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Foram encontradas 150 questões.

911044 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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O gráfico a seguir mostra o número de livros que uma livraria vendeu em um dia.

enunciado 911044-1

Analisando-se o gráfico, conclui-se que do total de livros vendidos nesse dia, os livros de romance representam
 

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911043 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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O preço por quilograma de refeição em um restaurante é R$ 28,00. Um cliente almoçou nesse restaurante durante cinco dias e bebeu um refrigerante a cada almoço no valor de R$ 3,50.

enunciado 911043-1
Dado: 1 kg = 1000 g

Ao final dos cinco dias, ele gastou com almoço e refrigerante
 

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911042 Ano: 2014
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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Em uma cidade, o preço do litro de determinado combustível é R$ 2,80, sendo que R$ 0,90 desse valor corresponde a impostos. Para controlar a inflação, ocorreu, no valor do imposto, uma redução de R$ 0,90 para R$ 0,30 por litro. Nessas condições, o preço de 500 litros desse combustível teve seu valor reduzido em
 

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911041 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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Carlos e Ana são dois vendedores de uma loja. Em um determinado dia, Carlos vendeu apenas 30 unidades de um produto A e 20 unidades de um produto B, totalizando R$ 2.260,00 em vendas, e Ana vendeu apenas 25 unidades do produto A e 40 unidades do produto B, totalizando R$ 3.050,00 em vendas. Um cliente que tenha levado apenas uma unidade de cada um desses produtos, nesse dia, pagou, no total,
 

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911040 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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Um cidadão colocou R$ 80.000,00 em uma aplicação financeira que rende 0,5 % ao mês. Sabendo que todo o mês ele saca o rendimento de 0,5%, ao final de 4 meses, o valor total sacado por ele será:
 

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911039 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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O gráfico apresenta informações sobre os números de servidores fumantes e não fumantes na Câmara Municipal de certa cidade.

enunciado 911039-1

Com base nas informações do gráfico, e sabendo-se que todos os servidores estão contemplados nele, conclui-se corretamente que, na Câmara Municipal dessa cidade, a razão entre o número de fumantes e o número total de servidores, nessa ordem, corresponde a
 

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911038 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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Em um jogo de futebol comemorativo, as regras eram: cada gol marcado a favor valia +3 pontos, cada gol contra valia –5 pontos e cada falta cometida valia –2 pontos. Uma equipe fez três gols a favor, um gol contra e cometeu doze faltas. Então, o número de pontos que essa equipe totalizou foi:
 

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911037 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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A vida dá voltas
Sou um tipo meio fatalista. Acho que a vida dá voltas. Um amigo meu, Luís, casou-se com Cláudia, uma mulher egoísta. Ele era filho único, de mãe separada e sem pensão. Durante algum tempo, a mãe de Luís foi sustentada pelo próprio tio, um solteirão. Quando este faleceu, começaram as brigas domésticas: Cláudia não admitia que Luís desse dinheiro à mãe. Ele era um rapaz de classe média. Por algum tempo, arrumou trabalhos extras para ajudar a idosa.
Convencido pela esposa, ele mudou-se para longe. Visitava a mãe uma vez por ano. Para se livrar da questão financeira, Luís convenceu a mãe a vender o apartamento. Durante alguns anos, ela viveu desse dinheiro. Muitas vezes, lamentava a falta do filho, mas o que fazer? Luís, sempre tão ocupado, viajando pelo mundo todo, não tinha tempo disponível. Na casa da mãe, faltou até o essencial. E ela faleceu sozinha.
O tempo passou. Hoje, Luís, antes um profissional disputado, está desempregado. Foi obrigado a se instalar com a família na casa dos sogros, onde é atormentado diariamente. A filha de Luís e Cláudia cresceu e saiu de casa. Quer seguir seu próprio rumo!
Luís não tem renda, nem bens. Está quase se divorciando. Ficou fora do mercado de trabalho. O que vai acontecer? A filha cuidará dele? Tenho dúvidas,porque ele não a ensinou com seu próprio exemplo.
A vida é um eterno ciclo afetivo. Em uma época todos nós somos filhos. Em outra, tornamo-nos pais: é a nossa vez de cuidar de quem cuidou de nós.
(Walcyr Carrasco. http://vejasp.abril.com.br. Acesso em 30.12.2013. Adaptado)
Na frase – ... começaram as brigas domésticas... –, a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
 

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911036 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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Quem precisa de Cerimonial e Protocolo?

O Brasil já assistiu a inúmeras cerimônias e solenidades nas quais se deu posse a titulares de cargos públicos. Nessas oca siões, os brasileiros, que costumam ser descritos recorrentemente como informais, calorosos e não afeitos à ritualística e ao rigor protocolares, notam a necessidade da “liturgia civil,” do simbolismo de Estado, da magia que o poder exerce sobre todos.

O problema é que o Cerimonial e o Protocolo não estão lá somente quando há uma cerimônia, uma festividade. Eles sempre estão lá. Onde houver poder, comando, governo, haverá necessariamente aqueles que orientam, assessoram os que comandam e governam. Até a vida humana, individual e coletivamente, é prenhe de ritos e de hierarquias.

