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Foram encontradas 40 questões.

1506414 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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Em uma tabela criada no MS Word 2007, como a mostrada a seguir, é possível a inserção de fórmulas para cálculo de um somatório.
Nome Valor
Edgar 35,67
Arthur 16,56
Manoel 134,34
Total
Na linha Total, coluna Valor, deve-se clicar no local da inserção da fórmula e
 

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1371100 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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O texto reproduzido a seguir servirá de base para a questão desta prova.
À espera de um milagre
Edson Franco
Quando estiver pronto para receber a Copa de 2014, o estádio do Maracanã terá uma capacidade para 76 mil pessoas. Kiribati, país que ocupa um arquipélago no Pacífico, está se preparando para despachar dois Maracanãs lotados para uma nação vizinha. Isso porque as ilhotas correm o risco de chegar ao final deste século engolidas pelo oceano. O processo parece irreversível: o aquecimento global derrete calotas polares, o nível do mar sobe e cobre uma região cujo ponto mais elevado não passa dos sete metros. Se o plano de deslocar a população se concretizar, será a maior migração forçada pelo clima da história.
Todo começo de ano, os kiribatianos são lembrados de que a necessidade de arrumar as malas se aproxima. Cada vez mais violentas, as ondas invadem as ruas de areia do arquipélago, destroem casas, espalham lixo e criam gigantescas poças permanentes. Outras soluções foram imaginadas. Primeiro, cercar as ilhas com paredões, ao custo de US$ 1 bilhão cada um. Pelo dobro disso, o governo cogitou produzir ilhas artificiais e flutuantes, similares às plataformas de petróleo. Nenhuma das ideias se mostrou viável.
O presidente Anote Tong não viu outra saída que não bater na porta do governo das Ilhas Fiji e iniciar a negociação para a compra de uma área de 20 quilômetros quadrados para dar uma nova casa para os kiribatianos. Tong não planeja embarcar todos os seus conterrâneos de uma vez. “Eles precisam encontrar empregos, não na condição de refugiados, mas como imigrantes com habilidades para oferecer”, disse ele em entrevista ao Canal One, de Fiji. Para facilitar a adaptação dos kiribatianos ao novo território, o governo já colocou em prática o programa Educação para a Migração.
De longe, moradores de outras ilhas acompanham com apreensão o caso de Kiribati. Se as previsões mais pessimistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas se confirmarem, os oceanos chegarão ao final do século 59 cm mais altos. Isso varreria do mapa o arquipélago de Tuvalu e as Ilhas Maldivas. Por enquanto, os tuvaluanos ainda acreditam que diques e muros podem resolver o problema. Mais atento ao exemplo de Kiribati, o governo das Maldivas já estuda comprar terras em outros países.
Para quem estuda os povos que se espalham pelas ilhas do Pacífico, o fato de as migrações forçadas pelo clima começarem por ali é um problema menor. Nascido nas Ilhas Fiji, o escritor e antropólogo Epeli Hau’ofa é autor do livro “Our Sea of Islands” (Nosso mar de ilhas), inédito no Brasil, e defende que os habitantes desses arquipélagos são historicamente grandes viajantes. A diferença é que, em vez de expandir seus horizontes, agora eles vão viajar porque a casa deles deixará de existir.
Istoé, 23 de março de 2012
As orações “porque a casa deles deixará de existir” e “para receber a copa de 2014” traduzem, respectivamente, a ideia de
 

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1370985 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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No windows XP, o uso de teclas de atalho é importante para o aumento da produtividade de um digitador. As combinações <ALT>+<TAB>, <CTRL>+<C> e <SHIFT>+<DEL> servem, respectivamente, para:
 

