Foram encontradas 150 questões.
Em nosso país, a Organização Mundial da Saúde
(OMS) registra cerca de 14 mil casos de suicídio por ano.
Entre os jovens de 15 e 29 anos, o suicídio é considerado a
quarta maior causa de morte.
O Setembro Amarelo, uma campanha antiestigma de
conscientização para prevenção do suicídio, traz tona
temas relacionados saúde mental, tão necessários para
quebrar paradigmas enraizados na sociedade, como o de
que a vulnerabilidade é negativa, ou seja, que o correto é ser
sempre forte.
Exemplo disso é a chamada positividade tóxica, que
busca focar somente nas coisas boas, não encarando os
problemas e não validando sentimentos como tristeza, por
exemplo.
Essa prática acontece nos mais diversos ambientes,
tanto físicos quanto digitais, e é capaz de adoecer as
pessoas, podendo levá-las a desenvolver quadros de
ansiedade e depressão.
Com crianças e jovens não é diferente. Esse público
também sofre com cobranças externas, seja na relação
familiar ou na escola, local onde podem sofrer bullying, por
exemplo.
Da mesma forma, elas sofrem com cobranças
internas, como conflitos intrapessoais ou ao fazer
comparação com colegas e familiares, sentindo-se inferiores
e atrasadas.
Como se não bastassem tais situações, o uso das
redes sociais agrava ainda mais esse problema, já que as
redes mostram, em sua maioria, somente o que é bom e
belo.
Não toa, uma nova rede social vem ganhando
força entre os jovens, o Be Real (“Seja Real”, traduzindo para
o português). Semelhante ao Instagram, proposta do
Be Real é publicar o que se está fazendo no momento. Em
contrapartida, a publicação é feita tal como ela é,
independentemente de ser “instagramável” ou não.
A rede social é ainda mais ousada ao não incluir filtros
para edição de fotos nas opções para o usuário.
Interessante, não é mesmo? Afinal, a vida real não tem filtro.
Várias podem ser as causas que podem levar ao
suicídio, como a passagem por momentos difíceis como o
luto, traumas emocionais, conflitos familiares e problemas
de saúde mental. E, o Setembro Amarelo é uma
oportunidade de dar foco um assunto que ainda é tabu
e carece de informações confiáveis e seguras.
(Fonte: A Mais Educação - adaptado.)
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Em nosso país, a Organização Mundial da Saúde
(OMS) registra cerca de 14 mil casos de suicídio por ano.
Entre os jovens de 15 e 29 anos, o suicídio é considerado a
quarta maior causa de morte.
O Setembro Amarelo, uma campanha antiestigma de
conscientização para prevenção do suicídio, traz tona
temas relacionados saúde mental, tão necessários para
quebrar paradigmas enraizados na sociedade, como o de
que a vulnerabilidade é negativa, ou seja, que o correto é ser
sempre forte.
Exemplo disso é a chamada positividade tóxica, que
busca focar somente nas coisas boas, não encarando os
problemas e não validando sentimentos como tristeza, por
exemplo.
Essa prática acontece nos mais diversos ambientes,
tanto físicos quanto digitais, e é capaz de adoecer as
pessoas, podendo levá-las a desenvolver quadros de
ansiedade e depressão.
Com crianças e jovens não é diferente. Esse público
também sofre com cobranças externas, seja na relação
familiar ou na escola, local onde podem sofrer bullying, por
exemplo.
Da mesma forma, elas sofrem com cobranças
internas, como conflitos intrapessoais ou ao fazer
comparação com colegas e familiares, sentindo-se inferiores
e atrasadas.
Como se não bastassem tais situações, o uso das
redes sociais agrava ainda mais esse problema, já que as
redes mostram, em sua maioria, somente o que é bom e
belo.
Não toa, uma nova rede social vem ganhando
força entre os jovens, o Be Real (“Seja Real”, traduzindo para
o português). Semelhante ao Instagram, proposta do
Be Real é publicar o que se está fazendo no momento. Em
contrapartida, a publicação é feita tal como ela é,
independentemente de ser “instagramável” ou não.
A rede social é ainda mais ousada ao não incluir filtros
para edição de fotos nas opções para o usuário.
Interessante, não é mesmo? Afinal, a vida real não tem filtro.
Várias podem ser as causas que podem levar ao
suicídio, como a passagem por momentos difíceis como o
luto, traumas emocionais, conflitos familiares e problemas
de saúde mental. E, o Setembro Amarelo é uma
oportunidade de dar foco um assunto que ainda é tabu
e carece de informações confiáveis e seguras.
(Fonte: A Mais Educação - adaptado.)
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Em nosso país, a Organização Mundial da Saúde
(OMS) registra cerca de 14 mil casos de suicídio por ano.
