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Dona Zuleide vende kits de temperos naturais em
potinhos e percebeu que, com 6 litros de adubo líquido,
consegue preparar 24 potinhos de temperos para venda.
Quantos litros de adubo ela precisará usar se quiser
preparar 40 potinhos?
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A arquiteta Júlia está desenvolvendo a planta de uma
casa para um cliente e desenhou a planta em uma folha
A3 utilizando a escala 1:100, ou seja, 1 cm no desenho
representa 100 cm na obra. Se na planta, o comprimento
da garagem é de 6,5 cm, qual será o comprimento real?
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A alternativa ao açaí que pode ajudar a preservar a
Mata Atlântica
Muitos caiçaras — povo tradicional de áreas litorâneas
de partes das regiões Sul e Sudeste do Brasil — se
tornaram palmiteiros, aqueles que viviam da extração do
palmito.
Com a ameaça de extinção da palmeira e a evolução da
legislação ambiental, a partir dos anos 1980, os
palmiteiros deixaram de ser incentivados, pois extração
do palmito significa a morte da planta.
Como a juçara é uma importante fonte de alimento para
os animais que vivem na floresta, áreas sem a árvore
perdem também a diversidade de sua fauna. Por isso, a
sua preservação se tornou uma prioridade entre os
defensores da Mata Atlântica.
Morador do Vale do Ribeira, Gilberto Ota é um dos
ativistas em defesa da juçara. Gilberto conta que seu pai
era caiçara da foz do Rio Ribeira de Iguape. A decisão
de se considerar palmiteiro é mais política.
"Ao reivindicar a profissão de palmiteiro, dizemos que as
gerações anteriores às famílias que hoje vivem da juçara
não eram criminosos", diz ele. "Eram pessoas que
trabalhavam com o cultivo da palmeira de uma forma
diferente da que fazemos hoje."
A conversa vai de temas de agroecologia, vida
comunitária em torno da associação que dirige e as
possibilidades econômicas da juçara — mais
especificamente, de seu fruto.
O anfitrião só mostra alguma irritação quando é citado o
"açaí de juçara". "Plantamos aqui a juçara, açaí é outra
palmeira, lá da Amazônia", explica.
A confusão tem sua razão de ser. No Sul e Sudeste do
Brasil, o açaí é consumido na forma de um creme doce e
gelado, muito diferente da forma tradicional de consumo
na Amazônia, em que ele faz parte de pratos salgados.
O creme se tornou tão popular no eixo Rio-São Paulo
que açaí se tornou sinônimo da maneira como ele é
preparado.
A juçara pode substituir o açaí nesta forma de alimento
com a vantagem de ser colhido mais perto do mercado
consumidor. São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Espírito
Santo e Minas Gerais são os maiores produtores do fruto
da Mata Atlântica.
Ao entrar neste mercado, a juçara não compete com o
açaí, segundo a pesquisadora Virgínia da Matta, da
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa). "Os dois se apoiam porque há mercado para
a expansão da produção de ambos", afirma.
Para ela, além do crescimento do mercado nacional,
existe uma crescente procura no exterior, onde há um
conhecimento cada vez maior do fruto e de seus
benefícios.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw4ekplyd9ro.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
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A alternativa ao açaí que pode ajudar a preservar a
Mata Atlântica
Muitos caiçaras — povo tradicional de áreas litorâneas
de partes das regiões Sul e Sudeste do Brasil — se
tornaram palmiteiros, aqueles que viviam da extração do
palmito.
Com a ameaça de extinção da palmeira e a evolução da
legislação ambiental, a partir dos anos 1980, os
palmiteiros deixaram de ser incentivados, pois extração
do palmito significa a morte da planta.
Como a juçara é uma importante fonte de alimento para
os animais que vivem na floresta, áreas sem a árvore
perdem também a diversidade de sua fauna. Por isso, a
sua preservação se tornou uma prioridade entre os
defensores da Mata Atlântica.
Morador do Vale do Ribeira, Gilberto Ota é um dos
ativistas em defesa da juçara. Gilberto conta que seu pai
era caiçara da foz do Rio Ribeira de Iguape. A decisão
de se considerar palmiteiro é mais política.
"Ao reivindicar a profissão de palmiteiro, dizemos que as
gerações anteriores às famílias que hoje vivem da juçara
não eram criminosos", diz ele. "Eram pessoas que
trabalhavam com o cultivo da palmeira de uma forma
diferente da que fazemos hoje."
