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2601246 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP

Os riscos para a saúde de tomar 'fórmulas

emagrecedoras'

As notícias recentes da morte de duas mulheres com danos no fígado após tomar fórmulas emagrecedoras chamou a atenção para o consumo desse tipo de mistura.

A enfermeira Mara Abreu morreu em fevereiro com uma hepatite fulminante que os médicos suspeitam ter sido causada pela ingestão do chá "50 ervas Emagrecedor", cuja venda é proibida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A cantora Paulinha Abelha morreu no mesmo mês de meningoencefalite, hipertensão craniana, insuficiência renal aguda e hepatite. Ela tomava diversas fórmulas (com 18 substâncias ao todo) e laudos médicos mostraram que ela tinha anfetamina no sangue e que as lesões que teve no fígado são compatíveis com as causadas por efeitos de medicamentos.

Médicos especialistas — endocrinologistas, gastroenterologistas e hepatologistas — alertam sobre os riscos de consumo de fórmulas para perder peso, que misturam diversas substâncias, entre elas suplementos, ervas ou remédios.

Elas podem causar danos ao fígado, ao rim e outros efeitos colaterais graves. Podem também ter efeitos adversos desconhecidos, já que a composição das fórmulas e misturas varia muito e a interação entre as substâncias pode gerar problemas imprevistos.

Quem precisa fazer tratamento da obesidade pode ter se assustado com as notícias e com o alerta ou acabar acreditando que qualquer tratamento tem os mesmos riscos.

Mas os médicos apontam que existem sim remédios para o tratamento de obesidade que são eficazes, seguros e que podem ser prescritos por médicos a pacientes que precisam perder peso.

"É preciso separar o joio do trigo", diz a endocrinologista e pesquisadora Maria Edna de Melo, médica da SBEM-SP (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo).

"Existem tratamentos modernos, que foram objeto de muitos estudos e pesquisas clínicas, e cuja segurança e eficácia foram comprovados", diz Melo, que também faz parte do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Um deles, por exemplo, é a liraglutida, que tem poucos efeitos adversos e não tem muitas contraindicações.

Mesmo assim, explica Melo, é um tratamento que precisa ser indicado por um médico e acompanhado por outras mudanças, como uma melhora na alimentação e acompanhamentos do estado de saúde do paciente. Além disso, é um tratamento recente e ainda muito caro.

Por outro lado, acrescenta, "não existe erva, fitoterápico ou suplemento para emagrecer com eficácia e segurança comprovados. Às vezes na pressa, na busca por um milagre, ou porque é mais barato, muitas pessoas procuram essas opções, acham que parece mais saudável, mas acabam em situações que colocam sua vida em risco".

(Letícia Mori / BBC News Brasil – 12/03/2022)

Considere o trecho abaixo, retirado do último parágrafo:

Por outro lado, acrescenta, "não existe erva, fitoterápico ou suplemento para emagrecer com eficácia e segurança comprovados.(...)" ”

No texto, a expressão destacada atua como:

 

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2601245 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP

Os riscos para a saúde de tomar 'fórmulas

emagrecedoras'

As notícias recentes da morte de duas mulheres com danos no fígado após tomar fórmulas emagrecedoras chamou a atenção para o consumo desse tipo de mistura.

A enfermeira Mara Abreu morreu em fevereiro com uma hepatite fulminante que os médicos suspeitam ter sido causada pela ingestão do chá "50 ervas Emagrecedor", cuja venda é proibida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A cantora Paulinha Abelha morreu no mesmo mês de meningoencefalite, hipertensão craniana, insuficiência renal aguda e hepatite. Ela tomava diversas fórmulas (com 18 substâncias ao todo) e laudos médicos mostraram que ela tinha anfetamina no sangue e que as lesões que teve no fígado são compatíveis com as causadas por efeitos de medicamentos.

