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Crase é a fusão da preposição “a” com o artigo definido “a” ou com determinados pronomes iniciados pela vogal “a”. Sobre ao assunto, analise os itens abaixo e assinale a alternativa que compreende apenas aqueles em que é permitida a ocorrência de crase:
I. Em locuções adverbiais masculinas;
II. Diante de palavras repetidas ligadas por preposição;
III. Quando a preposição anteceder artigo indefinido feminino;
IV. Diante de pronomes possessivos femininos no plural.
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Algo mudou e muito, na paisagem desse festival. Nos anos 1950, a Croisette e suas praias eram paraísos de starlettes seminuas, ou nuas, e uma certa Brigitte Bardot saltou do anonimato para a glória num biquíni de florzinhas. Agora, são soldados armados de metralhadoras que guardam a vizinhança do Palais. Cannes teme o terror, e com razão. No sábado à noite, um alarme de bomba retardou o início da sessão de Le Redoutable. Especialistas com cães farejadores fizeram a vistoria da Salle Debussy enquanto jornalistas do mundo todo aguardavam. No final, virou piada. A 'bomba' era o filme de Michel Hazanavicius sobre o romance de Jean-Luc Godard e Anne Wiazemsky no quadro do célebre Maio de 68.
O filme é tão ruim assim? Para falar a verdade, a reconstituição do movimento nas ruas de Paris é impressionante. O problema é Godard, o personagem. É um porre. Godard só sabe falar na primeira pessoa. Eu, eu, eu. Ciumento, ele inferniza a vida de Anne.
(Adaptado de Isto É, 22/05/2017)
Analise o trecho abaixo retirado do Texto. É correto afirmar que nele há um período:
“A ‘bomba’ era o filme de Michel Hazanavicius sobre o romance de Jean-Luc Godard e Anne Wiazemsky no quadro do célebre Maio de 68.”
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Algo mudou e muito, na paisagem desse festival. Nos anos 1950, a Croisette e suas praias eram paraísos de starlettes seminuas, ou nuas, e uma certa Brigitte Bardot saltou do anonimato para a glória num biquíni de florzinhas. Agora, são soldados armados de metralhadoras que guardam a vizinhança do Palais. Cannes teme o terror, e com razão. No sábado à noite, um alarme de bomba retardou o início da sessão de Le Redoutable. Especialistas com cães farejadores fizeram a vistoria da Salle Debussy enquanto jornalistas do mundo todo aguardavam. No final, virou piada. A 'bomba' era o filme de Michel Hazanavicius sobre o romance de Jean-Luc Godard e Anne Wiazemsky no quadro do célebre Maio de 68.
O filme é tão ruim assim? Para falar a verdade, a reconstituição do movimento nas ruas de Paris é impressionante. O problema é Godard, o personagem. É um porre. Godard só sabe falar na primeira pessoa. Eu, eu, eu. Ciumento, ele inferniza a vida de Anne.
(Adaptado de Isto É, 22/05/2017)
De acordo com as regras de pontuação, as vírgulas que isolam a expressão “eu” (no Texto são de uso:
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Algo mudou e muito, na paisagem desse festival. Nos anos 1950, a Croisette e suas praias eram paraísos de starlettes seminuas, ou nuas, e uma certa Brigitte Bardot saltou do anonimato para a glória num biquíni de florzinhas. Agora, são soldados armados de metralhadoras que guardam a vizinhança do Palais. Cannes teme o terror, e com razão. No sábado à noite, um alarme de bomba retardou o início da sessão de Le Redoutable. Especialistas com cães farejadores fizeram a vistoria da Salle Debussy enquanto jornalistas do mundo todo aguardavam. No final, virou piada. A 'bomba' era o filme de Michel Hazanavicius sobre o romance de Jean-Luc Godard e Anne Wiazemsky no quadro do célebre Maio de 68.
O filme é tão ruim assim? Para falar a verdade, a reconstituição do movimento nas ruas de Paris é impressionante. O problema é Godard, o personagem. É um porre. Godard só sabe falar na primeira pessoa. Eu, eu, eu. Ciumento, ele inferniza a vida de Anne.
