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Foram encontradas 979 questões.

2601032 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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No funil de vendas, que costuma ser dividido em três fases, estão os diferentes estágios em que os potenciais clientes se encontram no processo de venda. No do funil são usados conteúdos introdutórios com o objetivo de transformar o visitante em um lead. No do funil, os conteúdos são um pouco mais aprofundados, buscando fortalecer o relacionamento com o usuário e gerar demanda pelo produto ou serviço. No do funil, o prospecto está próximo da compra e, nesse caso, os conteúdos devem tirar dúvidas específicas, quebrar objeções e mostrar estudos de caso.

Preenchem corretamente e respectivamente as lacunas:

 

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2601031 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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Algoritmo do Facebook que determina quais posts são relevantes o suficiente para aparecer no feed de notícias do usuário. Leva em consideração três fatores principais: formato do post (imagem, texto, vídeo), idade da postagem (quanto mais recente, melhor) e afinidade (se houve interações anteriores com a fanpage).

 

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2601030 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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Método de cobrança de anúncios no qual o valor a ser pago depende do número de cliques realizados. É utilizado, por exemplo, pelo Google Adwords e Facebook Ads.

 

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2601029 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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Esse tipo de configuração dispara uma mensagem a partir de uma ação tomada pelo usuário. Por exemplo, você pode programar para que todas as pessoas que clicarem em um determinado link da sua newsletter recebam um segundo e-mail com mais informações sobre o assunto. Também podem ser usados em outras situações, como vídeos, páginas, etc. Trata-se de:

 

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2601028 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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É o processo, normalmente automatizado em uma sequência de e-mails, que têm o objetivo de estreitar relacionamento com o prospecto e aproximá-lo do momento da compra.

 

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2601027 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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MQL ou Marketing Qualified Leads, são as leads que foram nutridas e qualificadas pelo time de Marketing, encaminhando para ficarem prontas para o time de vendas. Quando esses leads estão prontos para serem abordados pelo time de vendas, eles se tornam:

 

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2601026 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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Este tipo de conteúdo não é criado pela empresa, mas sim pelos fãs ou outros usuários. Com isso a marca ganha espaço na mídia sem precisar pagar por ele. Em geral, são mensagens compartilhadas por fãs nas redes sociais, podendo ter os mais diversos formatos. Trata-se de:

 

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2601025 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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O Marketing de Conteúdo trabalha as diferentes etapas do funil de vendas, gerando conteúdos específicos para cada uma delas. Faz parte da estratégia de:

 

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2601024 Ano: 2022
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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O Marketing de Conteúdo é uma estratégia que tem como objetivo atrair e engajar o seu público-alvo, nutrindo-o com conteúdos relevantes de acordo com o estágio no processo de compra que ele se encontra. Uma empresa pioneira no uso da estratégia do Marketing de Conteúdo foi:

 

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2601023 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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O que as aves que voam em bando nos ensinam sobre liderança

Liderança não pode ser solitária. E, para isso,

precisamos exercer nossa vulnerabilidade sem

moderação, abusando da rede de apoio para

validar hipóteses.

Luciana Rodrigues 6 de outubro de 2021

Quem vê uma graciosa revoada no céu pode até não imaginar que, por trás daquela disposição aparentemente aleatória, estão lições muito úteis para nós aqui na terra. Além das questões relacionadas à aerodinâmica – que permitem que as aves migratórias economizem energia, por exemplo – o papel da ave mais experiente do grupo é essencial para definir a direção que o grupo inteiro deve tomar.

Nem sempre o líder é aquele que está à frente do bando. Quando está fatigado, ele reveza a dianteira com a ave que está imediatamente atrás. Uma das vantagens de andar em grupo é permitir que o bando tenha mais resistência para viagens longas e difíceis, e ainda aproveitem o impulso gerado pelo deslocamento de ar do pássaro que voa à frente. A formação em V também melhora a comunicação e a coordenação do bando. Se voassem sozinhas, cada uma por si, demorariam mais tempo, e chegar ao seu destino seria uma tarefa muito mais árdua. Aqui, fique à vontade para fazer qualquer paralelo com a sociedade em que vivemos.

Sinto que estamos tão obcecados com tecnologia e para estar constantemente atualizados sobre tudo o que acontece, a todo instante (olá, FOMO), que esquecemos de reservar um tempo para observar e aprender com a natureza. Parar e simplesmente contemplar. Faça um teste: tente lembrar a última vez que você sentiu tédio. Provavelmente, esse momento foi rapidamente interrompido por um “scroll” em uma rede social ou por uma notificação no celular.

Não me entenda mal, sou fã e tenho me dedicado a aprender cada vez mais sobre tecnologia. Mas ela deveria ser uma viabilizadora de ideias e movimentos, ajudando pessoas a se conectarem com seu propósito.

Para os privilegiados, e aí me incluo, a pandemia apresentou a possibilidade do trabalho remoto. No meu caso, também proporcionou um contato maior com a natureza. Tenho passado cada vez mais tempo no campo e daí veio a minha observação sobre os pássaros, que me levou a fazer este paralelo com liderança.