A conversa vai de temas de agroecologia, vida
comunitária em torno da associação que dirige e as
possibilidades econômicas da juçara — mais
especificamente, de seu fruto.
O anfitrião só mostra alguma irritação quando é citado o
"açaí de juçara". "Plantamos aqui a juçara, açaí é outra
palmeira, lá da Amazônia", explica.
A confusão tem sua razão de ser. No Sul e Sudeste do
Brasil, o açaí é consumido na forma de um creme doce e
gelado, muito diferente da forma tradicional de consumo
na Amazônia, em que ele faz parte de pratos salgados.
O creme se tornou tão popular no eixo Rio-São Paulo
que açaí se tornou sinônimo da maneira como ele é
preparado.
A juçara pode substituir o açaí nesta forma de alimento
com a vantagem de ser colhido mais perto do mercado
consumidor. São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Espírito
Santo e Minas Gerais são os maiores produtores do fruto
da Mata Atlântica.
Ao entrar neste mercado, a juçara não compete com o
açaí, segundo a pesquisadora Virgínia da Matta, da
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa). "Os dois se apoiam porque há mercado para
a expansão da produção de ambos", afirma.
Para ela, além do crescimento do mercado nacional,
existe uma crescente procura no exterior, onde há um
conhecimento cada vez maior do fruto e de seus
benefícios.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw4ekplyd9ro.adaptado.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase, o predicado é a expressão:
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A alternativa ao açaí que pode ajudar a preservar a
Mata Atlântica
Muitos caiçaras — povo tradicional de áreas litorâneas
de partes das regiões Sul e Sudeste do Brasil — se
tornaram palmiteiros, aqueles que viviam da extração do
palmito.
Com a ameaça de extinção da palmeira e a evolução da
legislação ambiental, a partir dos anos 1980, os
palmiteiros deixaram de ser incentivados, pois extração
do palmito significa a morte da planta.
Como a juçara é uma importante fonte de alimento para
os animais que vivem na floresta, áreas sem a árvore
perdem também a diversidade de sua fauna. Por isso, a
sua preservação se tornou uma prioridade entre os
defensores da Mata Atlântica.
Morador do Vale do Ribeira, Gilberto Ota é um dos
ativistas em defesa da juçara. Gilberto conta que seu pai
era caiçara da foz do Rio Ribeira de Iguape. A decisão
de se considerar palmiteiro é mais política.
"Ao reivindicar a profissão de palmiteiro, dizemos que as
gerações anteriores às famílias que hoje vivem da juçara
não eram criminosos", diz ele. "Eram pessoas que
trabalhavam com o cultivo da palmeira de uma forma
diferente da que fazemos hoje."
A conversa vai de temas de agroecologia, vida
comunitária em torno da associação que dirige e as
possibilidades econômicas da juçara — mais
especificamente, de seu fruto.
O anfitrião só mostra alguma irritação quando é citado o
"açaí de juçara". "Plantamos aqui a juçara, açaí é outra
palmeira, lá da Amazônia", explica.
A confusão tem sua razão de ser. No Sul e Sudeste do
Brasil, o açaí é consumido na forma de um creme doce e
gelado, muito diferente da forma tradicional de consumo
na Amazônia, em que ele faz parte de pratos salgados.
O creme se tornou tão popular no eixo Rio-São Paulo
que açaí se tornou sinônimo da maneira como ele é
preparado.
A juçara pode substituir o açaí nesta forma de alimento
com a vantagem de ser colhido mais perto do mercado
consumidor. São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Espírito
Santo e Minas Gerais são os maiores produtores do fruto
da Mata Atlântica.
Ao entrar neste mercado, a juçara não compete com o
açaí, segundo a pesquisadora Virgínia da Matta, da
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa). "Os dois se apoiam porque há mercado para
a expansão da produção de ambos", afirma.
Para ela, além do crescimento do mercado nacional,
existe uma crescente procura no exterior, onde há um
conhecimento cada vez maior do fruto e de seus
benefícios.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw4ekplyd9ro.adaptado.
O anfitrião só mostra alguma irritação quando é citado o açaí de juçara.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
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A alternativa ao açaí que pode ajudar a preservar a
Mata Atlântica
Muitos caiçaras — povo tradicional de áreas litorâneas
de partes das regiões Sul e Sudeste do Brasil — se
tornaram palmiteiros, aqueles que viviam da extração do
palmito.
