Foram encontradas 35 questões.
- Gestão de ProcessosOrganizações, Sistemas e Métodos
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoEstrutura OrganizacionalOrganograma
As organizações através dos gráficos representam sua
estrutura organizacional, estes são conhecidos como:
estrutura linear, estrutura horizontal, estrutura matricial.
Qual nome as organizações dão a estes gráficos?
Qual nome as organizações dão a estes gráficos?
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Cabe à Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de
Mondaí avaliar anualmente a adequação do Quadro de
Pessoal às suas necessidades, propondo ao Plenário, se
for o caso, o seu redimensionamento, consideradas,
entre outras, as seguintes variáveis:
I. Demandas institucionais.
II. Proporção entre os quantitativos da força de trabalho do Plano de Carreira e usuários.
III. Inovações tecnológicas.
IV. Modernização dos processos de trabalho no âmbito do Poder Executivo.
Fonte: Lei Complementar nº 68, de 15 de maio de 2018 disponível em: < 1526412393_lei_complementar_68_2017 dispe_sobre_a_estruturao_doo_quadro_de_pessoal_ da_cmara.doc (live.com)>
Após leitura, avalie as alternativas a seguir, marque a opção CORRETA.
I. Demandas institucionais.
II. Proporção entre os quantitativos da força de trabalho do Plano de Carreira e usuários.
III. Inovações tecnológicas.
IV. Modernização dos processos de trabalho no âmbito do Poder Executivo.
Fonte: Lei Complementar nº 68, de 15 de maio de 2018 disponível em: < 1526412393_lei_complementar_68_2017 dispe_sobre_a_estruturao_doo_quadro_de_pessoal_ da_cmara.doc (live.com)>
Após leitura, avalie as alternativas a seguir, marque a opção CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pesquisadores desenvolvem tecido feito de fungos
capaz de se regenerar
Um estudo, publicado no Advanced Functional Materials
no mês passado, destaca como os micélios, que fazem
parte da estrutura dos fungos que fica escondida sob o
solo, compostos por redes que lembram a raiz de uma
planta, desenvolvem a propriedade da autorregeneração.
No experimento conduzido durante o estudo, a partir da
mistura de diferentes componentes, como carboidratos e
proteínas, graças à ação dos micélios, pesquisadores
obtiveram a formação de uma camada fina, comparável
à de um tecido comum. Micélio é a parte vegetativa de
um fungo que consiste de uma massa de ramificação
formada por um conjunto de fios emaranhados.
Em seguida, ao realizar um teste perfurando a superfície
desse material, após mantê-lo em condição semelhante
à que foi produzido, ele se regenerava em até dois dias.
E, apesar de ainda apresentar algumas marcas, essa
propriedade se apresentou de forma bastante
significativa, preservando a integridade dessa espécie de
tecido.
Essa característica é útil tanto para lidar com defeitos
menores quanto para danos mais profundos, de modo
que ela seja o caminho para a substituição do couro. Ou
seja, esse material composto por células fúngicas pode
ser utilizado para a confecção de itens variados, como
roupas, bolsas e acessórios. Se pensarmos um pouco
além da indústria de vestuário, esse uso estende-se na
composição de outros tipos de produtos, como
estofados, itens para o lar e materiais veiculares.
A verdade é que tecidos que partiram dessa mesma
ideia já vinham sendo elaborados. Mas há uma diferença
que pode ser destacada nesse método de produção, em
comparação com outros tecidos feitos a partir de fungos
já desenvolvidos. Nele, os micélios não são expostos a
agentes que os inativem, de modo que eles possam ser
reativados para regenerar o tecido da mesma maneira
que o produziram, uma vez que os fungos permanecem
vivos. Além disso, o micélio substitui o uso de partículas
plásticas, algo comum na composição de tecidos
substitutos para o couro.
Afinal, já que os micélios dominaram a natureza e estão
em todos os lugares, nada melhor que recorrer ao seu
uso.
