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Dada a proposição lógica:
“Alguns políticos são filiados a partidos”,
é CORRETO afirmar que a negação logicamente construída dessa proposição é:
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Considere os argumentos lógicos I, II e III a seguir:
I. Nenhum planeta possui luz própria. Todas as estrelas possuem luz própria. Concluímos que nenhum planeta é uma estrela.
II. Todo pensamento é um raciocínio. Todo raciocínio é lógico. Concluímos que todo pensamento é lógico.
III. Se toda criança é feliz e nenhum ser humano é infalível, concluímos que todo ser humano é feliz.
É CORRETO afirmar que
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A figura 1 representa um trapézio retângulo de altura igual a 4 cm e base menor medindo 2 cm. A Figura 2 representa uma semicircunferência apoiada em um retângulo de dimensões 4 cm e 1 cm. Se as áreas das Figuras 1 e 2 são iguais, então é CORRETO afirmar que a medida da base maior do trapézio, em centímetros, é igual a:

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João saiu do Brasil para fazer uma viagem pelo mundo. Primeiro, passou uma temporada na Europa. Lá, aumentou sua massa em 20%. Em seguida, viajou para o Japão. Lá ele reduziu sua massa em 10%. Em seguida, viajou para os Estados Unidos, onde passou por algumas cidades e, lá, aumentou sua massa em 15%. Em seguida, retornou ao Brasil
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Um sistema de codificação criado por alunos do curso de Ciência da Computação de determinada universidade tem como base o número M = 213-1. Sabe-se que M é um número primo. O processo de decodificação consiste, basicamente, em calcular o número de divisores naturais de determinado número N. Após o cálculo, vincula-se o número de divisores naturais à sua letra correspondente a um alfabeto de 26 letras, conforme tabela abaixo. O número 1 é representado pela letra A, o número 2 é representado pela letra B e, assim, sucessivamente.
| A | B | C | D | E | F | G | H | I | J | K | L | M |
| N | O | P | Q | R | S | T | U | V | W | X | Y | Z |
Para efeito de teste, o número N = 217-16 foi digitado. Sendo assim, a letra correspondente será
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Para executar determinada obra de restauração de certa igreja histórica, foram contratados P especialistas em restauração. A obra precisa ficar pronta até o aniversário da cidade. O chefe da equipe informou à prefeitura da cidade que, para entregar a obra dois dias antes do prazo previsto, seria necessário contratar mais três especialistas; se, entretanto, dois especialistas fossem dispensados, a obra ficaria pronta com dois dias de atraso.
Considerando que os especialistas trabalhem da mesma forma e nas mesmas condições, o número P de especialistas contratados é igual a
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Em uma turma de terceiro ano de determinada escola, o grêmio estudantil precisa ter sua chapa formada por três cargos importantes: Presidente, vice-presidente e tesoureiro. Cinco colegas, André, Bruno, Carlos, Denilson e Eduardo estão concorrendo a esses cargos, mas existem algumas condições. São elas:
• Carlos não pode ser o presidente da chapa;
• O cargo de tesoureiro só pode ser ocupado por Carlos, Denilson ou Eduardo.
Sendo assim, o número total de chapas que podem ser formadas nessas condições apresentadas é igual a
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Fotos no celular? Socorro!
Walcyr Carrasco
Lançamento de novela. Festa. Imprensa. Emoção. Minha obra! Um garçom, alguns metros à frente, passa com uma bandeja de água e refrigerantes. Morro de sede. Quero um refrigerante. Dou um passo. Uma jovem aproxima-se sorrindo, celular na mão.
– Posso fazer uma foto?
Sorrio de volta, expondo todos os meus dentes como um jacaré. Ela clica.
– Ah, desculpa, não saiu boa. Vou fazer outra.
Já proprietária de mim, afasta-me uns metros para uma posição melhor. Clica de novo. Termina. O garçom na direção contrária. Que sede. Alguém me puxa. Celular na mão. Sorrio de novo. E de novo, de novo, de novo. Quando finalmente alcanço o garçom, a Coca Zero que eu queria acabou. Vou pedir para trazer uma, mas alguém me puxa para... uma foto!
