-millorfernandes- nao.html Acesso em: 27 ago. 2016
O trecho do texto que indica um fato é
 

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2523200 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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TEXTO 03
A CAUSA DA CHUVA
Millôr Fernandes
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
- Chove só quando a água cai do telhado de meu galinheiro - esclareceu a Galinha.
- Ora, que bobagem! - disse o Sapo de dentro da lagoa. - Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
- Como assim? - disse a Lebre. - Está visto que só chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d'água que têm dentro.
Nesse momento, começou a chover.
- Viram? - gritou a Galinha. - O telhado de meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
- Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? - disse o Sapo.
- Mas, como assim? - tornou a Lebre. - Parecem cegos! Não veem que a água cai das folhas das árvores?
Disponível em : http://wwwlitbrasileira.blogspot.com.br/2009/07/causa-da-chuva-millorfernandes- nao.html Acesso em: 27 ago. 2016
No trecho “Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos.”, a palavra destacada tem sentido de
 

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2522879 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Igarapé-MG
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TEXTO 03
A CAUSA DA CHUVA
Millôr Fernandes
Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.
- Chove só quando a água cai do telhado de meu galinheiro - esclareceu a Galinha.
- Ora, que bobagem! - disse o Sapo de dentro da lagoa. - Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
- Como assim? - disse a Lebre. - Está visto que só chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d'água que têm dentro.
Nesse momento, começou a chover.
- Viram? - gritou a Galinha. - O telhado de meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!
- Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? - disse o Sapo.
- Mas, como assim? - tornou a Lebre. - Parecem cegos! Não veem que a água cai das folhas das árvores?
Disponível em : http://wwwlitbrasileira.blogspot.com.br/2009/07/causa-da-chuva-millorfernandes- nao.html Acesso em: 27 ago. 2016
A causa da inquietação dos bichos era
 

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