Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1365667 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
Provas:
O texto reproduzido a seguir servirá de base para a questão desta prova.
À espera de um milagre
Edson Franco
Quando estiver pronto para receber a Copa de 2014, o estádio do Maracanã terá uma capacidade para 76 mil pessoas. Kiribati, país que ocupa um arquipélago no Pacífico, está se preparando para despachar dois Maracanãs lotados para uma nação vizinha. Isso porque as ilhotas correm o risco de chegar ao final deste século engolidas pelo oceano. O processo parece irreversível: o aquecimento global derrete calotas polares, o nível do mar sobe e cobre uma região cujo ponto mais elevado não passa dos sete metros. Se o plano de deslocar a população se concretizar, será a maior migração forçada pelo clima da história.
Todo começo de ano, os kiribatianos são lembrados de que a necessidade de arrumar as malas se aproxima. Cada vez mais violentas, as ondas invadem as ruas de areia do arquipélago, destroem casas, espalham lixo e criam gigantescas poças permanentes. Outras soluções foram imaginadas. Primeiro, cercar as ilhas com paredões, ao custo de US$ 1 bilhão cada um. Pelo dobro disso, o governo cogitou produzir ilhas artificiais e flutuantes, similares às plataformas de petróleo. Nenhuma das ideias se mostrou viável.
O presidente Anote Tong não viu outra saída que não bater na porta do governo das Ilhas Fiji e iniciar a negociação para a compra de uma área de 20 quilômetros quadrados para dar uma nova casa para os kiribatianos. Tong não planeja embarcar todos os seus conterrâneos de uma vez. “Eles precisam encontrar empregos, não na condição de refugiados, mas como imigrantes com habilidades para oferecer”, disse ele em entrevista ao Canal One, de Fiji. Para facilitar a adaptação dos kiribatianos ao novo território, o governo já colocou em prática o programa Educação para a Migração.
De longe, moradores de outras ilhas acompanham com apreensão o caso de Kiribati. Se as previsões mais pessimistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas se confirmarem, os oceanos chegarão ao final do século 59 cm mais altos. Isso varreria do mapa o arquipélago de Tuvalu e as Ilhas Maldivas. Por enquanto, os tuvaluanos ainda acreditam que diques e muros podem resolver o problema. Mais atento ao exemplo de Kiribati, o governo das Maldivas já estuda comprar terras em outros países.
Para quem estuda os povos que se espalham pelas ilhas do Pacífico, o fato de as migrações forçadas pelo clima começarem por ali é um problema menor. Nascido nas Ilhas Fiji, o escritor e antropólogo Epeli Hau’ofa é autor do livro “Our Sea of Islands” (Nosso mar de ilhas), inédito no Brasil, e defende que os habitantes desses arquipélagos são historicamente grandes viajantes. A diferença é que, em vez de expandir seus horizontes, agora eles vão viajar porque a casa deles deixará de existir.
Istoé, 23 de março de 2012
Considerando o texto em sua totalidade, a intenção comunicativa dominante é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1365548 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
Provas:
É possível configurar um teclado padrão americano internacional de 101 para digitar a letra Ç usando a sequência:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1365272 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
Provas:
Para organizar os arquivos em um computador, o Windows XP faz uso de pastas que podem conter arquivos e outras pastas, criando uma estrutura em árvore. Algumas pastas têm funções especiais. A pasta “Documents and Settings” guarda, originalmente,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1364966 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
Provas:
O texto reproduzido a seguir servirá de base para a questão desta prova.
À espera de um milagre
Edson Franco
Quando estiver pronto para receber a Copa de 2014, o estádio do Maracanã terá uma capacidade para 76 mil pessoas. Kiribati, país que ocupa um arquipélago no Pacífico, está se preparando para despachar dois Maracanãs lotados para uma nação vizinha. Isso porque as ilhotas correm o risco de chegar ao final deste século engolidas pelo oceano. O processo parece irreversível: o aquecimento global derrete calotas polares, o nível do mar sobe e cobre uma região cujo ponto mais elevado não passa dos sete metros. Se o plano de deslocar a população se concretizar, será a maior migração forçada pelo clima da história.
Todo começo de ano, os kiribatianos são lembrados de que a necessidade de arrumar as malas se aproxima. Cada vez mais violentas, as ondas invadem as ruas de areia do arquipélago, destroem casas, espalham lixo e criam gigantescas poças permanentes. Outras soluções foram imaginadas. Primeiro, cercar as ilhas com paredões, ao custo de US$ 1 bilhão cada um. Pelo dobro disso, o governo cogitou produzir ilhas artificiais e flutuantes, similares às plataformas de petróleo. Nenhuma das ideias se mostrou viável.
O presidente Anote Tong não viu outra saída que não bater na porta do governo das Ilhas Fiji e iniciar a negociação para a compra de uma área de 20 quilômetros quadrados para dar uma nova casa para os kiribatianos. Tong não planeja embarcar todos os seus conterrâneos de uma vez. “Eles precisam encontrar empregos, não na condição de refugiados, mas como imigrantes com habilidades para oferecer”, disse ele em entrevista ao Canal One, de Fiji. Para facilitar a adaptação dos kiribatianos ao novo território, o governo já colocou em prática o programa Educação para a Migração.
