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1312447 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Os porquinhos vão à praia
Era lixo só. No domingo de Natal, ninguém se atrevia a ir à praia em Ipanema e Leblon, os bairros da “zelite” carioca. É o metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro, mas o que sobra em dinheiro falta em educação. Todo mundo culpou a Comlurb, a companhia municipal de limpeza. Que direito tem a prefeitura de expor nossa falta de respeito com o espaço público?
É verdade que houve(a) uma falha operacional. Os garis do sábado à noite teriam de dar mais duro para compensar a redução da equipe da Comlurb no domingo. A praia mais sofisticada da cidade, que vai do canto do Arpoador até o fim do Leblon, amanheceu com 25 toneladas de lixo espalhadas, um espetáculo nojento. Cocos são o maior detrito: 20 mil por dia. Mas tem muita embalagem de biscoito e sorvete. As criancinhas imitam os pais que deixam na areia latas de cerveja, copos de mate(b), garrafinhas de água, espetos de queijo coalho, canudos de plástico. É o porco pai, a porca mãe e a prole de porquinhos.
Adorei o atraso da Comlurb por seu papel didático. Quem andou no calçadão dominical e olhou aquela imundície pode ter pensado, caso tenha consciência: e se cada um cuidasse de seu próprio lixo como pessoas civilizadas? O Rio está cheio de farofeiro. De fora(c) e de dentro. De todas as classes sociais. Gente que ainda não aprendeu que pode carregar seu próprio saquinho de lixo na praia. A areia que sujamos hoje será ocupada amanhã por nós mesmos, nossas crianças ou os bebês dos outros. Falo do Rio, mas o alerta serve para o Brasil inteiro neste verão. Temos um litoral paradisíaco. Por que maltratar as praias?
Na Cidade Maravilhosa, o terceiro maior orçamento da prefeitura é o da Comlurb. Só perde para Educação e Saúde. Por ano, a prefeitura gasta R$ 1 bilhão coletando lixo dos prédios e das ruas. “Para recolher a lambança que as pessoas fazem nas ruas, parques, praias, são gastos R$ 550 milhões”, me disse o prefeito. “Daria para construir 100 escolas num ano, ou 150 creches, ou 200 clínicas da família.”
No ano passado, ele criou o “lixômetro”, uma medição do lixo público nos bairros. Quem reduzisse mais ao longo do ano ganharia benfeitorias. O campeão foi a Cidade de Deus, comunidade carente pacificada. Menos lixo no espaço público significa economia para o contribuinte e trabalho menos penoso para os garis. A multa no Rio, hoje, para quem joga lixo na rua é de R$ 146, mas jamais alguém foi multado. Os guardas municipais raramente abordam os sujismundos e preferem tentar educar, explicar que não é legal.
Os porquinhos adoram um argumento: não haveria cestas de lixo suficientes. Na orla, as 1.400 caçambas não dariam para o lixo do verão. A partir de fevereiro, as caçambas dobrarão de volume, de 120 litros para 240 litros. E nunca serão suficientes. Porque o que conta é educação e cultura. Ou você se sente incapaz de jogar qualquer coisa no chão e anda com o papel melado de bala até encontrar uma lixeira, ou você joga mesmo, sem culpa nem perdão. O outro argumento é igual ao dos políticos corruptos: todo mundo rouba, por que não eu? Pois é, todo mundo suja, a areia já está coalhada de palitinhos, plásticos e cocos, que diferença eu vou fazer? Toda a diferença do mundo. O valor de cada um ninguém tira.
Em alta temporada, 200 garis recolhem, de 56 quilômetros de praias no Rio, 70 toneladas de lixo aos sábados e 120 toneladas de lixo aos domingos. A praia com mais lixo é a da Barra da Tijuca. Em seguida, Copacabana. Tenham santa paciência. Quando vejo aquela família que leva da praia suas barracas, cadeirinhas e bolsas, mas deixa na areia um rastro de lixo, dá vontade de perguntar: na sua casa também é assim?