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1370880 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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O texto reproduzido a seguir servirá de base para a questão desta prova.
À espera de um milagre
Edson Franco
Quando estiver pronto para receber a Copa de 2014, o estádio do Maracanã terá uma capacidade para 76 mil pessoas. Kiribati, país que ocupa um arquipélago no Pacífico, está se preparando para despachar dois Maracanãs lotados para uma nação vizinha. Isso porque as ilhotas correm o risco de chegar ao final deste século engolidas pelo oceano. O processo parece irreversível: o aquecimento global derrete calotas polares, o nível do mar sobe e cobre uma região cujo ponto mais elevado não passa dos sete metros. Se o plano de deslocar a população se concretizar, será a maior migração forçada pelo clima da história.
Todo começo de ano, os kiribatianos são lembrados de que a necessidade de arrumar as malas se aproxima. Cada vez mais violentas, as ondas invadem as ruas de areia do arquipélago, destroem casas, espalham lixo e criam gigantescas poças permanentes. Outras soluções foram imaginadas. Primeiro, cercar as ilhas com paredões, ao custo de US$ 1 bilhão cada um. Pelo dobro disso, o governo cogitou produzir ilhas artificiais e flutuantes, similares às plataformas de petróleo. Nenhuma das ideias se mostrou viável.
O presidente Anote Tong não viu outra saída que não bater na porta do governo das Ilhas Fiji e iniciar a negociação para a compra de uma área de 20 quilômetros quadrados para dar uma nova casa para os kiribatianos. Tong não planeja embarcar todos os seus conterrâneos de uma vez. “Eles precisam encontrar empregos, não na condição de refugiados, mas como imigrantes com habilidades para oferecer”, disse ele em entrevista ao Canal One, de Fiji. Para facilitar a adaptação dos kiribatianos ao novo território, o governo já colocou em prática o programa Educação para a Migração.
De longe, moradores de outras ilhas acompanham com apreensão o caso de Kiribati. Se as previsões mais pessimistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas se confirmarem, os oceanos chegarão ao final do século 59 cm mais altos. Isso varreria do mapa o arquipélago de Tuvalu e as Ilhas Maldivas. Por enquanto, os tuvaluanos ainda acreditam que diques e muros podem resolver o problema. Mais atento ao exemplo de Kiribati, o governo das Maldivas já estuda comprar terras em outros países.
Para quem estuda os povos que se espalham pelas ilhas do Pacífico, o fato de as migrações forçadas pelo clima começarem por ali é um problema menor. Nascido nas Ilhas Fiji, o escritor e antropólogo Epeli Hau’ofa é autor do livro “Our Sea of Islands” (Nosso mar de ilhas), inédito no Brasil, e defende que os habitantes desses arquipélagos são historicamente grandes viajantes. A diferença é que, em vez de expandir seus horizontes, agora eles vão viajar porque a casa deles deixará de existir.
Istoé, 23 de março de 2012
Considerando a intenção comunicativa prioritária, é correto afirmar que a sequência textual dominante é
 

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1370291 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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O texto reproduzido a seguir servirá de base para a questão desta prova.
À espera de um milagre
Edson Franco
Quando estiver pronto para receber a Copa de 2014, o estádio do Maracanã terá uma capacidade para 76 mil pessoas. Kiribati, país que ocupa um arquipélago no Pacífico, está se preparando para despachar dois Maracanãs lotados para uma nação vizinha. Isso porque as ilhotas correm o risco de chegar ao final deste século engolidas pelo oceano. O processo parece irreversível: o aquecimento global derrete calotas polares, o nível do mar sobe e cobre uma região cujo ponto mais elevado não passa dos sete metros. Se o plano de deslocar a população se concretizar, será a maior migração forçada pelo clima da história.
Todo começo de ano, os kiribatianos são lembrados de que a necessidade de arrumar as malas se aproxima. Cada vez mais violentas, as ondas invadem as ruas de areia do arquipélago, destroem casas, espalham lixo e criam gigantescas poças permanentes. Outras soluções foram imaginadas. Primeiro, cercar as ilhas com paredões, ao custo de US$ 1 bilhão cada um. Pelo dobro disso, o governo cogitou produzir ilhas artificiais e flutuantes, similares às plataformas de petróleo. Nenhuma das ideias se mostrou viável.
O presidente Anote Tong não viu outra saída que não bater na porta do governo das Ilhas Fiji e iniciar a negociação para a compra de uma área de 20 quilômetros quadrados para dar uma nova casa para os kiribatianos. Tong não planeja embarcar todos os seus conterrâneos de uma vez. “Eles precisam encontrar empregos, não na condição de refugiados, mas como imigrantes com habilidades para oferecer”, disse ele em entrevista ao Canal One, de Fiji. Para facilitar a adaptação dos kiribatianos ao novo território, o governo já colocou em prática o programa Educação para a Migração.
De longe, moradores de outras ilhas acompanham com apreensão o caso de Kiribati. Se as previsões mais pessimistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas se confirmarem, os oceanos chegarão ao final do século 59 cm mais altos. Isso varreria do mapa o arquipélago de Tuvalu e as Ilhas Maldivas. Por enquanto, os tuvaluanos ainda acreditam que diques e muros podem resolver o problema. Mais atento ao exemplo de Kiribati, o governo das Maldivas já estuda comprar terras em outros países.
Para quem estuda os povos que se espalham pelas ilhas do Pacífico, o fato de as migrações forçadas pelo clima começarem por ali é um problema menor. Nascido nas Ilhas Fiji, o escritor e antropólogo Epeli Hau’ofa é autor do livro “Our Sea of Islands” (Nosso mar de ilhas), inédito no Brasil, e defende que os habitantes desses arquipélagos são historicamente grandes viajantes. A diferença é que, em vez de expandir seus horizontes, agora eles vão viajar porque a casa deles deixará de existir.
Istoé, 23 de março de 2012
A questão refere-se ao período reproduzido a seguir.
“O presidente Anote Tong não viu outra saída que não bater na porta do governo das Ilhas Fiji e iniciar a negociação para a compra de uma área de 20 quilômetros quadrados para dar uma nova casa para os kiribatianos.”
Uma redação mais coesa e que preserva o sentido desse período é apresentada em
 

