Foram encontradas 55 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
Nos últimos meses houve um aumento significativo nas divulgações de pesquisas e notícias sobre as doenças causadas por meio da picada do mosquito Aedes aegypti. Mas, uma das doenças causadas pela picada desse mosquito provocou maior preocupação devido à possibilidade de, em mulheres grávidas, gerar crianças com microcefalia. A doença associada a tal problema é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
No último ano, o valor da energia no país obteve um acréscimo devido, entre outros fatores, ao longo período de chuvas abaixo da média. Dessa maneira, houve a necessidade de utilização de um tipo de energia mais caro do que as hidrelétricas. A ação implementada pelo governo para evitar significativas faltas de energia mas que aumentou o preço das contas foi:
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Os urubus
- Estou esperando!
- Não quero!
- Deixá-lo passar!
- Naufragou!
Eu vinha vindo com o frescor da manhã por aquele trecho da praia de Santa Luzia, tão suave e tão formoso, onde se amontoam as coisas lúgubres da cidade - a Santa Casa, o Necrotério, o serviço de enterramentos. [...] Dois olhavam com avidez os bondes que vinham da rua do Passeio; dois estavam totalmente voltados para o lado da Faculdade. Ao aparecer um bonde, um magrinho bradou:
- Largo!
Prestei atenção. Do tramway em movimento saltou um cavalheiro defronte do Necrotério.
[...]
A um tempo falavam todos, e o cavalheiro, coberto de luto, com o lenço empapado de suor e de lágrimas, murmurava, como se estivesse a receber pêsames:
- Muito obrigado! Muito obrigado!
Aproximei-me de um dos funcionários do serviço mortuário.
- Que espécie de gente é essa?
- Oh! não conhece? São os urubus!
- Urubus?
- Sim, os corvos... É o nome pelo qual são conhecidos aqui os agenciadores de coroas e fazendas para o luto. Não é muito numerosa a classe mas que faro, que atividade!
Totalmente interessado, tive uma dessas exclamações de pasmo que lisonjeiam sempre os informantes e nada exprimem de definitivo. Ele sorriu, tossiu e falou. Foi prodigioso.
- Os agenciadores de coroas levantam-se de madrugada e compram todos os jornais para ver quais os homens importantes falecidos na véspera. Defunto pobre não precisa de luxo, e coroa é luxo. Logo que tomam as notas disparam para a casa do morto e propõem adiantar o que for necessário para o enterro, com a condição de se lhes comprarem as coroas. [...]. E os títulos dessas casas davam para um tratado de psicologia recreativa. Há os poéticos, os delicados, os floridos, os babosos, os fúnebres - Tributo da Saudade, Coroa de Violetas, Flor de Lis, Bogari, A Jardineira, Coroa de Rosas...
- Mas... e estes homens aqui?
- Estes homens, são os urubus de Santa Luzia, serviço especial e maçônico. Três ficam à entrada principal da Santa Casa. Quando avistam um tipo, brada o primeiro: estou esperando!
Se o tipo não tem casa de enterro: não quero! Deixá-lo passar. Se o homem vem de tílburi, correm até aqui a acompanhá-lo... Se o tílburi segue, bradam: naufragou! E voltam ao lugar donde não saíram os outros. É interessante ouvir-lhes o diálogo. Tu é que não correste! Conheço o homem; Antes fosse, era meu o negócio...
-Mas é horrível!
- É a vida, meu caro.
[...]
Os urubus devem ter nome?
- Têm, são urubus urbanos. Vê o senhor aquele? É o Chico Basílio. Há cerca de trinta anos exerce a profissão. Está vendo aquele grupo?
Encontra lá o Brasilino, o Caranguejo, o Bilu, o Espanhol da Saúde, o Mangonga. Os outros são o Joaquim, o Tatuí, o Paulino, o Cá e Lá, o Buriti, o Manduca...
[...]
Eu ouvia o meu informante um pouco melancólico. Que diabo! Por que urubus, naquele pedaço da cidade que cheira a cadáveres e a morte?
Não há terra onde prospere como nesta a flora dos sem-ofício e dos parasitas que não trabalham. Esses sujeitinhos vestem bem, dormem bem, chegam a ter opiniões, sistema moral, ideias políticas.
[...]
Despedi-me, comecei a andar devagar. Um dos urubus aproximou-se.
- Estiveram contando coisas a nosso respeito?
- Não, absolutamente.
- Que se há de fazer? A comissão é tão pequena! Quando quiser uma coroa...
- Deus queira que não! - fiz assustado.
E apertei a mão do homem-urubu com um tremor de superstição e de susto.
