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Em busca da resiliência
Roberto D’arte
Vivemos tempos difíceis em que os problemas de fundo emocional parecem não poupar ninguém. Se deixar abater e fazer da própria existência um muro de lamentações é uma ideia que me desagrada profundamente. Assim, prefiro acreditar que os obstáculos existem não para barrar a nossa caminhada, mas para nos lembrar que vencer significa estar também preparado para certos sacrifícios e para muitos testes de resistência e determinação.
Não é nada fácil ser um resiliente, mas os especialistas dão algumas dicas que podem ser um ponto de partida. Uma delas diz respeito à primeira reação que se deve ter no instante em que surge a crise. É importante formular uma explicação para o que está ocorrendo, analisar as circunstâncias, a sequência dos fatos e as razões da adversidade. Paralelo a isso, tentar entender os próprios sentimentos em relação ao processo como um todo.
O passo seguinte é pensar nas possíveis estratégias do que fazer ao sair da crise. Afinal, projetar-se no futuro é sempre uma boa saída para suportar a dor do momento. Mas é fundamental ter em mente que é no presente que a mudança acontece. Assim como é essencial não depositar nos outros a tarefa de salvador da pátria. Estabelecer laços com pessoas que podem representar coragem e estímulo é uma coisa, mas deve ser de cada um a responsabilidade de se resgatar do fundo do poço.
Vale a pena ainda valorizar as pequenas vitórias, pois isso traz autoconfiança e serve de impulso para se tentar chegar a outras. Por fim, o verdadeiro resiliente não pensa apenas em si, mas nos que vão se beneficiar com as suas conquistas ou tomá-las como exemplo. No mais, é pagar para ver.
Disponível em:<http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/literatura/em-busca-resiliencia-1.htm>.
Acesso em 18 abr. 2016.
Comumente, a expressão “pagar para ver” denota “dúvida em relação à realização de algo prometido ou anunciado”, mas, no texto, expressa o(a)
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O art. 29 da Constituição Federal, definiu que o número máximo de vereadores depende do número de habitantes do município, mas a quantidade exata desses parlamentares é estabelecida pela Lei Orgânica municipal, respeitando-se o que diz a Constituição Federal. A Emenda Constitucional nº 58, de 2009, fixou que o número máximo de vereadores municipais, deve obedecer à tabela abaixo:
| Vereadores | Habitantes |
| 9 | Até 15 mil. |
| 11 | Mais de 15 mil até 30 mil. |
| 13 | Mais de 30 mil até 50 mil. |
| 15 | Mais de 50 mil até 80 mil. |
| 17 | Mais de 80 mil até 120 mil. |
| ... | ... |
| 55 | Mais de 8 milhões |
A linha com pontilhados indica que até o limite máximo de 55 vereadores existem outras faixas, respeitando-se o acréscimo constante de dois vereadores.
O IBGE estima a população de Monte Alegre em 55.459 habitantes, possuindo 9 vereadores. Em relação ao número de vereadores de Monte Alegre, é correto afirmar que
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Tempos de resiliência
JORGE BARUDY LABRIN
É a palavra da moda empregada por políticos, esportistas e gurus da autoajuda
Resiliência designa a capacidade humana de superar traumas e feridas. Não é uma receita para a felicidade, mas uma atitude vital positiva que estimula a reparar os danos sofridos. As experiências de órfãos, crianças maltratadas ou abandonadas; de mulheres que sofreram com a violência machista de seus maridos; de vítimas de guerras, de tortura, de catástrofes naturais, ou de doenças permitiram constatar que muitas pessoas não se prendem a seus traumas a vida toda, mas contam com esse antídoto. Só precisam encontrar ambientes interpessoais e sociais que as ajudem a conhecer o valor terapêutico da solidariedade e do amor, porque são reconhecidos como afetados por experiências injustas e degradantes. Porque a resiliência dificilmente pode brotar na solidão. A confiança e a solidariedade de outras pessoas é condição imprescindível para que qualquer pessoa ferida por uma experiência traumática recupere a confiança em si mesma e na condição humana.
O termo tem sua origem na Física. É a capacidade que um material tem de resistir a um impacto e recuperar sua forma original. Uma bola de borracha é um objeto resiliente, ao contrário do vidro de uma janela que, diante de um impacto, se estilhaça e não recupera sua forma anterior. Este fenômeno físico serviu de metáfora para o ser humano, que pode receber o impacto de um trauma e seguir adiante sem se destruir.
Disponível em:<http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/22/ciencia/1458660245_345067.html?rel=mas>.
Acesso em 18 abr. 2016.
