Foram encontradas 230 questões.
“Há pessoas que nunca sabem a hora de parar”.
Na oração, temos que tipo de sujeito:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
MATEI PORQUE ODEIO GAY
Nosso Brasil, lastimavelmente, é um país extremamente contraditório na maneira como trata os homossexuais. Seu lado cor de rosa é fantástico e promissor: realizamos recentemente a maior parada gay do mundo, com mais de um milhão de pessoas na Avenida Paulista! Impressionantes também têm sido algumas conquistas do Movimento Homossexual Brasileiro (MHB), a começar pelo significativo crescimento nos últimos anos do próprio movimento, hoje contando com mais de uma centena de grupos de gays, lésbicas, travestis e transexuais espalhados praticamente por todas as capitais brasileiras e em diversas cidades do interior, do Amazonas ao Rio Grande do Sul. Passam de oitenta as cidades brasileiras onde a Lei Orgânica Municipal e uma dezena de Leis Estaduais proíbem, e algumas multam, a discriminação baseada na “orientação sexual”. Em 2002, pela primeira vez na história pátria, um Presidente da República ousou pronunciar em cerimônia pública, a palavra “homossexual”, declarando inclusive ser favorável à união civil entre pessoas do mesmo sexo. Aceitou ser fotografado portando a bandeira do arco-íris!
A grande contradição é que, concomitantemente a estas cruciais conquistas, persiste em todas as regiões do Brasil, violenta intolerância antihomossexual, cientificamente chamada de “homofobia”. Este ódio explícito, cruel, persistente e generalizado, vai do insulto e ameaça, à graves episódios de discriminação, constatados em todos os segmentos e esferas sociais. Incluem violência física, golpes e tortura, culminando em violentíssimos e pavorosos assassinatos – via de regra cometidos com revoltantes requintes de crueldade, abrangendo elevado número de golpes e tiros, o uso de múltiplos instrumentos e tortura prévia. Crimes de ódio em que a homossexualidade da vítima motivou a agressão e pesou definitivamente no modus operandi do homicida.
Desde 1980 que o Grupo Gay da Bahia, a mais antiga ONG defensora dos direitos humanos dos homossexuais, realiza a coleta sistemática de informações sobre o homicídio de gays, travestis lésbicas em nosso país. Neste período, 1980-2002, documentamos o chocante número de 2.218 assassinatos de homossexuais – cifra certamente muito inferior à realidade, posto que inexistindo no Brasil estatísticas oficiais relativas a crimes de ódios, temos de nos valer de notícias publicadas na imprensa, pesquisa na internet e informações enviadas pelos próprios militantes homossexuais, a fim de reconstituir este lado sombrio que ameaça gravemente a sobrevivência de mais de 10% de nossa população representada pelos homossexuais de ambos os sexos. Desde 1995 passamos a divulgar, além da análise anual destes “HOMOcídios”, também um resumo dos episódios mais graves de violação dos direitos humanos de travestis, transexuais, lésbicas e gays, incluindo variegadas manifestações de homofobia: na mídia, nas repartições públicas, dentro do lar, nos púlpitos e tribunas, nos shoppings, na rua. Nossos dados, apesar de sua assumida incompletude, têm sido anualmente utilizados pelo próprio State Department do Governo NorteAmericano, e mais recentemente, pelo Relatório Anual da Justiça Global, além de constar em nossos principais sites de Direitos Humanos.
Conseguimos reunir em 2002 informação sobre 126 assassinatos de homossexuais e um total de 166 de violações de direitos humanos. Números reconhecidamente inferiores à realidade, convém insistir. Apenas a ponta de um iceberg de sangue e ódio.
