Foram encontradas 60 questões.
O setor de Recursos Humanos de uma repartição pública possui 7 funcionários, que são chefiados pela coordenadora
Mariana. Com a proximidade do aniversário de Mariana, os colaboradores decidiram fazer uma festa surpresa, de modo que
o valor despendido seria dividido igualmente entre os 7. Por compromissos pessoais, 2 dos funcionários não poderão estar
presentes no dia da festa e decidiram sair do rateio das despesas da comemoração. Com respeito ao valor que seria pago se
todos participassem da divisão, qual o aumento percentual no valor que os colaboradores restantes vão, de fato, pagar pela
festa?
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Uma fábrica de café possui 3 máquinas (A, B e C) que são capazes de empacotar os cafés produzidos. De acordo com a
produção da fábrica, 40% dos cafés são empacotados pela máquina A; 35% dos cafés são empacotados pela máquina B, e a
produção restante de café é empacotada pela máquina C. Além disso, sabe-se que 5% dos cafés empacotados pela máquina
A são do tipo extra forte, enquanto que para as máquinas B e C essa porcentagem é de 4% e 6%, respectivamente. Se um
pacote de café dessa fábrica é selecionado aleatoriamente, qual a probabilidade de ser um café do tipo extra forte?
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Em determinada faculdade, os estudantes são classificados, de acordo com o nascimento, em três categorias: capital, interior
do estado e outras localidades. Nessa faculdade, sabe-se que para cada estudante nascido na capital, há três estudantes
nascidos no interior do estado. Além disso, para cada dois estudantes nascidos no interior do estado, há cinco estudantes
nascidos em outras localidades. Considerando essa situação hipotética, a razão entre a quantidade de estudantes nascidos
no interior do estado com a quantidade total de estudantes da faculdade é, nessa ordem,
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Na última páscoa, dona Genoveva fez 48 trufas caseiras recheadas com coco e decidiu distribuí-las entre os seus três netos.
A divisão das trufas entre os netos foi feita de forma diretamente proporcional à idade deles. Sabe-se que os netos de dona
Genoveva possuem 3, 4 e 5 anos. De acordo com o exposto, quantas trufas recebeu o neto mais velho?
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Com o objetivo de conseguir uma renda extra mensalmente, Luciana produz salgadinhos em sua casa. Em um determinado
dia, ela recebeu uma encomenda para a produção de X salgadinhos, que devem ser entregues em três dias. No primeiro dia,
ela produziu 1/3 dos salgadinhos da encomenda mais 24 salgadinhos. No segundo dia, produziu 1/3 dos salgadinhos restantes da encomenda mais 20 salgadinhos. Se no terceiro dia Luciana completou a encomenda produzindo 88 salgadinhos, qual
o valor de X?
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Ciberguerreiros franceses se preparam para desafios cibernéticos nas Olimpíadas
Especialistas em segurança cibernética franceses são os técnicos dos ciberguerreiros, os treinando para combater
ameaças em hackers e malware, e proteger os sistemas dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris. Eles estão utilizando
sistemas éticos para testar suas defesas e estudando possíveis ameaças, que podem variar desde adolescentes até hackers
militares russos.
O evento espera receber 10.500 atletas olímpicos de 200 países. As Olimpíadas estão programadas para acontecer de 26
de julho a 11 de agosto, enquanto os jogos Paralímpicos serão realizados de 28 de agosto a 8 de setembro.
Apesar de não ficarem sob os holofotes, os hackers pretendem fazer o possível para criar camadas de defesas digitais
resistentes às tentativas de paralisar os sistemas de informação vitais para os jogos. A preocupação também se estende às
infraestruturas essenciais, como redes de transporte e cadeias de abastecimento.
“Meu sonho para as Olimpíadas é que não se fale sobre tecnologia e segurança cibernética, porque isso significará que
isso não será um problema”, conta Jérémy Couture, responsável pelo centro de segurança cibernética dos organizadores do
evento, em entrevista à AFP.
O trabalho de detecção, análise e resposta a ameaças cibernéticas é crucial para o sucesso dos jogos, mantido em segredo
pelos organizadores devido à sua sensibilidade, principalmente a localização das operações. Embora não revelem muitos
detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.
