Foram encontradas 40 questões.
Leia o texto dos quadrinhos para responder à questão.

(Yorhán Araújo. Disponivel em: https://www.google.com.br. Acesso em 12.03.2018. Adaptado)
A leitura dos textos do 1º e do 2º quadrinho permite afirmar que a vida carrega em si
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A pontuação das frases está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Uma tia
A tia de Danuza era assim: magrinha, com os ombros curvados; era tão discreta que nunca ficava doente – e, se ficava, não dizia (para não dar despesa); por ser a mais velha de doze irmãos, ficou combinado que nunca se casaria. Naquele tempo, era assim: o destino da mais velha era ajudar a criar os mais novos e cuidar da mãe na velhice.
Como não tinha renda de nenhuma natureza, depois que a mãe morreu, passou a morar ora com uma irmã, ora com outra, fazendo a única coisa que sabia: ajudar. Um parente estava no hospital? Lá ia ela. Alguém da família teve um bebê? Lá estava ela, firme, dormindo em um colchonete para que a mãe da criança pudesse dormir. Caso se apegasse ao bebê, ninguém estava interessado. Depois de cumprida a missão, voltava para casa e não se falava mais naquilo, era um assunto morto.
É doloroso, mas faz parte da vida não dar valor às pessoas que certamente nos amaram. Quantos domingos Danuza ficava lendo e relendo jornais, sem chamar a tia para almoçar fora? Quantas vezes deixou de levar para ela uma caixa de sabonetes ou um frasco de colônia?
O tempo passou, a tia de Danuza morreu. As reações às vezes são lentas; um dia Danuza ficou doente e, no meio da dor, lembrou-se da tia, que teria cuidado dela. Lembrou-se da tia que sempre dizia: Vou rezar muito por você. E Danuza se ressente por nunca ter dito o quanto gostava da tia.
(Danuza Leão. As aparências enganam. São Paulo: Publifolha, 2004. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada qualifica (adjetiva) o vocábulo anterior.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Uma tia
A tia de Danuza era assim: magrinha, com os ombros curvados; era tão discreta que nunca ficava doente – e, se ficava, não dizia (para não dar despesa); por ser a mais velha de doze irmãos, ficou combinado que nunca se casaria. Naquele tempo, era assim: o destino da mais velha era ajudar a criar os mais novos e cuidar da mãe na velhice.
Como não tinha renda de nenhuma natureza, depois que a mãe morreu, passou a morar ora com uma irmã, ora com outra, fazendo a única coisa que sabia: ajudar. Um parente estava no hospital? Lá ia ela. Alguém da família teve um bebê? Lá estava ela, firme, dormindo em um colchonete para que a mãe da criança pudesse dormir. Caso se apegasse ao bebê, ninguém estava interessado. Depois de cumprida a missão, voltava para casa e não se falava mais naquilo, era um assunto morto.
É doloroso, mas faz parte da vida não dar valor às pessoas que certamente nos amaram. Quantos domingos Danuza ficava lendo e relendo jornais, sem chamar a tia para almoçar fora? Quantas vezes deixou de levar para ela uma caixa de sabonetes ou um frasco de colônia?
O tempo passou, a tia de Danuza morreu. As reações às vezes são lentas; um dia Danuza ficou doente e, no meio da dor, lembrou-se da tia, que teria cuidado dela. Lembrou-se da tia que sempre dizia: Vou rezar muito por você. E Danuza se ressente por nunca ter dito o quanto gostava da tia.
(Danuza Leão. As aparências enganam. São Paulo: Publifolha, 2004. Adaptado)
A alternativa em que há palavra empregada com sentido figurado é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Uma tia
A tia de Danuza era assim: magrinha, com os ombros curvados; era tão discreta que nunca ficava doente – e, se ficava, não dizia (para não dar despesa); por ser a mais velha de doze irmãos, ficou combinado que nunca se casaria. Naquele tempo, era assim: o destino da mais velha era ajudar a criar os mais novos e cuidar da mãe na velhice.
Como não tinha renda de nenhuma natureza, depois que a mãe morreu, passou a morar ora com uma irmã, ora com outra, fazendo a única coisa que sabia: ajudar. Um parente estava no hospital? Lá ia ela. Alguém da família teve um bebê? Lá estava ela, firme, dormindo em um colchonete para que a mãe da criança pudesse dormir. Caso se apegasse ao bebê, ninguém estava interessado. Depois de cumprida a missão, voltava para casa e não se falava mais naquilo, era um assunto morto.