Já ouço alguém dizendo que é o ônus de ser famoso. Não é. Tente dar uma festa de aniversário. Você passará o tempo todo peregrinando de foto em foto com os convidados. Se quiser comer uma fatia de seu próprio bolo em paz, terá de se trancar num armário. Quanto maior a festa, mais e mais fotos. Sempre o mesmo mantra.
– Deixa fazer mais uma para ficar boa...
E você estica os lábios de novo, para imortalizar aquele momento de felicidade. Huuumm... bem... felicidade? Certa vez, viajei com um amigo. Como ele é alto e de braço comprido, entrou num rio e fez bem uns 40 selfies dele mesmo sorrindo. O sorriso só sumiu quando o celular mergulhou no rio.
Acredito que a maioria, hoje, prefere fotografar a desfrutar uma viagem. No exterior, registram monumentos, fazem selfies em frente a paisagens. Mas será que realmente veem a paisagem? Houve um tempo em que se fazia piada dos turistas japoneses. Todos passavam a viagem no clique, clique. A piada acabou, o clique, clique se tornou mundial. O que acontece com o resultado de tanta atividade fotográfica?
Nada.
Houve a época dos slides. Para mostrar, era preciso um projetor. Quando um amigo incauto visitava, era obrigado a assistir. Um tédio enquanto se viam os pombinhos na praia, na montanha, posando com esquis velhos. Era obrigatório gostar. Mas essencial medir as palavras.
– Bonito aquele hotel que vocês ficaram.
– Gostou? Mostro de novo!
Agora, na época fluida do registro eletrônico, nem existe mais visita para ver slides. As pessoas publicam fotos e vídeos nas redes sociais o tempo todo. Querem que o universo contemple um café espresso. Se querem mostrar algo, pessoalmente, deslizam as imagens pelo celular, uma atrás da outra.
Contemplo meu próprio aparelho. A memória carregada de fotos. Tornou-se falta de educação não registrar certos momentos. Amigo clica, clico de volta. Como se retribuísse. O que vou fazer com tudo isso, apagar? Minha mãe deixou-me um álbum de fotografias. Às vezes, folheio, vejo minhas fotos de menino, parentes. Quando as vejo, compartilho aqueles momentos bons, específicos. Sinto uma emoção. Quero fazer como minha mãe, preservar imagens.
Corajosamente, falo com meu assistente, Felippe.
– Quero imprimir as fotos do meu celular.
– Ninguém mais faz isso – revolta-se ele.
– Se existe serviço de impressão, é porque fazem.
Assim, neste exato momento, seleciono as fotos que vou imprimir. Depois, o que farei com elas? Talvez um velhinho numa lojinha centenária encontre um álbum de fotografias cheio de poeira. E me venda. Se é que ainda existirão velhinhos e lojas centenárias. Colarei as fotos nas páginas, revivendo em cada uma a emoção. É coisa antiga, sei. Mas não quero abandonar momentos tão bons, família e amigos tão queridos, em algum velho celular descarregado.
Disponível em: http://epoca.globo.com/sociedade/walcyr-carrasco/noticia/
2017/08/fotos-no-celular-socorro.html Acesso em: 30 set. 2017 (Adaptado).
As palavras destacadas têm natureza adverbial, EXCETO em:
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Fotos no celular? Socorro!
Walcyr Carrasco
Lançamento de novela. Festa. Imprensa. Emoção. Minha obra! Um garçom, alguns metros à frente, passa com uma bandeja de água e refrigerantes. Morro de sede. Quero um refrigerante. Dou um passo. Uma jovem aproxima-se sorrindo, celular na mão.
– Posso fazer uma foto?
Sorrio de volta, expondo todos os meus dentes como um jacaré. Ela clica.
– Ah, desculpa, não saiu boa. Vou fazer outra.