Médicos especialistas — endocrinologistas, gastroenterologistas e hepatologistas — alertam sobre os riscos de consumo de fórmulas para perder peso, que misturam diversas substâncias, entre elas suplementos, ervas ou remédios.

Elas podem causar danos ao fígado, ao rim e outros efeitos colaterais graves. Podem também ter efeitos adversos desconhecidos, já que a composição das fórmulas e misturas varia muito e a interação entre as substâncias pode gerar problemas imprevistos.

Quem precisa fazer tratamento da obesidade pode ter se assustado com as notícias e com o alerta ou acabar acreditando que qualquer tratamento tem os mesmos riscos.

Mas os médicos apontam que existem sim remédios para o tratamento de obesidade que são eficazes, seguros e que podem ser prescritos por médicos a pacientes que precisam perder peso.

"É preciso separar o joio do trigo", diz a endocrinologista e pesquisadora Maria Edna de Melo, médica da SBEM-SP (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo).

"Existem tratamentos modernos, que foram objeto de muitos estudos e pesquisas clínicas, e cuja segurança e eficácia foram comprovados", diz Melo, que também faz parte do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Um deles, por exemplo, é a liraglutida, que tem poucos efeitos adversos e não tem muitas contraindicações.

Mesmo assim, explica Melo, é um tratamento que precisa ser indicado por um médico e acompanhado por outras mudanças, como uma melhora na alimentação e acompanhamentos do estado de saúde do paciente. Além disso, é um tratamento recente e ainda muito caro.

Por outro lado, acrescenta, "não existe erva, fitoterápico ou suplemento para emagrecer com eficácia e segurança comprovados. Às vezes na pressa, na busca por um milagre, ou porque é mais barato, muitas pessoas procuram essas opções, acham que parece mais saudável, mas acabam em situações que colocam sua vida em risco".

(Letícia Mori / BBC News Brasil – 12/03/2022)

Considere o trecho abaixo, que corresponde ao antepenúltimo parágrafo do texto:

“Um deles, por exemplo, é a liraglutida, que tem poucos efeitos adversos e não tem muitas contraindicações.”

Indique a opção que descreve, corretamente, o papel gramatical da palavra destacada:

 

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2601244 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP

Os riscos para a saúde de tomar 'fórmulas

emagrecedoras'

As notícias recentes da morte de duas mulheres com danos no fígado após tomar fórmulas emagrecedoras chamou a atenção para o consumo desse tipo de mistura.

A enfermeira Mara Abreu morreu em fevereiro com uma hepatite fulminante que os médicos suspeitam ter sido causada pela ingestão do chá "50 ervas Emagrecedor", cuja venda é proibida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A cantora Paulinha Abelha morreu no mesmo mês de meningoencefalite, hipertensão craniana, insuficiência renal aguda e hepatite. Ela tomava diversas fórmulas (com 18 substâncias ao todo) e laudos médicos mostraram que ela tinha anfetamina no sangue e que as lesões que teve no fígado são compatíveis com as causadas por efeitos de medicamentos.

Médicos especialistas — endocrinologistas, gastroenterologistas e hepatologistas — alertam sobre os riscos de consumo de fórmulas para perder peso, que misturam diversas substâncias, entre elas suplementos, ervas ou remédios.

Elas podem causar danos ao fígado, ao rim e outros efeitos colaterais graves. Podem também ter efeitos adversos desconhecidos, já que a composição das fórmulas e misturas varia muito e a interação entre as substâncias pode gerar problemas imprevistos.

Quem precisa fazer tratamento da obesidade pode ter se assustado com as notícias e com o alerta ou acabar acreditando que qualquer tratamento tem os mesmos riscos.

Mas os médicos apontam que existem sim remédios para o tratamento de obesidade que são eficazes, seguros e que podem ser prescritos por médicos a pacientes que precisam perder peso.

"É preciso separar o joio do trigo", diz a endocrinologista e pesquisadora Maria Edna de Melo, médica da SBEM-SP (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo).