A tímida campanha do “Rio que eu amo eu cuido” mostra que muito mais conscientização será necessária. A China produziu um gigantesco rolo compressor antes das Olimpíadas: em outdoors nas ruas, programas de rádio e televisão, o governo pedia à população que não cuspisse e escarrasse na rua. Era uma forma de tentar mostrar ao mundo que o povo não era tão mal-educado.
Experimente responder a estas perguntas. Jogo(d) lixo na rua? Já deixei lixo na praia? De carro, furo o sinal vermelho? Acelero no sinal amarelo para assustar o pedestre? Buzino sem(e) parar e xingo no trânsito? Dirijo depois de beber? Deixo meu cachorro fazer cocô na rua sem recolher? Já fiz xixi publicamente? Corro de bicicleta na calçada, pondo em risco velhinhos e crianças? Abro a mala do carro estacionado para fazer ecoar meu som predileto?
Que tal ser um cidadão melhor e menos porquinho em 2012?
Fonte: (Ruth de Aquino – Revista Época – 29/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br)
Analise os vocábulos a seguir e identifique o par no qual os homônimos sejam homográficos.
 

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1311891 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Miséria Institucional, Pobreza Nacional
Um estudo feito pelo Banco Mundial concluiu que Estado eficiente e eticamente
íntegro é o mais importante fator de riqueza para todos os países.
Cidadão mexicano entra nos Estados Unidos e consegue emprego clandestino. Instantaneamente, sua produtividade aumenta cinco vezes.
Isso ocorre porque ele: a) levou consigo alguns quilos de cocaína; b) tornou-se astro de cinema pornô; c) matou-se de trabalhar para um fazendeiro desalmado.
As opções não são de todo implausíveis, mas falta aí uma alternativa correta: nenhuma das três. Também faltam outras que, mais a sério, decerto ocorreriam a você: mexicano ter imergido num ambiente econômico marcado por superioridade tecnológica, infraestrutura mais eficiente, urbanização mais extensa, melhor proveito dos recursos naturais.
Segundo o Banco Mundial, a verdadeira razão deve ser buscada na superioridade do “capital intangível” dos valores institucionais: menos corrupção e inépcia nas instituições, maior eficiência e responsabilidade delas, maior confiança da nação nos seus três Poderes.
Daí a riqueza intangível dos EUA ser 12 vezes a do México (crédito ao jornalista Ronald Bailey, que, ao citar essa diferença no artigo da revista “Reason”, inspirou a caricatura do emigrante mexicano).
O estudo que produziu essa conclusão saiu publicado primeiramente no Best-seller (acadêmico) de 2006, “Where is the Wealth of Nations?: Measuring Capital for the 21st Century”, e a versão atualizada que o Banco Mundial publica neste ano confirma a tese.
Na busca de resposta para a pergunta do título, especialistas do departamento de economia ambiental do banco computaram, em cada país estudado, recursos como minerais (inclusive petróleo), florestais e agrícolas, maquinário, infraestrutura, patrimônio urbano, etc.
E coçaram a cabeça: quando não computado o capital intangível das instituições do Estado, o nível de renda apurado na maioria deles não se mostrava compatível com o valor corrente dos bens acima. Conclusão do banco: um Estado eficiente e eticamente íntegro é o mais importante fator de riqueza em todos os países do mundo.
“Em larga medida, país rico o é em razão da competência técnica de suas populações e da qualidade das instituições que sustentam a atividade econômica.” O estudo demonstrou ainda que 57% do capital intangível de um país advém da qualidade de seu sistema v; e 36%, da qualidade de ensino.
A cada assalto ou intimação de esmola que sofre, você decerto se pergunta por que o Brasil carece tanto de segurança, saúde, educação, conforto e dignidade. Afinal, somos um dos três ou quatro países mais ricos do mundo em recursos naturais e outros fatores de riqueza, como clima, estabilidade geológica e sossego geopolítico.