(Autor: Luiz Mott Marcelo Cerqueira. Trecho do livro “Matei porque odeio gay”. Bahia, 2003).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa correta do ponto de vista
ortográfico:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Os homossexuais cínicos e agressivos devem
merecer dos católicos o repúdio votado a todos
os pecadores públicos e insolentes, que se
declaram ou se comportam como inimigos de
Deus e de Sua Santa Lei. Homossexuais assim
são como células cancerosas e pútridas no corpo
social. Devem ser repudiados, com nota de
execração. Que Nossa Senhora livre o Brasil
dessa infâmia. E não permita seja aprovado no
Congresso Nacional o torpe projeto de lei que
institui o "casamento" entre homossexuais. Isto
constituirá uma insolente ofensa feita a Deus e a
Nossa Senhora pelos legisladores do País, e que
atrairá sobre o Brasil grandes castigos, pois será
a legalização e a legitimação oficial de um pecado
infame que clama a Deus por vingança,
alinhando-nos a Sodoma e Gomorra...” (Cônego
José Luiz Marinho Villac, SP).
No trecho acima, podemos dizer que as palavras em destaque são acentuadas por qual razão?
No trecho acima, podemos dizer que as palavras em destaque são acentuadas por qual razão?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
MATEI PORQUE ODEIO GAY
Nosso Brasil, lastimavelmente, é um país
extremamente contraditório na maneira como trata
os homossexuais. Seu lado cor de rosa é fantástico e
promissor: realizamos recentemente a maior parada
gay do mundo, com mais de um milhão de pessoas
na Avenida Paulista! Impressionantes também têm
sido algumas conquistas do Movimento Homossexual
Brasileiro (MHB), a começar pelo significativo
crescimento nos últimos anos do próprio movimento,
hoje contando com mais de uma centena de grupos
de gays, lésbicas, travestis e transexuais espalhados
praticamente por todas as capitais brasileiras e em
diversas cidades do interior, do Amazonas ao Rio
Grande do Sul. Passam de oitenta as cidades
brasileiras onde a Lei Orgânica Municipal e uma
dezena de Leis Estaduais proíbem, e algumas
multam, a discriminação baseada na “orientação
sexual”. Em 2002, pela primeira vez na história
pátria, um Presidente da República ousou pronunciar
em cerimônia pública, a palavra “homossexual”,
declarando inclusive ser favorável à união civil entre
pessoas do mesmo sexo. Aceitou ser fotografado
portando a bandeira do arco-íris!
A grande contradição é que,
concomitantemente a estas cruciais conquistas,
persiste em todas as regiões do Brasil, violenta
intolerância antihomossexual, cientificamente
chamada de “homofobia”. Este ódio explícito, cruel,
persistente e generalizado, vai do insulto e ameaça,
à graves episódios de discriminação, constatados em
todos os segmentos e esferas sociais. Incluem
violência física, golpes e tortura, culminando em
violentíssimos e pavorosos assassinatos – via de
regra cometidos com revoltantes requintes de
crueldade, abrangendo elevado número de golpes e
tiros, o uso de múltiplos instrumentos e tortura
prévia. Crimes de ódio em que a homossexualidade
da vítima motivou a agressão e pesou
definitivamente no modus operandi do homicida.
Desde 1980 que o Grupo Gay da Bahia, a
mais antiga ONG defensora dos direitos humanos dos
homossexuais, realiza a coleta sistemática de
informações sobre o homicídio de gays, travestis
lésbicas em nosso país. Neste período, 1980-2002, documentamos o chocante número de 2.218
assassinatos de homossexuais – cifra certamente
muito inferior à realidade, posto que inexistindo no
Brasil estatísticas oficiais relativas a crimes de ódios,
temos de nos valer de notícias publicadas na
imprensa, pesquisa na internet e informações
enviadas pelos próprios militantes homossexuais, a
fim de reconstituir este lado sombrio que ameaça
gravemente a sobrevivência de mais de 10% de
nossa população representada pelos homossexuais
de ambos os sexos. Desde 1995 passamos a divulgar,
além da análise anual destes “HOMOcídios”, também
um resumo dos episódios mais graves de violação
dos direitos humanos de travestis, transexuais,
lésbicas e gays, incluindo variegadas manifestações
de homofobia: na mídia, nas repartições públicas,
dentro do lar, nos púlpitos e tribunas, nos shoppings,
na rua. Nossos dados, apesar de sua assumida
incompletude, têm sido anualmente utilizados pelo
próprio State Department do Governo NorteAmericano, e mais recentemente, pelo Relatório
Anual da Justiça Global, além de constar em nossos
principais sites de Direitos Humanos.