Já proprietária de mim, afasta-me uns metros para uma posição melhor. Clica de novo. Termina. O garçom na direção contrária. Que sede. Alguém me puxa. Celular na mão. Sorrio de novo. E de novo, de novo, de novo. Quando finalmente alcanço o garçom, a Coca Zero que eu queria acabou. Vou pedir para trazer uma, mas alguém me puxa para... uma foto!
Já ouço alguém dizendo que é o ônus de ser famoso. Não é. Tente dar uma festa de aniversário. Você passará o tempo todo peregrinando de foto em foto com os convidados. Se quiser comer uma fatia de seu próprio bolo em paz, terá de se trancar num armário. Quanto maior a festa, mais e mais fotos. Sempre o mesmo mantra.
– Deixa fazer mais uma para ficar boa...
E você estica os lábios de novo, para imortalizar aquele momento de felicidade. Huuumm... bem... felicidade? Certa vez, viajei com um amigo. Como ele é alto e de braço comprido, entrou num rio e fez bem uns 40 selfies dele mesmo sorrindo. O sorriso só sumiu quando o celular mergulhou no rio.
Acredito que a maioria, hoje, prefere fotografar a desfrutar uma viagem. No exterior, registram monumentos, fazem selfies em frente a paisagens. Mas será que realmente veem a paisagem? Houve um tempo em que se fazia piada dos turistas japoneses. Todos passavam a viagem no clique, clique. A piada acabou, o clique, clique se tornou mundial. O que acontece com o resultado de tanta atividade fotográfica?
Nada.
Houve a época dos slides. Para mostrar, era preciso um projetor. Quando um amigo incauto visitava, era obrigado a assistir. Um tédio enquanto se viam os pombinhos na praia, na montanha, posando com esquis velhos. Era obrigatório gostar. Mas essencial medir as palavras.
– Bonito aquele hotel que vocês ficaram.
– Gostou? Mostro de novo!
Agora, na época fluida do registro eletrônico, nem existe mais visita para ver slides. As pessoas publicam fotos e vídeos nas redes sociais o tempo todo. Querem que o universo contemple um café espresso. Se querem mostrar algo, pessoalmente, deslizam as imagens pelo celular, uma atrás da outra.
Contemplo meu próprio aparelho. A memória carregada de fotos. Tornou-se falta de educação não registrar certos momentos. Amigo clica, clico de volta. Como se retribuísse. O que vou fazer com tudo isso, apagar? Minha mãe deixou-me um álbum de fotografias. Às vezes, folheio, vejo minhas fotos de menino, parentes. Quando as vejo, compartilho aqueles momentos bons, específicos. Sinto uma emoção. Quero fazer como minha mãe, preservar imagens.
Corajosamente, falo com meu assistente, Felippe.
– Quero imprimir as fotos do meu celular.
– Ninguém mais faz isso – revolta-se ele.
– Se existe serviço de impressão, é porque fazem.
Assim, neste exato momento, seleciono as fotos que vou imprimir. Depois, o que farei com elas? Talvez um velhinho numa lojinha centenária encontre um álbum de fotografias cheio de poeira. E me venda. Se é que ainda existirão velhinhos e lojas centenárias. Colarei as fotos nas páginas, revivendo em cada uma a emoção. É coisa antiga, sei. Mas não quero abandonar momentos tão bons, família e amigos tão queridos, em algum velho celular descarregado.
Disponível em: http://epoca.globo.com/sociedade/walcyr-carrasco/noticia/
2017/08/fotos-no-celular-socorro.html Acesso em: 30 set. 2017 (Adaptado).
A divisão silábica está correta, EXCETO em:
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1814748
Ano: 2017
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Santa Luzia-MG
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Analise as seguintes afirmativas sobre os componentes internos e externos de um computador:
I – Clock é o nome dado para a frequência ou velocidade do processador.
II – RAM e ROM são exemplos de memória de acesso aleatório e memória somente para leitura, respectivamente.
III – Placa de vídeo é um dispositivo de entrada de dados.
Estão CORRETAS as afirmativas:
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