"Existem tratamentos modernos, que foram objeto de muitos estudos e pesquisas clínicas, e cuja segurança e eficácia foram comprovados", diz Melo, que também faz parte do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Um deles, por exemplo, é a liraglutida, que tem poucos efeitos adversos e não tem muitas contraindicações.

Mesmo assim, explica Melo, é um tratamento que precisa ser indicado por um médico e acompanhado por outras mudanças, como uma melhora na alimentação e acompanhamentos do estado de saúde do paciente. Além disso, é um tratamento recente e ainda muito caro.

Por outro lado, acrescenta, "não existe erva, fitoterápico ou suplemento para emagrecer com eficácia e segurança comprovados. Às vezes na pressa, na busca por um milagre, ou porque é mais barato, muitas pessoas procuram essas opções, acham que parece mais saudável, mas acabam em situações que colocam sua vida em risco".

(Letícia Mori / BBC News Brasil – 12/03/2022)

A palavra “fulminante”, como usada no segundo parágrafo do texto, é classificada gramaticalmente como:

 

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2601243 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP

Os riscos para a saúde de tomar 'fórmulas

emagrecedoras'

As notícias recentes da morte de duas mulheres com danos no fígado após tomar fórmulas emagrecedoras chamou a atenção para o consumo desse tipo de mistura.

A enfermeira Mara Abreu morreu em fevereiro com uma hepatite fulminante que os médicos suspeitam ter sido causada pela ingestão do chá "50 ervas Emagrecedor", cuja venda é proibida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A cantora Paulinha Abelha morreu no mesmo mês de meningoencefalite, hipertensão craniana, insuficiência renal aguda e hepatite. Ela tomava diversas fórmulas (com 18 substâncias ao todo) e laudos médicos mostraram que ela tinha anfetamina no sangue e que as lesões que teve no fígado são compatíveis com as causadas por efeitos de medicamentos.

Médicos especialistas — endocrinologistas, gastroenterologistas e hepatologistas — alertam sobre os riscos de consumo de fórmulas para perder peso, que misturam diversas substâncias, entre elas suplementos, ervas ou remédios.

Elas podem causar danos ao fígado, ao rim e outros efeitos colaterais graves. Podem também ter efeitos adversos desconhecidos, já que a composição das fórmulas e misturas varia muito e a interação entre as substâncias pode gerar problemas imprevistos.

Quem precisa fazer tratamento da obesidade pode ter se assustado com as notícias e com o alerta ou acabar acreditando que qualquer tratamento tem os mesmos riscos.

Mas os médicos apontam que existem sim remédios para o tratamento de obesidade que são eficazes, seguros e que podem ser prescritos por médicos a pacientes que precisam perder peso.

"É preciso separar o joio do trigo", diz a endocrinologista e pesquisadora Maria Edna de Melo, médica da SBEM-SP (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo).

"Existem tratamentos modernos, que foram objeto de muitos estudos e pesquisas clínicas, e cuja segurança e eficácia foram comprovados", diz Melo, que também faz parte do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Um deles, por exemplo, é a liraglutida, que tem poucos efeitos adversos e não tem muitas contraindicações.

Mesmo assim, explica Melo, é um tratamento que precisa ser indicado por um médico e acompanhado por outras mudanças, como uma melhora na alimentação e acompanhamentos do estado de saúde do paciente. Além disso, é um tratamento recente e ainda muito caro.

Por outro lado, acrescenta, "não existe erva, fitoterápico ou suplemento para emagrecer com eficácia e segurança comprovados. Às vezes na pressa, na busca por um milagre, ou porque é mais barato, muitas pessoas procuram essas opções, acham que parece mais saudável, mas acabam em situações que colocam sua vida em risco".

(Letícia Mori / BBC News Brasil – 12/03/2022)

No primeiro parágrafo do texto, há um erro gramatical envolvendo o uso do verbo chamar. Para que este erro fosse corrigido, indique qual seria a forma correta da escrita desse verbo, dentre as opções abaixo:

 

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Os riscos para a saúde de tomar 'fórmulas

emagrecedoras'

As notícias recentes da morte de duas mulheres com danos no fígado após tomar fórmulas emagrecedoras chamou a atenção para o consumo desse tipo de mistura.