Pesquisadores desenvolvem tecido feito de fungos capaz de se regenerar - Mega Curioso. Adaptado
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pesquisadores desenvolvem tecido feito de fungos
capaz de se regenerar
Um estudo, publicado no Advanced Functional Materials
no mês passado, destaca como os micélios, que fazem
parte da estrutura dos fungos que fica escondida sob o
solo, compostos por redes que lembram a raiz de uma
planta, desenvolvem a propriedade da autorregeneração.
No experimento conduzido durante o estudo, a partir da
mistura de diferentes componentes, como carboidratos e
proteínas, graças à ação dos micélios, pesquisadores
obtiveram a formação de uma camada fina, comparável
à de um tecido comum. Micélio é a parte vegetativa de
um fungo que consiste de uma massa de ramificação
formada por um conjunto de fios emaranhados.
Em seguida, ao realizar um teste perfurando a superfície
desse material, após mantê-lo em condição semelhante
à que foi produzido, ele se regenerava em até dois dias.
E, apesar de ainda apresentar algumas marcas, essa
propriedade se apresentou de forma bastante
significativa, preservando a integridade dessa espécie de
tecido.
Essa característica é útil tanto para lidar com defeitos
menores quanto para danos mais profundos, de modo
que ela seja o caminho para a substituição do couro. Ou
seja, esse material composto por células fúngicas pode
ser utilizado para a confecção de itens variados, como
roupas, bolsas e acessórios. Se pensarmos um pouco
além da indústria de vestuário, esse uso estende-se na
composição de outros tipos de produtos, como
estofados, itens para o lar e materiais veiculares.
A verdade é que tecidos que partiram dessa mesma
ideia já vinham sendo elaborados. Mas há uma diferença
que pode ser destacada nesse método de produção, em
comparação com outros tecidos feitos a partir de fungos
já desenvolvidos. Nele, os micélios não são expostos a
agentes que os inativem, de modo que eles possam ser
reativados para regenerar o tecido da mesma maneira
que o produziram, uma vez que os fungos permanecem
vivos. Além disso, o micélio substitui o uso de partículas
plásticas, algo comum na composição de tecidos
substitutos para o couro.
Afinal, já que os micélios dominaram a natureza e estão
em todos os lugares, nada melhor que recorrer ao seu
uso.
Pesquisadores desenvolvem tecido feito de fungos capaz de se regenerar - Mega Curioso. Adaptado
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pesquisadores desenvolvem tecido feito de fungos
capaz de se regenerar
Um estudo, publicado no Advanced Functional Materials
no mês passado, destaca como os micélios, que fazem
parte da estrutura dos fungos que fica escondida sob o
solo, compostos por redes que lembram a raiz de uma
planta, desenvolvem a propriedade da autorregeneração.
No experimento conduzido durante o estudo, a partir da
mistura de diferentes componentes, como carboidratos e
proteínas, graças à ação dos micélios, pesquisadores
obtiveram a formação de uma camada fina, comparável
à de um tecido comum. Micélio é a parte vegetativa de
um fungo que consiste de uma massa de ramificação
formada por um conjunto de fios emaranhados.
Em seguida, ao realizar um teste perfurando a superfície
desse material, após mantê-lo em condição semelhante
à que foi produzido, ele se regenerava em até dois dias.
E, apesar de ainda apresentar algumas marcas, essa
propriedade se apresentou de forma bastante
significativa, preservando a integridade dessa espécie de
tecido.
Essa característica é útil tanto para lidar com defeitos
menores quanto para danos mais profundos, de modo
que ela seja o caminho para a substituição do couro. Ou
seja, esse material composto por células fúngicas pode
ser utilizado para a confecção de itens variados, como
roupas, bolsas e acessórios. Se pensarmos um pouco
além da indústria de vestuário, esse uso estende-se na
composição de outros tipos de produtos, como
estofados, itens para o lar e materiais veiculares.
A verdade é que tecidos que partiram dessa mesma
ideia já vinham sendo elaborados. Mas há uma diferença
que pode ser destacada nesse método de produção, em
comparação com outros tecidos feitos a partir de fungos
já desenvolvidos. Nele, os micélios não são expostos a
agentes que os inativem, de modo que eles possam ser
reativados para regenerar o tecido da mesma maneira
que o produziram, uma vez que os fungos permanecem
vivos. Além disso, o micélio substitui o uso de partículas
plásticas, algo comum na composição de tecidos
substitutos para o couro.