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1368534 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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O texto reproduzido a seguir servirá de base para a questão desta prova.
À espera de um milagre
Edson Franco
Quando estiver pronto para receber a Copa de 2014, o estádio do Maracanã terá uma capacidade para 76 mil pessoas. Kiribati, país que ocupa um arquipélago no Pacífico, está se preparando para despachar dois Maracanãs lotados para uma nação vizinha. Isso porque as ilhotas correm o risco de chegar ao final deste século engolidas pelo oceano. O processo parece irreversível: o aquecimento global derrete calotas polares, o nível do mar sobe e cobre uma região cujo ponto mais elevado não passa dos sete metros. Se o plano de deslocar a população se concretizar, será a maior migração forçada pelo clima da história.
Todo começo de ano, os kiribatianos são lembrados de que a necessidade de arrumar as malas se aproxima. Cada vez mais violentas, as ondas invadem as ruas de areia do arquipélago, destroem casas, espalham lixo e criam gigantescas poças permanentes. Outras soluções foram imaginadas. Primeiro, cercar as ilhas com paredões, ao custo de US$ 1 bilhão cada um. Pelo dobro disso, o governo cogitou produzir ilhas artificiais e flutuantes, similares às plataformas de petróleo. Nenhuma das ideias se mostrou viável.
O presidente Anote Tong não viu outra saída que não bater na porta do governo das Ilhas Fiji e iniciar a negociação para a compra de uma área de 20 quilômetros quadrados para dar uma nova casa para os kiribatianos. Tong não planeja embarcar todos os seus conterrâneos de uma vez. “Eles precisam encontrar empregos, não na condição de refugiados, mas como imigrantes com habilidades para oferecer”, disse ele em entrevista ao Canal One, de Fiji. Para facilitar a adaptação dos kiribatianos ao novo território, o governo já colocou em prática o programa Educação para a Migração.
De longe, moradores de outras ilhas acompanham com apreensão o caso de Kiribati. Se as previsões mais pessimistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas se confirmarem, os oceanos chegarão ao final do século 59 cm mais altos. Isso varreria do mapa o arquipélago de Tuvalu e as Ilhas Maldivas. Por enquanto, os tuvaluanos ainda acreditam que diques e muros podem resolver o problema. Mais atento ao exemplo de Kiribati, o governo das Maldivas já estuda comprar terras em outros países.
Para quem estuda os povos que se espalham pelas ilhas do Pacífico, o fato de as migrações forçadas pelo clima começarem por ali é um problema menor. Nascido nas Ilhas Fiji, o escritor e antropólogo Epeli Hau’ofa é autor do livro “Our Sea of Islands” (Nosso mar de ilhas), inédito no Brasil, e defende que os habitantes desses arquipélagos são historicamente grandes viajantes. A diferença é que, em vez de expandir seus horizontes, agora eles vão viajar porque a casa deles deixará de existir.
Istoé, 23 de março de 2012
O período que expressa uma ideia contida no texto é:
 

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1368184 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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A tecla <Num Lock> serve para
 

