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Foram encontradas 50 questões.

Para executar determinada obra de restauração de certa igreja histórica, foram contratados P especialistas em restauração. A obra precisa ficar pronta até o aniversário da cidade. O chefe da equipe informou à prefeitura da cidade que, para entregar a obra dois dias antes do prazo previsto, seria necessário contratar mais três especialistas; se, entretanto, dois especialistas fossem dispensados, a obra ficaria pronta com dois dias de atraso.
Considerando que os especialistas trabalhem da mesma forma e nas mesmas condições, o número P de especialistas contratados é igual a
 

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Em uma turma de terceiro ano de determinada escola, o grêmio estudantil precisa ter sua chapa formada por três cargos importantes: Presidente, vice-presidente e tesoureiro. Cinco colegas, André, Bruno, Carlos, Denilson e Eduardo estão concorrendo a esses cargos, mas existem algumas condições. São elas:
• Carlos não pode ser o presidente da chapa;
• O cargo de tesoureiro só pode ser ocupado por Carlos, Denilson ou Eduardo.
Sendo assim, o número total de chapas que podem ser formadas nessas condições apresentadas é igual a
 

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1815025 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG
Nos termos do § 4° do art. 105 da Lei n° 4.320/64, o Passivo Permanente compreende a dívida fundada e outras que dependam de autorização legislativa para amortização ou resgate. Assim sendo, a opção que NÃO se refere a um componente do Passivo Permanente é:
 

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Todas as afirmativas abaixo sobre as opções disponíveis no grupo “Estilo” da guia “Página Inicial” do Microsoft Excel, versão português do Office 2010, estão corretas, EXCETO:
 

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Se x, y e z são números reais não nulos, tais que x + y + z = 17, x – y - z = 1 e x – y + z = 11, então é CORRETO afirmar que o valor numérico da expressão x . y . z é igual a:
 

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1742731 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG
O Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público - MCASP classifica os ativos como circulantes quando satisfizerem a um dos seguintes critérios, EXCETO:
 

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1733480 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG
Para que ocorra a revogação do procedimento licitatório, é necessário que haja
 

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Quantos amigos seus estão na cracolândia?
Antônio Prata
Carl Hart é psicólogo, psiquiatra e foi o primeiro negro a alcançar o posto de professor titular de neurociências na Universidade de Columbia, em Nova York. Em 2015, Hart veio ao Brasil divulgar seus estudos sobre drogas e vício. Numa entrevista ao Drauzio Varella, falou sobre sua pesquisa com ratos e macacos, em laboratório. Quando se coloca um animal sozinho numa jaula, capaz de acionar uma alavanca e receber uma dose de cocaína ou meta-anfetamina na veia, o bicho acionará a alavanca até morrer. Quando, porém, há mais estímulos na jaula, além da alavanca, como um outro animal sexualmente ativo, uma rodinha (no caso dos ratos) ou doces, as cobaias sobrevivem.
Extrapolando seus insights para humanos, o que Hart prega é que não adianta combater o vício sem apresentar alternativas à droga. A cracolândia, ele insistiu em entrevistas e palestras, por aqui, não pode ser pensada pela perspectiva do vício sem ser pensada antes pela perspectiva da miséria.
Imagine que você é um mendigo viciado em crack. Seus pertences são uma calça esfarrapada, uma camiseta imunda, um par de Havaianas, um isqueiro. Você se lembra vagamente de ter tido metade de um pente, num passado não muito distante, mas não sabe onde foi parar. Sua existência se resume a pedir dinheiro no farol e a fumar crack. Nos minutos que duram a viagem, você se esquece de tudo. O resto do tempo é o inferno.
Um belo dia você decide parar com o crack. Você luta, faz um esforço sobre-humano e depois de meses está curado. Você deita sob uma marquise na rua Helvétia, apoia a cabeça num paralelepípedo, dá um gole numa poça d'água e pensa: agora eu sou um mendigo saudável! Pensa no futuro. Posso arrumar um trapo para limpar os vidros dos carros, no farol. Quem sabe, vender Suflair? Se me esforçar bastante, consigo um carrinho e um cachorro, virarei catador. Talvez você seja uma pessoa mais solar do que eu, mas devo admitir que, se estivesse naquela situação, escolheria o crack. Ficaria na minha jaula acionando a alavanca até morrer.
É verdade que muitas das pessoas que estão na cracolândia chegaram à mendicância por causa da droga, mas não vieram de muito longe. A maioria, segundo censo da prefeitura, não completou o ensino fundamental. São pobres, negros e pardos. Quando aparece alguém de fora desse estrato é um espanto, como foi a suspeita de que o irmão da Suzane Richthofen era viciado. Claro que parte da comoção com a notícia tem a ver com a tragédia daquele garoto. Mas uma parte do susto é: meu Deus, um loiro na cracolândia! Um descendente de alemães! Que estudou em escola particular!
Quantas pessoas do seu círculo consomem álcool regularmente? E maconha? Aposto que você conhece pessoas profissionalmente ativas e bem-sucedidas que consomem cocaína. E crack? Quantos viciados em crack há na sua família, na sua turma de escola, dormindo no chão, na praça Princesa Isabel? Princesa Isabel, veja só.
Em 2015, Carl Hart, negro, com dreads, foi barrado na entrada de um hotel, em São Paulo. Questionado a respeito, disse não entender por que as pessoas estavam tão chocadas por ele ter sido barrado no hotel, mas não se chocavam com o fato de não haver um só negro no público de suas palestras.
Infelizmente, entre nós, o choque mais comum diante da desigualdade é a tropa.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2017/06/
1890076-quantos-amigos-seus-estao-na-cracolandia.shtml Acesso em: 30 set. 2017.
Percebe-se o tom irônico do locutor do texto em:
 