A Rússia é apontada como um dos principais suspeitos devido ao seu histórico de ataques cibernéticos. Por causa da guerra
à Ucrânia, atletas russos estão proibidos de competir em eventos por equipes nas Olimpíadas. Apenas alguns indivíduos russos
podem competir como neutros. Essa decisão também reflete as tensões entre a Rússia e a França.
A unidade agressiva da agência de inteligência militar GRU (Glavnoye Razvedyvatel'noye Upravleniye) da Rússia, conhecida
como Sandworm, foi acusada pelas nações ocidentais de usar o malware “Destruidor Olímpico” para interromper a cerimônia
de abertura dos Jogos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, Coreia do Sul. Esta mesma unidade também é responsabilizada
pelos ataques à rede elétrica da Ucrânia e pelo vírus NotPetya de 2017, que causou grandes danos em todo o mundo.
Vincent Strubel, dirigente da Agência Nacional de Segurança Cibernética da França, classificou o nível de ameaças
cibernéticas que os jogos enfrentam como sem precedentes. Ele afirmou em coletiva de imprensa, do dia 03 de abril, que a
agência treinou mais do que nunca apesar da correria. “Acho que conseguimos ficar um passo à frente dos atacantes”.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/noticia/2024/05/ciberguerreiros-franceses-se-preparam-para-desafiosciberneticos-nas-olimpiadas.ghtml. Acesso em: 04/05/2024. Adaptado.)
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Ciberguerreiros franceses se preparam para desafios cibernéticos nas Olimpíadas
Especialistas em segurança cibernética franceses são os técnicos dos ciberguerreiros, os treinando para combater
ameaças em hackers e malware, e proteger os sistemas dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris. Eles estão utilizando
sistemas éticos para testar suas defesas e estudando possíveis ameaças, que podem variar desde adolescentes até hackers
militares russos.
O evento espera receber 10.500 atletas olímpicos de 200 países. As Olimpíadas estão programadas para acontecer de 26
de julho a 11 de agosto, enquanto os jogos Paralímpicos serão realizados de 28 de agosto a 8 de setembro.
Apesar de não ficarem sob os holofotes, os hackers pretendem fazer o possível para criar camadas de defesas digitais
resistentes às tentativas de paralisar os sistemas de informação vitais para os jogos. A preocupação também se estende às
infraestruturas essenciais, como redes de transporte e cadeias de abastecimento.
“Meu sonho para as Olimpíadas é que não se fale sobre tecnologia e segurança cibernética, porque isso significará que
isso não será um problema”, conta Jérémy Couture, responsável pelo centro de segurança cibernética dos organizadores do
evento, em entrevista à AFP.
O trabalho de detecção, análise e resposta a ameaças cibernéticas é crucial para o sucesso dos jogos, mantido em segredo
pelos organizadores devido à sua sensibilidade, principalmente a localização das operações. Embora não revelem muitos
detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.
A Rússia é apontada como um dos principais suspeitos devido ao seu histórico de ataques cibernéticos. Por causa da guerra
à Ucrânia, atletas russos estão proibidos de competir em eventos por equipes nas Olimpíadas. Apenas alguns indivíduos russos
podem competir como neutros. Essa decisão também reflete as tensões entre a Rússia e a França.
A unidade agressiva da agência de inteligência militar GRU (Glavnoye Razvedyvatel'noye Upravleniye) da Rússia, conhecida
como Sandworm, foi acusada pelas nações ocidentais de usar o malware “Destruidor Olímpico” para interromper a cerimônia
de abertura dos Jogos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, Coreia do Sul. Esta mesma unidade também é responsabilizada
pelos ataques à rede elétrica da Ucrânia e pelo vírus NotPetya de 2017, que causou grandes danos em todo o mundo.
Vincent Strubel, dirigente da Agência Nacional de Segurança Cibernética da França, classificou o nível de ameaças
cibernéticas que os jogos enfrentam como sem precedentes. Ele afirmou em coletiva de imprensa, do dia 03 de abril, que a
agência treinou mais do que nunca apesar da correria. “Acho que conseguimos ficar um passo à frente dos atacantes”.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/noticia/2024/05/ciberguerreiros-franceses-se-preparam-para-desafiosciberneticos-nas-olimpiadas.ghtml. Acesso em: 04/05/2024. Adaptado.)