Conseguimos reunir em 2002 informação
sobre 126 assassinatos de homossexuais e um total
de 166 de violações de direitos humanos. Números
reconhecidamente inferiores à realidade, convém
insistir. Apenas a ponta de um iceberg de sangue e
ódio.
(Autor: Luiz Mott Marcelo Cerqueira. Trecho do livro
“Matei porque odeio gay”. Bahia, 2003).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
MATEI PORQUE ODEIO GAY
Nosso Brasil, lastimavelmente, é um país
extremamente contraditório na maneira como trata
os homossexuais. Seu lado cor de rosa é fantástico e
promissor: realizamos recentemente a maior parada
gay do mundo, com mais de um milhão de pessoas
na Avenida Paulista! Impressionantes também têm
sido algumas conquistas do Movimento Homossexual
Brasileiro (MHB), a começar pelo significativo
crescimento nos últimos anos do próprio movimento,
hoje contando com mais de uma centena de grupos
de gays, lésbicas, travestis e transexuais espalhados
praticamente por todas as capitais brasileiras e em
diversas cidades do interior, do Amazonas ao Rio
Grande do Sul. Passam de oitenta as cidades
brasileiras onde a Lei Orgânica Municipal e uma
dezena de Leis Estaduais proíbem, e algumas
multam, a discriminação baseada na “orientação
sexual”. Em 2002, pela primeira vez na história
pátria, um Presidente da República ousou pronunciar
em cerimônia pública, a palavra “homossexual”,
declarando inclusive ser favorável à união civil entre
pessoas do mesmo sexo. Aceitou ser fotografado
portando a bandeira do arco-íris!
A grande contradição é que,
concomitantemente a estas cruciais conquistas,
persiste em todas as regiões do Brasil, violenta
intolerância antihomossexual, cientificamente
chamada de “homofobia”. Este ódio explícito, cruel,
persistente e generalizado, vai do insulto e ameaça,
à graves episódios de discriminação, constatados em
todos os segmentos e esferas sociais. Incluem
violência física, golpes e tortura, culminando em
violentíssimos e pavorosos assassinatos – via de
regra cometidos com revoltantes requintes de
crueldade, abrangendo elevado número de golpes e
tiros, o uso de múltiplos instrumentos e tortura
prévia. Crimes de ódio em que a homossexualidade
da vítima motivou a agressão e pesou
definitivamente no modus operandi do homicida.
Desde 1980 que o Grupo Gay da Bahia, a
mais antiga ONG defensora dos direitos humanos dos
homossexuais, realiza a coleta sistemática de
informações sobre o homicídio de gays, travestis
lésbicas em nosso país. Neste período, 1980-2002, documentamos o chocante número de 2.218
assassinatos de homossexuais – cifra certamente
muito inferior à realidade, posto que inexistindo no
Brasil estatísticas oficiais relativas a crimes de ódios,
temos de nos valer de notícias publicadas na
imprensa, pesquisa na internet e informações
enviadas pelos próprios militantes homossexuais, a
fim de reconstituir este lado sombrio que ameaça
gravemente a sobrevivência de mais de 10% de
nossa população representada pelos homossexuais
de ambos os sexos. Desde 1995 passamos a divulgar,
além da análise anual destes “HOMOcídios”, também
um resumo dos episódios mais graves de violação
dos direitos humanos de travestis, transexuais,
lésbicas e gays, incluindo variegadas manifestações
de homofobia: na mídia, nas repartições públicas,
dentro do lar, nos púlpitos e tribunas, nos shoppings,
na rua. Nossos dados, apesar de sua assumida
incompletude, têm sido anualmente utilizados pelo
próprio State Department do Governo NorteAmericano, e mais recentemente, pelo Relatório
Anual da Justiça Global, além de constar em nossos
principais sites de Direitos Humanos.