A enfermeira Mara Abreu morreu em fevereiro com uma hepatite fulminante que os médicos suspeitam ter sido causada pela ingestão do chá "50 ervas Emagrecedor", cuja venda é proibida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A cantora Paulinha Abelha morreu no mesmo mês de meningoencefalite, hipertensão craniana, insuficiência renal aguda e hepatite. Ela tomava diversas fórmulas (com 18 substâncias ao todo) e laudos médicos mostraram que ela tinha anfetamina no sangue e que as lesões que teve no fígado são compatíveis com as causadas por efeitos de medicamentos.

Médicos especialistas — endocrinologistas, gastroenterologistas e hepatologistas — alertam sobre os riscos de consumo de fórmulas para perder peso, que misturam diversas substâncias, entre elas suplementos, ervas ou remédios.

Elas podem causar danos ao fígado, ao rim e outros efeitos colaterais graves. Podem também ter efeitos adversos desconhecidos, já que a composição das fórmulas e misturas varia muito e a interação entre as substâncias pode gerar problemas imprevistos.

Quem precisa fazer tratamento da obesidade pode ter se assustado com as notícias e com o alerta ou acabar acreditando que qualquer tratamento tem os mesmos riscos.

Mas os médicos apontam que existem sim remédios para o tratamento de obesidade que são eficazes, seguros e que podem ser prescritos por médicos a pacientes que precisam perder peso.

"É preciso separar o joio do trigo", diz a endocrinologista e pesquisadora Maria Edna de Melo, médica da SBEM-SP (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo).

"Existem tratamentos modernos, que foram objeto de muitos estudos e pesquisas clínicas, e cuja segurança e eficácia foram comprovados", diz Melo, que também faz parte do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Um deles, por exemplo, é a liraglutida, que tem poucos efeitos adversos e não tem muitas contraindicações.

Mesmo assim, explica Melo, é um tratamento que precisa ser indicado por um médico e acompanhado por outras mudanças, como uma melhora na alimentação e acompanhamentos do estado de saúde do paciente. Além disso, é um tratamento recente e ainda muito caro.

Por outro lado, acrescenta, "não existe erva, fitoterápico ou suplemento para emagrecer com eficácia e segurança comprovados. Às vezes na pressa, na busca por um milagre, ou porque é mais barato, muitas pessoas procuram essas opções, acham que parece mais saudável, mas acabam em situações que colocam sua vida em risco".

(Letícia Mori / BBC News Brasil – 12/03/2022)

Considere o trecho abaixo, presente no quinto parágrafo do texto:

“Elas podem causar danos ao fígado, ao rim e outros efeitos colaterais graves. (...)”

Indique a opção em que a frase é reescrita corretamente, com a preservação do sentido do texto:

 

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Os riscos para a saúde de tomar 'fórmulas

emagrecedoras'

As notícias recentes da morte de duas mulheres com danos no fígado após tomar fórmulas emagrecedoras chamou a atenção para o consumo desse tipo de mistura.

A enfermeira Mara Abreu morreu em fevereiro com uma hepatite fulminante que os médicos suspeitam ter sido causada pela ingestão do chá "50 ervas Emagrecedor", cuja venda é proibida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A cantora Paulinha Abelha morreu no mesmo mês de meningoencefalite, hipertensão craniana, insuficiência renal aguda e hepatite. Ela tomava diversas fórmulas (com 18 substâncias ao todo) e laudos médicos mostraram que ela tinha anfetamina no sangue e que as lesões que teve no fígado são compatíveis com as causadas por efeitos de medicamentos.

Médicos especialistas — endocrinologistas, gastroenterologistas e hepatologistas — alertam sobre os riscos de consumo de fórmulas para perder peso, que misturam diversas substâncias, entre elas suplementos, ervas ou remédios.