Conforme dados de 2010, somos 91º país no ranking de Renda Nacional Bruta (ex-Produto Nacional Bruto) per capita do Banco Mundial. O México está na 89ª posição.
Valendo a correlação, classificamos aí a qualidade de nossas instituições? Pergunte a um parlamentar. A um governante. A um juiz.
(Fonte: Adaptado do Jornal Bem Estar, Ano 4, nº 46, jan./2012, Seção Opinião, p. 2)
Relativamente às palavras destacadas nas linhas 04, 16, 18 e 19 do texto, as seguintes afirmações estão corretas, EXCETO:
 

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1311638 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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O Detestável Público
Dizem os pessimistas que a política é um circo – de horrores, talvez. Pois estão errados, e a culpa é, em grande parte, do público.
No circo, a plateia é chamada de “respeitável público” e faz por merecer o tratamento. Ela come pipoca, bate palmas, ri do palhaço, arregala os olhos quando o leão entra no picadeiro, suspira com os volteios da trapezista, de pernas esguias e biografia misteriosa. No circo, o público é família. Mesmo no circo romano, o Coliseu, os espectadores costumavam se dar o respeito – e eram respeitados pelo imperador, que, vez ou outra, consultava o povo sedento de sangue para saber se o gladiador imobilizado pelo oponente deveria ou não deveria ser executado na arena. Os lutadores e o soberano se dobravam às predileções da turba, que não estava lá para contemplar mesuras e boas maneiras. De sorte que até mesmo ali, a seu modo rude e animalesco, o público era respeitável.
A política de nossos dias não é um circo, nem mesmo de horrores: ela é pior, e isso não porque os políticos desrespeitem o público, mas porque o público abdicou do próprio respeito(e). Às vezes, temos a sensação de que o público em nome do qual se faz tal política é repugnante, talvez mais do que as pequenas multidões que gargalhavam quando a cabeça dos nobres tamborilava aos pés da guilhotina, no terror da Revolução Francesa. O público é detestável.
Na semana passada, tivemos mais uma prova abrasiva dessa verdade. Imediatamente após a divulgação da notícia de que o ex-presidente Lula contraiu câncer na laringe, entrou em atividade, na internet, um vulcão de baixarias preconceituosas, ofensivas, injuriosas, para agredir um ser humano que adoeceu. Nas redes sociais, um grupo lançou uma campanha para tripudiar. Entre outras maldições, sentenciaram Lula a ir procurar seu tratamento no SUS, e proclamaram: “É melhor ele continuar vivo, ainda que sem voz, e parar de envenenar o mundo com suas palavras ignorantes”.
É claro que não podemos generalizar: não é a totalidade dos frequentadores das redes sociais que se comportam como hienas histéricas, como urubus descompensados, como trogloditas virtuais. Mas é claro, também, que são muitos. São milhares. Tanto que se tornou impossível ignorá-los. Eles constituem um sintoma grave – sintoma em todos os sentidos, do farmacológico ao psicanalítico – em que o ódio de classe atropela o debate das ideias.
Sim, ódio de classe. Quem manda Lula ir se tratar no SUS declara ódio contra Lula e também contra o SUS, contra a lei, contra tudo que guarde uma reminiscência de assistência social e de pobreza. Esse discurso reedita a velha máxima brasileira(d): “Aos amigos, tudo; aos inimigos, a lei”. Traduzindo: o SUS é a lei, e a lei só pode fazer mal; o SUS é como as penitenciárias; todo serviço público é odioso. Essa gente se recusa a admitir que, no SUS, muitos de nós já nos tratamos com sucesso, nem que tenha sido uma única vez na vida, embora a administração pública ainda padeça os males causados pelos ladrões e pelos parasitas incompetentes. Essa gente se enfurece porque Lula foi atendido num hospital de elite, mais ou menos como a personagem caricata da novela das 9, Tereza Cristina, se destempera, aos urros, porque a ex-pobretona Griselda ganhou na loteria e comprou uma casa no mesmo condomínio de luxo ela tem sua mansão. O detestável público que agora insulta Luiz Inácio Lula da Silva(c) é uma massa ignara de Terezas Cristinas esbravejantes, defendendo aos tapas seu condomínio imaginário. Condomínio que, honestamente, é uma favela moral de palácios com vidros à prova de bala (o SUS é melhor, inclusive para a saúde).
