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Foram encontradas 149 questões.

1189206 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Itabirito-MG
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Todas as pessoas com olhos azuis descendem de um único ser humano
Estudo afirma que a transição do pigmento castanho para o azul ocorreu devido a uma mutação genética em um indivíduo que viveu na região do mar Negro há cerca de 7000 anos
As pessoas que compõem o seleto grupo de seres humanos que possuem olhos azuis podem começar a se identificar ainda mais entre si – uma pesquisa feita com DNA mitocondrial revelou que todas elas possuem um certo grau de parentesco, mesmo que muito distante.
A conclusão surgiu de um extenso levantamento realizado pelo geneticista dinamarquês Hans Eiberg, que percorreu países como Turquia, Jordânia e Dinamarca estudando os genes de pessoas com olho azul. Ele descobriu que uma única mutação genética deu origem à pigmentação, e ainda foi capaz de localizar o evento no espaço e no tempo.
De acordo com o estudo, o primeiro ser humano da história a adquirir esta coloração específica na íris viveu próximo ao mar Negro, por volta de sete milênios atrás, e foi passando a característica adquirida de geração em geração. Talvez isto explique a grande concentração de olhos azuis na Europa e, em especial, no leste europeu. “Uma mutação genética afetando o gene OCA2 em nossos cromossomos resultou na criação de um ‘interruptor’, que literalmente ‘desligou’ a habilidade de produzir olhos castanhos”, explica o pesquisador.
O gene controla nossa produção de melanina, pigmento que regula cores como as da pele, dos cabelos e dos olhos de mamíferos. O “interruptor” não bloqueou por completo a criação de melanina (o que levaria ao albinismo), limitando sua presença a pequenas quantidades e dando origem aos olhos azuis. Já as variações em indivíduos com olhos verdes ou avelã ocorreram de forma mais aleatória, o que impossibilita rastrear uma ocorrência única.
Não existe nenhuma evidência que sugira qualquer relação entre a coloração da íris e a saúde de alguém ou sua capacidade de sobrevivência. Originalmente, antes da mutação no gene OCA2, a humanidade toda tinha olhos castanhos. Qual não deve ter sido a surpresa de nossos ancestrais ao admirar, pela primeira vez, a beleza de um olhar azul.
OLIVEIRA, André Jorge de. Todas as pessoas com olhos azuis descendem de um único ser humano. Galileu. Disponível em: . Acesso em: 15 fev. 2016 (Adaptação).
No trecho “[...] as variações em indivíduos com olhos verdes ou avelã ocorreram de forma mais aleatória [...]”, a palavra destacada significa:
 

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1189205 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Itabirito-MG
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Todas as pessoas com olhos azuis descendem de um único ser humano
Estudo afirma que a transição do pigmento castanho para o azul ocorreu devido a uma mutação genética em um indivíduo que viveu na região do mar Negro há cerca de 7000 anos
As pessoas que compõem o seleto grupo de seres humanos que possuem olhos azuis podem começar a se identificar ainda mais entre si – uma pesquisa feita com DNA mitocondrial revelou que todas elas possuem um certo grau de parentesco, mesmo que muito distante.
A conclusão surgiu de um extenso levantamento realizado pelo geneticista dinamarquês Hans Eiberg, que percorreu países como Turquia, Jordânia e Dinamarca estudando os genes de pessoas com olho azul. Ele descobriu que uma única mutação genética deu origem à pigmentação, e ainda foi capaz de localizar o evento no espaço e no tempo.
De acordo com o estudo, o primeiro ser humano da história a adquirir esta coloração específica na íris viveu próximo ao mar Negro, por volta de sete milênios atrás, e foi passando a característica adquirida de geração em geração. Talvez isto explique a grande concentração de olhos azuis na Europa e, em especial, no leste europeu. “Uma mutação genética afetando o gene OCA2 em nossos cromossomos resultou na criação de um ‘interruptor’, que literalmente ‘desligou’ a habilidade de produzir olhos castanhos”, explica o pesquisador.
O gene controla nossa produção de melanina, pigmento que regula cores como as da pele, dos cabelos e dos olhos de mamíferos. O “interruptor” não bloqueou por completo a criação de melanina (o que levaria ao albinismo), limitando sua presença a pequenas quantidades e dando origem aos olhos azuis. Já as variações em indivíduos com olhos verdes ou avelã ocorreram de forma mais aleatória, o que impossibilita rastrear uma ocorrência única.
Não existe nenhuma evidência que sugira qualquer relação entre a coloração da íris e a saúde de alguém ou sua capacidade de sobrevivência. Originalmente, antes da mutação no gene OCA2, a humanidade toda tinha olhos castanhos. Qual não deve ter sido a surpresa de nossos ancestrais ao admirar, pela primeira vez, a beleza de um olhar azul.
OLIVEIRA, André Jorge de. Todas as pessoas com olhos azuis descendem de um único ser humano. Galileu. Disponível em: . Acesso em: 15 fev. 2016 (Adaptação).
Como se sabe, os gêneros textuais são formas relativamente estáveis de comunicação. Podem ter particularidades em razão de seu propósito comunicativo ou do veículo pelo qual circulam, por exemplo. Sabendo disso e a partir de seus conhecimentos sobre o assunto, o texto apresentado é:
 

