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Foram encontradas 50 questões.

1169645 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
Leia o texto para responder à questão.
A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)
A alternativa correta quanto à concordância nominal encontra-se em:
 

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1169643 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
eia o texto para responder à questão.
A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)

As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado. (1º parágrafo)

O trecho – que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado – exprime ideia de
 

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1169641 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
Leia o texto para responder à questão.
A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)
Com a produção em escala industrial, comprar um espelho ficou mais acessível. A expressão destacada na frase está corretamente substituída pelo pronome em:
 

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1169640 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
Leia o texto para responder à questão.
A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)
A expressão destacada no trecho do texto indica delimitação temporal em:
 

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1169639 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
Leia o texto para responder à questão.
A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada apresenta circunstância adverbial de intensidade.
 

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1169638 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta-feira (5 de outubro), o presidente do COB (Comitê Olímpico do Brasil) e do comitê organizador da Rio-16. Ele é suspeito de atuar na compra de votos para a escolha da cidade para sediar os Jogos Olímpicos. Na história dos Jogos, foi o único presidente do comitê organizador a acumular o cargo de mandatário do comitê olímpico do país-sede. A operação é um desdobramento da Operação “Unfair Play”.
(Folha de S. Paulo, 5 out.17. Disponível em: . Adaptado)
O texto trata da prisão de
 

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1169637 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP

A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, decidiu, neste sábado (4 de novembro), manter a decisão do Tribunal Regional Federal da 1a Região que determinou a suspensão da regra prevista no edital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que diz que quem desrespeitar os direitos humanos na prova de redação pode receber nota zero.

(EBC, 4 nov.17. Disponível em: https://goo.gl/JpeyvQ>. Adaptado)

A decisão que suspendeu a norma do edital do Enem atendeu a um pedido que alegava que

 

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1169636 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
O Masp anunciou, nesta terça-feira (7 de novembro), que irá permitir a entrada de menores de 18 anos, desde que acompanhados de pais ou responsáveis, em uma das exposições que está em cartaz. A alteração entra em vigor a partir desta quarta-feira (8 de novembro). Aberta ao público no dia 19 de outubro, o Museu tinha, pela primeira vez em 70 anos de história, vetado a presença de crianças e adolescentes, mesmo que acompanhados. (G1, 7 nov.17. Disponível em: . Adaptado)
O tema da exposição pode ser corretamente identificado em:
 

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1169635 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
Os atentados de sábado (14 de outubro) em Mogadíscio, capital do país africano, são os mais sangrentos registrados desde o começo da década. Até a tarde desta segunda-feira (16 de outubro), no horário local, foram encontrados 315 mortos e mais de 300 feridos. Um caminhão-bomba explodiu em uma área movimentada da capital, próxima a edifícios do governo. Um prédio de oito andares foi reduzido a escombros. Edifícios vizinhos e carros também foram destruídos.
(Revista Época, 16 out.17. Disponível em: <https://goo.gl/iyYFYe>. Adaptado)
O atentado mencionado na notícia ocorreu
 

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1169634 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Marília-SP
O líder separatista e presidente destituído da Catalunha, Carles Puigdemont, foi preso neste domingo, na Bélgica, a pedido do governo da Espanha. Puigdemont e quatro colaboradores próximos fugiram do país esta semana depois de terem sido afastados pelas autoridades espanholas. (Folha de S. Paulo, 6 nov.17. Disponível em: . Adaptado)
O motivo do pedido de prisão mencionado na notícia foi
 

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