Entre os jovens de 15 e 29 anos, o suicídio é considerado a
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O Setembro Amarelo, uma campanha antiestigma de
conscientização para prevenção do suicídio, traz tona
temas relacionados saúde mental, tão necessários para
quebrar paradigmas enraizados na sociedade, como o de
que a vulnerabilidade é negativa, ou seja, que o correto é ser
sempre forte.
Exemplo disso é a chamada positividade tóxica, que
busca focar somente nas coisas boas, não encarando os
problemas e não validando sentimentos como tristeza, por
exemplo.
Essa prática acontece nos mais diversos ambientes,
tanto físicos quanto digitais, e é capaz de adoecer as
pessoas, podendo levá-las a desenvolver quadros de
ansiedade e depressão.
Com crianças e jovens não é diferente. Esse público
também sofre com cobranças externas, seja na relação
familiar ou na escola, local onde podem sofrer bullying, por
exemplo.
Da mesma forma, elas sofrem com cobranças
internas, como conflitos intrapessoais ou ao fazer
comparação com colegas e familiares, sentindo-se inferiores
e atrasadas.
Como se não bastassem tais situações, o uso das
redes sociais agrava ainda mais esse problema, já que as
redes mostram, em sua maioria, somente o que é bom e
belo.
Não toa, uma nova rede social vem ganhando
força entre os jovens, o Be Real (“Seja Real”, traduzindo para
o português). Semelhante ao Instagram, proposta do
Be Real é publicar o que se está fazendo no momento. Em
contrapartida, a publicação é feita tal como ela é,
independentemente de ser “instagramável” ou não.
A rede social é ainda mais ousada ao não incluir filtros
para edição de fotos nas opções para o usuário.
Interessante, não é mesmo? Afinal, a vida real não tem filtro.
Várias podem ser as causas que podem levar ao
suicídio, como a passagem por momentos difíceis como o
luto, traumas emocionais, conflitos familiares e problemas
de saúde mental. E, o Setembro Amarelo é uma
oportunidade de dar foco um assunto que ainda é tabu
e carece de informações confiáveis e seguras.
(Fonte: A Mais Educação - adaptado.)
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Em nosso país, a Organização Mundial da Saúde
(OMS) registra cerca de 14 mil casos de suicídio por ano.
Entre os jovens de 15 e 29 anos, o suicídio é considerado a
quarta maior causa de morte.
O Setembro Amarelo, uma campanha antiestigma de
conscientização para prevenção do suicídio, traz tona
temas relacionados saúde mental, tão necessários para
quebrar paradigmas enraizados na sociedade, como o de
que a vulnerabilidade é negativa, ou seja, que o correto é ser
sempre forte.
Exemplo disso é a chamada positividade tóxica, que
busca focar somente nas coisas boas, não encarando os
problemas e não validando sentimentos como tristeza, por
exemplo.
Essa prática acontece nos mais diversos ambientes,
tanto físicos quanto digitais, e é capaz de adoecer as
pessoas, podendo levá-las a desenvolver quadros de
ansiedade e depressão.
Com crianças e jovens não é diferente. Esse público
também sofre com cobranças externas, seja na relação
familiar ou na escola, local onde podem sofrer bullying, por
exemplo.
Da mesma forma, elas sofrem com cobranças
internas, como conflitos intrapessoais ou ao fazer
comparação com colegas e familiares, sentindo-se inferiores
e atrasadas.
Como se não bastassem tais situações, o uso das
redes sociais agrava ainda mais esse problema, já que as
redes mostram, em sua maioria, somente o que é bom e
belo.
Não toa, uma nova rede social vem ganhando
força entre os jovens, o Be Real (“Seja Real”, traduzindo para
o português). Semelhante ao Instagram, proposta do
Be Real é publicar o que se está fazendo no momento. Em
contrapartida, a publicação é feita tal como ela é,
independentemente de ser “instagramável” ou não.
A rede social é ainda mais ousada ao não incluir filtros
para edição de fotos nas opções para o usuário.
Interessante, não é mesmo? Afinal, a vida real não tem filtro.
Várias podem ser as causas que podem levar ao
suicídio, como a passagem por momentos difíceis como o
luto, traumas emocionais, conflitos familiares e problemas
de saúde mental. E, o Setembro Amarelo é uma
oportunidade de dar foco um assunto que ainda é tabu
e carece de informações confiáveis e seguras.
(Fonte: A Mais Educação - adaptado.)
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Em relação ao uso dos porquês, assinalar a alternativa
CORRETA:
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Assinalar a frase com ERRO de pontuação:
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A frase que contraria a norma culta quanto à regência
nominal é:
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Há um ERRO de regência em:
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Assinalar a alternativa que substitui as palavras
sublinhadas na sentença abaixo sem que elas percam seu
sentido:
“As peripécias que aquelas crianças faziam eram impensáveis.”
“As peripécias que aquelas crianças faziam eram impensáveis.”
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Há ERRO no uso da crase em:
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