Conseguimos reunir em 2002 informação
sobre 126 assassinatos de homossexuais e um total
de 166 de violações de direitos humanos. Números
reconhecidamente inferiores à realidade, convém
insistir. Apenas a ponta de um iceberg de sangue e
ódio.
(Autor: Luiz Mott Marcelo Cerqueira. Trecho do livro
“Matei porque odeio gay”. Bahia, 2003).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
MATEI PORQUE ODEIO GAY
Nosso Brasil, lastimavelmente, é um país
extremamente contraditório na maneira como trata
os homossexuais. Seu lado cor de rosa é fantástico e
promissor: realizamos recentemente a maior parada
gay do mundo, com mais de um milhão de pessoas
na Avenida Paulista! Impressionantes também têm
sido algumas conquistas do Movimento Homossexual
Brasileiro (MHB), a começar pelo significativo
crescimento nos últimos anos do próprio movimento,
hoje contando com mais de uma centena de grupos
de gays, lésbicas, travestis e transexuais espalhados
praticamente por todas as capitais brasileiras e em
diversas cidades do interior, do Amazonas ao Rio
Grande do Sul. Passam de oitenta as cidades
brasileiras onde a Lei Orgânica Municipal e uma
dezena de Leis Estaduais proíbem, e algumas
multam, a discriminação baseada na “orientação
sexual”. Em 2002, pela primeira vez na história
pátria, um Presidente da República ousou pronunciar
em cerimônia pública, a palavra “homossexual”,
declarando inclusive ser favorável à união civil entre
pessoas do mesmo sexo. Aceitou ser fotografado
portando a bandeira do arco-íris!
A grande contradição é que,
concomitantemente a estas cruciais conquistas,
persiste em todas as regiões do Brasil, violenta
intolerância antihomossexual, cientificamente
chamada de “homofobia”. Este ódio explícito, cruel,
persistente e generalizado, vai do insulto e ameaça,
à graves episódios de discriminação, constatados em
todos os segmentos e esferas sociais. Incluem
violência física, golpes e tortura, culminando em
violentíssimos e pavorosos assassinatos – via de
regra cometidos com revoltantes requintes de
crueldade, abrangendo elevado número de golpes e
tiros, o uso de múltiplos instrumentos e tortura
prévia. Crimes de ódio em que a homossexualidade
da vítima motivou a agressão e pesou
definitivamente no modus operandi do homicida.
Desde 1980 que o Grupo Gay da Bahia, a
mais antiga ONG defensora dos direitos humanos dos
homossexuais, realiza a coleta sistemática de
informações sobre o homicídio de gays, travestis
lésbicas em nosso país. Neste período, 1980-2002, documentamos o chocante número de 2.218
assassinatos de homossexuais – cifra certamente
muito inferior à realidade, posto que inexistindo no
Brasil estatísticas oficiais relativas a crimes de ódios,
temos de nos valer de notícias publicadas na
imprensa, pesquisa na internet e informações
enviadas pelos próprios militantes homossexuais, a
fim de reconstituir este lado sombrio que ameaça
gravemente a sobrevivência de mais de 10% de
nossa população representada pelos homossexuais
de ambos os sexos. Desde 1995 passamos a divulgar,
além da análise anual destes “HOMOcídios”, também
um resumo dos episódios mais graves de violação
dos direitos humanos de travestis, transexuais,
lésbicas e gays, incluindo variegadas manifestações
de homofobia: na mídia, nas repartições públicas,
dentro do lar, nos púlpitos e tribunas, nos shoppings,
na rua. Nossos dados, apesar de sua assumida
incompletude, têm sido anualmente utilizados pelo
próprio State Department do Governo NorteAmericano, e mais recentemente, pelo Relatório
Anual da Justiça Global, além de constar em nossos
principais sites de Direitos Humanos.
Conseguimos reunir em 2002 informação
sobre 126 assassinatos de homossexuais e um total
de 166 de violações de direitos humanos. Números
reconhecidamente inferiores à realidade, convém
insistir. Apenas a ponta de um iceberg de sangue e
ódio.
