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Leia atentamente o texto a seguir, para responder as próximas questões.
“A casa da mãe da gente
É diferente. Tem um cheiro, tem qualquer coisa no ar, uma energia. É um banho de sal grosso, uma sessão de benzeção, todos os cantos da nossa vida defumados ao mesmo tempo, assim que a gente atravessa a porta.
A casa da mãe da gente pode ou não ser a casa da nossa infância, o lugar que a gente cresceu, uma caixa com memórias e algum ar de naftalina. No meu caso, a casa da minha mãe ainda guarda algumas caixas de tudo aquilo que eu não considerei tão importante pra levar comigo quando fui embora, mas que eu nunca tive coragem para jogar fora: todas as minhas agendas e diários desde 1992, um cofre de barro em forma de porco que eu trouxe de uma viagem ao Vale do Jequitinhonha, uma garrafa de vidro com uma paisagem de areia e o meu nome escrito lá dentro, é uma praia bonita, coqueiros altos, um mar agitado que, eu aposto, tem águas quentes. Mas se eu tivesse que escolher entre esse mar e essa casa, eu fico mil vezes com essa casa, que agora tem fechadura eletrônica e ninguém precisou me falar a senha, eu já sabia.
É pra cá que eu corro quando eu preciso, se o pé quebra, se um cano estoura, se uma angústia fica grande demais e transborda. Foi pra cá que eu vim horas depois de fazer xixi num potinho e encarar os dois tracinhos num teste que mudou pra sempre a minha vida. Eu já estava de pijama, e vim assim mesmo.
A casa da mãe da gente é sempre uma casa, é diferente, vem com mágica dentro. E, agora, tem um monte de brinquedo espalhado no chão.
A casa da minha mãe, que é um apartamento, tem um pé de jabuticaba ali na sala, quase fazendo cócegas no teto, e a danada produz o ano inteiro. Fui eu que dei essa árvore, de presente, num certo Dia das Mães. Cada jabuticaba que nasce ali tem destino certo, e não é a minha boca.
Vem Antônio, a vovó guardou as juticabas pra você, estão madurinhas, vamos pegar?
Não tem nada mais bonito que ver a casa da mãe da gente se tornando uma casa de vó.”
(Texto adaptado. Marcela Dantés, Jornal Rascunho, 23/01/2023. Disponível em: https://rascunho.com.br/liberado/a-casa- -da-mae-da-gente/).
Assinale a alternativa que NÃO tem erros de pontuação.
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“A casa da mãe da gente
É diferente. Tem um cheiro, tem qualquer coisa no ar, uma energia. É um banho de sal grosso, uma sessão de benzeção, todos os cantos da nossa vida defumados ao mesmo tempo, assim que a gente atravessa a porta.
A casa da mãe da gente pode ou não ser a casa da nossa infância, o lugar que a gente cresceu, uma caixa com memórias e algum ar de naftalina. No meu caso, a casa da minha mãe ainda guarda algumas caixas de tudo aquilo que eu não considerei tão importante pra levar comigo quando fui embora, mas que eu nunca tive coragem para jogar fora: todas as minhas agendas e diários desde 1992, um cofre de barro em forma de porco que eu trouxe de uma viagem ao Vale do Jequitinhonha, uma garrafa de vidro com uma paisagem de areia e o meu nome escrito lá dentro, é uma praia bonita, coqueiros altos, um mar agitado que, eu aposto, tem águas quentes. Mas se eu tivesse que escolher entre esse mar e essa casa, eu fico mil vezes com essa casa, que agora tem fechadura eletrônica e ninguém precisou me falar a senha, eu já sabia.
É pra cá que eu corro quando eu preciso, se o pé quebra, se um cano estoura, se uma angústia fica grande demais e transborda. Foi pra cá que eu vim horas depois de fazer xixi num potinho e encarar os dois tracinhos num teste que mudou pra sempre a minha vida. Eu já estava de pijama, e vim assim mesmo.
A casa da mãe da gente é sempre uma casa, é diferente, vem com mágica dentro. E, agora, tem um monte de brinquedo espalhado no chão.
A casa da minha mãe, que é um apartamento, tem um pé de jabuticaba ali na sala, quase fazendo cócegas no teto, e a danada produz o ano inteiro. Fui eu que dei essa árvore, de presente, num certo Dia das Mães. Cada jabuticaba que nasce ali tem destino certo, e não é a minha boca.
Vem Antônio, a vovó guardou as juticabas pra você, estão madurinhas, vamos pegar?
Não tem nada mais bonito que ver a casa da mãe da gente se tornando uma casa de vó.”
(Texto adaptado. Marcela Dantés, Jornal Rascunho, 23/01/2023. Disponível em: https://rascunho.com.br/liberado/a-casa- -da-mae-da-gente/).
Leia a afirmação e assinale a alternativa com as palavras que preenchem CORRETAMENTE os espaços. “Ao pensarmos na nossa infância, muitas memórias são __________, mas também nos lembramos de alguns fatos __________. O importante é respeitarmos a nossa __________.”