É doloroso, mas faz parte da vida não dar valor às pessoas que certamente nos amaram. Quantos domingos Danuza ficava lendo e relendo jornais, sem chamar a tia para almoçar fora? Quantas vezes deixou de levar para ela uma caixa de sabonetes ou um frasco de colônia?
O tempo passou, a tia de Danuza morreu. As reações às vezes são lentas; um dia Danuza ficou doente e, no meio da dor, lembrou-se da tia, que teria cuidado dela. Lembrou-se da tia que sempre dizia: Vou rezar muito por você. E Danuza se ressente por nunca ter dito o quanto gostava da tia.
(Danuza Leão. As aparências enganam. São Paulo: Publifolha, 2004. Adaptado)
O verbo destacado está no tempo presente em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Uma tia
A tia de Danuza era assim: magrinha, com os ombros curvados; era tão discreta que nunca ficava doente – e, se ficava, não dizia (para não dar despesa); por ser a mais velha de doze irmãos, ficou combinado que nunca se casaria. Naquele tempo, era assim: o destino da mais velha era ajudar a criar os mais novos e cuidar da mãe na velhice.
Como não tinha renda de nenhuma natureza, depois que a mãe morreu, passou a morar ora com uma irmã, ora com outra, fazendo a única coisa que sabia: ajudar. Um parente estava no hospital? Lá ia ela. Alguém da família teve um bebê? Lá estava ela, firme, dormindo em um colchonete para que a mãe da criança pudesse dormir. Caso se apegasse ao bebê, ninguém estava interessado. Depois de cumprida a missão, voltava para casa e não se falava mais naquilo, era um assunto morto.
É doloroso, mas faz parte da vida não dar valor às pessoas que certamente nos amaram. Quantos domingos Danuza ficava lendo e relendo jornais, sem chamar a tia para almoçar fora? Quantas vezes deixou de levar para ela uma caixa de sabonetes ou um frasco de colônia?
O tempo passou, a tia de Danuza morreu. As reações às vezes são lentas; um dia Danuza ficou doente e, no meio da dor, lembrou-se da tia, que teria cuidado dela. Lembrou-se da tia que sempre dizia: Vou rezar muito por você. E Danuza se ressente por nunca ter dito o quanto gostava da tia.
(Danuza Leão. As aparências enganam. São Paulo: Publifolha, 2004. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada estabelece sentido de finalidade.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Uma tia
A tia de Danuza era assim: magrinha, com os ombros curvados; era tão discreta que nunca ficava doente – e, se ficava, não dizia (para não dar despesa); por ser a mais velha de doze irmãos, ficou combinado que nunca se casaria. Naquele tempo, era assim: o destino da mais velha era ajudar a criar os mais novos e cuidar da mãe na velhice.
Como não tinha renda de nenhuma natureza, depois que a mãe morreu, passou a morar ora com uma irmã, ora com outra, fazendo a única coisa que sabia: ajudar. Um parente estava no hospital? Lá ia ela. Alguém da família teve um bebê? Lá estava ela, firme, dormindo em um colchonete para que a mãe da criança pudesse dormir. Caso se apegasse ao bebê, ninguém estava interessado. Depois de cumprida a missão, voltava para casa e não se falava mais naquilo, era um assunto morto.
É doloroso, mas faz parte da vida não dar valor às pessoas que certamente nos amaram. Quantos domingos Danuza ficava lendo e relendo jornais, sem chamar a tia para almoçar fora? Quantas vezes deixou de levar para ela uma caixa de sabonetes ou um frasco de colônia?
O tempo passou, a tia de Danuza morreu. As reações às vezes são lentas; um dia Danuza ficou doente e, no meio da dor, lembrou-se da tia, que teria cuidado dela. Lembrou-se da tia que sempre dizia: Vou rezar muito por você. E Danuza se ressente por nunca ter dito o quanto gostava da tia.
(Danuza Leão. As aparências enganam. São Paulo: Publifolha, 2004. Adaptado)
Na frase – As reações às vezes são lentas... – a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Uma tia
A tia de Danuza era assim: magrinha, com os ombros curvados; era tão discreta que nunca ficava doente – e, se ficava, não dizia (para não dar despesa); por ser a mais velha de doze irmãos, ficou combinado que nunca se casaria. Naquele tempo, era assim: o destino da mais velha era ajudar a criar os mais novos e cuidar da mãe na velhice.