RIO, João do. Os urubus. ln: ANTELO, Raúl (Org). A alma
encantadora do Rio, São Paulo: Companhia das Letras, 1977.
"com a condição de se LHES comprarem as coroas. ''
O uso da forma destacada do demonstrativo, no contexto, se justifica em razão de:
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Um usuário de um aplicativo de correio eletrônico configurou sua conta para funcionar conforme o protocolo IMAP. Isso significa que:
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Os urubus
- Estou esperando!
- Não quero!
- Deixá-lo passar!
- Naufragou!
Eu vinha vindo com o frescor da manhã por aquele trecho da praia de Santa Luzia, tão suave e tão formoso, onde se amontoam as coisas lúgubres da cidade - a Santa Casa, o Necrotério, o serviço de enterramentos. [...] Dois olhavam com avidez os bondes que vinham da rua do Passeio; dois estavam totalmente voltados para o lado da Faculdade. Ao aparecer um bonde, um magrinho bradou:
- Largo!
Prestei atenção. Do tramway em movimento saltou um cavalheiro defronte do Necrotério.
[...]
A um tempo falavam todos, e o cavalheiro, coberto de luto, com o lenço empapado de suor e de lágrimas, murmurava, como se estivesse a receber pêsames:
- Muito obrigado! Muito obrigado!
Aproximei-me de um dos funcionários do serviço mortuário.
- Que espécie de gente é essa?
- Oh! não conhece? São os urubus!
- Urubus?
- Sim, os corvos... É o nome pelo qual são conhecidos aqui os agenciadores de coroas e fazendas para o luto. Não é muito numerosa a classe mas que faro, que atividade!
Totalmente interessado, tive uma dessas exclamações de pasmo que lisonjeiam sempre os informantes e nada exprimem de definitivo. Ele sorriu, tossiu e falou. Foi prodigioso.
- Os agenciadores de coroas levantam-se de madrugada e compram todos os jornais para ver quais os homens importantes falecidos na véspera. Defunto pobre não precisa de luxo, e coroa é luxo. Logo que tomam as notas disparam para a casa do morto e propõem adiantar o que for necessário para o enterro, com a condição de se lhes comprarem as coroas. [...]. E os títulos dessas casas davam para um tratado de psicologia recreativa. Há os poéticos, os delicados, os floridos, os babosos, os fúnebres - Tributo da Saudade, Coroa de Violetas, Flor de Lis, Bogari, A Jardineira, Coroa de Rosas...
- Mas... e estes homens aqui?
- Estes homens, são os urubus de Santa Luzia, serviço especial e maçônico. Três ficam à entrada principal da Santa Casa. Quando avistam um tipo, brada o primeiro: estou esperando!
Se o tipo não tem casa de enterro: não quero! Deixá-lo passar. Se o homem vem de tílburi, correm até aqui a acompanhá-lo... Se o tílburi segue, bradam: naufragou! E voltam ao lugar donde não saíram os outros. É interessante ouvir-lhes o diálogo. Tu é que não correste! Conheço o homem; Antes fosse, era meu o negócio...
-Mas é horrível!
- É a vida, meu caro.
[...]
Os urubus devem ter nome?
- Têm, são urubus urbanos. Vê o senhor aquele? É o Chico Basílio. Há cerca de trinta anos exerce a profissão. Está vendo aquele grupo?
Encontra lá o Brasilino, o Caranguejo, o Bilu, o Espanhol da Saúde, o Mangonga. Os outros são o Joaquim, o Tatuí, o Paulino, o Cá e Lá, o Buriti, o Manduca...
[...]
Eu ouvia o meu informante um pouco melancólico. Que diabo! Por que urubus, naquele pedaço da cidade que cheira a cadáveres e a morte?
Não há terra onde prospere como nesta a flora dos sem-ofício e dos parasitas que não trabalham. Esses sujeitinhos vestem bem, dormem bem, chegam a ter opiniões, sistema moral, ideias políticas.
[...]
Despedi-me, comecei a andar devagar. Um dos urubus aproximou-se.
- Estiveram contando coisas a nosso respeito?
- Não, absolutamente.
- Que se há de fazer? A comissão é tão pequena! Quando quiser uma coroa...
- Deus queira que não! - fiz assustado.
E apertei a mão do homem-urubu com um tremor de superstição e de susto.
RIO, João do. Os urubus. ln: ANTELO, Raúl (Org). A alma
encantadora do Rio, São Paulo: Companhia das Letras, 1977.
Sintaticamente, o segmento destacado está corretamente analisado em:
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Os urubus
- Estou esperando!
- Não quero!
- Deixá-lo passar!