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
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“A casa da mãe da gente
É diferente. Tem um cheiro, tem qualquer coisa no ar, uma energia. É um banho de sal grosso, uma sessão de benzeção, todos os cantos da nossa vida defumados ao mesmo tempo, assim que a gente atravessa a porta.
A casa da mãe da gente pode ou não ser a casa da nossa infância, o lugar que a gente cresceu, uma caixa com memórias e algum ar de naftalina. No meu caso, a casa da minha mãe ainda guarda algumas caixas de tudo aquilo que eu não considerei tão importante pra levar comigo quando fui embora, mas que eu nunca tive coragem para jogar fora: todas as minhas agendas e diários desde 1992, um cofre de barro em forma de porco que eu trouxe de uma viagem ao Vale do Jequitinhonha, uma garrafa de vidro com uma paisagem de areia e o meu nome escrito lá dentro, é uma praia bonita, coqueiros altos, um mar agitado que, eu aposto, tem águas quentes. Mas se eu tivesse que escolher entre esse mar e essa casa, eu fico mil vezes com essa casa, que agora tem fechadura eletrônica e ninguém precisou me falar a senha, eu já sabia.
É pra cá que eu corro quando eu preciso, se o pé quebra, se um cano estoura, se uma angústia fica grande demais e transborda. Foi pra cá que eu vim horas depois de fazer xixi num potinho e encarar os dois tracinhos num teste que mudou pra sempre a minha vida. Eu já estava de pijama, e vim assim mesmo.
A casa da mãe da gente é sempre uma casa, é diferente, vem com mágica dentro. E, agora, tem um monte de brinquedo espalhado no chão.
A casa da minha mãe, que é um apartamento, tem um pé de jabuticaba ali na sala, quase fazendo cócegas no teto, e a danada produz o ano inteiro. Fui eu que dei essa árvore, de presente, num certo Dia das Mães. Cada jabuticaba que nasce ali tem destino certo, e não é a minha boca.
Vem Antônio, a vovó guardou as juticabas pra você, estão madurinhas, vamos pegar?
Não tem nada mais bonito que ver a casa da mãe da gente se tornando uma casa de vó.”
(Texto adaptado. Marcela Dantés, Jornal Rascunho, 23/01/2023. Disponível em: https://rascunho.com.br/liberado/a-casa- -da-mae-da-gente/).
“A casa da minha mãe, ..., tem um pé de jabuticaba ali na sala, QUASE FAZENDO CÓCEGAS NO TETO, E A DANADA PRODUZ O ANO INTEIRO.”
O trecho destacado acima está escrito em linguagem informal. Assinale a alternativa que contém a reescrita do trecho respeitando a norma culta.
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“A casa da mãe da gente
É diferente. Tem um cheiro, tem qualquer coisa no ar, uma energia. É um banho de sal grosso, uma sessão de benzeção, todos os cantos da nossa vida defumados ao mesmo tempo, assim que a gente atravessa a porta.
A casa da mãe da gente pode ou não ser a casa da nossa infância, o lugar que a gente cresceu, uma caixa com memórias e algum ar de naftalina. No meu caso, a casa da minha mãe ainda guarda algumas caixas de tudo aquilo que eu não considerei tão importante pra levar comigo quando fui embora, mas que eu nunca tive coragem para jogar fora: todas as minhas agendas e diários desde 1992, um cofre de barro em forma de porco que eu trouxe de uma viagem ao Vale do Jequitinhonha, uma garrafa de vidro com uma paisagem de areia e o meu nome escrito lá dentro, é uma praia bonita, coqueiros altos, um mar agitado que, eu aposto, tem águas quentes. Mas se eu tivesse que escolher entre esse mar e essa casa, eu fico mil vezes com essa casa, que agora tem fechadura eletrônica e ninguém precisou me falar a senha, eu já sabia.
É pra cá que eu corro quando eu preciso, se o pé quebra, se um cano estoura, se uma angústia fica grande demais e transborda. Foi pra cá que eu vim horas depois de fazer xixi num potinho e encarar os dois tracinhos num teste que mudou pra sempre a minha vida. Eu já estava de pijama, e vim assim mesmo.
A casa da mãe da gente é sempre uma casa, é diferente, vem com mágica dentro. E, agora, tem um monte de brinquedo espalhado no chão.
A casa da minha mãe, que é um apartamento, tem um pé de jabuticaba ali na sala, quase fazendo cócegas no teto, e a danada produz o ano inteiro. Fui eu que dei essa árvore, de presente, num certo Dia das Mães. Cada jabuticaba que nasce ali tem destino certo, e não é a minha boca.
Vem Antônio, a vovó guardou as juticabas pra você, estão madurinhas, vamos pegar?
Não tem nada mais bonito que ver a casa da mãe da gente se tornando uma casa de vó.”
(Texto adaptado. Marcela Dantés, Jornal Rascunho, 23/01/2023. Disponível em: https://rascunho.com.br/liberado/a-casa- -da-mae-da-gente/).
