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Foram encontradas 30 questões.

2259467 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Rio Acima-MG
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A CAUSA DA CHUVA

Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

Nesse momento começou a chover.

– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

MORAL: Todas as opiniões estão erradas.

(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

Analisando as palavras do texto, assinale a que se classifica como substantivo abstrato.

 

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2259466 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Rio Acima-MG
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A CAUSA DA CHUVA

Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

Nesse momento começou a chover.

– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

MORAL: Todas as opiniões estão erradas.

(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos.” (1º parágrafo)

Assinale a opção que apresente corretamente um sinônimo para “inquietos”.

 

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2259465 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Rio Acima-MG
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A CAUSA DA CHUVA

Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

Nesse momento começou a chover.

– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

MORAL: Todas as opiniões estão erradas.

(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.” (3º parágrafo)

Assinale a opção que apresente uma palavra do trecho acima com divisão silábica incorreta.

 

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2259464 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Rio Acima-MG
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A CAUSA DA CHUVA

Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

Nesse momento começou a chover.

– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

MORAL: Todas as opiniões estão erradas.

(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“Não chovia há muitos e muitos meses...” (1º parágrafo)

Nesse trecho, a ação ocupa

 

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2259463 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Rio Acima-MG
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A CAUSA DA CHUVA

Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

Nesse momento começou a chover.

– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

MORAL: Todas as opiniões estão erradas.

(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

Participam como personagens do texto

 

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2259462 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Rio Acima-MG
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A CAUSA DA CHUVA

Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

Nesse momento começou a chover.

– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

MORAL: Todas as opiniões estão erradas.

(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

Os travessões empregados no texto servem para

 

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2259461 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Rio Acima-MG
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A CAUSA DA CHUVA

Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

Nesse momento começou a chover.

– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

MORAL: Todas as opiniões estão erradas.

(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

“– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.” (7º parágrafo)

No trecho acima, há quantos dígrafos?

 

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2259460 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Rio Acima-MG
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A CAUSA DA CHUVA

Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.

– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.

– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.

– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d’água que tem dentro.

Nesse momento começou a chover.

– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!

– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.

– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?

MORAL: Todas as opiniões estão erradas.

(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)

O texto é exemplo de fábula, que é um texto que sempre traz uma lição moral.

No caso da moral do texto, é correto afirmar que

 

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2259476 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Rio Acima-MG
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Bianca comprou 100 balas e resolveu dividi-las com suas amigas, Ana Beatriz, Maria Julia e Luciana, conforme os critérios abaixo:

  • Ana Beatriz ganhará 8 balas a mais que Maria Julia;
  • Luciana ganhará 7 balas a menos que Ana Beatriz.

Sabendo que Ana Beatriz ganhará 17 balas, a quantidade de balas que sobrará para Bianca será

Questão Anulada

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2259474 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Rio Acima-MG
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Colocando-se os números 11.101, 11.110, 11.001 e 1.010 em ordem de grandeza, do menor para o maior, obtêm-se

Questão Anulada

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