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1189204 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Itabirito-MG
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Inacessibilidade como expressão de luxo
Uma crescente minoria adere a um contramovimento comportamental que prega o monotasking como a solução para uma vida mais linear
Capacidade de foco e contemplação é uma característica pouco presente nesta geração, que cresceu em um contexto multitasking e tem como comportamento vigente a ausência de linearidade. Isso é um reflexo da internet: navegar entre abas, abertas às dezenas, é tão natural quanto monitorar o cotidiano através de fotos, check-ins e updates.
É um constante esforço coletivo em marcar presença e sentir-se presente. O abuso dessas ferramentas de registro gera dependência e promove o desfoque, mesmo que não intencionalmente.
Todos sabemos disso. Mas todos seguimos fazendo isso.
Porém essas interrupções têm sido evitadas por uma crescente minoria, convencida de que criatividade e atenção são irmãs siamesas. Hoje observa-se um contramovimento comportamental que prega o monotasking como a solução para uma vida com mais memórias, saúde e dedicação. O presente passa a ser revalorizado pelo agora, e não pelo registro que deixou. Nessa lógica, filmar sua música favorita durante um show faz tão pouco sentido quanto fotografar sua comida.
O não registro, a contemplação, o detox digital e o monotasking entram em cena para propor uma revalorização do momento.
Mas como conseguir focar vivendo em um mundo onde janelas têm abas? Singelas soluções têm surgido. Tabless thursday é uma proposta da revista The Atlantic que sugere a quinta-feira como o dia em que você só poderá abrir uma aba do seu navegador
Na internet, serviços do tipo “leia depois” têm se popularizado. Eles contribuem com o monotasking ao permitir que se deixe para mais tarde aquilo que tira a atenção do agora.
[...]
Quando só a urgência é capaz de captar a atenção, é hora de rever se o FOMO (sigla para Fear Of Missing Out, que é o medo de estar por fora, de não aproveitar o que você poderia estar aproveitando, o que gera ansiedade) ainda é capaz de assustar. Estamos em todos os lugares parcialmente e em nenhum lugar totalmente. Em um tempo de realidades infinitas e possíveis, a onipresença cede espaço para o foco. As melhores coisas acontecem apenas uma vez.
BIZ, Eduardo. Inacessibilidade como expressão de luxo. Ponto
Eletrônico. Disponível em: . Acesso em: 15 fev. 2016 (Adaptação).
Releia o trecho a seguir. “Porém essas interrupções têm sido evitadas por uma crescente minoria, convencida de que criatividade e atenção são irmãs siamesas.” De acordo com o contexto, a palavra destacada pode ser substituída por:
 

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1189203 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Itabirito-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Um lugar para pensar amanhãs possíveis
Laboratório de Atividades será espaço de inovação no Museu do Amanhã

O Museu do Amanhã, novo edifício da Zona Portuária do Rio de Janeiro dedicado às ciências, cultura e inovação, é muito mais do que um cartão postal. Ele incentiva o visitante a pensar o futuro do planeta e do meio ambiente por meio de experiências, que podem ser vivenciadas principalmente dentro do Laboratório de Atividades do Amanhã (LAA).
O espaço, apresentado pelo Banco Santander, patrocinador máster do Museu, pretende promover discussões sobre as consequências das novas tecnologias na transformação do mercado de trabalho e na forma como entendemos as profissões. O objetivo é ser um local de permanente inovação, com o intuito de transformar mentes consumidoras em criadoras, estimuladas a questionar o presente e inventar futuros possíveis para a sociedade.
Dedicado à experimentação, o mezanino do Laboratório servirá de plataforma para pesquisadores, criadores, empresas e visitantes compartilharem projetos, ideias e técnicas. A proposta é funcionar realmente como um laboratório criativo, com espaço para as pessoas desenvolverem protótipos, cursos ou o que mais conseguirem imaginar.
[...]
— Pensar em sustentabilidade é pensar na perenidade da raça humana. E é importante que a gente entenda que temos condição de mudar o futuro e que a sustentabilidade está nas nossas mãos. O ponto chave do Laboratório é levar cada um a perceber que também pode ajudar através de suas atitudes – reforça Linda Murasawa, superintendente-executiva de desenvolvimento sustentável do Santander.
[...]
— O objetivo é conseguir atingir parte das pessoas para que elas coloquem o que aprenderam em prática nas tomadas de decisões de suas empresas e negócios, influenciando na educação e transformando o mundo com suas ações – conclui Linda.
Disponível em: <http://oglobo.globo.com/rio/um-lugar-parapensar-amanhas-possiveis-18436465>.
Acesso em: 11 jan. 2016 (Adaptação).
Analise este trecho.
“Pensar em sustentabilidade é pensar na perenidade da raça humana.” (4º parágrafo)
Preservando o sentido original desse trecho, a palavra destacada não pode ser substituída por:
 

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1189202 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Itabirito-MG
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Assinale a alternativa em que o artigo definido masculino (o) corresponde a todos os substantivos.
 

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1189201 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Itabirito-MG
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Assinale a alternativa que não apresenta plural semelhante ao da palavra rol (róis).
 

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1189200 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Itabirito-MG
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Analise a frase a seguir.
“A beleza não está nem na luz da manhã nem na sombra da noite, está no crepúsculo, nesse meio tom, nessa incerteza.” Lygia Fagundes Telles
Assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( )Os verbos da frase estão no presente. ( ) “A beleza” é sujeito da frase “A beleza não está nem na luz da manhã nem na sombra da noite [...]” ( ) “da”, “na” e “nessa” são artigos.
Assinale a sequência CORRETA.
 

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1189197 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Itabirito-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
enunciado 1189197-1
Disponível em: <http://zip.net/bcsHQ6>. Acesso em: 13 jan. 2016.
Após a leitura desse texto, pode-se concluir que ele possui uma incorreção gramatical.
Assinale a alternativa que apresenta a correção gramatical necessária, segundo a norma padrão da língua portuguesa.
 

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1189196 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Itabirito-MG
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Assinale a alternativa que apresenta erro, segundo a norma padrão da língua portuguesa.
 

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1189193 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Itabirito-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Um lugar para pensar amanhãs possíveis
Laboratório de Atividades será espaço de inovação no Museu do Amanhã

O Museu do Amanhã, novo edifício da Zona Portuária do Rio de Janeiro dedicado às ciências, cultura e inovação, é muito mais do que um cartão postal. Ele incentiva o visitante a pensar o futuro do planeta e do meio ambiente por meio de experiências, que podem ser vivenciadas principalmente dentro do Laboratório de Atividades do Amanhã (LAA).
O espaço, apresentado pelo Banco Santander, patrocinador máster do Museu, pretende promover discussões sobre as consequências das novas tecnologias na transformação do mercado de trabalho e na forma como entendemos as profissões. O objetivo é ser um local de permanente inovação, com o intuito de transformar mentes consumidoras em criadoras, estimuladas a questionar o presente e inventar futuros possíveis para a sociedade.
Dedicado à experimentação, o mezanino do Laboratório servirá de plataforma para pesquisadores, criadores, empresas e visitantes compartilharem projetos, ideias e técnicas. A proposta é funcionar realmente como um laboratório criativo, com espaço para as pessoas desenvolverem protótipos, cursos ou o que mais conseguirem imaginar.
[...]
— Pensar em sustentabilidade é pensar na perenidade da raça humana. E é importante que a gente entenda que temos condição de mudar o futuro e que a sustentabilidade está nas nossas mãos. O ponto chave do Laboratório é levar cada um a perceber que também pode ajudar através de suas atitudes – reforça Linda Murasawa, superintendente-executiva de desenvolvimento sustentável do Santander.
[...]
— O objetivo é conseguir atingir parte das pessoas para que elas coloquem o que aprenderam em prática nas tomadas de decisões de suas empresas e negócios, influenciando na educação e transformando o mundo com suas ações – conclui Linda.
Disponível em: <http://oglobo.globo.com/rio/um-lugar-parapensar-amanhas-possiveis-18436465>.
Acesso em: 11 jan. 2016 (Adaptação).
Leia este trecho.
“O Museu do Amanhã, novo edifício da Zona Portuária do Rio de Janeiro dedicado às ciências, cultura e inovação, é muito mais do que um cartão postal. Ele incentiva o visitante a pensar o futuro do planeta e do meio ambiente por meio de experiências [...]” (1º parágrafo)
O pronome destacado faz referência:
 

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