Antes falávamos do câncer e da AIDS como metáforas de fenômenos menos visíveis. Agora somos forçados a decifrar, na internet, de onde vem a metáfora do ódio e, pior, para onde ela aponta. Um câncer de laringe num líder populista é metáfora? Evidentemente, sim, mas a fúria espalhafatosa que ele atrai é presságio de doença mais preocupante.
Faz décadas, Nelson Rodrigues(a) caçoou de Otto Lara(a) Resende atribuindo a ele uma frase que se tornaria célebre: “O mineiro só é solidário(b) no câncer”. Naquele tempo, o público ia ao teatro. Hoje o público não sabe o que é solidariedade. Nem no câncer. Se ele não se der ao respeito, não haverá mais política. O debate de ideias sucumbirá ao desejo de exterminar o outro. E a voz do povo será a voz da treva.
(Fonte: Revista Época, 07/11/2011, Nº 703, p. 19. – adaptações)
Assinale a alternativa correta quanto ao funcionamento dos termos da oração.
 

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1309713 Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Could a Clone Ever Run for President?
Dolly is out, but how about “All the way with a cloned L.B.J.”?
Sure, why not? Scientists used to think it would be difficult to clone an animal as complex as a mammal, but Dolly the sheep neatly demolished that theory. If you can clone a sheep, a human isn’t much tougher. Whether it is ethical to do so is another matter, and in fact human cloning has been outlawed in a number of countries and states. But illegal or not, someone is going to do it – and having been conceived ……… a convicted felon is no bar to public office.
The U.S. Constitution, moreover, doesn’t have a clone clause. As long as you are a citizen and 35 or older, you’re eligible. The age requirement means it can’t happen ………. a while – 2036 at the earliest (presuming that someone hasn’t already secretly created the first human clone). But 2036 is not that far away. While some may insist that a clone should not be eligible for citizenship, the argument won’t fly. If you are human and born in the U.S., you’re a citizen. A clone will be born in the conventional way, with a mother, a belly button, and a full complement of human DNA.
The obstacle to President Clone will come if cloning carries serious side effects. Dolly the sheep, it turns out, has prematurely aged cells, probably attributable ………. the fact that she is the biological extension of an animal that was already an adult. Human clones could have the same problem – plus cloning-related mental or behavioral defects that might not be apparent in a sheep.
If these difficulties could be political campaigns could get pretty interesting. Biologists today are talking of using cloning to bring the wooly mammoth and other extinct animals back to life. Maybe Democrats and Republicans would want to try something similar. After all, candidates are always trying to link themselves to great leader of the past. Why not cut out the middlemen? Given the pace of scientific progress, plus sufficiently audacious party leaders, the presidential debates of 2044 could feature some pretty impressive lineups. Imagine Abraham Lincoln talking on F.D.R. or J.F.K. going up against Thomas Jefferson. Or Millard Fillmore vs. Warren Harding.
On second thought …
(Reprinted from Time, “Could a Clone Ever Run for President?”By Michael D. Lemonick, 2001)
Choose the correct option to fill in the period bellow:
If Dolly alive, she very popular.
 

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1309426 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Ciência Reconhecida
Science publica ranking das 10 maiores inovações e elege como campeã uma pesquisa feita em hospital gaúcho.
