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A área total do Município de Monte Alegre, em relação à do Município de Itaituba, representa
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Em busca da resiliência
Roberto D’arte
Vivemos tempos difíceis em que os problemas de fundo emocional parecem não poupar ninguém. Se deixar abater e fazer da própria existência um muro de lamentações é uma ideia que me desagrada profundamente. Assim, prefiro acreditar que os obstáculos existem não para barrar a nossa caminhada, mas para nos lembrar que vencer significa estar também preparado para certos sacrifícios e para muitos testes de resistência e determinação.
Não é nada fácil ser um resiliente, mas os especialistas dão algumas dicas que podem ser um ponto de partida. Uma delas diz respeito à primeira reação que se deve ter no instante em que surge a crise. É importante formular uma explicação para o que está ocorrendo, analisar as circunstâncias, a sequência dos fatos e as razões da adversidade. Paralelo a isso, tentar entender os próprios sentimentos em relação ao processo como um todo.
O passo seguinte é pensar nas possíveis estratégias do que fazer ao sair da crise. Afinal, projetar-se no futuro é sempre uma boa saída para suportar a dor do momento. Mas é fundamental ter em mente que é no presente que a mudança acontece. Assim como é essencial não depositar nos outros a tarefa de salvador da pátria. Estabelecer laços com pessoas que podem representar coragem e estímulo é uma coisa, mas deve ser de cada um a responsabilidade de se resgatar do fundo do poço.
Vale a pena ainda valorizar as pequenas vitórias, pois isso traz autoconfiança e serve de impulso para se tentar chegar a outras. Por fim, o verdadeiro resiliente não pensa apenas em si, mas nos que vão se beneficiar com as suas conquistas ou tomá-las como exemplo. No mais, é pagar para ver.
Disponível em:<http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/literatura/em-busca-resiliencia-1.htm>.
Acesso em 18 abr. 2016.
No texto “Em busca da resiliência”, percebe-se, nas entrelinhas, uma mensagem de tom
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Espaço vital
Moacyr Scliar
Tão logo sentaram e afivelaram os cintos de segurança ele sentiu que o conflito começaria a qualquer momento. O conflito pelo braço da poltrona, bem entendido, este território que, ao menos na classe econômica (para a executiva ele não tinha grana), é obrigatoriamente comum.
Como a mulher a seu lado, ele era corpulento; e o braço da poltrona, estreito, não acolheria os cotovelos de ambos. Breve estaria desencadeada a luta pelo espaço vital, talvez não tão sangrenta quanto a Segunda Guerra na Europa, mas mesmo assim encarniçada.
Ela tomou a iniciativa. Tão logo o avião decolou, e antes mesmo que a comissária anunciasse: "Nosso tempo de voo será de..." ela abriu o jornal. Um jornal grande, não um tabloide, não uma revista. Jornalão, com muita coisa para ler, editoriais, artigos, reportagens. E, o jornal aberto, ela naturalmente ancorou o cotovelo no braço da poltrona. Ancorou-o numa posição que não permitiria o ingresso ali de qualquer outro cotovelo.
Ele também tinha um jornal. Ele também era um leitor assíduo. Mas a verdade é que ela se antecipara na manobra, e agora qualquer tentativa dele no sentido de manifestar interesse nas notícias do país e do mundo não passaria de uma medíocre, e até vergonhosa, imitação. Portanto, um a zero para ela.
Mas ele não desistiria. Desistir? De maneira alguma. Como se diz no Sul: "Não está morto quem peleia", e ele ainda tinha muito a pelear. Agora, porém, adotaria uma tática diversa. Uma falsa retirada, destinada a dar à dona do poderoso cotovelo uma ilusória sensação de definitiva vitória. Inclinou a poltrona, bocejou, fechou os olhos e fingiu dormir.
Mas, por entre as pálpebras semicerradas, observava-a. Aparentemente, ela continuava absorvida na leitura. Ele resolveu tentar um ataque sub-reptício, tipo atentado terrorista. Como se fosse um movimento automático, colocou o cotovelo sobre o braço da poltrona. Torceu para que a aeronave entrasse numa área de turbulência, o que acabou acontecendo.
No primeiro solavanco o cotovelo dele empurrou, como que por acidente, o cotovelo dela para fora. E ali ficou triunfante, como aqueles soldados que, na batalha de Iwo Jima, desfraldaram a bandeira americana.
Ela continuava lendo o jornal. Mas ele sabia que, no fundo, ela estava remoendo a raiva e planejando a vingança. Que planejasse. Ele não entregaria jamais a sua conquista.
E aí o problema, o inesperado problema. De repente sentiu vontade de urinar. Muita vontade de urinar. Que fazer?
Se levantasse, perderia o braço da poltrona e nunca mais o recuperaria. Durante longos minutos debateu-se em dúvida cruel. E aí, misericordiosamente, o comandante anunciou que estavam pousando.
Ela fechou o jornal, voltou-se para ele:
- Você sabe que dia é hoje?
Ele não sabia. Ela sorriu, como mãe diante de filho travesso, e revelou: era o aniversário de casamento de ambos. Trinta e cinco anos de matrimônio. Trinta e cinco anos partilhando sonhos, angústias, o cuidado dos filhos. E ah, sim, braços de poltrona em aviões.