Há uma referência metafórica ao termo “resiliência” no trecho
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Tempos de resiliência
JORGE BARUDY LABRIN
É a palavra da moda empregada por políticos, esportistas e gurus da autoajuda
Resiliência designa a capacidade humana de superar traumas e feridas. Não é uma receita para a felicidade, mas uma atitude vital positiva que estimula a reparar os danos sofridos. As experiências de órfãos, crianças maltratadas ou abandonadas; de mulheres que sofreram com a violência machista de seus maridos; de vítimas de guerras, de tortura, de catástrofes naturais, ou de doenças permitiram constatar que muitas pessoas não se prendem a seus traumas a vida toda, mas contam com esse antídoto. Só precisam encontrar ambientes interpessoais e sociais que as ajudem a conhecer o valor terapêutico da solidariedade e do amor, porque são reconhecidos como afetados por experiências injustas e degradantes. Porque a resiliência dificilmente pode brotar na solidão. A confiança e a solidariedade de outras pessoas é condição imprescindível para que qualquer pessoa ferida por uma experiência traumática recupere a confiança em si mesma e na condição humana.
O termo tem sua origem na Física. É a capacidade que um material tem de resistir a um impacto e recuperar sua forma original. Uma bola de borracha é um objeto resiliente, ao contrário do vidro de uma janela que, diante de um impacto, se estilhaça e não recupera sua forma anterior. Este fenômeno físico serviu de metáfora para o ser humano, que pode receber o impacto de um trauma e seguir adiante sem se destruir.
Disponível em:<http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/22/ciencia/1458660245_345067.html?rel=mas>.
Acesso em 18 abr. 2016.
O texto de Jorge Barudy Labrin apresenta uma
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Em busca da resiliência
Roberto D’arte
Vivemos tempos difíceis em que os problemas de fundo emocional parecem não poupar ninguém. Se deixar abater e fazer da própria existência um muro de lamentações é uma ideia que me desagrada profundamente. Assim, prefiro acreditar que os obstáculos existem não para barrar a nossa caminhada, mas para nos lembrar que vencer significa estar também preparado para certos sacrifícios e para muitos testes de resistência e determinação.
Não é nada fácil ser um resiliente, mas os especialistas dão algumas dicas que podem ser um ponto de partida. Uma delas diz respeito à primeira reação que se deve ter no instante em que surge a crise. É importante formular uma explicação para o que está ocorrendo, analisar as circunstâncias, a sequência dos fatos e as razões da adversidade. Paralelo a isso, tentar entender os próprios sentimentos em relação ao processo como um todo.
O passo seguinte é pensar nas possíveis estratégias do que fazer ao sair da crise. Afinal, projetar-se no futuro é sempre uma boa saída para suportar a dor do momento. Mas é fundamental ter em mente que é no presente que a mudança acontece. Assim como é essencial não depositar nos outros a tarefa de salvador da pátria. Estabelecer laços com pessoas que podem representar coragem e estímulo é uma coisa, mas deve ser de cada um a responsabilidade de se resgatar do fundo do poço.
Vale a pena ainda valorizar as pequenas vitórias, pois isso traz autoconfiança e serve de impulso para se tentar chegar a outras. Por fim, o verdadeiro resiliente não pensa apenas em si, mas nos que vão se beneficiar com as suas conquistas ou tomá-las como exemplo. No mais, é pagar para ver.
Disponível em:<http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/literatura/em-busca-resiliencia-1.htm>.
Acesso em 18 abr. 2016.
No texto “Em busca da resiliência”, percebe-se, nas entrelinhas, uma mensagem de tom
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Em busca da resiliência
Roberto D’arte
Vivemos tempos difíceis em que os problemas de fundo emocional parecem não poupar ninguém. Se deixar abater e fazer da própria existência um muro de lamentações é uma ideia que me desagrada profundamente. Assim, prefiro acreditar que os obstáculos existem não para barrar a nossa caminhada, mas para nos lembrar que vencer significa estar também preparado para certos sacrifícios e para muitos testes de resistência e determinação.
Não é nada fácil ser um resiliente, mas os especialistas dão algumas dicas que podem ser um ponto de partida. Uma delas diz respeito à primeira reação que se deve ter no instante em que surge a crise. É importante formular uma explicação para o que está ocorrendo, analisar as circunstâncias, a sequência dos fatos e as razões da adversidade. Paralelo a isso, tentar entender os próprios sentimentos em relação ao processo como um todo.
