Foram encontradas 109 questões.
Leia o texto abaixo e responda a questão.
SOBRE AS MEMÓRIAS
Memória é onde se guardam as coisas do passado.
Há dois tipos de memória: memórias sem vida própria e memórias com vida própria.
As memórias sem vida própria são inertes. Não têm vontade. Sua existência é semelhante à das ferramentas guardadas numa caixa. Não se mexem. Ficam imóveis nos seus lugares, à espera. À espera de que? À espera de que as chamemos. Ao chegar a um hotel a recepcionista nos entrega uma ficha para ser preenchida. Lá estão os espaços em branco onde deverei escrever meu nome, endereço, número da carteira de identidade, do CPF, número do telefone, e-mail. Abro a minha caixa de memórias sem vida própria e encontro as informações pedidas. Se desejo ir do meu apartamento à casa de um amigo eu pergunto: que ruas tomar para chegar lá? Abro a caixa de ferramentas e lá encontro um mapa do itinerário que devo seguir. É da caixa das memórias sem vida própria que se valem os alunos para responder às questões propostas pelo professor numa prova. Se a memória não estiver lá ele receberá uma nota má...
(...)
As memórias com vida própria, ao contrário, não ficam quietas dentro de uma caixa. São como pássaros em vôo. Vão para onde querem. E podemos chamá-las que elas não vêm. Só vêm quando querem. Moram em nós mas não nos pertencem. O seu aparecimento é sempre uma surpresa. É que nem suspeitávamos que estivessem vivas! A gente vai calmamente andando pela rua e, de repente, um cheiro de pão. E nos lembramos da mãe assando pães na cozinha... Viajando, olhando a paisagem com pensamento perdido, vemos um rio. E a alma começa a recitar “O Tejo é mais belo que o rio da minha aldeia. Mas o Tejo não é mais belo que o rio da minha aldeia. Porque o Tejo não é o rio da minha aldeia.” E nos lembramos então do riachinho em que brincávamos quando crianças.
Fonte: http://www.rubemalves.com.br/sobreasmemorias.htm
Sobre o texto, é correto afirmar que:
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LEIA TEXTO ABAIXO E RESPONDA A QUESÃO.
MORREU DE QUÊ?!
A época em que os brasileiros faleciam de maneira ridícula.
Houve um tempo em que se morria de cupim nos pés e de cãibra no sangue. Ao menos é o que consta nos livros de óbitos brasileiros escritos até meados do século 19, que estão sendo estudados por pesquisadores de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Na época, os responsáveis por determinar a causa das mortes eram os padres, que não tinham lá muita noção do que faziam. Às vezes, atestavam simplesmente que a vítima “faleceu de repente”.
(Fonte: André Larcher, Revista Super Interessante, nº 220, 2005)
É INCORRETO afirmar que
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Na reforma de uma casa optou-se por trocar os azulejos da cozinha. Decidiu colocá-los em todas as paredes laterais, desde o piso até o teto. Sabendo que as dimensões dessa cozinha são 3 m por 4 m e a altura é de 2 m, pergunta-se: quanto gastarei para colocar esses azulejos se optei por comprar azulejos que custam R$ 21,50 a caixa com 5 azulejos com as dimensões de 30 cm por 30 cm? Observação despreze portas e janelas.
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Um estacionamento cobra R$ 3,00 por moto e R$ 5,00 por carro estacionado. Ao final de um dia, o caixa registrou R$ 336,00 para um total de 100 veículos. Quantas motos e quantos carros utilizaram este estacionamento?
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Disciplina: Direito Financeiro
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Wenceslau Braz - PR
Pelas disposições do inciso II, do art. 3°, da Resolução do Senado Federal n° 40/2001, a Dívida Consolidada Líquida dos Municípios, ao final do décimo quinto exercício financeiro contado a partir do encerramento do ano de publicação da referida Resolução n° 40, não poderá exceder a
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Considerando o texto abaixo, responda a questão.
40 propostas que o Brasil não pode esquecer.
Megacidades
37 Tirar a majestade do carro
No Primeiro Mundo, progresso é transporte coletivo de qualidade e restrição severa à circulação de carros, por meio de medidas como rodízio e pedágio. O Brasil está na contramão, porque suas cidades continuam a reduzir o espaço para pedestres, a ampliar as vias para automóveis particulares e a tratar o transporte público com descaso. São Paulo, onde já rodam mais de 6,1 milhões de carros, pode parar de vez em 2015.
Veja 40 anos
Indispensável para o país que queremos ser.
Fonte: Revista Veja, edição 2134, nº 41, p. 152.
Marque a alternativa correta.
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Disciplina: Direito Financeiro
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Wenceslau Braz - PR
De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, a forma de utilização e montante da Reserva de Contingência deve ser estabelecida
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Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Wenceslau Braz - PR
De acordo com a tabela de Fontes de Recursos editada pelo Tribunal de Contas do Estado do Paraná, a codificação 0.3.000 refere-se a
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Uma caixa contém 20 bolinhas de gude idênticas numeradas de 01 a 50. Qual a probabilidade de que seja sorteado uma bolinha com número menor do que 19?
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Leia o texto abaixo e responda a questão.
SOBRE AS MEMÓRIAS
Memória é onde se guardam as coisas do passado.
Há dois tipos de memória: memórias sem vida própria e memórias com vida própria.
As memórias sem vida própria são inertes. Não têm vontade. Sua existência é semelhante à das ferramentas guardadas numa caixa. Não se mexem. Ficam imóveis nos seus lugares, à espera. À espera de que? À espera de que as chamemos. Ao chegar a um hotel a recepcionista nos entrega uma ficha para ser preenchida. Lá estão os espaços em branco onde deverei escrever meu nome, endereço, número da carteira de identidade, do CPF, número do telefone, e-mail. Abro a minha caixa de memórias sem vida própria e encontro as informações pedidas. Se desejo ir do meu apartamento à casa de um amigo eu pergunto: que ruas tomar para chegar lá? Abro a caixa de ferramentas e lá encontro um mapa do itinerário que devo seguir. É da caixa das memórias sem vida própria que se valem os alunos para responder às questões propostas pelo professor numa prova. Se a memória não estiver lá ele receberá uma nota má...
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As memórias com vida própria, ao contrário, não ficam quietas dentro de uma caixa. São como pássaros em vôo. Vão para onde querem. E podemos chamá-las que elas não vêm. Só vêm quando querem. Moram em nós mas não nos pertencem. O seu aparecimento é sempre uma surpresa. É que nem suspeitávamos que estivessem vivas! A gente vai calmamente andando pela rua e, de repente, um cheiro de pão. E nos lembramos da mãe assando pães na cozinha... Viajando, olhando a paisagem com pensamento perdido, vemos um rio. E a alma começa a recitar “O Tejo é mais belo que o rio da minha aldeia. Mas o Tejo não é mais belo que o rio da minha aldeia. Porque o Tejo não é o rio da minha aldeia.” E nos lembramos então do riachinho em que brincávamos quando crianças.
Fonte: http://www.rubemalves.com.br/sobreasmemorias.htm
Marque a alternativa correta.
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