Disponível em: http://www.academia.org.br/artigos/espaco-vital-0.
Acesso em: 15 maio 2016.
Segundo as normas de pontuação, é correto afirmar que
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NA QUESTÃO, CONSIDERE QUE, NA FIGURA ABAIXO, A PRAÇA SITUADA EM FRENTE DA IGREJA TEM FORMA APROXIMADAMENTE RETANGULAR, MEDINDO 100 METROS DE LARGURA E 200 METROS DE COMPRIMENTO.

Para cercar a praça externamente com uma corda, é necessário medir
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Em busca da resiliência
Roberto D’arte
Vivemos tempos difíceis em que os problemas de fundo emocional parecem não poupar ninguém. Se deixar abater e fazer da própria existência um muro de lamentações é uma ideia que me desagrada profundamente. Assim, prefiro acreditar que os obstáculos existem não para barrar a nossa caminhada, mas para nos lembrar que vencer significa estar também preparado para certos sacrifícios e para muitos testes de resistência e determinação.
Não é nada fácil ser um resiliente, mas os especialistas dão algumas dicas que podem ser um ponto de partida. Uma delas diz respeito à primeira reação que se deve ter no instante em que surge a crise. É importante formular uma explicação para o que está ocorrendo, analisar as circunstâncias, a sequência dos fatos e as razões da adversidade. Paralelo a isso, tentar entender os próprios sentimentos em relação ao processo como um todo.
O passo seguinte é pensar nas possíveis estratégias do que fazer ao sair da crise. Afinal, projetar-se no futuro é sempre uma boa saída para suportar a dor do momento. Mas é fundamental ter em mente que é no presente que a mudança acontece. Assim como é essencial não depositar nos outros a tarefa de salvador da pátria. Estabelecer laços com pessoas que podem representar coragem e estímulo é uma coisa, mas deve ser de cada um a responsabilidade de se resgatar do fundo do poço.
Vale a pena ainda valorizar as pequenas vitórias, pois isso traz autoconfiança e serve de impulso para se tentar chegar a outras. Por fim, o verdadeiro resiliente não pensa apenas em si, mas nos que vão se beneficiar com as suas conquistas ou tomá-las como exemplo. No mais, é pagar para ver.
Disponível em:<http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/literatura/em-busca-resiliencia-1.htm>.
Acesso em 18 abr. 2016.
Quanto às noções de morfologia, é incorreto afirmar que
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LEIA O TEXTO A SEGUIR PARA RESPONDER A QUESTÃO.
Tempos de resiliência
JORGE BARUDY LABRIN
É a palavra da moda empregada por políticos, esportistas e gurus da autoajuda
Resiliência designa a capacidade humana de superar traumas e feridas. Não é uma receita para a felicidade, mas uma atitude vital positiva que estimula a reparar os danos sofridos. As experiências de órfãos, crianças maltratadas ou abandonadas; de mulheres que sofreram com a violência machista de seus maridos; de vítimas de guerras, de tortura, de catástrofes naturais, ou de doenças permitiram constatar que muitas pessoas não se prendem a seus traumas a vida toda, mas contam com esse antídoto. Só precisam encontrar ambientes interpessoais e sociais que as ajudem a conhecer o valor terapêutico da solidariedade e do amor, porque são reconhecidos como afetados por experiências injustas e degradantes. Porque a resiliência dificilmente pode brotar na solidão. A confiança e a solidariedade de outras pessoas é condição imprescindível para que qualquer pessoa ferida por uma experiência traumática recupere a confiança em si mesma e na condição humana.
O termo tem sua origem na Física. É a capacidade que um material tem de resistir a um impacto e recuperar sua forma original. Uma bola de borracha é um objeto resiliente, ao contrário do vidro de uma janela que, diante de um impacto, se estilhaça e não recupera sua forma anterior. Este fenômeno físico serviu de metáfora para o ser humano, que pode receber o impacto de um trauma e seguir adiante sem se destruir.
Disponível em:<http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/22/ciencia/1458660245_345067.html?rel=mas>.
Acesso em 18 abr. 2016.
Todos os fatos abaixo são citados no texto como causas de traumas vivenciados por pessoas resilientes, exceto
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Se dois milheiros e meio de telhas de barro custam R$ 3.000,00, um milheiro custará
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NA QUESTÃO, CONSIDERE QUE, NA FIGURA ABAIXO, A PRAÇA SITUADA EM FRENTE DA IGREJA TEM FORMA APROXIMADAMENTE RETANGULAR, MEDINDO 100 METROS DE LARGURA E 200 METROS DE COMPRIMENTO.

O perímetro dessa praça, mede, aproximadamente
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Espaço vital
Moacyr Scliar
Tão logo sentaram e afivelaram os cintos de segurança ele sentiu que o conflito começaria a qualquer momento. O conflito pelo braço da poltrona, bem entendido, este território que, ao menos na classe econômica (para a executiva ele não tinha grana), é obrigatoriamente comum.