Elas podem causar danos ao fígado, ao rim e outros efeitos colaterais graves. Podem também ter efeitos adversos desconhecidos, já que a composição das fórmulas e misturas varia muito e a interação entre as substâncias pode gerar problemas imprevistos.

Quem precisa fazer tratamento da obesidade pode ter se assustado com as notícias e com o alerta ou acabar acreditando que qualquer tratamento tem os mesmos riscos.

Mas os médicos apontam que existem sim remédios para o tratamento de obesidade que são eficazes, seguros e que podem ser prescritos por médicos a pacientes que precisam perder peso.

"É preciso separar o joio do trigo", diz a endocrinologista e pesquisadora Maria Edna de Melo, médica da SBEM-SP (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo).

"Existem tratamentos modernos, que foram objeto de muitos estudos e pesquisas clínicas, e cuja segurança e eficácia foram comprovados", diz Melo, que também faz parte do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Um deles, por exemplo, é a liraglutida, que tem poucos efeitos adversos e não tem muitas contraindicações.

Mesmo assim, explica Melo, é um tratamento que precisa ser indicado por um médico e acompanhado por outras mudanças, como uma melhora na alimentação e acompanhamentos do estado de saúde do paciente. Além disso, é um tratamento recente e ainda muito caro.

Por outro lado, acrescenta, "não existe erva, fitoterápico ou suplemento para emagrecer com eficácia e segurança comprovados. Às vezes na pressa, na busca por um milagre, ou porque é mais barato, muitas pessoas procuram essas opções, acham que parece mais saudável, mas acabam em situações que colocam sua vida em risco".

(Letícia Mori / BBC News Brasil – 12/03/2022)

Com base no texto e nos dizeres da médica Maria Edna de Melo, é incorreto afirmar:

 

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Os riscos para a saúde de tomar 'fórmulas

emagrecedoras'

As notícias recentes da morte de duas mulheres com danos no fígado após tomar fórmulas emagrecedoras chamou a atenção para o consumo desse tipo de mistura.

A enfermeira Mara Abreu morreu em fevereiro com uma hepatite fulminante que os médicos suspeitam ter sido causada pela ingestão do chá "50 ervas Emagrecedor", cuja venda é proibida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A cantora Paulinha Abelha morreu no mesmo mês de meningoencefalite, hipertensão craniana, insuficiência renal aguda e hepatite. Ela tomava diversas fórmulas (com 18 substâncias ao todo) e laudos médicos mostraram que ela tinha anfetamina no sangue e que as lesões que teve no fígado são compatíveis com as causadas por efeitos de medicamentos.

Médicos especialistas — endocrinologistas, gastroenterologistas e hepatologistas — alertam sobre os riscos de consumo de fórmulas para perder peso, que misturam diversas substâncias, entre elas suplementos, ervas ou remédios.

Elas podem causar danos ao fígado, ao rim e outros efeitos colaterais graves. Podem também ter efeitos adversos desconhecidos, já que a composição das fórmulas e misturas varia muito e a interação entre as substâncias pode gerar problemas imprevistos.

Quem precisa fazer tratamento da obesidade pode ter se assustado com as notícias e com o alerta ou acabar acreditando que qualquer tratamento tem os mesmos riscos.

Mas os médicos apontam que existem sim remédios para o tratamento de obesidade que são eficazes, seguros e que podem ser prescritos por médicos a pacientes que precisam perder peso.

"É preciso separar o joio do trigo", diz a endocrinologista e pesquisadora Maria Edna de Melo, médica da SBEM-SP (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo).

"Existem tratamentos modernos, que foram objeto de muitos estudos e pesquisas clínicas, e cuja segurança e eficácia foram comprovados", diz Melo, que também faz parte do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Um deles, por exemplo, é a liraglutida, que tem poucos efeitos adversos e não tem muitas contraindicações.

