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Na sentença: “Paulo tem 15 minutos para merendar.”, o
verbo ‘ter’ sublinhado, nesse contexto, significa:
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Cometeu-se ERRO no emprego da expressão sublinhada
em:
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A concordância nominal foi realizada de maneira
CORRETA na alternativa:
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Assinalar a alternativa que contém uma proparoxítona:
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Assinalar a alternativa que apresenta uma frase na qual as
conjunções ou locuções conjuntivas e as preposições
sublinhadas correspondem ao sentido indicado entre
parênteses:
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A alma e o espelho
Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em
2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia
me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo
meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho
ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo.
Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar
que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus
álbuns de fotografias das décadas anteriores.
Por algum motivo, a maior parte dessas imagens
desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece
na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes,
mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara
coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses
casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e
Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me
desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos,
aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões
pontuais, para não passar a impressão de que estou
enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou
seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um
padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos,
moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez
em quando.
Na última década, aprendemos que a carga
emocional envolvida na administração da própria imagem
pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho
adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence
Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem
lotados de jovens com dificuldade para lidar com a
aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes
sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o
peso da comparação permanente, mas nem sempre o
resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se
beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto:
os próprios adolescentes.
Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao
longo dessa década revela uma transformação complexa na
relação que temos com nossa própria imagem. O ato
aparentemente simples de capturar momentos pessoais
tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por
padrões estéticos e morais que moldam a percepção
pública. A discrepância entre a imagem projetada e a
identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade
e conformidade.
(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
( ) Em “ Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado.” (2º parágrafo), utiliza-se o acento indicativo da crase por se tratar de uma locução adverbial formada de substantivo feminino.
( ) Em “[...] a foto tem que obedecer a um padrão estético [...].” (2º parágrafo), caso o termo sublinhado fosse substituído por “estética”, seria necessário que o “a” imediatamente anterior recebesse o acento indicativo da crase.
( ) Em “[...] mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto [...].” (3º parágrafo), seria possível substituir o termo sublinhado por “àqueles”.
( ) Em “[...] regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública.” (4º parágrafo), caso o termo sublinhado fosse substituído por “compreensão humana”, seria necessário que o “a” imediatamente anterior recebesse o acento indicativo da crase.
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A alma e o espelho
Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em
2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia
me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo
meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho
ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo.
Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar
que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus
álbuns de fotografias das décadas anteriores.
Por algum motivo, a maior parte dessas imagens
desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece
na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes,
mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara
coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses
casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e
Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me
desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos,
aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões
pontuais, para não passar a impressão de que estou
enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou
seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um
padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos,
moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez
em quando.
Na última década, aprendemos que a carga
emocional envolvida na administração da própria imagem
pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho
adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence
Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem
lotados de jovens com dificuldade para lidar com a
aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes
sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o
peso da comparação permanente, mas nem sempre o
resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se
beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto:
os próprios adolescentes.
Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao
longo dessa década revela uma transformação complexa na
relação que temos com nossa própria imagem. O ato
aparentemente simples de capturar momentos pessoais
tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por
padrões estéticos e morais que moldam a percepção
pública. A discrepância entre a imagem projetada e a
identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade
e conformidade.
(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
( ) Em “[...] regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública.”, não há prejuízo em se substituir a palavra sublinhada por “os quais”.
( ) Em “[...] ou fazer pose na frente de um espelho [...]”, não há prejuízo em se substituir o termo sublinhado por “pousar”.
( ) Em “Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente [...]”, não há prejuízo em se substituir a palavra sublinhada por “constante”.
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A alma e o espelho
Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em
2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia
me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo
meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho
ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo.
Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar
que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus
álbuns de fotografias das décadas anteriores.
Por algum motivo, a maior parte dessas imagens
desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece
na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes,
mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara
coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses
casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e
Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me
desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos,
aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões
pontuais, para não passar a impressão de que estou
enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou
seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um
padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos,
moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez
em quando.
Na última década, aprendemos que a carga
emocional envolvida na administração da própria imagem
pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho
adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence
Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem
lotados de jovens com dificuldade para lidar com a
aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes
sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o
peso da comparação permanente, mas nem sempre o
resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se
beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto:
os próprios adolescentes.
Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao
longo dessa década revela uma transformação complexa na
relação que temos com nossa própria imagem. O ato
aparentemente simples de capturar momentos pessoais
tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por
padrões estéticos e morais que moldam a percepção
pública. A discrepância entre a imagem projetada e a
identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade
e conformidade.
(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
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Questão presente nas seguintes provas
A alma e o espelho
Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em
2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia
me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo
meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho
ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo.
Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar
que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus
álbuns de fotografias das décadas anteriores.
Por algum motivo, a maior parte dessas imagens
desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece
na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes,
mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara
coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses
casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e
Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me
desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos,
aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões
pontuais, para não passar a impressão de que estou
enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou
seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um
padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos,
moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez
em quando.
Na última década, aprendemos que a carga
emocional envolvida na administração da própria imagem
pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho
adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence
Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem
lotados de jovens com dificuldade para lidar com a
aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes
sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o
peso da comparação permanente, mas nem sempre o
resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se
beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto:
os próprios adolescentes.
Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao
longo dessa década revela uma transformação complexa na
relação que temos com nossa própria imagem. O ato
aparentemente simples de capturar momentos pessoais
tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por
padrões estéticos e morais que moldam a percepção
pública. A discrepância entre a imagem projetada e a
identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade
e conformidade.
(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
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Questão presente nas seguintes provas
A alma e o espelho
Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em
2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia
me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo
meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho
ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo.
Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar
que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus
álbuns de fotografias das décadas anteriores.
Por algum motivo, a maior parte dessas imagens
desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece
na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes,
mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara
coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses
casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e
Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me
desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos,
aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões
pontuais, para não passar a impressão de que estou
enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou
seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um
padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos,
moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez
em quando.
Na última década, aprendemos que a carga
emocional envolvida na administração da própria imagem
pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho
adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence
Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem
lotados de jovens com dificuldade para lidar com a
aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes
sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o
peso da comparação permanente, mas nem sempre o
resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se
beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto:
os próprios adolescentes.
Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao
longo dessa década revela uma transformação complexa na
relação que temos com nossa própria imagem. O ato
aparentemente simples de capturar momentos pessoais
tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por
padrões estéticos e morais que moldam a percepção
pública. A discrepância entre a imagem projetada e a
identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade
e conformidade.
(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
( ) A autora considera estranho o hábito de fazer selfies, de modo que até hoje não aderiu a essa prática.
( ) Conforme a autora, para os adolescentes, é muito difícil e, por vezes, doloroso lidar com a autoimagem, motivo pelo qual esse grupo em muito seria favorecido se tivesse acesso a algumas reflexões contemporâneas sobre esse tema.
( ) Segundo reflete a autora, as selfies colocam em jogo a busca pela autoaceitação, questão que mobiliza, entre outros aspectos, os padrões de beleza socialmente estabelecidos.
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