Como a mulher a seu lado, ele era corpulento; e o braço da poltrona, estreito, não acolheria os cotovelos de ambos. Breve estaria desencadeada a luta pelo espaço vital, talvez não tão sangrenta quanto a Segunda Guerra na Europa, mas mesmo assim encarniçada.
Ela tomou a iniciativa. Tão logo o avião decolou, e antes mesmo que a comissária anunciasse: "Nosso tempo de voo será de..." ela abriu o jornal. Um jornal grande, não um tabloide, não uma revista. Jornalão, com muita coisa para ler, editoriais, artigos, reportagens. E, o jornal aberto, ela naturalmente ancorou o cotovelo no braço da poltrona. Ancorou-o numa posição que não permitiria o ingresso ali de qualquer outro cotovelo.
Ele também tinha um jornal. Ele também era um leitor assíduo. Mas a verdade é que ela se antecipara na manobra, e agora qualquer tentativa dele no sentido de manifestar interesse nas notícias do país e do mundo não passaria de uma medíocre, e até vergonhosa, imitação. Portanto, um a zero para ela.
Mas ele não desistiria. Desistir? De maneira alguma. Como se diz no Sul: "Não está morto quem peleia", e ele ainda tinha muito a pelear. Agora, porém, adotaria uma tática diversa. Uma falsa retirada, destinada a dar à dona do poderoso cotovelo uma ilusória sensação de definitiva vitória. Inclinou a poltrona, bocejou, fechou os olhos e fingiu dormir.
Mas, por entre as pálpebras semicerradas, observava-a. Aparentemente, ela continuava absorvida na leitura. Ele resolveu tentar um ataque sub-reptício, tipo atentado terrorista. Como se fosse um movimento automático, colocou o cotovelo sobre o braço da poltrona. Torceu para que a aeronave entrasse numa área de turbulência, o que acabou acontecendo.
No primeiro solavanco o cotovelo dele empurrou, como que por acidente, o cotovelo dela para fora. E ali ficou triunfante, como aqueles soldados que, na batalha de Iwo Jima, desfraldaram a bandeira americana.
Ela continuava lendo o jornal. Mas ele sabia que, no fundo, ela estava remoendo a raiva e planejando a vingança. Que planejasse. Ele não entregaria jamais a sua conquista.
E aí o problema, o inesperado problema. De repente sentiu vontade de urinar. Muita vontade de urinar. Que fazer?
Se levantasse, perderia o braço da poltrona e nunca mais o recuperaria. Durante longos minutos debateu-se em dúvida cruel. E aí, misericordiosamente, o comandante anunciou que estavam pousando.
Ela fechou o jornal, voltou-se para ele:
- Você sabe que dia é hoje?
Ele não sabia. Ela sorriu, como mãe diante de filho travesso, e revelou: era o aniversário de casamento de ambos. Trinta e cinco anos de matrimônio. Trinta e cinco anos partilhando sonhos, angústias, o cuidado dos filhos. E ah, sim, braços de poltrona em aviões.
Disponível em: http://www.academia.org.br/artigos/espaco-vital-0.
Acesso em: 15 maio 2016.
Releia o trecho reproduzido a seguir:
“Um jornal grande, não um tabloide, não uma revista. Jornalão, com muita coisa para ler, editoriais, artigos, reportagens”.
Eliminando-se o ponto, as orações poderiam ser reunidas, sem alteração do sentido original do texto, como se propõe em
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LEIA O TEXTO A SEGUIR PARA RESPONDER A QUESTÃO.
Tempos de resiliência
JORGE BARUDY LABRIN
É a palavra da moda empregada por políticos, esportistas e gurus da autoajuda
Resiliência designa a capacidade humana de superar traumas e feridas. Não é uma receita para a felicidade, mas uma atitude vital positiva que estimula a reparar os danos sofridos. As experiências de órfãos, crianças maltratadas ou abandonadas; de mulheres que sofreram com a violência machista de seus maridos; de vítimas de guerras, de tortura, de catástrofes naturais, ou de doenças permitiram constatar que muitas pessoas não se prendem a seus traumas a vida toda, mas contam com esse antídoto. Só precisam encontrar ambientes interpessoais e sociais que as ajudem a conhecer o valor terapêutico da solidariedade e do amor, porque são reconhecidos como afetados por experiências injustas e degradantes. Porque a resiliência dificilmente pode brotar na solidão. A confiança e a solidariedade de outras pessoas é condição imprescindível para que qualquer pessoa ferida por uma experiência traumática recupere a confiança em si mesma e na condição humana.
O termo tem sua origem na Física. É a capacidade que um material tem de resistir a um impacto e recuperar sua forma original. Uma bola de borracha é um objeto resiliente, ao contrário do vidro de uma janela que, diante de um impacto, se estilhaça e não recupera sua forma anterior. Este fenômeno físico serviu de metáfora para o ser humano, que pode receber o impacto de um trauma e seguir adiante sem se destruir.
Disponível em:<http://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/22/ciencia/1458660245_345067.html?rel=mas>.
Acesso em 18 abr. 2016.
Uma das características formais da estrutura textual em que se enquadra o texto “Tempos de resiliência” é a presença de
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