Porém, não há uma Teoria de Cerimonial e Protocolo academicamente estabelecida e este acaba sendo o motivo principal para evitar seu estudo nas universidades. Além disso, os que trabalham com C & P não costumam problematizar e sistematizar suas atividades e os conceitos que as orientam, permitindo lacunas e mal-entendidos na ideia que se tem a seu respeito.

O senso comum tende a imaginar C & P como “etiqueta”, “pompa e circunstância” e até, jocosamente, como “afrescalhamento”. A etiqueta, aqui entendida como “pequena Ética” ou “Ética dos detalhes”, permeia o Protocolo, sedimenta-o, mas não o limita. O Cerimonial é a arte, a ciência, o conhecimento que fundamenta o curso dos rituais, dos eventos, das solenidades; já o Protocolo é a arte, a ciência, o conhecimento que comunica esses eventos, é o código civilizacional por meio do qual o ser humano perscruta os ritos imemoriais, as tradições ancestrais das normas de convívio social.

O desempenho e os encargos de um chefe de C & P, bem como de seus assessores e agentes, são extremamente diplomáticos, e envolvem conhecimentos de Relações Públicas, Relações Internacionais e Ciências Sociais.Vejo falta de respeito, de apego, mas, sobretudo, de conhecimento, no que tange à Etiqueta, ao Cerimonial e ao Protocolo em diversos setores de nossa sociedade: nas religiões institucionalizadas, nas agremiações culturais e desportivas, nas escolas públicas e privadas, nas universidades, nas ONGs e até nos condomínios!

É necessária uma valorização do humano e uma ecovisão em que a polidez e a cortesia constituam um imperativo categórico, no dizer de Kant, filósofo alemão. Para tanto, urge que os dirigentes, os governantes concentrem seus esforços e atenções na Educação.

Concluo rogando aos agentes da administração pública que tomem consciência da precisão do Cerimonial e do Protocolo, não permitindo que incumbências tão elevadas sejam desconsideradas. E que haja investimentos na devida formação e capacitação dos que são chamados a trabalhar na área.

(Bruno de Cerqueira. Pós-graduado em Relações Internacionais)

(www.brunodecerqueira.blogspot.com.br. Adaptado)

De acordo com o primeiro parágrafo, os brasileiros
 

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911035 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Sorocaba-SP
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Quem precisa de Cerimonial e Protocolo?

O Brasil já assistiu a inúmeras cerimônias e solenidades nas quais se deu posse a titulares de cargos públicos. Nessas oca siões, os brasileiros, que costumam ser descritos recorrentemente como informais, calorosos e não afeitos à ritualística e ao rigor protocolares, notam a necessidade da “liturgia civil,” do simbolismo de Estado, da magia que o poder exerce sobre todos.

O problema é que o Cerimonial e o Protocolo não estão lá somente quando há uma cerimônia, uma festividade. Eles sempre estão lá. Onde houver poder, comando, governo, haverá necessariamente aqueles que orientam, assessoram os que comandam e governam. Até a vida humana, individual e coletivamente, é prenhe de ritos e de hierarquias.

Porém, não há uma Teoria de Cerimonial e Protocolo academicamente estabelecida e este acaba sendo o motivo principal para evitar seu estudo nas universidades. Além disso, os que trabalham com C & P não costumam problematizar e sistematizar suas atividades e os conceitos que as orientam, permitindo lacunas e mal-entendidos na ideia que se tem a seu respeito.

O senso comum tende a imaginar C & P como “etiqueta”, “pompa e circunstância” e até, jocosamente, como “afrescalhamento”. A etiqueta, aqui entendida como “pequena Ética” ou “Ética dos detalhes”, permeia o Protocolo, sedimenta-o, mas não o limita. O Cerimonial é a arte, a ciência, o conhecimento que fundamenta o curso dos rituais, dos eventos, das solenidades; já o Protocolo é a arte, a ciência, o conhecimento que comunica esses eventos, é o código civilizacional por meio do qual o ser humano perscruta os ritos imemoriais, as tradições ancestrais das normas de convívio social.

O desempenho e os encargos de um chefe de C & P, bem como de seus assessores e agentes, são extremamente diplomáticos, e envolvem conhecimentos de Relações Públicas, Relações Internacionais e Ciências Sociais.Vejo falta de respeito, de apego, mas, sobretudo, de conhecimento, no que tange à Etiqueta, ao Cerimonial e ao Protocolo em diversos setores de nossa sociedade: nas religiões institucionalizadas, nas agremiações culturais e desportivas, nas escolas públicas e privadas, nas universidades, nas ONGs e até nos condomínios!

É necessária uma valorização do humano e uma ecovisão em que a polidez e a cortesia constituam um imperativo categórico, no dizer de Kant, filósofo alemão. Para tanto, urge que os dirigentes, os governantes concentrem seus esforços e atenções na Educação.

Concluo rogando aos agentes da administração pública que tomem consciência da precisão do Cerimonial e do Protocolo, não permitindo que incumbências tão elevadas sejam desconsideradas. E que haja investimentos na devida formação e capacitação dos que são chamados a trabalhar na área.

(Bruno de Cerqueira. Pós-graduado em Relações Internacionais)

(www.brunodecerqueira.blogspot.com.br. Adaptado)

Lendo-se a frase – A pequena Ética (…) permeia o Proto- colo, sedimenta-o, mas não o limita. –, conclui-se que a pequena Ética
 

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