Foram encontradas 175 questões.
Um grupo A, composto por 45 pessoas, e um grupo B,
composto por 75 pessoas, farão uma visita a um museu.
Para melhor aproveitamento dessa visita, serão formados subgrupos a partir dos integrantes dos grupos A e B,
todos mistos, ou seja, somente com pessoas do grupo A
e do grupo B, cada subgrupo ficando sob a responsabilidade de um monitor.
Em todos os subgrupos, deverá haver o mesmo número de pessoas do grupo A e o mesmo número de pessoas do grupo B, sendo que cada pessoa fará parte de apenas um subgrupo.
Supondo que será formada a maior quantidade possível de subgrupos, é correto afirmar que, em cada subgrupo, o número de pessoas do grupo B deverá exceder o número de pessoas do grupo A em
Em todos os subgrupos, deverá haver o mesmo número de pessoas do grupo A e o mesmo número de pessoas do grupo B, sendo que cada pessoa fará parte de apenas um subgrupo.
Supondo que será formada a maior quantidade possível de subgrupos, é correto afirmar que, em cada subgrupo, o número de pessoas do grupo B deverá exceder o número de pessoas do grupo A em
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De acordo com informações que constam no site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em
2024, no município de Marília, em se tratando de veículos
registrados na cidade, um total de 109.199 veículos era
obtido ao serem adicionados os números de automóveis
e caminhões. Subtraindo-se do número de automóveis o
número de caminhões, tinha-se 101.867 veículos.
Se, em relação ao número de automóveis, o número de motocicletas registradas no município era menor em 64.360 unidades, então, é correto afirmar que, em 2024, o número de motocicletas registradas em Marilia era igual a
Se, em relação ao número de automóveis, o número de motocicletas registradas no município era menor em 64.360 unidades, então, é correto afirmar que, em 2024, o número de motocicletas registradas em Marilia era igual a
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A razão entre o número de candidatos inscritos para realizarem a prova para um cago A e o número de candidatos inscritos para realizarem a prova para um cargo B, em um concurso, pode ser representada pela fração 4/5.
Se cada candidato pode se inscrever somente para um desses cargos e o número de candidatos inscritos para o cargo B supera em 4.000 unidades o número de candidatos inscritos para o cargo A, então é verdade que o número total de candidatos inscritos, nesse concurso, para realizarem a prova para o cargo A ou para o cargo B, é igual a
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Um entregador saiu para entregar algumas encomendas.
Nas duas primeiras horas de entrega, ele entregou a terça
parte das encomendas. Nas duas horas seguintes, ele
entregou 3/4 das encomendas ainda não entregues. Nas
últimas duas horas de trabalho, ele entregou as 12 encomendas que restavam.
A quantidade de encomendas entregues nas duas primeiras horas de trabalho foi igual a
A quantidade de encomendas entregues nas duas primeiras horas de trabalho foi igual a
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A cada 15 dias, André realiza um serviço voluntário,
enquanto Ana realiza o mesmo serviço, a cada 25 dias,
independentemente de os dias serem uteis ou não.
Na segunda-feira da semana passada, eles se encontraram no local do serviço comunitário. Isso significa que a próxima vez em que Ana e André se encontrarão no local desse serviço será em
Na segunda-feira da semana passada, eles se encontraram no local do serviço comunitário. Isso significa que a próxima vez em que Ana e André se encontrarão no local desse serviço será em
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Leia o texto para responder à questão:
Ciclismo e transporte urbano no Brasil
Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo
afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja,
como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que
rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta,
instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram
o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a
falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.
Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em
outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024.
Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a
quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.
O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da
mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras
e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada,
ausência de planejamento e de modernização.
No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez
que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em
asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias
destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.
Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar
o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito
menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de
ciclistas.
A cultura do transporte motorizado vem perdendo força
diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um
meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as
cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.
(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025.
Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão:
Ciclismo e transporte urbano no Brasil
Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo
afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja,
como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que
rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta,
instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram
o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a
falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.
Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em
outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024.
Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a
quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.
O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da
mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras
e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada,
ausência de planejamento e de modernização.
No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez
que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em
asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias
destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.
Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar
o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito
menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de
ciclistas.
A cultura do transporte motorizado vem perdendo força
diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um
meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as
cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.
(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025.
Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão:
Ciclismo e transporte urbano no Brasil
Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo
afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja,
como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que
rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta,
instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram
o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a
falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.
Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em
outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024.
Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a
quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.
O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da
mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras
e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada,
ausência de planejamento e de modernização.
No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez
que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em
asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias
destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.
Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar
o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito
menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de
ciclistas.
A cultura do transporte motorizado vem perdendo força
diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um
meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as
cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.
(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025.
Adaptado)
• O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa... (1º parágrafo)
• ... mas diversas questões barram o avanço da prática. (1º parágrafo)
• No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro... (4º parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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Leia o texto para responder à questão:
Ciclismo e transporte urbano no Brasil
Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo
afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja,
como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que
rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta,
instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram
o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a
falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.
Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em
outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024.
Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a
quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.
O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da
mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras
e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada,
ausência de planejamento e de modernização.
No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez
que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em
asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias
destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.
Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar
o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito
menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de
ciclistas.
A cultura do transporte motorizado vem perdendo força
diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um
meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as
cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.
(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025.
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Ciclismo e transporte urbano no Brasil
Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo
afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja,
como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que
rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta,
instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram
o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a
falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.
Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em
outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024.
Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a
quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.
O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da
mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras
e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada,
ausência de planejamento e de modernização.
No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez
que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em
asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias
destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.
Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar
o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito
menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de
ciclistas.
A cultura do transporte motorizado vem perdendo força
diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um
meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as
cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.
(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025.
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