Com a ameaça de extinção da palmeira e a evolução da
legislação ambiental, a partir dos anos 1980, os
palmiteiros deixaram de ser incentivados, pois extração
do palmito significa a morte da planta.
Como a juçara é uma importante fonte de alimento para
os animais que vivem na floresta, áreas sem a árvore
perdem também a diversidade de sua fauna. Por isso, a
sua preservação se tornou uma prioridade entre os
defensores da Mata Atlântica.
Morador do Vale do Ribeira, Gilberto Ota é um dos
ativistas em defesa da juçara. Gilberto conta que seu pai
era caiçara da foz do Rio Ribeira de Iguape. A decisão
de se considerar palmiteiro é mais política.
"Ao reivindicar a profissão de palmiteiro, dizemos que as
gerações anteriores às famílias que hoje vivem da juçara
não eram criminosos", diz ele. "Eram pessoas que
trabalhavam com o cultivo da palmeira de uma forma
diferente da que fazemos hoje."
A conversa vai de temas de agroecologia, vida
comunitária em torno da associação que dirige e as
possibilidades econômicas da juçara — mais
especificamente, de seu fruto.
O anfitrião só mostra alguma irritação quando é citado o
"açaí de juçara". "Plantamos aqui a juçara, açaí é outra
palmeira, lá da Amazônia", explica.
A confusão tem sua razão de ser. No Sul e Sudeste do
Brasil, o açaí é consumido na forma de um creme doce e
gelado, muito diferente da forma tradicional de consumo
na Amazônia, em que ele faz parte de pratos salgados.
O creme se tornou tão popular no eixo Rio-São Paulo
que açaí se tornou sinônimo da maneira como ele é
preparado.
A juçara pode substituir o açaí nesta forma de alimento
com a vantagem de ser colhido mais perto do mercado
consumidor. São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Espírito
Santo e Minas Gerais são os maiores produtores do fruto
da Mata Atlântica.
Ao entrar neste mercado, a juçara não compete com o
açaí, segundo a pesquisadora Virgínia da Matta, da
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa). "Os dois se apoiam porque há mercado para
a expansão da produção de ambos", afirma.
Para ela, além do crescimento do mercado nacional,
existe uma crescente procura no exterior, onde há um
conhecimento cada vez maior do fruto e de seus
benefícios.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw4ekplyd9ro.adaptado.
Com base no texto, analise as afirmativas a seguir e assinale a correta.
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A alternativa ao açaí que pode ajudar a preservar a
Mata Atlântica
Muitos caiçaras — povo tradicional de áreas litorâneas
de partes das regiões Sul e Sudeste do Brasil — se
tornaram palmiteiros, aqueles que viviam da extração do
palmito.
Com a ameaça de extinção da palmeira e a evolução da
legislação ambiental, a partir dos anos 1980, os
palmiteiros deixaram de ser incentivados, pois extração
do palmito significa a morte da planta.
Como a juçara é uma importante fonte de alimento para
os animais que vivem na floresta, áreas sem a árvore
perdem também a diversidade de sua fauna. Por isso, a
sua preservação se tornou uma prioridade entre os
defensores da Mata Atlântica.
Morador do Vale do Ribeira, Gilberto Ota é um dos
ativistas em defesa da juçara. Gilberto conta que seu pai
era caiçara da foz do Rio Ribeira de Iguape. A decisão
de se considerar palmiteiro é mais política.
"Ao reivindicar a profissão de palmiteiro, dizemos que as
gerações anteriores às famílias que hoje vivem da juçara
não eram criminosos", diz ele. "Eram pessoas que
trabalhavam com o cultivo da palmeira de uma forma
diferente da que fazemos hoje."
A conversa vai de temas de agroecologia, vida
comunitária em torno da associação que dirige e as
possibilidades econômicas da juçara — mais
especificamente, de seu fruto.
O anfitrião só mostra alguma irritação quando é citado o
"açaí de juçara". "Plantamos aqui a juçara, açaí é outra
palmeira, lá da Amazônia", explica.
A confusão tem sua razão de ser. No Sul e Sudeste do
Brasil, o açaí é consumido na forma de um creme doce e
gelado, muito diferente da forma tradicional de consumo
na Amazônia, em que ele faz parte de pratos salgados.
O creme se tornou tão popular no eixo Rio-São Paulo
que açaí se tornou sinônimo da maneira como ele é
preparado.