O passo seguinte é pensar nas possíveis estratégias do que fazer ao sair da crise. Afinal, projetar-se no futuro é sempre uma boa saída para suportar a dor do momento. Mas é fundamental ter em mente que é no presente que a mudança acontece. Assim como é essencial não depositar nos outros a tarefa de salvador da pátria. Estabelecer laços com pessoas que podem representar coragem e estímulo é uma coisa, mas deve ser de cada um a responsabilidade de se resgatar do fundo do poço.
Vale a pena ainda valorizar as pequenas vitórias, pois isso traz autoconfiança e serve de impulso para se tentar chegar a outras. Por fim, o verdadeiro resiliente não pensa apenas em si, mas nos que vão se beneficiar com as suas conquistas ou tomá-las como exemplo. No mais, é pagar para ver.
Disponível em:<http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/literatura/em-busca-resiliencia-1.htm>.
Acesso em 18 abr. 2016.
Quanto às noções de morfologia, é incorreto afirmar que
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Tempos de resiliência
JORGE BARUDY LABRIN
É a palavra da moda empregada por políticos, esportistas e gurus da autoajuda
Resiliência designa a capacidade humana de superar traumas e feridas. Não é uma receita para a felicidade, mas uma atitude vital positiva que estimula a reparar os danos sofridos. As experiências de órfãos, crianças maltratadas ou abandonadas; de mulheres que sofreram com a violência machista de seus maridos; de vítimas de guerras, de tortura, de catástrofes naturais, ou de doenças permitiram constatar que muitas pessoas não se prendem a seus traumas a vida toda, mas contam com esse antídoto. Só precisam encontrar ambientes interpessoais e sociais que as ajudem a conhecer o valor terapêutico da solidariedade e do amor, porque são reconhecidos como afetados por experiências injustas e degradantes. Porque a resiliência dificilmente pode brotar na solidão. A confiança e a solidariedade de outras pessoas é condição imprescindível para que qualquer pessoa ferida por uma experiência traumática recupere a confiança em si mesma e na condição humana.
O termo tem sua origem na Física. É a capacidade que um material tem de resistir a um impacto e recuperar sua forma original. Uma bola de borracha é um objeto resiliente, ao contrário do vidro de uma janela que, diante de um impacto, se estilhaça e não recupera sua forma anterior. Este fenômeno físico serviu de metáfora para o ser humano, que pode receber o impacto de um trauma e seguir adiante sem se destruir.
Disponível em:<http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/22/ciencia/1458660245_345067.html?rel=mas>.
Acesso em 18 abr. 2016.
Todos os fatos abaixo são citados no texto como causas de traumas vivenciados por pessoas resilientes, exceto
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Tempos de resiliência
JORGE BARUDY LABRIN
É a palavra da moda empregada por políticos, esportistas e gurus da autoajuda
Resiliência designa a capacidade humana de superar traumas e feridas. Não é uma receita para a felicidade, mas uma atitude vital positiva que estimula a reparar os danos sofridos. As experiências de órfãos, crianças maltratadas ou abandonadas; de mulheres que sofreram com a violência machista de seus maridos; de vítimas de guerras, de tortura, de catástrofes naturais, ou de doenças permitiram constatar que muitas pessoas não se prendem a seus traumas a vida toda, mas contam com esse antídoto. Só precisam encontrar ambientes interpessoais e sociais que as ajudem a conhecer o valor terapêutico da solidariedade e do amor, porque são reconhecidos como afetados por experiências injustas e degradantes. Porque a resiliência dificilmente pode brotar na solidão. A confiança e a solidariedade de outras pessoas é condição imprescindível para que qualquer pessoa ferida por uma experiência traumática recupere a confiança em si mesma e na condição humana.
O termo tem sua origem na Física. É a capacidade que um material tem de resistir a um impacto e recuperar sua forma original. Uma bola de borracha é um objeto resiliente, ao contrário do vidro de uma janela que, diante de um impacto, se estilhaça e não recupera sua forma anterior. Este fenômeno físico serviu de metáfora para o ser humano, que pode receber o impacto de um trauma e seguir adiante sem se destruir.
Disponível em:<http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/22/ciencia/1458660245_345067.html?rel=mas>.
Acesso em 18 abr. 2016.
Uma das características formais da estrutura textual em que se enquadra o texto “Tempos de resiliência” é a presença de
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Entre as características do documento tipo memorando, pode-se afirmar que
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2535128
Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Monte Alegre-PA
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Monte Alegre-PA
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Conforme estabelecido no 2º parágrafo do decreto nº 5.504, de 5 de agosto de 2005, a inviabilidade da utilização do pregão na forma eletrônica
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