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Ciberguerreiros franceses se preparam para desafios cibernéticos nas Olimpíadas
Especialistas em segurança cibernética franceses são os técnicos dos ciberguerreiros, os treinando para combater
ameaças em hackers e malware, e proteger os sistemas dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris. Eles estão utilizando
sistemas éticos para testar suas defesas e estudando possíveis ameaças, que podem variar desde adolescentes até hackers
militares russos.
O evento espera receber 10.500 atletas olímpicos de 200 países. As Olimpíadas estão programadas para acontecer de 26
de julho a 11 de agosto, enquanto os jogos Paralímpicos serão realizados de 28 de agosto a 8 de setembro.
Apesar de não ficarem sob os holofotes, os hackers pretendem fazer o possível para criar camadas de defesas digitais
resistentes às tentativas de paralisar os sistemas de informação vitais para os jogos. A preocupação também se estende às
infraestruturas essenciais, como redes de transporte e cadeias de abastecimento.
“Meu sonho para as Olimpíadas é que não se fale sobre tecnologia e segurança cibernética, porque isso significará que
isso não será um problema”, conta Jérémy Couture, responsável pelo centro de segurança cibernética dos organizadores do
evento, em entrevista à AFP.
O trabalho de detecção, análise e resposta a ameaças cibernéticas é crucial para o sucesso dos jogos, mantido em segredo
pelos organizadores devido à sua sensibilidade, principalmente a localização das operações. Embora não revelem muitos
detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.
A Rússia é apontada como um dos principais suspeitos devido ao seu histórico de ataques cibernéticos. Por causa da guerra
à Ucrânia, atletas russos estão proibidos de competir em eventos por equipes nas Olimpíadas. Apenas alguns indivíduos russos
podem competir como neutros. Essa decisão também reflete as tensões entre a Rússia e a França.
A unidade agressiva da agência de inteligência militar GRU (Glavnoye Razvedyvatel'noye Upravleniye) da Rússia, conhecida
como Sandworm, foi acusada pelas nações ocidentais de usar o malware “Destruidor Olímpico” para interromper a cerimônia
de abertura dos Jogos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, Coreia do Sul. Esta mesma unidade também é responsabilizada
pelos ataques à rede elétrica da Ucrânia e pelo vírus NotPetya de 2017, que causou grandes danos em todo o mundo.
Vincent Strubel, dirigente da Agência Nacional de Segurança Cibernética da França, classificou o nível de ameaças
cibernéticas que os jogos enfrentam como sem precedentes. Ele afirmou em coletiva de imprensa, do dia 03 de abril, que a
agência treinou mais do que nunca apesar da correria. “Acho que conseguimos ficar um passo à frente dos atacantes”.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/noticia/2024/05/ciberguerreiros-franceses-se-preparam-para-desafiosciberneticos-nas-olimpiadas.ghtml. Acesso em: 04/05/2024. Adaptado.)
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Ciberguerreiros franceses se preparam para desafios cibernéticos nas Olimpíadas
Especialistas em segurança cibernética franceses são os técnicos dos ciberguerreiros, os treinando para combater
ameaças em hackers e malware, e proteger os sistemas dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris. Eles estão utilizando
sistemas éticos para testar suas defesas e estudando possíveis ameaças, que podem variar desde adolescentes até hackers
militares russos.
O evento espera receber 10.500 atletas olímpicos de 200 países. As Olimpíadas estão programadas para acontecer de 26
de julho a 11 de agosto, enquanto os jogos Paralímpicos serão realizados de 28 de agosto a 8 de setembro.
Apesar de não ficarem sob os holofotes, os hackers pretendem fazer o possível para criar camadas de defesas digitais
resistentes às tentativas de paralisar os sistemas de informação vitais para os jogos. A preocupação também se estende às
infraestruturas essenciais, como redes de transporte e cadeias de abastecimento.
“Meu sonho para as Olimpíadas é que não se fale sobre tecnologia e segurança cibernética, porque isso significará que
isso não será um problema”, conta Jérémy Couture, responsável pelo centro de segurança cibernética dos organizadores do
evento, em entrevista à AFP.
O trabalho de detecção, análise e resposta a ameaças cibernéticas é crucial para o sucesso dos jogos, mantido em segredo
pelos organizadores devido à sua sensibilidade, principalmente a localização das operações. Embora não revelem muitos
detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.