(Adaptado de Isto É, 22/05/2017)
A palavra “muito” é classificada como advérbio de intensidade. Pode, contudo, o termo “muito” adotar a forma de pronome indefinido, como acontece na seguinte alternativa:
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Algo mudou e muito, na paisagem desse festival. Nos anos 1950, a Croisette e suas praias eram paraísos de starlettes seminuas, ou nuas, e uma certa Brigitte Bardot saltou do anonimato para a glória num biquíni de florzinhas. Agora, são soldados armados de metralhadoras que guardam a vizinhança do Palais. Cannes teme o terror, e com razão. No sábado à noite, um alarme de bomba retardou o início da sessão de Le Redoutable. Especialistas com cães farejadores fizeram a vistoria da Salle Debussy enquanto jornalistas do mundo todo aguardavam. No final, virou piada. A 'bomba' era o filme de Michel Hazanavicius sobre o romance de Jean-Luc Godard e Anne Wiazemsky no quadro do célebre Maio de 68.
O filme é tão ruim assim? Para falar a verdade, a reconstituição do movimento nas ruas de Paris é impressionante. O problema é Godard, o personagem. É um porre. Godard só sabe falar na primeira pessoa. Eu, eu, eu. Ciumento, ele inferniza a vida de Anne.
(Adaptado de Isto É, 22/05/2017)
A expressão sublinhada no período abaixo poderia ser corretamente substituída pelo seguinte termo:
“Agora, são soldados armados de metralhadoras que guardam a vizinhança do Palais.”
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Algo mudou e muito, na paisagem desse festival. Nos anos 1950, a Croisette e suas praias eram paraísos de starlettes seminuas, ou nuas, e uma certa Brigitte Bardot saltou do anonimato para a glória num biquíni de florzinhas. Agora, são soldados armados de metralhadoras que guardam a vizinhança do Palais. Cannes teme o terror, e com razão. No sábado à noite, um alarme de bomba retardou [A, B] o início da sessão de Le Redoutable. Especialistas com cães farejadores fizeram a vistoria da Salle Debussy enquanto jornalistas do mundo todo aguardavam. No final, virou piada. A 'bomba' era o filme de Michel Hazanavicius sobre o romance de Jean-Luc Godard e Anne Wiazemsky no quadro do célebre Maio de 68.
O filme é tão ruim assim? Para falar a verdade, a reconstituição do movimento nas ruas de Paris é impressionante. O problema é Godard, o personagem. É um porre. Godard só sabe falar na primeira pessoa. Eu, eu, eu. Ciumento, ele inferniza a vida de Anne.
(Adaptado de Isto É, 22/05/2017)
“No sábado à noite, um alarme de bomba retardou o início da sessão de Le Redoutable. (...)”.
Analisando-se o trecho acima retirado do Texto, é correto afirmar que:
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Algo mudou e muito, na paisagem desse festival. Nos anos 1950, a Croisette e suas praias eram paraísos de starlettes seminuas, ou nuas, e uma certa Brigitte Bardot saltou do anonimato para a glória num biquíni de florzinhas. Agora, são soldados armados de metralhadoras que guardam a vizinhança do Palais. Cannes teme o terror, e com razão. No sábado à noite, um alarme de bomba retardou o início da sessão de Le Redoutable. Especialistas com cães farejadores fizeram a vistoria da Salle Debussy enquanto jornalistas do mundo todo aguardavam. No final, virou piada. A 'bomba' era o filme de Michel Hazanavicius sobre o romance de Jean-Luc Godard e Anne Wiazemsky no quadro do célebre Maio de 68.
O filme é tão ruim assim? Para falar a verdade, a reconstituição do movimento nas ruas de Paris é impressionante. O problema é Godard, o personagem. É um porre. Godard só sabe falar na primeira pessoa. Eu, eu, eu. Ciumento, ele inferniza a vida de Anne.