“Mas se eu tivesse que escolher entre esse mar e essa casa, eu fico mil vezes com essa casa, QUE AGORA TEM FECHADURA ELETRÔNICA E NINGUÉM PRECISOU ME FALAR A SENHA, EU JÁ SABIA.” (2º parágrafo). Considerando o contexto, assinale a alternativa que contém a interpretação CORRETA da afirmação destacada.
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“A casa da mãe da gente
É diferente. Tem um cheiro, tem qualquer coisa no ar, uma energia. É um banho de sal grosso, uma sessão de benzeção, todos os cantos da nossa vida defumados ao mesmo tempo, assim que a gente atravessa a porta.
A casa da mãe da gente pode ou não ser a casa da nossa infância, o lugar que a gente cresceu, uma caixa com memórias e algum ar de naftalina. No meu caso, a casa da minha mãe ainda guarda algumas caixas de tudo aquilo que eu não considerei tão importante pra levar comigo quando fui embora, mas que eu nunca tive coragem para jogar fora: todas as minhas agendas e diários desde 1992, um cofre de barro em forma de porco que eu trouxe de uma viagem ao Vale do Jequitinhonha, uma garrafa de vidro com uma paisagem de areia e o meu nome escrito lá dentro, é uma praia bonita, coqueiros altos, um mar agitado que, eu aposto, tem águas quentes. Mas se eu tivesse que escolher entre esse mar e essa casa, eu fico mil vezes com essa casa, que agora tem fechadura eletrônica e ninguém precisou me falar a senha, eu já sabia.
É pra cá que eu corro quando eu preciso, se o pé quebra, se um cano estoura, se uma angústia fica grande demais e transborda. Foi pra cá que eu vim horas depois de fazer xixi num potinho e encarar os dois tracinhos num teste que mudou pra sempre a minha vida. Eu já estava de pijama, e vim assim mesmo.
A casa da mãe da gente é sempre uma casa, é diferente, vem com mágica dentro. E, agora, tem um monte de brinquedo espalhado no chão.
A casa da minha mãe, que é um apartamento, tem um pé de jabuticaba ali na sala, quase fazendo cócegas no teto, e a danada produz o ano inteiro. Fui eu que dei essa árvore, de presente, num certo Dia das Mães. Cada jabuticaba que nasce ali tem destino certo, e não é a minha boca.
Vem Antônio, a vovó guardou as juticabas pra você, estão madurinhas, vamos pegar?
Não tem nada mais bonito que ver a casa da mãe da gente se tornando uma casa de vó.”
(Texto adaptado. Marcela Dantés, Jornal Rascunho, 23/01/2023. Disponível em: https://rascunho.com.br/liberado/a-casa- -da-mae-da-gente/).
No texto, a autora:
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Analise com atenção as afirmativas:
I - Melhoria do clima organizacional.
II - Redução do grau de satisfação pessoal com a função exercida.
III - Melhoria do grau de segurança física e emocional.
IV - Redução da incidência de doenças ocupacionais.
V - Promoção de um ambiente de trabalho mais eficiente e unido.
Assinale a alternativa que traz, de forma CORRETA e COMPLETA todos os benefícios que um programa de Qualidade de Vida no Trabalho traz a uma organização.
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Leia com atenção o texto:
“Esta lei age como uma Constituição Municipal, sendo considerada a lei mais importante que rege os municípios e o Distrito Federal, e Lei municipal não se aplica ao enunciado proposto. Cada município brasileiro tem autonomia para determiná-la, contanto que esta não infrinja a constituição e as leis federais e estaduais.”
O texto descreve o conceito e fundamentos da lei:
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Sobre Planos de Cargos e Salários, considere:
I- Permite que os colaboradores saibam exatamente o que devem fazer.
II – Estabelece uma relação clara entre funções e remuneração recebida.
III - Possibilita a aplicação de técnicas mais complexas, como planos de carreira.
IV – Contribui para a aplicação de programas mais avançados, como desenho de planos de carreira para todos os níveis hierárquicos da organização.
V – Contribui para aumentar o nível de rotatividade dentro de uma organização.
Todas as afirmativas acima descrevem benefícios dos planos de cargos e salários, EXCETO:
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Leia com atenção o texto a seguir:
“Esse tipo de backup serve para fazer cópias apenas dos arquivos que foram alterados ou criados do zero após o backup normal, incrementando as novas informações dos documentos que já estavam salvos anteriormente. A vantagem de se fazer esse processo é que não será necessário muito tempo para completar todo o processo e ter os seus dados seguros. Quando feito de modo automatizado, os dados copiados são marcados para que não sejam feitas novas cópias de um mesmo arquivo.”
O texto apresentado descreve qual tipo de backup?
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Na área de informática, uma tecnologia relativamente recente e bastante útil quando bem empregada é a tecnologia de ______________________, que permite guardar dados na internet por meio de um servidor online sempre disponível. Nela, o usuário pode armazenar arquivos, documentos e outras informações sem precisar de um HD no seu computador. Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a lacuna.
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