- Naufragou!
Eu vinha vindo com o frescor da manhã por aquele trecho da praia de Santa Luzia, tão suave e tão formoso, onde se amontoam as coisas lúgubres da cidade - a Santa Casa, o Necrotério, o serviço de enterramentos. [...] Dois olhavam com avidez os bondes que vinham da rua do Passeio; dois estavam totalmente voltados para o lado da Faculdade. Ao aparecer um bonde, um magrinho bradou:
- Largo!
Prestei atenção. Do tramway em movimento saltou um cavalheiro defronte do Necrotério.
[...]
A um tempo falavam todos, e o cavalheiro, coberto de luto, com o lenço empapado de suor e de lágrimas, murmurava, como se estivesse a receber pêsames:
- Muito obrigado! Muito obrigado!
Aproximei-me de um dos funcionários do serviço mortuário.
- Que espécie de gente é essa?
- Oh! não conhece? São os urubus!
- Urubus?
- Sim, os corvos... É o nome pelo qual são conhecidos aqui os agenciadores de coroas e fazendas para o luto. Não é muito numerosa a classe mas que faro, que atividade!
Totalmente interessado, tive uma dessas exclamações de pasmo que lisonjeiam sempre os informantes e nada exprimem de definitivo. Ele sorriu, tossiu e falou. Foi prodigioso.
- Os agenciadores de coroas levantam-se de madrugada e compram todos os jornais para ver quais os homens importantes falecidos na véspera. Defunto pobre não precisa de luxo, e coroa é luxo. Logo que tomam as notas disparam para a casa do morto e propõem adiantar o que for necessário para o enterro, com a condição de se lhes comprarem as coroas. [...]. E os títulos dessas casas davam para um tratado de psicologia recreativa. Há os poéticos, os delicados, os floridos, os babosos, os fúnebres - Tributo da Saudade, Coroa de Violetas, Flor de Lis, Bogari, A Jardineira, Coroa de Rosas...
- Mas... e estes homens aqui?
- Estes homens, são os urubus de Santa Luzia, serviço especial e maçônico. Três ficam à entrada principal da Santa Casa. Quando avistam um tipo, brada o primeiro: estou esperando!
Se o tipo não tem casa de enterro: não quero! Deixá-lo passar. Se o homem vem de tílburi, correm até aqui a acompanhá-lo... Se o tílburi segue, bradam: naufragou! E voltam ao lugar donde não saíram os outros. É interessante ouvir-lhes o diálogo. Tu é que não correste! Conheço o homem; Antes fosse, era meu o negócio...
-Mas é horrível!
- É a vida, meu caro.
[...]
Os urubus devem ter nome?
- Têm, são urubus urbanos. Vê o senhor aquele? É o Chico Basílio. Há cerca de trinta anos exerce a profissão. Está vendo aquele grupo?
Encontra lá o Brasilino, o Caranguejo, o Bilu, o Espanhol da Saúde, o Mangonga. Os outros são o Joaquim, o Tatuí, o Paulino, o Cá e Lá, o Buriti, o Manduca...
[...]
Eu ouvia o meu informante um pouco melancólico. Que diabo! Por que urubus, naquele pedaço da cidade que cheira a cadáveres e a morte?
Não há terra onde prospere como nesta a flora dos sem-ofício e dos parasitas que não trabalham. Esses sujeitinhos vestem bem, dormem bem, chegam a ter opiniões, sistema moral, ideias políticas.
[...]
Despedi-me, comecei a andar devagar. Um dos urubus aproximou-se.
- Estiveram contando coisas a nosso respeito?
- Não, absolutamente.
- Que se há de fazer? A comissão é tão pequena! Quando quiser uma coroa...
- Deus queira que não! - fiz assustado.
E apertei a mão do homem-urubu com um tremor de superstição e de susto.
RIO, João do. Os urubus. ln: ANTELO, Raúl (Org). A alma
encantadora do Rio, São Paulo: Companhia das Letras, 1977.
As frases de um texto organizam-se em torno de relações semânticas que lhes dão coesão e coerência.
No caso da frase "AO APARECER UM BONDE, um magrinho bradou'', a oração em destaque apresenta a seguinte relação:
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Em um processo de definir uma nova diagramação para uma página na internet, qual o índice de monitoramento deve ser analisado para melhor formatação?
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Os urubus
- Estou esperando!
- Não quero!
- Deixá-lo passar!
- Naufragou!