Um estudo com participação de pacientes e médicos gaúchos, que traça uma nova promessa de prevenção da AIDS – doença que já matou 30 milhões de pessoas no mundo – foi destaque na Science, uma das mais importantes revistas de divulgação científica. A pesquisa HPTN 052 foi realizada com 90 casais sorodiscordantes (onde somente um deles é infectado pelo vírus) no Grupo Hospitalar Conceição (GHC) e, no Brasil, também no Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (IPEC-Fiocruz), no Rio de Janeiro. Participaram outros 1,7 mil casais em 13 países. O grande mérito da pesquisa, segundo a Science, é provar que o tratamento com antirretrovirais, medicamentos que impedem a multiplicação do vírus no organismo, também diminui a transmissão do vírus, ou seja, é um tratamento que vale como prevenção da doença. O risco de infecção, segundo a pesquisa, pode ser reduzido em até 96%.
Conheça as outras nove descobertas eleitas pela revista:
* A missão Haybusa: A nave japonesa Haybusa trouxe para a Terra, neste ano, amostras de poeira da superfície do asteroide Itokawa. Esse material é a primeira amostra de um corpo planetário trazida ao planeta nos últimos 35 anos. Ao analisar essas partículas, cientistas descobriram que a maioria dos meteoritos que cai na Terra, os condritos, vem de corpos celestes que fazem parte do cinturão de asteroides, localizado entre Marte e Júpiter.
* As origens da humanidade: Uma série de pesquisas iniciadas em maio de 2010 revelam que grande parte dos humanos ainda carrega variantes de DNA herdadas de seus ancestrais na África e na Ásia. Uma das pesquisas mostra que europeus e asiáticos herdaram entre 2% e 6% do núcleo de seu DNA dos neandertais. Outro estudo revelou todo o genoma dos Denisovanos, na Sibéria, apontando que 5% do seu DNA são encontrados nas pessoas nascidas no Sudeste da Ásia.
* Proteína fotossintética: Pesquisadores do Japão mapearam a estrutura do Photosystem II (PSII), proteína que as plantas usam para partir a molécula de água em átomos de hidrogênio e oxigênio. Essa proteína é essencial para a vida na Terra e pode ser uma fonte importante para o desenvolvimento de energia limpa.
* Gás primitivo no espaço: Em novembro, astrônomos descobriram, ao usar o telescópio Keck, no Havaí, duas nuvens de gás hidrogênio que parecem ter mantido sua formulação química original, mesmo 2 bilhões de anos após o big bang. Uma outra equipe identificou uma estrela na Via Láctea que praticamente não contém metais, como deviam ser as estrelas mais antigas do universo.
* Micróbios no corpo humano: Um consórcio europeu comprovou que as pessoas têm uma bactéria dominante entre as que existem no sistema digestivo – bateroides, prevotella ou ruminococcus –, de acordo com seus hábitos alimentares. A descoberta ajudou a compreender a relação entre o que se come e a ação dos micróbios na nutrição e na causa de doenças.
* Vacina contra a Malária: Os primeiros resultados de ensaios clínicos de uma substância eficaz contra a malária, conhecida como RTSS, proporcionou ânimo para a pesquisa sobre a vacina contra a doença.
* Sistemas solares: Astrônomos tiveram a oportunidade de observar vários sistemas planetários distantes e descobriram, no observatório Kepler, da NASA, um sistema de estrelas com planetas em órbita que os modelos atuais não conseguem explicar. Os pesquisadores também descobriram um planeta que circula num sistema estelar binário e 10 planetas que parecem estar flutuando livremente no espaço – tudo totalmente diferente do que está traçado em nosso sistema solar.
* Novo desenho: As zeólitas são minerais porosos utilizados como catalisadores e filtros moleculares para converter petróleo em gasolina, purificação de água, filtro de ar e produzir detergentes para a roupa, por exemplo. Este ano, químicos desenharam uma gama de novas zeólitas mais baratas, mais finas e mais bem equipadas para processar grandes moléculas orgânicas.
