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Foram encontradas 40 questões.

3927562 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FucapSul
Orgão: Câm. Imbituba-SC
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Texto para a questão:

Poesia

Gastei uma hora pensando um verso

que a pena não quer escrever.

No entanto ele está cá dentro

inquieto, vivo.

Ele está cá dentro

e não quer sair.

Mas a poesia deste momento

inunda minha vida inteira.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma Poesia. 15. ed. São Paulo: Record, 2022.

Leia com atenção o fragmento:

“(...) que a pena não quer escrever.”

No fragmento nota-se a presença da figura de linguagem conhecida como:

 

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3927561 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FucapSul
Orgão: Câm. Imbituba-SC
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Texto para a questão:

Poesia

Gastei uma hora pensando um verso

que a pena não quer escrever.

No entanto ele está cá dentro

inquieto, vivo.

Ele está cá dentro

e não quer sair.

Mas a poesia deste momento

inunda minha vida inteira.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma Poesia. 15. ed. São Paulo: Record, 2022.

Dado o excerto:

“(...) que a pena não quer escrever.”

A palavra em destaque pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:

 

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3927560 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FucapSul
Orgão: Câm. Imbituba-SC
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Texto para a questão:

Poesia

Gastei uma hora pensando um verso

que a pena não quer escrever.

No entanto ele está cá dentro

inquieto, vivo.

Ele está cá dentro

e não quer sair.

Mas a poesia deste momento

inunda minha vida inteira.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma Poesia. 15. ed. São Paulo: Record, 2022.

Para além da função poética, é predominante também no texto a função:
 

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3927559 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FucapSul
Orgão: Câm. Imbituba-SC
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Nas alternativas que seguem, as ocorrências de “A” e “AS” tiveram propositalmente o sinal de crase suprimido. Assinale a alternativa em que essas ocorrências deveriam ser obrigatoriamente craseadas:
 

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3927558 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FucapSul
Orgão: Câm. Imbituba-SC
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Assinale a alternativa que apresenta correta colocação pronominal:
 

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3927557 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FucapSul
Orgão: Câm. Imbituba-SC
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Texto para a questão:

Bambu japonês

(Ramires Linhares)

Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.

Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.

Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.

E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.

Isso rende uma boa metáfora, não?

Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.

Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.

Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.

De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.

Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.

Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483

Leia com atenção o fragmento:

“Elas crescem profundamente (...).”

Caso o tempo verbal da oração fosse alterado pera o pretérito perfeito do modo indicativo, a correta redação do período seria:

 

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3927556 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FucapSul
Orgão: Câm. Imbituba-SC
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Texto para a questão:

Bambu japonês

(Ramires Linhares)

Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.

Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.

Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.

E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.

Isso rende uma boa metáfora, não?

Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.

Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.

Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.

De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.

Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.

Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483

Dado o excerto:

“Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora?”

O termo em destaque cumpre a função sintática de:

 

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3927555 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FucapSul
Orgão: Câm. Imbituba-SC
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Texto para a questão:

Bambu japonês

(Ramires Linhares)

Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.

Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.

Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.

E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.

Isso rende uma boa metáfora, não?

Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.

Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.

Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.

De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.

Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.

Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483

Dado o excerto:

“Ele é fino, mas incrivelmente forte (...).”

A conjunção destacada evidencia a ideia de:

 

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3927554 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FucapSul
Orgão: Câm. Imbituba-SC
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Texto para a questão:

Bambu japonês

(Ramires Linhares)

Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.

Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.

Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.

E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.

Isso rende uma boa metáfora, não?

Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.

Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.

Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.

De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.

Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.

Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483

Ainda conforme o texto, é raro encontrar pessoas análogas aos bambus, pois:
 

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Disciplina: Português
Banca: FucapSul
Orgão: Câm. Imbituba-SC
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Bambu japonês

(Ramires Linhares)

Conhece o bambu japonês, meu leitor, minha leitora? Essa planta tem uma história curiosa e cheia de ensinamentos.

Quando a semente é plantada, nada de espetacular acontece à primeira vista. Durante os primeiros cinco, seis anos, a planta concentra toda a sua energia no desenvolvimento das raízes. Elas crescem profundamente, criando uma base forte para sustentar o que virá depois. Nesse período, quem olha de fora pode até achar que “não deu certo”.

Quando o bambu finalmente rompe a terra, ele pode crescer vários metros em poucas semanas. Em algumas espécies, chega a quase um metro por dia. Todo aquele tempo “parado” era, na verdade, um investimento silencioso para garantir que, quando viesse a hora, o crescimento fosse firme, saudável e duradouro.

E tem mais: depois que atinge sua altura, o bambu continua sendo uma planta resistente e flexível. Ele é usado para construir casas, móveis, artesanatos e até como alimento, pois seus brotos são comestíveis. Ele é fino, mas incrivelmente forte, justamente por causa de suas raízes.

Isso rende uma boa metáfora, não?

Na vida, hoje está difícil vermos pessoas “bambus”. Todos querem resultados ontem: dieta na segunda, barriga tanquinho na terça; abrir um negócio hoje e ficar rico amanhã; postar um vídeo mequetrefe e colher likes na hora.

Mas, se pensarmos bem, pode haver um pouco desse bambu na gente. Quantas vezes estamos ali, batalhando, estudando, levando umas porradas e nada parece acontecer? Pois é. Pode ser o nosso “período raiz” agindo, invisível, fundamental.

Quando chega a hora certa, assim como o bambu, a gente cresce de um jeito surpreendente. É quando o mundo olha e diz: “Nossa, foi de repente!”.

De repente, nada! Foram anos de raiz, de espera e de café forte para aguentar.

Perseverança é isso: acreditar que, no fundo (da terra ou do coração), algo bom está se preparando para florescer.

Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/bambu-japones-37483

De acordo com o texto, um observador, nos primeiros anos de um bambu, pode achar que esse último “não deu certo”, pois:
 

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