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Antes de uma gravação, produtor, diretor, diretor de fotografia e eletricista examinam o set ou a locação para rever seus storyboards e mapear a filmagem do dia. Planejam a colocação das câmeras, luzes e equipamentos de áudio, um processo chamado:
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A sentença em que o pronome oblíquo átono assinalado precisa vir em ênclise ao verbo é
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Leia o texto abaixo.
“O dia 19 de abril ficou conhecido no Brasil todo como o ‘Dia do Índio’. [...]
A origem da data remete a um protesto dos povos indígenas do continente americano ainda na década de 1940, quando um congresso organizado no México se propôs a debater medidas para proteger os índios no território.
O Congresso Indigenista Interamericano, realizado em Patzcuaro, aconteceu entre os dias 14 e 24 de abril de 1940.
Em princípio, os representantes indígenas haviam se negado a participar do evento, achando que não teriam voz ou vez nas reuniões - que seriam comandadas por líderes políticos dos países participantes. Os índios, então, fizeram um boicote nos primeiros dias, mas, justamente no dia 19 de abril, decidiram aparecer no congresso para tomar parte nas discussões.
Foi por conta disso que a data escolhida para celebrar o dia do índio acabou sendo essa.”
POR QUE 19 de abril virou ‘Dia do Índio’. BBC News
Brasil, 19 de abril de 2018. Disponível em:
https://www.bbc.com/portuguese/brasil-43831319.
Agora, analise as proposições a seguir.
I. O verbo “remeter” (1º parágrafo) é transitivo indireto, por isso exige a preposição “a”, que o segue no texto.
II. No terceiro parágrafo, as letras maiúsculas foram empregadas para indicar nomes próprios de entidades não-humanas.
III. Na expressão “líderes políticos” (4º parágrafo), ambas as palavras são classificadas como substantivos.
Está(ão) correta(s)
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No excerto a seguir, observe o emprego da preposição EM nas expressões indicadas entre os colchetes.
"Quando a nave Cassini, da Nasa, mergulhou [na atmosfera do planeta] para finalizar, [em 2017], sua missão que já durava 20 anos, ela se aprofundou [no planeta] e [em seus anéis]. O último ato antes da desintegração foi medir precisamente a quantidade de material nos anéis de Saturno já que saber das densidades permite aos cientistas estabelecer a idade dos anéis."
STRICKLAND, Ashley. Anéis de Saturno não surgiram
junto ao planeta, diz estudo. CNN Brasil, 17 de abril de 2022.
Tecnologia. Disponível
em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/aneis-de-saturno-nao-surgiram-junto-ao-planeta-diz-estudo/.
Sobre as ocorrências de EM no fragmento apresentado, pode-se afirmar que
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Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela cuja frase apresenta TODAS as palavras grafadas segundo a ortografia oficial da língua portuguesa.
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Na frase “Com preço dos insumos , ração para pets deve ficar mais cara” (g1, 19/04/2022), deve ser colocado o adjetivo alto, o qual precisa vir
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O que as aves que voam em bando nos ensinam sobre liderança
Liderança não pode ser solitária. E, para isso,
precisamos exercer nossa vulnerabilidade sem
moderação, abusando da rede de apoio para
validar hipóteses.
Luciana Rodrigues 6 de outubro de 2021
Quem vê uma graciosa revoada no céu pode até não imaginar que, por trás daquela disposição aparentemente aleatória, estão lições muito úteis para nós aqui na terra. Além das questões relacionadas à aerodinâmica – que permitem que as aves migratórias economizem energia, por exemplo – o papel da ave mais experiente do grupo é essencial para definir a direção que o grupo inteiro deve tomar.
Nem sempre o líder é aquele que está à frente do bando. Quando está fatigado, ele reveza a dianteira com a ave que está imediatamente atrás. Uma das vantagens de andar em grupo é permitir que o bando tenha mais resistência para viagens longas e difíceis, e ainda aproveitem o impulso gerado pelo deslocamento de ar do pássaro que voa à frente. A formação em V também melhora a comunicação e a coordenação do bando. Se voassem sozinhas, cada uma por si, demorariam mais tempo, e chegar ao seu destino seria uma tarefa muito mais árdua. Aqui, fique à vontade para fazer qualquer paralelo com a sociedade em que vivemos.
Sinto que estamos tão obcecados com tecnologia e para estar constantemente atualizados sobre tudo o que acontece, a todo instante (olá, FOMO), que esquecemos de reservar um tempo para observar e aprender com a natureza. Parar e simplesmente contemplar. Faça um teste: tente lembrar a última vez que você sentiu tédio. Provavelmente, esse momento foi rapidamente interrompido por um “scroll” em uma rede social ou por uma notificação no celular.
Não me entenda mal, sou fã e tenho me dedicado a aprender cada vez mais sobre tecnologia. Mas ela deveria ser uma viabilizadora de ideias e movimentos, ajudando pessoas a se conectarem com seu propósito.
Para os privilegiados, e aí me incluo, a pandemia apresentou a possibilidade do trabalho remoto. No meu caso, também proporcionou um contato maior com a natureza. Tenho passado cada vez mais tempo no campo e daí veio a minha observação sobre os pássaros, que me levou a fazer este paralelo com liderança.
Liderança não pode ser solitária. E, para isso, precisamos exercer nossa vulnerabilidade sem moderação: pedir ajuda, fazer perguntas, usar e abusar da nossa rede de apoio para validar hipóteses, e até mesmo tomar decisões erradas juntos. Bons líderes estão em constante desenvolvimento. Por isso, é normal e esperado cometer alguns erros nessa jornada.