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1366340 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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O texto reproduzido a seguir servirá de base para a questão desta prova.
À espera de um milagre
Edson Franco
Quando estiver pronto para receber a Copa de 2014, o estádio do Maracanã terá uma capacidade para 76 mil pessoas. Kiribati, país que ocupa um arquipélago no Pacífico, está se preparando para despachar dois Maracanãs lotados para uma nação vizinha. Isso porque as ilhotas correm o risco de chegar ao final deste século engolidas pelo oceano. O processo parece irreversível: o aquecimento global derrete calotas polares, o nível do mar sobe e cobre uma região cujo ponto mais elevado não passa dos sete metros. Se o plano de deslocar a população se concretizar, será a maior migração forçada pelo clima da história.
Todo começo de ano, os kiribatianos são lembrados de que a necessidade de arrumar as malas se aproxima. Cada vez mais violentas, as ondas invadem as ruas de areia do arquipélago, destroem casas, espalham lixo e criam gigantescas poças permanentes. Outras soluções foram imaginadas. Primeiro, cercar as ilhas com paredões, ao custo de US$ 1 bilhão cada um. Pelo dobro disso, o governo cogitou produzir ilhas artificiais e flutuantes, similares às plataformas de petróleo. Nenhuma das ideias se mostrou viável.
O presidente Anote Tong não viu outra saída que não bater na porta do governo das Ilhas Fiji e iniciar a negociação para a compra de uma área de 20 quilômetros quadrados para dar uma nova casa para os kiribatianos. Tong não planeja embarcar todos os seus conterrâneos de uma vez. “Eles precisam encontrar empregos, não na condição de refugiados, mas como imigrantes com habilidades para oferecer”, disse ele em entrevista ao Canal One, de Fiji. Para facilitar a adaptação dos kiribatianos ao novo território, o governo já colocou em prática o programa Educação para a Migração.
De longe, moradores de outras ilhas acompanham com apreensão o caso de Kiribati. Se as previsões mais pessimistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas se confirmarem, os oceanos chegarão ao final do século 59 cm mais altos. Isso varreria do mapa o arquipélago de Tuvalu e as Ilhas Maldivas. Por enquanto, os tuvaluanos ainda acreditam que diques e muros podem resolver o problema. Mais atento ao exemplo de Kiribati, o governo das Maldivas já estuda comprar terras em outros países.
Para quem estuda os povos que se espalham pelas ilhas do Pacífico, o fato de as migrações forçadas pelo clima começarem por ali é um problema menor. Nascido nas Ilhas Fiji, o escritor e antropólogo Epeli Hau’ofa é autor do livro “Our Sea of Islands” (Nosso mar de ilhas), inédito no Brasil, e defende que os habitantes desses arquipélagos são historicamente grandes viajantes. A diferença é que, em vez de expandir seus horizontes, agora eles vão viajar porque a casa deles deixará de existir.
Istoé, 23 de março de 2012
Segundo o autor do texto,
 

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1366139 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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O texto reproduzido a seguir servirá de base para a questão desta prova.
À espera de um milagre
Edson Franco
Quando estiver pronto para receber a Copa de 2014, o estádio do Maracanã terá uma capacidade para 76 mil pessoas. Kiribati, país que ocupa um arquipélago no Pacífico, está se preparando para despachar dois Maracanãs lotados para uma nação vizinha. Isso porque as ilhotas correm o risco de chegar ao final deste século engolidas pelo oceano. O processo parece irreversível: o aquecimento global derrete calotas polares, o nível do mar sobe e cobre uma região cujo ponto mais elevado não passa dos sete metros. Se o plano de deslocar a população se concretizar, será a maior migração forçada pelo clima da história.
Todo começo de ano, os kiribatianos são lembrados de que a necessidade de arrumar as malas se aproxima. Cada vez mais violentas, as ondas invadem as ruas de areia do arquipélago, destroem casas, espalham lixo e criam gigantescas poças permanentes. Outras soluções foram imaginadas. Primeiro, cercar as ilhas com paredões, ao custo de US$ 1 bilhão cada um. Pelo dobro disso, o governo cogitou produzir ilhas artificiais e flutuantes, similares às plataformas de petróleo. Nenhuma das ideias se mostrou viável.
O presidente Anote Tong não viu outra saída que não bater na porta do governo das Ilhas Fiji e iniciar a negociação para a compra de uma área de 20 quilômetros quadrados para dar uma nova casa para os kiribatianos. Tong não planeja embarcar todos os seus conterrâneos de uma vez. “Eles precisam encontrar empregos, não na condição de refugiados, mas como imigrantes com habilidades para oferecer”, disse ele em entrevista ao Canal One, de Fiji. Para facilitar a adaptação dos kiribatianos ao novo território, o governo já colocou em prática o programa Educação para a Migração.
De longe, moradores de outras ilhas acompanham com apreensão o caso de Kiribati. Se as previsões mais pessimistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas se confirmarem, os oceanos chegarão ao final do século 59 cm mais altos. Isso varreria do mapa o arquipélago de Tuvalu e as Ilhas Maldivas. Por enquanto, os tuvaluanos ainda acreditam que diques e muros podem resolver o problema. Mais atento ao exemplo de Kiribati, o governo das Maldivas já estuda comprar terras em outros países.
Para quem estuda os povos que se espalham pelas ilhas do Pacífico, o fato de as migrações forçadas pelo clima começarem por ali é um problema menor. Nascido nas Ilhas Fiji, o escritor e antropólogo Epeli Hau’ofa é autor do livro “Our Sea of Islands” (Nosso mar de ilhas), inédito no Brasil, e defende que os habitantes desses arquipélagos são historicamente grandes viajantes. A diferença é que, em vez de expandir seus horizontes, agora eles vão viajar porque a casa deles deixará de existir.
Istoé, 23 de março de 2012
Sobre o título do texto, é correto afirmar que o uso do acento grave
 