Mesmo assim, explica Melo, é um tratamento que precisa ser indicado por um médico e acompanhado por outras mudanças, como uma melhora na alimentação e acompanhamentos do estado de saúde do paciente. Além disso, é um tratamento recente e ainda muito caro.

Por outro lado, acrescenta, "não existe erva, fitoterápico ou suplemento para emagrecer com eficácia e segurança comprovados. Às vezes na pressa, na busca por um milagre, ou porque é mais barato, muitas pessoas procuram essas opções, acham que parece mais saudável, mas acabam em situações que colocam sua vida em risco".

(Letícia Mori / BBC News Brasil – 12/03/2022)

Qual é o sentido da expressão "É preciso separar o joio do trigo", como usada no oitavo parágrafo do texto?

 

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Os riscos para a saúde de tomar 'fórmulas

emagrecedoras'

As notícias recentes da morte de duas mulheres com danos no fígado após tomar fórmulas emagrecedoras chamou a atenção para o consumo desse tipo de mistura.

A enfermeira Mara Abreu morreu em fevereiro com uma hepatite fulminante que os médicos suspeitam ter sido causada pela ingestão do chá "50 ervas Emagrecedor", cuja venda é proibida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A cantora Paulinha Abelha morreu no mesmo mês de meningoencefalite, hipertensão craniana, insuficiência renal aguda e hepatite. Ela tomava diversas fórmulas (com 18 substâncias ao todo) e laudos médicos mostraram que ela tinha anfetamina no sangue e que as lesões que teve no fígado são compatíveis com as causadas por efeitos de medicamentos.

Médicos especialistas — endocrinologistas, gastroenterologistas e hepatologistas — alertam sobre os riscos de consumo de fórmulas para perder peso, que misturam diversas substâncias, entre elas suplementos, ervas ou remédios.

Elas podem causar danos ao fígado, ao rim e outros efeitos colaterais graves. Podem também ter efeitos adversos desconhecidos, já que a composição das fórmulas e misturas varia muito e a interação entre as substâncias pode gerar problemas imprevistos.

Quem precisa fazer tratamento da obesidade pode ter se assustado com as notícias e com o alerta ou acabar acreditando que qualquer tratamento tem os mesmos riscos.

Mas os médicos apontam que existem sim remédios para o tratamento de obesidade que são eficazes, seguros e que podem ser prescritos por médicos a pacientes que precisam perder peso.

"É preciso separar o joio do trigo", diz a endocrinologista e pesquisadora Maria Edna de Melo, médica da SBEM-SP (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo).

"Existem tratamentos modernos, que foram objeto de muitos estudos e pesquisas clínicas, e cuja segurança e eficácia foram comprovados", diz Melo, que também faz parte do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Um deles, por exemplo, é a liraglutida, que tem poucos efeitos adversos e não tem muitas contraindicações.

Mesmo assim, explica Melo, é um tratamento que precisa ser indicado por um médico e acompanhado por outras mudanças, como uma melhora na alimentação e acompanhamentos do estado de saúde do paciente. Além disso, é um tratamento recente e ainda muito caro.

Por outro lado, acrescenta, "não existe erva, fitoterápico ou suplemento para emagrecer com eficácia e segurança comprovados. Às vezes na pressa, na busca por um milagre, ou porque é mais barato, muitas pessoas procuram essas opções, acham que parece mais saudável, mas acabam em situações que colocam sua vida em risco".

(Letícia Mori / BBC News Brasil – 12/03/2022)

Sobre o falecimento da cantora Paulinha Abelha, é correto afirmar:

 

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2601238 Ano: 2022
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP

Linha elétrica que entra ou sai de uma edificação, seja a linha de energia, de sinal, uma tubulação de água, de gás ou de qualquer outra utilidade.

 

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2601237 Ano: 2022
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP

Parcela elástica da penetração máxima de uma estaca, decorrente da aplicação de um golpe do martelo ou pilão.

 

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