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Quantos amigos seus estão na cracolândia?
Antônio Prata
Carl Hart é psicólogo, psiquiatra e foi o primeiro negro a alcançar o posto de professor titular de neurociências na Universidade de Columbia, em Nova York. Em 2015, Hart veio ao Brasil divulgar seus estudos sobre drogas e vício. Numa entrevista ao Drauzio Varella, falou sobre sua pesquisa com ratos e macacos, em laboratório. Quando se coloca um animal sozinho numa jaula, capaz de acionar uma alavanca e receber uma dose de cocaína ou meta-anfetamina na veia, o bicho acionará a alavanca até morrer. Quando, porém, há mais estímulos na jaula, além da alavanca, como um outro animal sexualmente ativo, uma rodinha (no caso dos ratos) ou doces, as cobaias sobrevivem.
Extrapolando seus insights para humanos, o que Hart prega é que não adianta combater o vício sem apresentar alternativas à droga. A cracolândia, ele insistiu em entrevistas e palestras, por aqui, não pode ser pensada pela perspectiva do vício sem ser pensada antes pela perspectiva da miséria.
Imagine que você é um mendigo viciado em crack. Seus pertences são uma calça esfarrapada, uma camiseta imunda, um par de Havaianas, um isqueiro. Você se lembra vagamente de ter tido metade de um pente, num passado não muito distante, mas não sabe onde foi parar. Sua existência se resume a pedir dinheiro no farol e a fumar crack. Nos minutos que duram a viagem, você se esquece de tudo. O resto do tempo é o inferno.
Um belo dia você decide parar com o crack. Você luta, faz um esforço sobre-humano e depois de meses está curado. Você deita sob uma marquise na rua Helvétia, apoia a cabeça num paralelepípedo, dá um gole numa poça d'água e pensa: agora eu sou um mendigo saudável! Pensa no futuro. Posso arrumar um trapo para limpar os vidros dos carros, no farol. Quem sabe, vender Suflair? Se me esforçar bastante, consigo um carrinho e um cachorro, virarei catador. Talvez você seja uma pessoa mais solar do que eu, mas devo admitir que, se estivesse naquela situação, escolheria o crack. Ficaria na minha jaula acionando a alavanca até morrer.
É verdade que muitas das pessoas que estão na cracolândia chegaram à mendicância por causa da droga, mas não vieram de muito longe. A maioria, segundo censo da prefeitura, não completou o ensino fundamental. São pobres, negros e pardos. Quando aparece alguém de fora desse estrato é um espanto, como foi a suspeita de que o irmão da Suzane Richthofen era viciado. Claro que parte da comoção com a notícia tem a ver com a tragédia daquele garoto. Mas uma parte do susto é: meu Deus, um loiro na cracolândia! Um descendente de alemães! Que estudou em escola particular!
Quantas pessoas do seu círculo consomem álcool regularmente? E maconha? Aposto que você conhece pessoas profissionalmente ativas e bem-sucedidas que consomem cocaína. E crack? Quantos viciados em crack há na sua família, na sua turma de escola, dormindo no chão, na praça Princesa Isabel? Princesa Isabel, veja só.
Em 2015, Carl Hart, negro, com dreads, foi barrado na entrada de um hotel, em São Paulo. Questionado a respeito, disse não entender por que as pessoas estavam tão chocadas por ele ter sido barrado no hotel, mas não se chocavam com o fato de não haver um só negro no público de suas palestras.
Infelizmente, entre nós, o choque mais comum diante da desigualdade é a tropa.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2017/06/
1890076-quantos-amigos-seus-estao-na-cracolandia.shtml Acesso em: 30 set. 2017.
Percebe-se a interferência do locutor do texto, demonstrando a sua preocupação com a situação dos mendigos, em:
 

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1709643 Ano: 2017
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG
A variação do preço em um sistema de custo-padrão é obtida pela multiplicação de quantidade-padrão pela diferença entre
 

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