Eu vinha vindo com o frescor da manhã por aquele trecho da praia de Santa Luzia, tão suave e tão formoso, onde se amontoam as coisas lúgubres da cidade - a Santa Casa, o Necrotério, o serviço de enterramentos. [...] Dois olhavam com avidez os bondes que vinham da rua do Passeio; dois estavam totalmente voltados para o lado da Faculdade. Ao aparecer um bonde, um magrinho bradou:
- Largo!
Prestei atenção. Do tramway em movimento saltou um cavalheiro defronte do Necrotério.
[...]
A um tempo falavam todos, e o cavalheiro, coberto de luto, com o lenço empapado de suor e de lágrimas, murmurava, como se estivesse a receber pêsames:
- Muito obrigado! Muito obrigado!
Aproximei-me de um dos funcionários do serviço mortuário.
- Que espécie de gente é essa?
- Oh! não conhece? São os urubus!
- Urubus?
- Sim, os corvos... É o nome pelo qual são conhecidos aqui os agenciadores de coroas e fazendas para o luto. Não é muito numerosa a classe mas que faro, que atividade!
Totalmente interessado, tive uma dessas exclamações de pasmo que lisonjeiam sempre os informantes e nada exprimem de definitivo. Ele sorriu, tossiu e falou. Foi prodigioso.
- Os agenciadores de coroas levantam-se de madrugada e compram todos os jornais para ver quais os homens importantes falecidos na véspera. Defunto pobre não precisa de luxo, e coroa é luxo. Logo que tomam as notas disparam para a casa do morto e propõem adiantar o que for necessário para o enterro, com a condição de se lhes comprarem as coroas. [...]. E os títulos dessas casas davam para um tratado de psicologia recreativa. Há os poéticos, os delicados, os floridos, os babosos, os fúnebres - Tributo da Saudade, Coroa de Violetas, Flor de Lis, Bogari, A Jardineira, Coroa de Rosas...
- Mas... e estes homens aqui?
- Estes homens, são os urubus de Santa Luzia, serviço especial e maçônico. Três ficam à entrada principal da Santa Casa. Quando avistam um tipo, brada o primeiro: estou esperando!
Se o tipo não tem casa de enterro: não quero! Deixá-lo passar. Se o homem vem de tílburi, correm até aqui a acompanhá-lo... Se o tílburi segue, bradam: naufragou! E voltam ao lugar donde não saíram os outros. É interessante ouvir-lhes o diálogo. Tu é que não correste! Conheço o homem; Antes fosse, era meu o negócio...
-Mas é horrível!
- É a vida, meu caro.
[...]
Os urubus devem ter nome?
- Têm, são urubus urbanos. Vê o senhor aquele? É o Chico Basílio. Há cerca de trinta anos exerce a profissão. Está vendo aquele grupo?
Encontra lá o Brasilino, o Caranguejo, o Bilu, o Espanhol da Saúde, o Mangonga. Os outros são o Joaquim, o Tatuí, o Paulino, o Cá e Lá, o Buriti, o Manduca...
[...]
Eu ouvia o meu informante um pouco melancólico. Que diabo! Por que urubus, naquele pedaço da cidade que cheira a cadáveres e a morte?
Não há terra onde prospere como nesta a flora dos sem-ofício e dos parasitas que não trabalham. Esses sujeitinhos vestem bem, dormem bem, chegam a ter opiniões, sistema moral, ideias políticas.
[...]
Despedi-me, comecei a andar devagar. Um dos urubus aproximou-se.
- Estiveram contando coisas a nosso respeito?
- Não, absolutamente.
- Que se há de fazer? A comissão é tão pequena! Quando quiser uma coroa...
- Deus queira que não! - fiz assustado.
E apertei a mão do homem-urubu com um tremor de superstição e de susto.
RIO, João do. Os urubus. ln: ANTELO, Raúl (Org). A alma
encantadora do Rio, São Paulo: Companhia das Letras, 1977.
Sobre os elementos destacados do fragmento "Não é muito numerosa a classe, mas que faro, que atividade!'', leia as afirmativas.
I. A palavra NUMEROSA foi formada por derivação sufixal.
II. MUITO é um pronome substantivo indefinido.
III. O QUE, nas duas ocorrências, é pronome relativo.
Está correto apenas o que se afirma em:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
A Folha de São Paulo elabora um ranking entre as universidades brasileiras a partir de indicadores como pesquisa, inovação, internacionalização, ensino e mercado. Entre as 10 primeiras universidades do ranking de 2015 a região brasileira com o maior número de instituições de ensino foi:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
Os últimos meses foram de grande instabilidade no cenário político brasileiro. O deputado federal que presidia a Câmara dos Deputados foi afastado por determinação do Supremo Tribunal Federal. O deputado federal que assumiu a presidência no lugar do Eduardo Cunha foi:
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