De longe, moradores de outras ilhas acompanham com apreensão o caso de Kiribati. Se as previsões mais pessimistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas se confirmarem, os oceanos chegarão ao final do século 59 cm mais altos. Isso varreria do mapa o arquipélago de Tuvalu e as Ilhas Maldivas. Por enquanto, os tuvaluanos ainda acreditam que diques e muros podem resolver o problema. Mais atento ao exemplo de Kiribati, o governo das Maldivas já estuda comprar terras em outros países.
Para quem estuda os povos que se espalham pelas ilhas do Pacífico, o fato de as migrações forçadas pelo clima começarem por ali é um problema menor. Nascido nas Ilhas Fiji, o escritor e antropólogo Epeli Hau’ofa é autor do livro “Our Sea of Islands” (Nosso mar de ilhas), inédito no Brasil, e defende que os habitantes desses arquipélagos são historicamente grandes viajantes. A diferença é que, em vez de expandir seus horizontes, agora eles vão viajar porque a casa deles deixará de existir.
Istoé, 23 de março de 2012
A frase que está de acordo com o português padrão escrito é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1363605 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
Provas:
O arranjo mais comum de teclas de um teclado é reconhecido pela disposição das seis primeiras letras (caracteres) do canto superior esquerdo. No padrão brasileiro, essas teclas são
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1356983 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
Provas:
O texto reproduzido a seguir servirá de base para a questão desta prova.
À espera de um milagre
Edson Franco
Quando estiver pronto para receber a Copa de 2014, o estádio do Maracanã terá uma capacidade para 76 mil pessoas. Kiribati, país que ocupa um arquipélago no Pacífico, está se preparando para despachar dois Maracanãs lotados para uma nação vizinha. Isso porque as ilhotas correm o risco de chegar ao final deste século engolidas pelo oceano. O processo parece irreversível: o aquecimento global derrete calotas polares, o nível do mar sobe e cobre uma região cujo ponto mais elevado não passa dos sete metros. Se o plano de deslocar a população se concretizar, será a maior migração forçada pelo clima da história.
Todo começo de ano, os kiribatianos são lembrados de que a necessidade de arrumar as malas se aproxima. Cada vez mais violentas, as ondas invadem as ruas de areia do arquipélago, destroem casas, espalham lixo e criam gigantescas poças permanentes. Outras soluções foram imaginadas. Primeiro, cercar as ilhas com paredões, ao custo de US$ 1 bilhão cada um. Pelo dobro disso, o governo cogitou produzir ilhas artificiais e flutuantes, similares às plataformas de petróleo. Nenhuma das ideias se mostrou viável.
O presidente Anote Tong não viu outra saída que não bater na porta do governo das Ilhas Fiji e iniciar a negociação para a compra de uma área de 20 quilômetros quadrados para dar uma nova casa para os kiribatianos. Tong não planeja embarcar todos os seus conterrâneos de uma vez. “Eles precisam encontrar empregos, não na condição de refugiados, mas como imigrantes com habilidades para oferecer”, disse ele em entrevista ao Canal One, de Fiji. Para facilitar a adaptação dos kiribatianos ao novo território, o governo já colocou em prática o programa Educação para a Migração.
De longe, moradores de outras ilhas acompanham com apreensão o caso de Kiribati. Se as previsões mais pessimistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas se confirmarem, os oceanos chegarão ao final do século 59 cm mais altos. Isso varreria do mapa o arquipélago de Tuvalu e as Ilhas Maldivas. Por enquanto, os tuvaluanos ainda acreditam que diques e muros podem resolver o problema. Mais atento ao exemplo de Kiribati, o governo das Maldivas já estuda comprar terras em outros países.
Para quem estuda os povos que se espalham pelas ilhas do Pacífico, o fato de as migrações forçadas pelo clima começarem por ali é um problema menor. Nascido nas Ilhas Fiji, o escritor e antropólogo Epeli Hau’ofa é autor do livro “Our Sea of Islands” (Nosso mar de ilhas), inédito no Brasil, e defende que os habitantes desses arquipélagos são historicamente grandes viajantes. A diferença é que, em vez de expandir seus horizontes, agora eles vão viajar porque a casa deles deixará de existir.
Istoé, 23 de março de 2012
A questão refere-se ao período reproduzido a seguir.
“O presidente Anote Tong não viu outra saída que não bater na porta do governo das Ilhas Fiji e iniciar a negociação para a compra de uma área de 20 quilômetros quadrados para dar uma nova casa para os kiribatianos.”
Os termos em destaque no período introduzem, respectivamente,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1354983 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
Provas:
Em um teclado, percebe-se marcas em relevo nas teclas F e J. Estas marcas servem para
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1354723 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
Provas:
No MS Word 2007, o botão que alinha o texto às margens esquerda e direita, simultaneamente, adicionando espaço extra entre as palavras, quando necessário é o
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1353889 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
Provas:
O modo de segurança inicia o Windows com um conjunto limitado de arquivos e drivers. Os programas de inicialização não são executados no modo de segurança e somente os drivers básicos necessários para iniciar o Windows são instalados. Para iniciar o computador no modo de segurança do Windows XP, deve-se manter a tecla
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1353108 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UFRN
Orgão: Câm. Mossoró-RN
Provas:
O teclado padrão ABNT2 difere do ABNT pelo arranjo das teclas e pela presença da tecla
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas