Foram encontradas 92 questões.
Quanto a verbo, assinale a alternativa incorreta.
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1873624
Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Itaguara-MG
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Itaguara-MG
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Quanto à versificação, atribua (V) para verdadeiro ou (F) para falso aos itens e assinale a alternativa correta:
( ) Em poemas, as palavras podem ser utilizadas em sentido figurado, também chamado sentido conotativo.
( ) Metro é a extensão da linha poética, o número sílabas do verso.
( ) Versificação é a arte de fazer versos.
( ) Verso é o nome da linha do poema. Assim, cada linha constitui um verso.
( ) Ritmo é a música do verso. Para que um verso tenha ritmo, usam-se sílabas fracas, com intervalos regulares. A sequência rigorosa dessas sílabas é que dá ao verso música, harmonia e beleza.
( ) Rima é a identidade ou semelhança de sons, a partir da vogal tônica, entre duas ou mais palavras.
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Quanto à acentuação correta das palavras, assinale a alternativa indevida.
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Quanto às características do discurso indireto, assinale a alternativa incorreta.
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1873621
Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Itaguara-MG
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Itaguara-MG
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Quanto ao quesito narrador, assinale a alternativa incorreta.
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1873620
Ano: 2018
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Itaguara-MG
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Itaguara-MG
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Urupês, Cidades Mortas e Negrinha, livros de contos, centralizam a experiência regionalista do autor e constituem o melhor que arquitetou como ficcionista.
O universo dos contos desses livros é sempre o mesmo: as “itaocas”, cidadezinhas do Vale do Paraíba Paulista, com suas casas de tapera, ruas mal iluminadas, políticos corruptos, patriotadas, ignorância e miséria. Sua vivência de promotor público e fazendeiro nessas “cidades mortas”, arruinadas após o fastígio do café, orienta a fidelidade à paisagem regional e reforça a ironia com que critica o caipira, o capiau, personificado nos “jecas-tatus”, nos “urupês” (parasitas que vegetam no oco da madeira), nos “piolhos da terra”.
Referimo-nos a:
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Quanto a numerais, atribua (V) para verdadeiro ou (F) para falso aos itens e assinale a alternativa correta:
( ) As palavras que indicam quantidade de seres ou a posição de um ser em determinada sequência são denominadas numerais.
( ) Os numerais podem ser ordinais, fracionários, multiplicativos, cardinais.
( ) Há situações em que a palavra não é considerada um numeral e sim um substantivo. Isso acontece quando essa palavra vem antecedida de um artigo.
( ) Os numerais cardinais um, dois e as centenas, a partir de duzentos, flexionam-se em gênero (masculino e feminino), concordando com o substantivo a que se referem.
( ) Cardinais como milhão, bilhão, trilhão variam em número: milhões, bilhões, trilhões.
( ) Os numerais ordinais não variam em gênero e número, não concordam com o substantivo a que se referem.
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Assinale a alternativa onde não temos uma frase declarativa.
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A T...
Álvares de Azevedo
No amor basta uma noite para fazer de um homem um Deus.
(PROPÉRCIO).
Amoroso palor meu rosto inunda,
Mórbida languidez me banha os olhos,
Ardem sem sono as pálpebras doridas,
Convulsivo tremor meu corpo vibra:
Quanto sofro por ti! Nas longas noites
Adoeço de amor e de desejos
E nos meus sonhos desmaiando passa
A imagem voluptuosa da ventura...
Eu sinto-a de paixão encher a brisa,
Embalsamar a noite e o céu sem nuvens,
E ela mesma suave descorando
Os alvacentos véus soltar do colo,
Cheirosas flores desparzir sorrindo
Da mágica cintura. Sinto na fronte pétalas de flores,
Sinto-as nos lábios e de amor suspiro...
Mas flores e perfumes embriagam,
E no fogo da febre, e em meu delírio
Embebem na minh’alma enamorada
Delicioso veneno.
Estrela de mistério! Em tua fronte
Os céus revela e mostra-me na terra,
Como um anjo que dorme, a tua imagem
E teus encantos, onde amor estende
Nessa morena tez a cor de rosa.
Meu amor, minha vida, eu sofro tanto!
O fogo de teus olhos me fascina,
O langor de teus olhos me enlanguece,
Cada suspiro que te abala o seio
Vem no meu peito enlouquecer minh’alma!
Ah! vem, pálida virgem, se tens pena
De quem morre por ti, e morre amando,
Dá vida em teu alento à minha vida,
Une nos lábios meus minh’alma à tua!
Eu quero ao pé de ti sentir o mundo
Na tu’alma infantil, na tua fronte
Beijar a luz de Deus; nos teus suspiros
Sentir as virações do paraíso;
E a teus pés, de joelhos, crer ainda
Que não mente o amor que um anjo inspira,
Que eu posso na tu’alma ser ditoso,
Beijar-te nos cabelos soluçando
E no teu seio ser feliz morrendo!
De acordo com a letra da poesia, atribua (V) para verdadeiro ou (F) para falso aos itens e assinale a alternativa correta:
( ) Escandindo os seis primeiros versos do poema de Álvares de Azevedo, segunda geração romântica da poesia brasileira, verifica-se que eles são decassílabos.
( ) As estrofes não têm regularidade quanto ao número de versos: a primeira tem vinte versos, a segunda dez, e a última treze versos.
( ) Não há esquema de rimas no poema, os versos são brancos.
( ) No início do poema, o eu lírico descreve seu estado físico, ele tem o rosto pálido, os olhos lânguidos e sente o corpo tremer.
( ) O eu lírico não está apaixonado, ele mente para conseguir uma mulher maliciosa e impura.
( ) A sensualidade da mulher, expressa em alguns versos do poema, sugere um amor platônico, espiritual e imaterial.
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Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.
O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.
Um dia, ao pino do sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos.
Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.
Iracema saiu do banho; o aljôfar d'água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva.
Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste
A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.
Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.
Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta.
Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.
Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.
De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada, mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d'alma que da ferida.
O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.
A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada.
O guerreiro falou:
– Quebras comigo a flecha da paz?
– Quem te ensinou, guerreiro branco, a linguagem de meus irmãos? Donde vieste a estas matas, que nunca viram outro guerreiro como tu?
– Venho de bem longe, filha das florestas. Venho das terras que teus irmãos já possuíram, e hoje têm os meus.
– Bem-vindo seja o estrangeiro aos campos dos tabajaras, senhores das aldeias, e à cabana de Araquém, pai de Iracema.
As palavras do texto, “oiticica, crautá, primeiro”, quanto ao acento tônico são, respectivamente:
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