(Adaptado de Isto É, 22/05/2017)
No trecho abaixo retirado do Texto, conclui-se que há um erro de:
“Nos anos 1950, a Croisette e suas praias eram paraísos de starlettes seminuas, ou nuas, e uma certa Brigitte Bardot saltou do anonimato para a glória num biquíni de florzinhas.”
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Algo mudou e muito, na paisagem desse festival. Nos anos 1950, a Croisette e suas praias eram paraísos de starlettes seminuas, ou nuas, e uma certa Brigitte Bardot saltou do anonimato para a glória num biquíni de florzinhas. Agora, são soldados armados de metralhadoras que guardam a vizinhança do Palais. Cannes teme o terror, e com razão. No sábado à noite, um alarme de bomba retardou o início da sessão de Le Redoutable. Especialistas com cães farejadores fizeram a vistoria da Salle Debussy enquanto jornalistas do mundo todo aguardavam. No final, virou piada. A 'bomba' era o filme de Michel Hazanavicius sobre o romance de Jean-Luc Godard e Anne Wiazemsky no quadro do célebre Maio de 68.
O filme é tão ruim assim? Para falar a verdade, a reconstituição do movimento nas ruas de Paris é impressionante. O problema é Godard, o personagem. É um porre. Godard só sabe falar na primeira pessoa. Eu, eu, eu. Ciumento, ele inferniza a vida de Anne.
(Adaptado de Isto É, 22/05/2017)
Há presença de oração na voz passiva na seguinte oração retirada do Texto:
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Algo mudou e muito, na paisagem desse festival. Nos anos 1950, a Croisette e suas praias eram paraísos [A] de starlettes seminuas, ou nuas, e uma certa Brigitte Bardot saltou do anonimato para a glória [A] num biquíni de florzinhas. Agora, são soldados armados de metralhadoras que guardam a vizinhança do Palais. Cannes teme o terror, e com razão. No sábado [D] à noite, um alarme de bomba retardou o início [B] da sessão [C] de Le Redoutable. Especialistas com cães farejadores fizeram a vistoria da Salle Debussy enquanto jornalistas do mundo todo aguardavam. No final, virou piada. A 'bomba' era o filme de Michel Hazanavicius sobre o romance de Jean-Luc Godard e Anne Wiazemsky no quadro do célebre Maio de 68.
O filme é tão ruim assim? Para falar a verdade, a reconstituição do movimento nas ruas de Paris é impressionante. O problema é Godard, o personagem. É um porre. Godard só sabe falar na primeira pessoa. Eu, eu, eu. Ciumento, ele inferniza a vida de Anne.
(Adaptado de Isto É, 22/05/2017)
Em relação à acentuação gráfica, assinale a alternativa correta:
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Algo mudou e muito, na paisagem desse festival. Nos anos 1950, a Croisette e suas praias eram paraísos de starlettes seminuas, ou nuas, e uma certa Brigitte Bardot saltou do anonimato para a glória num biquíni de florzinhas. Agora, são soldados armados de metralhadoras que guardam a vizinhança do Palais. Cannes teme o terror, e com razão. No sábado à noite, um alarme de bomba retardou o início da sessão de Le Redoutable. Especialistas com cães farejadores fizeram a vistoria da Salle Debussy enquanto jornalistas do mundo todo aguardavam. No final, virou piada. A 'bomba' era o filme de Michel Hazanavicius sobre o romance de Jean-Luc Godard e Anne Wiazemsky no quadro do célebre Maio de 68.
O filme é tão ruim assim? Para falar a verdade, a reconstituição do movimento nas ruas de Paris é impressionante. O problema é Godard, o personagem. É um porre. Godard só sabe falar na primeira pessoa. Eu, eu, eu. Ciumento, ele inferniza a vida de Anne.
(Adaptado de Isto É, 22/05/2017)
O Texto destaca a diferença entre a realidade vivida no festival de Cannes anos atrás e a atual. Nesse contexto, é correto afirmar que:
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