A Rússia é apontada como um dos principais suspeitos devido ao seu histórico de ataques cibernéticos. Por causa da guerra
à Ucrânia, atletas russos estão proibidos de competir em eventos por equipes nas Olimpíadas. Apenas alguns indivíduos russos
podem competir como neutros. Essa decisão também reflete as tensões entre a Rússia e a França.
A unidade agressiva da agência de inteligência militar GRU (Glavnoye Razvedyvatel'noye Upravleniye) da Rússia, conhecida
como Sandworm, foi acusada pelas nações ocidentais de usar o malware “Destruidor Olímpico” para interromper a cerimônia
de abertura dos Jogos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, Coreia do Sul. Esta mesma unidade também é responsabilizada
pelos ataques à rede elétrica da Ucrânia e pelo vírus NotPetya de 2017, que causou grandes danos em todo o mundo.
Vincent Strubel, dirigente da Agência Nacional de Segurança Cibernética da França, classificou o nível de ameaças
cibernéticas que os jogos enfrentam como sem precedentes. Ele afirmou em coletiva de imprensa, do dia 03 de abril, que a
agência treinou mais do que nunca apesar da correria. “Acho que conseguimos ficar um passo à frente dos atacantes”.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/noticia/2024/05/ciberguerreiros-franceses-se-preparam-para-desafiosciberneticos-nas-olimpiadas.ghtml. Acesso em: 04/05/2024. Adaptado.)
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Ciberguerreiros franceses se preparam para desafios cibernéticos nas Olimpíadas
Especialistas em segurança cibernética franceses são os técnicos dos ciberguerreiros, os treinando para combater
ameaças em hackers e malware, e proteger os sistemas dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris. Eles estão utilizando
sistemas éticos para testar suas defesas e estudando possíveis ameaças, que podem variar desde adolescentes até hackers
militares russos.
O evento espera receber 10.500 atletas olímpicos de 200 países. As Olimpíadas estão programadas para acontecer de 26
de julho a 11 de agosto, enquanto os jogos Paralímpicos serão realizados de 28 de agosto a 8 de setembro.
Apesar de não ficarem sob os holofotes, os hackers pretendem fazer o possível para criar camadas de defesas digitais
resistentes às tentativas de paralisar os sistemas de informação vitais para os jogos. A preocupação também se estende às
infraestruturas essenciais, como redes de transporte e cadeias de abastecimento.
“Meu sonho para as Olimpíadas é que não se fale sobre tecnologia e segurança cibernética, porque isso significará que
isso não será um problema”, conta Jérémy Couture, responsável pelo centro de segurança cibernética dos organizadores do
evento, em entrevista à AFP.
O trabalho de detecção, análise e resposta a ameaças cibernéticas é crucial para o sucesso dos jogos, mantido em segredo
pelos organizadores devido à sua sensibilidade, principalmente a localização das operações. Embora não revelem muitos
detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.
A Rússia é apontada como um dos principais suspeitos devido ao seu histórico de ataques cibernéticos. Por causa da guerra
à Ucrânia, atletas russos estão proibidos de competir em eventos por equipes nas Olimpíadas. Apenas alguns indivíduos russos
podem competir como neutros. Essa decisão também reflete as tensões entre a Rússia e a França.
A unidade agressiva da agência de inteligência militar GRU (Glavnoye Razvedyvatel'noye Upravleniye) da Rússia, conhecida
como Sandworm, foi acusada pelas nações ocidentais de usar o malware “Destruidor Olímpico” para interromper a cerimônia
de abertura dos Jogos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, Coreia do Sul. Esta mesma unidade também é responsabilizada
pelos ataques à rede elétrica da Ucrânia e pelo vírus NotPetya de 2017, que causou grandes danos em todo o mundo.
Vincent Strubel, dirigente da Agência Nacional de Segurança Cibernética da França, classificou o nível de ameaças
cibernéticas que os jogos enfrentam como sem precedentes. Ele afirmou em coletiva de imprensa, do dia 03 de abril, que a
agência treinou mais do que nunca apesar da correria. “Acho que conseguimos ficar um passo à frente dos atacantes”.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/noticia/2024/05/ciberguerreiros-franceses-se-preparam-para-desafiosciberneticos-nas-olimpiadas.ghtml. Acesso em: 04/05/2024. Adaptado.)
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