Liderança não pode ser solitária. E, para isso, precisamos exercer nossa vulnerabilidade sem moderação: pedir ajuda, fazer perguntas, usar e abusar da nossa rede de apoio para validar hipóteses, e até mesmo tomar decisões erradas juntos. Bons líderes estão em constante desenvolvimento. Por isso, é normal e esperado cometer alguns erros nessa jornada.

Mais uma vez, volto a citar nesta coluna o “Livro da Desreceita”, criado a muitas mãos pelos líderes da empresa da qual sou CEO. Nele tem um capítulo inteiro dedicado a esse assunto, com o sugestivo título “Um time inteligente vale mais que um time de inteligentes”. Destaco aqui um trecho: “É provado na natureza que a inteligência coletiva supera os talentos individuais. Todavia, crescemos e aprendemos com um modelo que sempre se apoiou em exaltar talentos individuais, o brilhantismo de um indivíduo em sobreposição à competência coletiva.”

Assim como a ave líder que abre espaço para que outras sejam protagonistas, sempre tive como um dos meus mantras permitir que as pessoas ao meu redor voassem na frente. Contudo, precisei de muito tempo – na verdade, anos – para entender que por mais que você tenha a intenção genuína de fazer com que as pessoas cresçam, evoluam e sejam protagonistas da sua carreira, muitas vezes a forma que você quer aplicar – baseada na sua experiência – carrega uma história pessoal e, muitas vezes, distante da realidade de quem a recebe.

Alejandro Jodorowisky, cineasta, ator, poeta e escritor, sabiamente disse: “Entre o que eu penso, o que quero dizer, o que digo e o que você ouve, o que você quer ouvir e o que você acha que entendeu, há um abismo”.

Eu explico: quando assumi a posição de liderança em uma das maiores empresas de entretenimento do mundo para a América Latina, entendi que deveria conectar as pessoas e dar palco para elas ecoarem suas vozes. Queria encorajá-las, abrindo oportunidades para que pudessem expor suas histórias, sonhos, ideias e pudessem potencializar sua criatividade, mas poucos se animavam. Passei por outras empresas depois dessa, mas o meu objetivo nunca foi alcançado da forma que eu imaginava.

Uma das iniciativas que implementei foi um “Talent Show” para que as pessoas pudessem compartilhar seus projetos e, os que fizessem mais sentido, unindo criatividade e os objetivos de negócio da companhia, seriam produzidos. Para minha surpresa, após poucos meses, recebi um e-mail do “headquarters” dizendo que essa iniciativa estava deixando as pessoas incomodadas, algumas, mais sêniores, por acharem que suas posições estavam sendo ameaçadas, outras, por se sentirem pressionadas, mesmo que a participação fosse totalmente opcional.

Mas por que as pessoas não “querem” ser protagonistas? Timidez? Preguiça? Não querem evoluir? Ou, simplesmente, por que escolheram um caminho diferente do meu? Acreditei cegamente que tinha a responsabilidade (e obrigação) de construir pontes e abrir portas para todos, sem exceção. Depois de muita reflexão, conversas e terapia, entendi que estava colocando a minha expectativa do que é sucesso no outro, e aprendi uma lição muito importante: sucesso é pessoal. Sucesso é ter a liberdade de dizer não.

Um dos trechos do Livro “Os Quatro Compromissos”, de Don Miguel Ruiz, diz o seguinte: “Nada do que os outros fazem é motivado por você. É por causa deles mesmos. Todas as pessoas vivem em seu próprio sonho, em sua própria mente; estão num mundo completamente diferente daquele no qual vivemos. Quando levamos algo para o lado pessoal, presumimos que os outros sabem o que está em nosso mundo – aquilo que tentamos impor ao mundo deles.”

Há poucos dias, recebi uma mensagem de uma profissional muito talentosa que trabalhou comigo. A mensagem era exatamente assim: “…carrego comigo a vontade de evoluir como líder e gestora e você vem com frequência na minha cabeça… acho até que antes eu não valorizava tanto a sua presença quanto eu faço hoje…”.

Aprendo, todos os dias, que liderar não é sobre agradar e fazer o esperado, e sim, é sobre seguir com um propósito claro – Jodorowisky discordaria desse ponto sobre quão claro isso pode ser.

Sigo acreditando que este sábio provérbio africano, “se você quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá acompanhado”, é a única forma possível para nós, humanos, ou para as aves, seguirem nessa jornada chamada vida.

Luciana Rodrigues é CEO e presidente da Grey Brasil,

conselheira do board da Junior Achievement, membro do

conselho MMA Brasil e do comitê estratégico de presidentes

da Amcham. Também é aluna de pós-graduação em

neurociências e comportamento.

Vocabulário:

• scroll: rolagem (na tela do celular ou do computador)

• CEO: diretor executivo

• Talent Show: show de talentos

• headquarters: sede de uma empresa

RODRIGUES, Luciana. O que as aves que voam em bando

nos ensinam sobre liderança. Forbes Brasil, 06 de outubro de

2021. Disponível em:

https://forbes.com.br/colunas/2021/10/luciana-rodrigues-o-

que-as-aves-que-voam-em-bando-nos-ensinam-sobre-

lideranca/.

Na frase “Faça um teste: tente lembrar a última vez que você sentiu tédio.” (3º parágrafo), há o predomínio de verbos no modo

 

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