(Autor: Luiz Mott Marcelo Cerqueira. Trecho do livro
“Matei porque odeio gay”. Bahia, 2003).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
MATEI PORQUE ODEIO GAY
Nosso Brasil, lastimavelmente, é um país
extremamente contraditório na maneira como trata
os homossexuais. Seu lado cor de rosa é fantástico e
promissor: realizamos recentemente a maior parada
gay do mundo, com mais de um milhão de pessoas
na Avenida Paulista! Impressionantes também têm
sido algumas conquistas do Movimento Homossexual
Brasileiro (MHB), a começar pelo significativo
crescimento nos últimos anos do próprio movimento,
hoje contando com mais de uma centena de grupos
de gays, lésbicas, travestis e transexuais espalhados
praticamente por todas as capitais brasileiras e em
diversas cidades do interior, do Amazonas ao Rio
Grande do Sul. Passam de oitenta as cidades
brasileiras onde a Lei Orgânica Municipal e uma
dezena de Leis Estaduais proíbem, e algumas
multam, a discriminação baseada na “orientação
sexual”. Em 2002, pela primeira vez na história
pátria, um Presidente da República ousou pronunciar
em cerimônia pública, a palavra “homossexual”,
declarando inclusive ser favorável à união civil entre
pessoas do mesmo sexo. Aceitou ser fotografado
portando a bandeira do arco-íris!
A grande contradição é que,
concomitantemente a estas cruciais conquistas,
persiste em todas as regiões do Brasil, violenta
intolerância antihomossexual, cientificamente
chamada de “homofobia”. Este ódio explícito, cruel,
persistente e generalizado, vai do insulto e ameaça,
à graves episódios de discriminação, constatados em
todos os segmentos e esferas sociais. Incluem
violência física, golpes e tortura, culminando em
violentíssimos e pavorosos assassinatos – via de
regra cometidos com revoltantes requintes de
crueldade, abrangendo elevado número de golpes e
tiros, o uso de múltiplos instrumentos e tortura
prévia. Crimes de ódio em que a homossexualidade
da vítima motivou a agressão e pesou
definitivamente no modus operandi do homicida.
Desde 1980 que o Grupo Gay da Bahia, a
mais antiga ONG defensora dos direitos humanos dos
homossexuais, realiza a coleta sistemática de
informações sobre o homicídio de gays, travestis
lésbicas em nosso país. Neste período, 1980-2002, documentamos o chocante número de 2.218
assassinatos de homossexuais – cifra certamente
muito inferior à realidade, posto que inexistindo no
Brasil estatísticas oficiais relativas a crimes de ódios,
temos de nos valer de notícias publicadas na
imprensa, pesquisa na internet e informações
enviadas pelos próprios militantes homossexuais, a
fim de reconstituir este lado sombrio que ameaça
gravemente a sobrevivência de mais de 10% de
nossa população representada pelos homossexuais
de ambos os sexos. Desde 1995 passamos a divulgar,
além da análise anual destes “HOMOcídios”, também
um resumo dos episódios mais graves de violação
dos direitos humanos de travestis, transexuais,
lésbicas e gays, incluindo variegadas manifestações
de homofobia: na mídia, nas repartições públicas,
dentro do lar, nos púlpitos e tribunas, nos shoppings,
na rua. Nossos dados, apesar de sua assumida
incompletude, têm sido anualmente utilizados pelo
próprio State Department do Governo NorteAmericano, e mais recentemente, pelo Relatório
Anual da Justiça Global, além de constar em nossos
principais sites de Direitos Humanos.
Conseguimos reunir em 2002 informação
sobre 126 assassinatos de homossexuais e um total
de 166 de violações de direitos humanos. Números
reconhecidamente inferiores à realidade, convém
insistir. Apenas a ponta de um iceberg de sangue e
ódio.
(Autor: Luiz Mott Marcelo Cerqueira. Trecho do livro
“Matei porque odeio gay”. Bahia, 2003).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Marque a alternativa onde há uma
correspondência entre a palavra e seu antônimo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa em que não ocorre um
caso de polissemia.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container