A juçara pode substituir o açaí nesta forma de alimento
com a vantagem de ser colhido mais perto do mercado
consumidor. São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Espírito
Santo e Minas Gerais são os maiores produtores do fruto
da Mata Atlântica.
Ao entrar neste mercado, a juçara não compete com o
açaí, segundo a pesquisadora Virgínia da Matta, da
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa). "Os dois se apoiam porque há mercado para
a expansão da produção de ambos", afirma.
Para ela, além do crescimento do mercado nacional,
existe uma crescente procura no exterior, onde há um
conhecimento cada vez maior do fruto e de seus
benefícios.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw4ekplyd9ro.adaptado.
No Sul e Sudeste do Brasil, o açaí é consumido na forma de um creme doce e gelado.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase, o sujeito é:
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A alternativa ao açaí que pode ajudar a preservar a
Mata Atlântica
Muitos caiçaras — povo tradicional de áreas litorâneas
de partes das regiões Sul e Sudeste do Brasil — se
tornaram palmiteiros, aqueles que viviam da extração do
palmito.
Com a ameaça de extinção da palmeira e a evolução da
legislação ambiental, a partir dos anos 1980, os
palmiteiros deixaram de ser incentivados, pois extração
do palmito significa a morte da planta.
Como a juçara é uma importante fonte de alimento para
os animais que vivem na floresta, áreas sem a árvore
perdem também a diversidade de sua fauna. Por isso, a
sua preservação se tornou uma prioridade entre os
defensores da Mata Atlântica.
Morador do Vale do Ribeira, Gilberto Ota é um dos
ativistas em defesa da juçara. Gilberto conta que seu pai
era caiçara da foz do Rio Ribeira de Iguape. A decisão
de se considerar palmiteiro é mais política.
"Ao reivindicar a profissão de palmiteiro, dizemos que as
gerações anteriores às famílias que hoje vivem da juçara
não eram criminosos", diz ele. "Eram pessoas que
trabalhavam com o cultivo da palmeira de uma forma
diferente da que fazemos hoje."
A conversa vai de temas de agroecologia, vida
comunitária em torno da associação que dirige e as
possibilidades econômicas da juçara — mais
especificamente, de seu fruto.
O anfitrião só mostra alguma irritação quando é citado o
"açaí de juçara". "Plantamos aqui a juçara, açaí é outra
palmeira, lá da Amazônia", explica.
A confusão tem sua razão de ser. No Sul e Sudeste do
Brasil, o açaí é consumido na forma de um creme doce e
gelado, muito diferente da forma tradicional de consumo
na Amazônia, em que ele faz parte de pratos salgados.
O creme se tornou tão popular no eixo Rio-São Paulo
que açaí se tornou sinônimo da maneira como ele é
preparado.
A juçara pode substituir o açaí nesta forma de alimento
com a vantagem de ser colhido mais perto do mercado
consumidor. São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Espírito
Santo e Minas Gerais são os maiores produtores do fruto
da Mata Atlântica.
Ao entrar neste mercado, a juçara não compete com o
açaí, segundo a pesquisadora Virgínia da Matta, da
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa). "Os dois se apoiam porque há mercado para
a expansão da produção de ambos", afirma.
Para ela, além do crescimento do mercado nacional,
existe uma crescente procura no exterior, onde há um
conhecimento cada vez maior do fruto e de seus
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https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw4ekplyd9ro.adaptado.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, nesta frase:
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Mata Atlântica
Muitos caiçaras — povo tradicional de áreas litorâneas
de partes das regiões Sul e Sudeste do Brasil — se
tornaram palmiteiros, aqueles que viviam da extração do
palmito.
Com a ameaça de extinção da palmeira e a evolução da
legislação ambiental, a partir dos anos 1980, os
palmiteiros deixaram de ser incentivados, pois extração
do palmito significa a morte da planta.
Como a juçara é uma importante fonte de alimento para
os animais que vivem na floresta, áreas sem a árvore
perdem também a diversidade de sua fauna. Por isso, a
sua preservação se tornou uma prioridade entre os
defensores da Mata Atlântica.
Morador do Vale do Ribeira, Gilberto Ota é um dos
ativistas em defesa da juçara. Gilberto conta que seu pai
era caiçara da foz do Rio Ribeira de Iguape. A decisão
de se considerar palmiteiro é mais política.