* Limpeza de células envelhecidas: Experimentos em camundongos mostraram que a limpeza de células envelhecidas – ou aquelas que pararam de se dividir – em corpos de camundongos pode retardar o aparecimento de sintomas relacionados à idade, como cataratas e fraqueza muscular. Os camundongos cujos corpos foram limpos dessas células viveram mais do que os que não receberam o tratamento.
(Fonte: Revista Época, 07/11/2011, nº 703, p. 19. – adaptações)
Considerando as inovações científicas eleitas pela revista Science, associe adequadamente as seguintes colunas entre si.
Coluna 1
1. Sistemas solares.
2. Missão Haybusa.
3. Proteína fotossintética.
4. Origem humana.
5. Micróbios no corpo humano.
Coluna 2
( ) Amostra de partículas revelam a origem dos meteoritos que caem na Terra.
( ) Relação entre bactéria dominante no sistema digestivo e hábitos alimentares.
( ) Variantes genéticas mostram herança de ancestrais africanos e asiáticos.
( ) Estudo da estrutura de uma proteína essencial para a vida no planeta terrestre.
( ) Descoberta de planetas que aparentemente flutuam de forma livre no espaço.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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1308880 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem letra(s), abreviatura(s), acrônimo(s), palavra(s) ou texto(s) que foram digitados entre aspas, apenas para destacá-los. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para a(s) letra(s), abreviatura(s) acrônimo(s), palavra(s) ou o(s) texto(s) propriamente ditos; e (5) para resolver as questões desta prova considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
A questão baseia-se na Figura, obtida a partir do endereço eletrônico "www.wthreex.com/rup/portugues", que mostra as fases do Processo Unificado e os marcos a serem atingidos ao final de cada uma dessas fases. Nessa Figura, inseriu-se, intencionalmente, nos locais apontado pelas setas nº 1 e 2, retângulos, de modo a ocultar qualquer texto ou inscrição existente nestes locais.
Enunciado 1308880-1
Figura - Fases e marcos do Processo Unificado
Após observar a Figura, considere as seguintes assertivas sobre o Processo Unificado:
I. A meta da fase "Iniciação" é definir a arquitetura do sistema a fim de fornecer uma base estável para a fase "Elaboração". Na "Iniciação", devem ser definidos, ainda, os objetivos e o escopo detalhado do sistema, assim como estabelecer um ambiente de suporte para as próximas etapas do projeto.
II. A verificação se o marco da fase de "Iniciação" foi atingido, é realizada por meio da avaliação dos seguintes critérios: (1) os requisitos do produto são estáveis; (2) a arquitetura é estável; e (3) o teste e a avaliação de protótipos executáveis demonstraram que os principais elementos de risco foram tratados e resolvidos com credibilidade.
III. No marco da fase de "Iniciação", o documento "Visão" documenta os principais requisitos, as características chave e as principais restrições do projeto, enquanto o artefato "Lista de Riscos", registra os riscos iniciais do projeto que foram identificados.
Quais estão corretas ?
 

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1305989 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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O lado bom do fim do mundo
Na hora da virada, muita gente veio me desejar um feliz 2012 rindo da lenda (será?) de que o mundo finalmente iria acabar, então seria melhor enfiar o pé na jaca, fazer tudo o que se tem vontade e dar um adeus definitivo às convenções. Como não foi marcado nenhum(a) dia para esse cataclisma, ele pode acontecer em fevereiro — no meio do Carnaval, o que seria de péssimo gosto — em agosto, novembro ou 12.12.2012 — são muitas as especulações, mas ninguém sabe mesmo ao certo a data exata desse aguardado acontecimento.
Ficamos naquela ansiedade de não acreditar que uma coisa horrorosa como essa(b) estaria para acontecer, mas, no fundo, no fundo, todo mundo tem uma pulguinha atrás da orelha: por que, durante tantos séculos, as pessoas acreditaram que o fim se daria em 2012? Alguns dizem que a culpa é o calendário maia, que não marcaria os anos depois de 2012; outros, de Nostradamus.
