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Foram encontradas 497 questões.

Considerando as lacunas do texto:

“_________ estrelas no céu da cidade nevoente; _________ caminhos depois dos edifícios, mas, só _________ poucos que saberiam cruzá-los além da fumaça.”

Assinale a alternativa que preencha, respectivamente, as lacunas.

 

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A questão 17 refere-se ao texto abaixo.


“Ouça, leitor: tenho poucas certezas nesta incerta vida, tão poucas que poderia enumerá-las nesta breve linha. Porém, uma certeza eu tive naquele instante, a mais absoluta das certezas: Jamais o verei. Apertei-lhe a mão, que tinha a mesma frialdade seca da morte.”


TELLES, L. F. Durante aquele estranho chá: Memória e Ficção. São Paulo: Companhia das Letras, 2010 (Fragmento).

O uso do vocábulo “porém” indica que

 

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A questão 16 refere-se ao texto abaixo.


“[...] haviam caminhado léguas quase sem sentir. De repente veio a fraqueza. Devia ser fome. Fabiano ergueu a cabeça, piscou os olhos por baixo da aba negra e queimada do chapéu de couro. Meio dia, pouco mais ou menos. Baixou os olhos encandeados, procurou descobrir na planície uma sombra ou sinal de água.”


RAMOS, G. Vidas Secas. Rio de Janeiro: Record, 1977 (Fragmento).

Dos elementos utilizados para elaborar a narração, o autor enfatiza

 

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Para responder a questão, considere o texto de Machado de Assis:

“Que é uma lágrima? A ciência dar-nos-á uma explicação positiva; a poesia dirá que é o soro da alma, a linguagem do coração. Essa leve gota de humor que os olhos vertem por alguma causa física ou moral bem pouco avulta. É nada e é tudo; para os ânimos práticos é um sinal de fraqueza; para os corações sensíveis é um objeto de respeito, uma causa de simpatia”

ASSIS, M. História de uma lágrima. Florianópolis: UFSC, 2010.

Assinale a alternativa correta.

 

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A questão 14 refere-se ao texto abaixo.


“Confesso-te honestamente o que sou. Se não te agradam sentimentos tão excessivos, mata-me. Porém não me mates logo: mata-me devagar, deitando veneno no que me escreveres. Provavelmente sabes fazê-lo.”


RAMOS, G. Cartas de amor a Heloísa. Rio de Janeiro: Record, 1994 (Fragmento).

Qual a função da linguagem predominante no fragmento acima?

 

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A questão 13 refere-se ao texto abaixo.


“Eu disse a um jornalista alemão: “Olhe bem para mim e me diz quanto você acha que eu sou negra, índia ou branca.” Ele me disse que nós somos misturados. Eu respondi: “Era isso que eu queria mostrar. Agora, eu gostaria de fazer uma pergunta: por que vocês têm essa obsessão com raça pura? Por que tinha de ter o negro puro ou o branco puro?” Eles têm essa fixação. Eles acreditam em raça pura há muito tempo. Passaram pelo que passaram e continuam acreditando. Nós sabemos perfeitamente que ela não existe.”


Ana Maria Machado. Jornal O Globo, 1 nov. 2013.

A reflexão central do texto diz respeito:

 

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A questão 12 refere-se ao texto abaixo.


Sobre palavras, disse o poeta Pablo Neruda: “Persigo algumas palavras. São tão belas que quero colocá-las todas em meu poema... Agarro-as no voo, quando vão zumbindo, e capturo-as, limpo-as, aparo-as, preparo-me diante do prato, sinto-as cristalinas, vibrantes, ebúrneas, vegetais, oleosas, como frutas, como algas, como ágatas, como azeitonas.”


NERUDA, P. Confesso que vivi: Memórias. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997 (Fragmento).

Assim, para ele, a palavra

 

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Na frase sublinhada no trecho do romance de José de Alencar:

Dizia-se muita coisa que não repetirei agora, pois a seu tempo saberemos a verdade.”

ALENCAR, J. de. Senhora. São Paulo: Ática, 1998.

o termo “muita coisa” exerce a função de:

 

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A questão 9 refere-se ao texto abaixo.


O poste


“O Estado brasileiro historicamente negligencia diversas de suas funções éticas, entre elas a de promover a segurança pública. No Estado de Direito, que em essência impõe limites e deveres ao próprio Estado, isso é crime de omissão. Ainda assim, tal omissão não torna ilegítimos os governantes, uma vez que foram democraticamente eleitos pelo povo e que esse mesmo povo tem na ferramenta política do voto a capacidade de também afastá-los do poder. Totalmente ilegítima, isso sim, é a moda que no País está se instalando de práticas truculentas e criminosas que, demagogicamente, se pretendem justificar justamente pela omissão do Estado na área da segurança – como se um erro desculpasse outro erro. Entre tais práticas está o bárbaro espetáculo de linchamento de pessoas que são pegas, por exemplo, furtando ou causando acidentes no trânsito – foram 19 linchamentos nas duas últimas semanas em todo o Brasil, incluindo o de um motorista que perdeu a direção e atropelou alguém porque passou mal ao volante: teve um infarto, dava tempo de ser socorrido, mas morreu de tomar pancada. Qualquer cidadão tem o aval constitucional de conter alguém que esteja praticando um ato antissocial, só que em contrapartida tem o dever de acionar a polícia. Nem Estados de exceção outorgam a quem quer que seja a função de xerife de plantão para amarrar infratores em postes ou sobre formigueiros, como vem ocorrendo, e insuflar gente a linchar o amarrado.”


Antonio Carlos Prado. Revista Istoé, 28 fev. 2014. p. 98.

Qual o ponto de vista central defendido pelo autor ao longo do texto?

 

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Reescrevendo-se o trecho,

Passam-se meses. Acaba-se o flagelo. Ei-lo de volta. Vence-o a saudade do sertão (Euclides da Cunha – Os sertões)

obtém-se outra forma correta segundo a norma culta, na alternativa:

 

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