"Ao reivindicar a profissão de palmiteiro, dizemos que as
gerações anteriores às famílias que hoje vivem da juçara
não eram criminosos", diz ele. "Eram pessoas que
trabalhavam com o cultivo da palmeira de uma forma
diferente da que fazemos hoje."
A conversa vai de temas de agroecologia, vida
comunitária em torno da associação que dirige e as
possibilidades econômicas da juçara — mais
especificamente, de seu fruto.
O anfitrião só mostra alguma irritação quando é citado o
"açaí de juçara". "Plantamos aqui a juçara, açaí é outra
palmeira, lá da Amazônia", explica.
A confusão tem sua razão de ser. No Sul e Sudeste do
Brasil, o açaí é consumido na forma de um creme doce e
gelado, muito diferente da forma tradicional de consumo
na Amazônia, em que ele faz parte de pratos salgados.
O creme se tornou tão popular no eixo Rio-São Paulo
que açaí se tornou sinônimo da maneira como ele é
preparado.
A juçara pode substituir o açaí nesta forma de alimento
com a vantagem de ser colhido mais perto do mercado
consumidor. São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Espírito
Santo e Minas Gerais são os maiores produtores do fruto
da Mata Atlântica.
Ao entrar neste mercado, a juçara não compete com o
açaí, segundo a pesquisadora Virgínia da Matta, da
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa). "Os dois se apoiam porque há mercado para
a expansão da produção de ambos", afirma.
Para ela, além do crescimento do mercado nacional,
existe uma crescente procura no exterior, onde há um
conhecimento cada vez maior do fruto e de seus
benefícios.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw4ekplyd9ro.adaptado.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
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A alternativa ao açaí que pode ajudar a preservar a
Mata Atlântica
Muitos caiçaras — povo tradicional de áreas litorâneas
de partes das regiões Sul e Sudeste do Brasil — se
tornaram palmiteiros, aqueles que viviam da extração do
palmito.
Com a ameaça de extinção da palmeira e a evolução da
legislação ambiental, a partir dos anos 1980, os
palmiteiros deixaram de ser incentivados, pois extração
do palmito significa a morte da planta.
Como a juçara é uma importante fonte de alimento para
os animais que vivem na floresta, áreas sem a árvore
perdem também a diversidade de sua fauna. Por isso, a
sua preservação se tornou uma prioridade entre os
defensores da Mata Atlântica.
Morador do Vale do Ribeira, Gilberto Ota é um dos
ativistas em defesa da juçara. Gilberto conta que seu pai
era caiçara da foz do Rio Ribeira de Iguape. A decisão
de se considerar palmiteiro é mais política.
"Ao reivindicar a profissão de palmiteiro, dizemos que as
gerações anteriores às famílias que hoje vivem da juçara
não eram criminosos", diz ele. "Eram pessoas que
trabalhavam com o cultivo da palmeira de uma forma
diferente da que fazemos hoje."
A conversa vai de temas de agroecologia, vida
comunitária em torno da associação que dirige e as
possibilidades econômicas da juçara — mais
especificamente, de seu fruto.
O anfitrião só mostra alguma irritação quando é citado o
"açaí de juçara". "Plantamos aqui a juçara, açaí é outra
palmeira, lá da Amazônia", explica.
A confusão tem sua razão de ser. No Sul e Sudeste do
Brasil, o açaí é consumido na forma de um creme doce e
gelado, muito diferente da forma tradicional de consumo
na Amazônia, em que ele faz parte de pratos salgados.
O creme se tornou tão popular no eixo Rio-São Paulo
que açaí se tornou sinônimo da maneira como ele é
preparado.
A juçara pode substituir o açaí nesta forma de alimento
com a vantagem de ser colhido mais perto do mercado
consumidor. São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Espírito
Santo e Minas Gerais são os maiores produtores do fruto
da Mata Atlântica.
Ao entrar neste mercado, a juçara não compete com o
açaí, segundo a pesquisadora Virgínia da Matta, da
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa). "Os dois se apoiam porque há mercado para
a expansão da produção de ambos", afirma.
Para ela, além do crescimento do mercado nacional,
existe uma crescente procura no exterior, onde há um
conhecimento cada vez maior do fruto e de seus
benefícios.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw4ekplyd9ro.adaptado.
Com base no trecho apresentado, assinale a alternativa que está de acordo com a norma ortográfica vigente.
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