Já ouvi alguém dizer que o mundo acabaria mesmo em 2022, ano em que um tal cometa se colidiria com a Terra. Seria uma grande pena que começassem a acreditar nessa história, porque ando achando divertido viver como se fosse o último ano — e olha que ele(c) mal começou.
Se o mundo vai acabar, para que continuar aquele casamento meia-boca ou seguir abrindo mão de pães e doces em nome da duríssima dieta de água e alface? E para que guardar na conta aquele dinheiro que pagaria as tão sonhadas férias em Bali ou Miami? Miami é modo de dizer, porque ninguém merece, às vésperas do fim do mundo, sair do Brasil para continuar nele.
Nesses últimos dias que nos restam, eu não perderia meu tempo colocando para fora todos os sapos que(d) tivemos que engolir ao longo dos outros anos. Sempre imaginei que teria vontade de “dizer umas verdades” para certas pessoas, mas, definitivamente, o tempo é curto para dar espaço à raiva, à mágoa e ao ressentimento. Na contagem regressiva, esqueci essas criaturas, que alívio.
Como tudo pode ir para os ares amanhã ou depois, por que não dizer de uma vez por todas à pessoa amada como ela é importante para você, que seu coração para cada vez que você a vê, que você nunca imaginou que fosse amar tanto alguém do que jeito que a amou — enfim, dizer essas coisas que fariam qualquer um sair correndo em dias normais, em que o mundo não acaba? Como não teríamos mais tempo para fazer joguinhos de ama-escorrega, a verdade do coração poderia ser revelada nua e cruamente, sem grandes danos para o futuro, que, aliás, não existiria mais.
A vantagem do fim do mundo talvez não seja fazer tudo aquilo de que se tem vontade, até porque, provavelmente, a polícia e as autoridades tomariam medidas enérgicas e cercariam as casas e as fronteiras para colocar uma certa ordem no Apocalipse. O lado bom é poder, finalmente, dizer o que se sente, porque o ser humano pode ter inventado a Internet, a pílula e o foguete, mas ainda não resolveu seu maior medo, que, ao contrário do que se pensa por aí, não é o(e) de morrer.
É o medo de não ser amado.
(Fonte: Bruno Astuto – Revista Época – 01/01/12 – disponível em www.revistaepoca.com.br)
Assinale a alternativa cuja classificação morfológica do elemento grifado esteja INCORRETA.
 

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1305554 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Uma questão de uma prova de Estatística apresenta grau médio de dificuldade. João tem 75% de chance de resolvê-la, e Daniel tem 60% de probabilidade de não resolvê-la. Se eles tentam resolver a questão de modo independente, qual será a probabilidade de que a questão seja resolvida?

 

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1305052 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Provas:
Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões existem palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para o texto propriamente dito; e (5) para resolver as questões desta prova, considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
A questão baseia-se nas Figuras A e B, do Word 2007. A Figura A mostra a janela principal do Word 2007, onde a seta nº 1 aponta para o texto que se encontra selecionado. A Figura B mostra a caixa de diálogo "Colunas", ativada a partir da Figura A.
Enunciado 1305052-1
Figura A – Janela principal do Word 2007
Enunciado 1305052-2
Figura B – Caixa de diálogo "Colunas"
A caixa de diálogo, da Figura B, foi ativada a partir da Figura A e, a seguir, selecionada a opção apontada pela seta nº 2. Nesse caso, pressionando-se o botão "OK", da Figura B, apontado pela seta nº 3, pode-se afirmar que a janela principal, desse editor de texto, será mostrada da seguinte forma:
 

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1304512 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Provas:
As guerras de meados do século XIX e da primeira metade do século XX foram processos históricos fartamente documentados por fotógrafos, criando uma tradição imagética e temática no fotojornalismo. Entre as opções abaixo, a única que apresenta somente fotógrafos que se destacaram pela cobertura de eventos deste tipo é:
 

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