Mais uma vez, volto a citar nesta coluna o “Livro da Desreceita”, criado a muitas mãos pelos líderes da empresa da qual sou CEO. Nele tem um capítulo inteiro dedicado a esse assunto, com o sugestivo título “Um time inteligente vale mais que um time de inteligentes”. Destaco aqui um trecho: “É provado na natureza que a inteligência coletiva supera os talentos individuais. Todavia, crescemos e aprendemos com um modelo que sempre se apoiou em exaltar talentos individuais, o brilhantismo de um indivíduo em sobreposição à competência coletiva.”
Assim como a ave líder que abre espaço para que outras sejam protagonistas, sempre tive como um dos meus mantras permitir que as pessoas ao meu redor voassem na frente. Contudo, precisei de muito tempo – na verdade, anos – para entender que por mais que você tenha a intenção genuína de fazer com que as pessoas cresçam, evoluam e sejam protagonistas da sua carreira, muitas vezes a forma que você quer aplicar – baseada na sua experiência – carrega uma história pessoal e, muitas vezes, distante da realidade de quem a recebe.
Alejandro Jodorowisky, cineasta, ator, poeta e escritor, sabiamente disse: “Entre o que eu penso, o que quero dizer, o que digo e o que você ouve, o que você quer ouvir e o que você acha que entendeu, há um abismo”.
Eu explico: quando assumi a posição de liderança em uma das maiores empresas de entretenimento do mundo para a América Latina, entendi que deveria conectar as pessoas e dar palco para elas ecoarem suas vozes. Queria encorajá-las, abrindo oportunidades para que pudessem expor suas histórias, sonhos, ideias e pudessem potencializar sua criatividade, mas poucos se animavam. Passei por outras empresas depois dessa, mas o meu objetivo nunca foi alcançado da forma que eu imaginava.
Uma das iniciativas que implementei foi um “Talent Show” para que as pessoas pudessem compartilhar seus projetos e, os que fizessem mais sentido, unindo criatividade e os objetivos de negócio da companhia, seriam produzidos. Para minha surpresa, após poucos meses, recebi um e-mail do “headquarters” dizendo que essa iniciativa estava deixando as pessoas incomodadas, algumas, mais sêniores, por acharem que suas posições estavam sendo ameaçadas, outras, por se sentirem pressionadas, mesmo que a participação fosse totalmente opcional.
Mas por que as pessoas não “querem” ser protagonistas? Timidez? Preguiça? Não querem evoluir? Ou, simplesmente, por que escolheram um caminho diferente do meu? Acreditei cegamente que tinha a responsabilidade (e obrigação) de construir pontes e abrir portas para todos, sem exceção. Depois de muita reflexão, conversas e terapia, entendi que estava colocando a minha expectativa do que é sucesso no outro, e aprendi uma lição muito importante: sucesso é pessoal. Sucesso é ter a liberdade de dizer não.
Um dos trechos do Livro “Os Quatro Compromissos”, de Don Miguel Ruiz, diz o seguinte: “Nada do que os outros fazem é motivado por você. É por causa deles mesmos. Todas as pessoas vivem em seu próprio sonho, em sua própria mente; estão num mundo completamente diferente daquele no qual vivemos. Quando levamos algo para o lado pessoal, presumimos que os outros sabem o que está em nosso mundo – aquilo que tentamos impor ao mundo deles.”
Há poucos dias, recebi uma mensagem de uma profissional muito talentosa que trabalhou comigo. A mensagem era exatamente assim: “…carrego comigo a vontade de evoluir como líder e gestora e você vem com frequência na minha cabeça… acho até que antes eu não valorizava tanto a sua presença quanto eu faço hoje…”.
Aprendo, todos os dias, que liderar não é sobre agradar e fazer o esperado, e sim, é sobre seguir com um propósito claro – Jodorowisky discordaria desse ponto sobre quão claro isso pode ser.
Sigo acreditando que este sábio provérbio africano, “se você quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá acompanhado”, é a única forma possível para nós, humanos, ou para as aves, seguirem nessa jornada chamada vida.
Luciana Rodrigues é CEO e presidente da Grey Brasil,
conselheira do board da Junior Achievement, membro do
conselho MMA Brasil e do comitê estratégico de presidentes
da Amcham. Também é aluna de pós-graduação em
neurociências e comportamento.
Vocabulário:
• scroll: rolagem (na tela do celular ou do computador)
• CEO: diretor executivo
• Talent Show: show de talentos
• headquarters: sede de uma empresa
RODRIGUES, Luciana. O que as aves que voam em bando
nos ensinam sobre liderança. Forbes Brasil, 06 de outubro de
2021. Disponível em:
https://forbes.com.br/colunas/2021/10/luciana-rodrigues-o-
que-as-aves-que-voam-em-bando-nos-ensinam-sobre-
lideranca/.
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre o uso das aspas no texto de Luciana Rodrigues.
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Arthur tinha 2 cédulas de 50 reais, 1 cédula de 20 reais, 3 cédulas de 5 reais e 3 cédulas de 2 reais em sua carteira. Assim, o valor total que Arthur tinha era de:
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Cristina tinha uma quantia de dinheiro e, após gastar 25%, ainda restou R$ 184,50. Qual o valor que Cristina tinha inicialmente?
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Uma empresa deseja produzir embalagens em forma de paralelepípedos com as seguintes medidas:

Dessa forma, qual será o volume total, em cm3, que essa embalagem é capaz de suportar?
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