Foram encontradas 50 questões.
Um acoplamento tem como dimensão
nominal 80mm. O furo tem como afastamento
superior 64 µm e afastamento inferior 25
µm. A dimensão máxima e mínima que esse
acoplamento pode ter é, respectivamente
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Um lote de chapas chegou ao departamento
de manutenção e, para verificar a qualidade
do material, foi realizado um ensaio de tração
em corpo de prova retirado de uma das
chapas. O corpo de prova retangular tinha
como medidas da seção retangular 5x10mm.
Após o ensaio, a força máxima atingida no
ensaio foi de 30kN. A tensão absorvida pelo
material em Mpa foi
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A soldagem TIG ou GTAW é um processo
no qual a união é obtida através de um
aquecimento dos materiais por um arco
elétrico estabelecido entre um eletrodo de
tungstênio e a peça. Sobre esse processo,
assinale a alternativa INCORRETA.
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Sobre o processo de soldagem MIG/MAG,
assinale a alternativa correta.
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Paulo e André têm, juntos, R$ 2500,00. Sabe-se
que um deles tem o quádruplo do valor que
o outro tem. O que possui menos dinheiro
tem
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Uma pessoa de 1,5 metros de altura projeta
uma sombra de 1,8 metros. Sabendo que,
no mesmo instante, um prédio projeta uma
sombra de 12 metros, conclui-se que a altura
do prédio é
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A fatura de um certo cartão de crédito cobra
juros de 12% ao mês por atraso no pagamento.
Se uma fatura de R$750,00 foi paga com um
mês de atraso, o valor pago foi de
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Um número X somado com sua metade é igual
a 56 menos um quarto de X. Então X vale
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Um empresário, para evitar ser roubado,
escondia seu dinheiro no interior de um dos
4 pneus de um carro velho fora de uso, que
mantinha no fundo de sua casa. Certo dia,
o empresário se gabava de sua inteligência
ao contar o fato para um de seus amigos,
enquanto um ladrão que passava pelo local
ouvia tudo. O ladrão tinha tempo suficiente
para escolher aleatoriamente apenas um dos
pneus, retirar do veículo e levar consigo.
Qual é a probabilidade de ele ter roubado o
pneu certo?
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“Estamos Enlouquecendo Nossas Crianças!
Estímulos Demais... Concentração de Menos”
31 Maio 2015 em Bem-Estar, filhos
Vivemos tempos frenéticos. A cada década que
passa o modo de vida de 10 anos atrás parece ficar
mais distante: 10 anos viraram 30, e logo teremos
a sensação de ter se passado 50 anos a cada 5. E
o mundo infantil foi atingido em cheio por essas
mudanças: já não se educa (ou brinca, alimenta,
veste, entretêm, cuida, consola, protege, ampara e
satisfaz) crianças como antigamente!
O iPad, por exemplo, já é companheiro
imprescindível nas refeições de milhares de crianças.
Em muitas casas a(s) TV(s) fica(m) ligada(s) o tempo
todo na programação infantil – naqueles canais cujo
volume aumenta consideravelmente durante os
comerciais – mesmo quando elas estão comendo
com o iPad à mesa.
Muitas e muitas crianças têm atividades extracurriculares pelo menos três vezes por semana,
algumas somam mais de 50 horas semanais de
atividades, entre escola, cursos, esportes e reforços
escolares.
Existe em quase todas as casas uma profusão
de brinquedos, aparelhos, recursos e pessoas
disponíveis o tempo todo para garantir que a criança
“aprenda coisas” e não “morra de tédio”. As préescolas têm o mesmo método de ensino dos cursos
pré-vestibulares.
Tudo está sendo feito para que, no final,
possamos ocupar, aproveitar, espremer, sugar,
potencializar, otimizar e, finalmente, capitalizar todo
o tempo disponível para impor às nossas crianças
uma preparação praticamente militar, visando seu
“sucesso”. O ar nas casas onde essa preocupação
é latente chega a ser denso, tamanha a pressão
que as crianças sofrem por desenvolver uma boa
competitividade. Porém, o excesso de estímulos
sonoros, visuais, físicos e informativos impedem que
a criança organize seus pensamentos e atitudes, de
verdade: fica tudo muito confuso e nebuloso, e as
próprias informações se misturam fazendo com que
a criança mal saiba descrever o que acabou de ouvir,
ver ou fazer
Além disso, aptidões que devem ser estimuladas
estão sendo deixadas de lado: Crianças não
sabem conversar. Não olham nos olhos de seus interlocutores. Não conseguem focar em uma
brincadeira ou atividade de cada vez (na verdade
a maioria sequer sabe brincar sem a orientação de
um adulto!). Não conseguem ler um livro, por menor
que seja. Não aceitam regras. Não sabem o que é
autoridade. Pior e principalmente: não sabem esperar.
Todas essas qualidades são fundamentais na
construção de um ser humano íntegro, independente
e pleno, e devem ser aprendidas em casa, em suas
rotinas.
Precisamos pausar. Parar e olhar em volta. Colocar
a mão na consciência, tirá-la um pouco da carteira,
do telefone e do volante: estamos enlouquecendo
nossas crianças, e as estamos impedindo de entender
e saber lidar com seus tempos, seus desejos, suas
qualidades e talentos. Estamos roubando o tempo
precioso que nossos filhos tanto precisam para
processar a quantidade enorme de informações e
estímulos que nós e o mundo estamos lhes dando.
Calma, gente. Muita calma. Não corramos para
cima da criança com um iPad na mão a cada vez que
ela reclama ou achamos que ela está sofrendo de
“tédio”. Não obriguemos a babá a ter um repertório
mágico, que nem mesmo palhaços profissionais
têm, para manter a criança entretida o tempo todo. O
“tédio” nada mais é que a oportunidade de estarmos
em contato conosco, de estimular o pensamento, a
fantasia e a concentração.
Sugiro que leiamos todos, pais ou não, “O Ócio
Criativo” de Domenico di Masi, para que entendamos
a importância do uso consciente do nosso tempo.
E já que resvalamos o assunto para a leitura:
nossas crianças não lêem mais. Muitos livros infantis
estão disponíveis para tablets e iPads, cuja resposta
é imediata ao menor estímulo e descaracteriza a
principal função do livro: parar para ler, para fazer a
mente respirar, aprender a juntar uma palavra com
outra, paulatinamente formando frases e sentenças,
e, finalmente, concluir um raciocínio ou uma estória.
Cerquem suas crianças de livros e leiam com elas,
por amor. Deixem que se esparramem em almofadas
e façam sua imaginação voar!
(Fonte: http://www.saudecuriosa.com.br/estamos-enlouquecendo-nossas-criancas-estimulos-demais-concentracao-de-menos/)
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