Afinal, já que os micélios dominaram a natureza e estão
em todos os lugares, nada melhor que recorrer ao seu
uso.
Pesquisadores desenvolvem tecido feito de fungos capaz de se regenerar - Mega Curioso. Adaptado
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPronomesPronomes Relativos
- MorfologiaSubstantivos
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pesquisadores desenvolvem tecido feito de fungos
capaz de se regenerar
Um estudo, publicado no Advanced Functional Materials
no mês passado, destaca como os micélios, que fazem
parte da estrutura dos fungos que fica escondida sob o
solo, compostos por redes que lembram a raiz de uma
planta, desenvolvem a propriedade da autorregeneração.
No experimento conduzido durante o estudo, a partir da
mistura de diferentes componentes, como carboidratos e
proteínas, graças à ação dos micélios, pesquisadores
obtiveram a formação de uma camada fina, comparável
à de um tecido comum. Micélio é a parte vegetativa de
um fungo que consiste de uma massa de ramificação
formada por um conjunto de fios emaranhados.
Em seguida, ao realizar um teste perfurando a superfície
desse material, após mantê-lo em condição semelhante
à que foi produzido, ele se regenerava em até dois dias.
E, apesar de ainda apresentar algumas marcas, essa
propriedade se apresentou de forma bastante
significativa, preservando a integridade dessa espécie de
tecido.
Essa característica é útil tanto para lidar com defeitos
menores quanto para danos mais profundos, de modo
que ela seja o caminho para a substituição do couro. Ou
seja, esse material composto por células fúngicas pode
ser utilizado para a confecção de itens variados, como
roupas, bolsas e acessórios. Se pensarmos um pouco
além da indústria de vestuário, esse uso estende-se na
composição de outros tipos de produtos, como
estofados, itens para o lar e materiais veiculares.
A verdade é que tecidos que partiram dessa mesma
ideia já vinham sendo elaborados. Mas há uma diferença
que pode ser destacada nesse método de produção, em
comparação com outros tecidos feitos a partir de fungos
já desenvolvidos. Nele, os micélios não são expostos a
agentes que os inativem, de modo que eles possam ser
reativados para regenerar o tecido da mesma maneira
que o produziram, uma vez que os fungos permanecem
vivos. Além disso, o micélio substitui o uso de partículas
plásticas, algo comum na composição de tecidos
substitutos para o couro.
Afinal, já que os micélios dominaram a natureza e estão
em todos os lugares, nada melhor que recorrer ao seu
uso.
Pesquisadores desenvolvem tecido feito de fungos capaz de se regenerar - Mega Curioso. Adaptado
Assinale a opção CORRETA quanto à análise sintática dos termos.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pesquisadores desenvolvem tecido feito de fungos
capaz de se regenerar
Um estudo, publicado no Advanced Functional Materials
no mês passado, destaca como os micélios, que fazem
parte da estrutura dos fungos que fica escondida sob o
solo, compostos por redes que lembram a raiz de uma
planta, desenvolvem a propriedade da autorregeneração.
No experimento conduzido durante o estudo, a partir da
mistura de diferentes componentes, como carboidratos e
proteínas, graças à ação dos micélios, pesquisadores
obtiveram a formação de uma camada fina, comparável
à de um tecido comum. Micélio é a parte vegetativa de
um fungo que consiste de uma massa de ramificação
formada por um conjunto de fios emaranhados.
Em seguida, ao realizar um teste perfurando a superfície
desse material, após mantê-lo em condição semelhante
à que foi produzido, ele se regenerava em até dois dias.
E, apesar de ainda apresentar algumas marcas, essa
propriedade se apresentou de forma bastante
significativa, preservando a integridade dessa espécie de
tecido.