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1366026 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
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O texto reproduzido a seguir servirá de base para a questão desta prova.
À espera de um milagre
Edson Franco
Quando estiver pronto para receber a Copa de 2014, o estádio do Maracanã terá uma capacidade para 76 mil pessoas. Kiribati, país que ocupa um arquipélago no Pacífico, está se preparando para despachar dois Maracanãs lotados para uma nação vizinha. Isso porque as ilhotas correm o risco de chegar ao final deste século engolidas pelo oceano. O processo parece irreversível: o aquecimento global derrete calotas polares, o nível do mar sobe e cobre uma região cujo ponto mais elevado não passa dos sete metros. Se o plano de deslocar a população se concretizar, será a maior migração forçada pelo clima da história.
Todo começo de ano, os kiribatianos são lembrados de que a necessidade de arrumar as malas se aproxima. Cada vez mais violentas, as ondas invadem as ruas de areia do arquipélago, destroem casas, espalham lixo e criam gigantescas poças permanentes. Outras soluções foram imaginadas. Primeiro, cercar as ilhas com paredões, ao custo de US$ 1 bilhão cada um. Pelo dobro disso, o governo cogitou produzir ilhas artificiais e flutuantes, similares às plataformas de petróleo. Nenhuma das ideias se mostrou viável.
O presidente Anote Tong não viu outra saída que não bater na porta do governo das Ilhas Fiji e iniciar a negociação para a compra de uma área de 20 quilômetros quadrados para dar uma nova casa para os kiribatianos. Tong não planeja embarcar todos os seus conterrâneos de uma vez. “Eles precisam encontrar empregos, não na condição de refugiados, mas como imigrantes com habilidades para oferecer”, disse ele em entrevista ao Canal One, de Fiji. Para facilitar a adaptação dos kiribatianos ao novo território, o governo já colocou em prática o programa Educação para a Migração.
De longe, moradores de outras ilhas acompanham com apreensão o caso de Kiribati. Se as previsões mais pessimistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas se confirmarem, os oceanos chegarão ao final do século 59 cm mais altos. Isso varreria do mapa o arquipélago de Tuvalu e as Ilhas Maldivas. Por enquanto, os tuvaluanos ainda acreditam que diques e muros podem resolver o problema. Mais atento ao exemplo de Kiribati, o governo das Maldivas já estuda comprar terras em outros países.
Para quem estuda os povos que se espalham pelas ilhas do Pacífico, o fato de as migrações forçadas pelo clima começarem por ali é um problema menor. Nascido nas Ilhas Fiji, o escritor e antropólogo Epeli Hau’ofa é autor do livro “Our Sea of Islands” (Nosso mar de ilhas), inédito no Brasil, e defende que os habitantes desses arquipélagos são historicamente grandes viajantes. A diferença é que, em vez de expandir seus horizontes, agora eles vão viajar porque a casa deles deixará de existir.
Istoé, 23 de março de 2012
O período “Isso porque as ilhotas correm o risco de chegar ao final deste século engolidas pelo oceano” apresenta-se com problemas de pontuação. A opção que apresenta uma pontuação de acordo com português padrão é:
 

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