Como não tinha renda de nenhuma natureza, depois que a mãe morreu, passou a morar ora com uma irmã, ora com outra, fazendo a única coisa que sabia: ajudar. Um parente estava no hospital? Lá ia ela. Alguém da família teve um bebê? Lá estava ela, firme, dormindo em um colchonete para que a mãe da criança pudesse dormir. Caso se apegasse ao bebê, ninguém estava interessado. Depois de cumprida a missão, voltava para casa e não se falava mais naquilo, era um assunto morto.
É doloroso, mas faz parte da vida não dar valor às pessoas que certamente nos amaram. Quantos domingos Danuza ficava lendo e relendo jornais, sem chamar a tia para almoçar fora? Quantas vezes deixou de levar para ela uma caixa de sabonetes ou um frasco de colônia?
O tempo passou, a tia de Danuza morreu. As reações às vezes são lentas; um dia Danuza ficou doente e, no meio da dor, lembrou-se da tia, que teria cuidado dela. Lembrou-se da tia que sempre dizia: Vou rezar muito por você. E Danuza se ressente por nunca ter dito o quanto gostava da tia.
(Danuza Leão. As aparências enganam. São Paulo: Publifolha, 2004. Adaptado)
O arrependimento de Danuza, segundo o último parágrafo, foi devido
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Uma tia
A tia de Danuza era assim: magrinha, com os ombros curvados; era tão discreta que nunca ficava doente – e, se ficava, não dizia (para não dar despesa); por ser a mais velha de doze irmãos, ficou combinado que nunca se casaria. Naquele tempo, era assim: o destino da mais velha era ajudar a criar os mais novos e cuidar da mãe na velhice.
Como não tinha renda de nenhuma natureza, depois que a mãe morreu, passou a morar ora com uma irmã, ora com outra, fazendo a única coisa que sabia: ajudar. Um parente estava no hospital? Lá ia ela. Alguém da família teve um bebê? Lá estava ela, firme, dormindo em um colchonete para que a mãe da criança pudesse dormir. Caso se apegasse ao bebê, ninguém estava interessado. Depois de cumprida a missão, voltava para casa e não se falava mais naquilo, era um assunto morto.
É doloroso, mas faz parte da vida não dar valor às pessoas que certamente nos amaram. Quantos domingos Danuza ficava lendo e relendo jornais, sem chamar a tia para almoçar fora? Quantas vezes deixou de levar para ela uma caixa de sabonetes ou um frasco de colônia?
O tempo passou, a tia de Danuza morreu. As reações às vezes são lentas; um dia Danuza ficou doente e, no meio da dor, lembrou-se da tia, que teria cuidado dela. Lembrou-se da tia que sempre dizia: Vou rezar muito por você. E Danuza se ressente por nunca ter dito o quanto gostava da tia.
(Danuza Leão. As aparências enganam. São Paulo: Publifolha, 2004. Adaptado)
Conforme a leitura do 2º parágrafo, pode-se afirmar corretamente que os familiares da tia de Danuza retribuíam seus favores com
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Uma tia
A tia de Danuza era assim: magrinha, com os ombros curvados; era tão discreta que nunca ficava doente – e, se ficava, não dizia (para não dar despesa); por ser a mais velha de doze irmãos, ficou combinado que nunca se casaria. Naquele tempo, era assim: o destino da mais velha era ajudar a criar os mais novos e cuidar da mãe na velhice.
Como não tinha renda de nenhuma natureza, depois que a mãe morreu, passou a morar ora com uma irmã, ora com outra, fazendo a única coisa que sabia: ajudar. Um parente estava no hospital? Lá ia ela. Alguém da família teve um bebê? Lá estava ela, firme, dormindo em um colchonete para que a mãe da criança pudesse dormir. Caso se apegasse ao bebê, ninguém estava interessado. Depois de cumprida a missão, voltava para casa e não se falava mais naquilo, era um assunto morto.
É doloroso, mas faz parte da vida não dar valor às pessoas que certamente nos amaram. Quantos domingos Danuza ficava lendo e relendo jornais, sem chamar a tia para almoçar fora? Quantas vezes deixou de levar para ela uma caixa de sabonetes ou um frasco de colônia?
O tempo passou, a tia de Danuza morreu. As reações às vezes são lentas; um dia Danuza ficou doente e, no meio da dor, lembrou-se da tia, que teria cuidado dela. Lembrou-se da tia que sempre dizia: Vou rezar muito por você. E Danuza se ressente por nunca ter dito o quanto gostava da tia.
(Danuza Leão. As aparências enganam. São Paulo: Publifolha, 2004. Adaptado)
De acordo com as descrições do 1º parágrafo, é correto afirmar que a tia de Danuza
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container