Essa característica é útil tanto para lidar com defeitos
menores quanto para danos mais profundos, de modo
que ela seja o caminho para a substituição do couro. Ou
seja, esse material composto por células fúngicas pode
ser utilizado para a confecção de itens variados, como
roupas, bolsas e acessórios. Se pensarmos um pouco
além da indústria de vestuário, esse uso estende-se na
composição de outros tipos de produtos, como
estofados, itens para o lar e materiais veiculares.
A verdade é que tecidos que partiram dessa mesma
ideia já vinham sendo elaborados. Mas há uma diferença
que pode ser destacada nesse método de produção, em
comparação com outros tecidos feitos a partir de fungos
já desenvolvidos. Nele, os micélios não são expostos a
agentes que os inativem, de modo que eles possam ser
reativados para regenerar o tecido da mesma maneira
que o produziram, uma vez que os fungos permanecem
vivos. Além disso, o micélio substitui o uso de partículas
plásticas, algo comum na composição de tecidos
substitutos para o couro.
Afinal, já que os micélios dominaram a natureza e estão
em todos os lugares, nada melhor que recorrer ao seu
uso.
Pesquisadores desenvolvem tecido feito de fungos capaz de se regenerar - Mega Curioso. Adaptado
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Pesquisadores desenvolvem tecido feito de fungos
capaz de se regenerar
Um estudo, publicado no Advanced Functional Materials
no mês passado, destaca como os micélios, que fazem
parte da estrutura dos fungos que fica escondida sob o
solo, compostos por redes que lembram a raiz de uma
planta, desenvolvem a propriedade da autorregeneração.
No experimento conduzido durante o estudo, a partir da
mistura de diferentes componentes, como carboidratos e
proteínas, graças à ação dos micélios, pesquisadores
obtiveram a formação de uma camada fina, comparável
à de um tecido comum. Micélio é a parte vegetativa de
um fungo que consiste de uma massa de ramificação
formada por um conjunto de fios emaranhados.
Em seguida, ao realizar um teste perfurando a superfície
desse material, após mantê-lo em condição semelhante
à que foi produzido, ele se regenerava em até dois dias.
E, apesar de ainda apresentar algumas marcas, essa
propriedade se apresentou de forma bastante
significativa, preservando a integridade dessa espécie de
tecido.
Essa característica é útil tanto para lidar com defeitos
menores quanto para danos mais profundos, de modo
que ela seja o caminho para a substituição do couro. Ou
seja, esse material composto por células fúngicas pode
ser utilizado para a confecção de itens variados, como
roupas, bolsas e acessórios. Se pensarmos um pouco
além da indústria de vestuário, esse uso estende-se na
composição de outros tipos de produtos, como
estofados, itens para o lar e materiais veiculares.
A verdade é que tecidos que partiram dessa mesma
ideia já vinham sendo elaborados. Mas há uma diferença
que pode ser destacada nesse método de produção, em
comparação com outros tecidos feitos a partir de fungos
já desenvolvidos. Nele, os micélios não são expostos a
agentes que os inativem, de modo que eles possam ser
reativados para regenerar o tecido da mesma maneira
que o produziram, uma vez que os fungos permanecem
vivos. Além disso, o micélio substitui o uso de partículas
plásticas, algo comum na composição de tecidos
substitutos para o couro.
Afinal, já que os micélios dominaram a natureza e estão
em todos os lugares, nada melhor que recorrer ao seu
uso.
Pesquisadores desenvolvem tecido feito de fungos capaz de se regenerar - Mega Curioso. Adaptado
Em relação à presença de artigos, é correto afirmar que há:
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Um estudo, publicado no Advanced Functional Materials
no mês passado, destaca como os micélios, que fazem
parte da estrutura dos fungos que fica escondida sob o
solo, compostos por redes que lembram a raiz de uma
planta, desenvolvem a propriedade da autorregeneração.
No experimento conduzido durante o estudo, a partir da
mistura de diferentes componentes, como carboidratos e
proteínas, graças à ação dos micélios, pesquisadores
obtiveram a formação de uma camada fina, comparável
à de um tecido comum. Micélio é a parte vegetativa de
um fungo que consiste de uma massa de ramificação
formada por um conjunto de fios emaranhados.
Em seguida, ao realizar um teste perfurando a superfície
desse material, após mantê-lo em condição semelhante
à que foi produzido, ele se regenerava em até dois dias.
E, apesar de ainda apresentar algumas marcas, essa
propriedade se apresentou de forma bastante
significativa, preservando a integridade dessa espécie de
tecido.
Essa característica é útil tanto para lidar com defeitos
menores quanto para danos mais profundos, de modo
que ela seja o caminho para a substituição do couro. Ou
seja, esse material composto por células fúngicas pode
ser utilizado para a confecção de itens variados, como
roupas, bolsas e acessórios. Se pensarmos um pouco
além da indústria de vestuário, esse uso estende-se na
composição de outros tipos de produtos, como
estofados, itens para o lar e materiais veiculares.
A verdade é que tecidos que partiram dessa mesma
ideia já vinham sendo elaborados. Mas há uma diferença
que pode ser destacada nesse método de produção, em
comparação com outros tecidos feitos a partir de fungos
já desenvolvidos. Nele, os micélios não são expostos a
agentes que os inativem, de modo que eles possam ser
reativados para regenerar o tecido da mesma maneira
que o produziram, uma vez que os fungos permanecem
vivos. Além disso, o micélio substitui o uso de partículas
plásticas, algo comum na composição de tecidos
substitutos para o couro.
Afinal, já que os micélios dominaram a natureza e estão
em todos os lugares, nada melhor que recorrer ao seu
uso.
Pesquisadores desenvolvem tecido feito de fungos capaz de se regenerar - Mega Curioso. Adaptado
Assinale a opção que contenha apenas pronomes, independentemente de sua classificação.
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Pesquisadores desenvolvem tecido feito de fungos
capaz de se regenerar
Um estudo, publicado no Advanced Functional Materials
no mês passado, destaca como os micélios, que fazem
parte da estrutura dos fungos que fica escondida sob o
solo, compostos por redes que lembram a raiz de uma
planta, desenvolvem a propriedade da autorregeneração.
No experimento conduzido durante o estudo, a partir da
mistura de diferentes componentes, como carboidratos e
proteínas, graças à ação dos micélios, pesquisadores
obtiveram a formação de uma camada fina, comparável
à de um tecido comum. Micélio é a parte vegetativa de
um fungo que consiste de uma massa de ramificação
formada por um conjunto de fios emaranhados.
Em seguida, ao realizar um teste perfurando a superfície
desse material, após mantê-lo em condição semelhante
à que foi produzido, ele se regenerava em até dois dias.
E, apesar de ainda apresentar algumas marcas, essa
propriedade se apresentou de forma bastante
significativa, preservando a integridade dessa espécie de
tecido.
Essa característica é útil tanto para lidar com defeitos
menores quanto para danos mais profundos, de modo
que ela seja o caminho para a substituição do couro. Ou
seja, esse material composto por células fúngicas pode
ser utilizado para a confecção de itens variados, como
roupas, bolsas e acessórios. Se pensarmos um pouco
além da indústria de vestuário, esse uso estende-se na
composição de outros tipos de produtos, como
estofados, itens para o lar e materiais veiculares.
A verdade é que tecidos que partiram dessa mesma
ideia já vinham sendo elaborados. Mas há uma diferença
que pode ser destacada nesse método de produção, em
comparação com outros tecidos feitos a partir de fungos
já desenvolvidos. Nele, os micélios não são expostos a
agentes que os inativem, de modo que eles possam ser
reativados para regenerar o tecido da mesma maneira
que o produziram, uma vez que os fungos permanecem
vivos. Além disso, o micélio substitui o uso de partículas
plásticas, algo comum na composição de tecidos
substitutos para o couro.
Afinal, já que os micélios dominaram a natureza e estão
em todos os lugares, nada melhor que recorrer ao seu
uso.
Pesquisadores desenvolvem tecido feito de fungos capaz de se regenerar - Mega Curioso. Adaptado
Assinale a opção correta quanto à análise sintática dos termos.
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