Foram encontradas 40 questões.
Leia a tirinha a seguir.

Disponível em: <https://tinyurl.com/yy8j9nwl>. Acesso em: 25 abr. 2019.
A respeito do uso da crase nesse texto, é incorreto afirmar:
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
A bola
Luis Fernando Verissimo
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o
prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai.
Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era
mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse
“Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando
gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma
coisa.
— Como é que liga? – perguntou.
— Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
— O quê?
— Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola.
— Claro que é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
— Você pensou que fosse o quê?
— Nada, não.
O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco
o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do
lado, manejando os controles de um videogame. Algo
chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos
disputavam a posse de uma bola em forma de bip
eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se
destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha
coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da
máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas.
Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como
antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da
tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou,
tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro.
A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução
fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a
garotada se interessar.
Disponível em: <https://tinyurl.com/y4q79nko>.
Acesso em: 26 abr. 2019.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Algoritmos podem enviesar internet, alertam especialistas
Era para ser uma noite diferente. O rapaz chegou em
casa, pegou um pedaço de pizza e correu para a frente
da TV para assistir a uma comédia no seu serviço de
streaming favorito. Mas, poucos minutos depois, lá
estava ele assistindo a outro filme de ação, como em
todas as noites anteriores. Seria só uma coincidência? Na
verdade, é mais um triunfo de uma sequência de linhas
de código, repleta de complexos cálculos matemáticos,
que é chamada de algoritmo. Eles viraram o núcleo dos
serviços digitais na última década.
Embora a vida tenha ficado mais fácil desde que eles
apareceram – basta lembrar de como era pesquisar
sobre qualquer assunto sem o Google –, há indícios de
que esses softwares não sejam tão neutros e inofensivos
quanto parecem.
“Os algoritmos têm um grande papel nas escolhas das
pessoas hoje em dia”, diz o professor de Ciências da
Computação da Universidade de Washington, Pedro
Domingos. “Eles determinam o que vemos no Google,
escolhem três quartos dos filmes assistidos no Netflix
e sugerem um terço de tudo o que é comprado na
Amazon.”
Isso não seria um grande problema, se todo mundo
soubesse como os algoritmos funcionam e que,
dependendo de quem o desenvolveu, eles podem
apresentar resultados enviesados. Contudo, hoje
eles são como segredos industriais. “Os algoritmos
são feitos para beneficiar quem está por trás deles”,
alertou, em entrevista ao Estado, a matemática
norte-americana Cathy O’Neil, autora do livro Weapons
of Math Destruction (Armas de Destruição Matemática,
em tradução livre). “Eles têm sido usados para separar
vencedores de perdedores na internet.”
Viés
Nos Estados Unidos, os exemplos de algoritmos
“viciados” se acumulam. Em 2016, a agência de notícias
Bloomberg revelou que a Amazon não entregava
produtos no mesmo dia em bairros predominantemente
negros. A empresa negou que seu algoritmo levasse em
conta a raça dos clientes.
Outro caso envolve o uso da tecnologia por juízes
norte-americanos para determinar penas. Uma
investigação da organização sem fins lucrativos
ProPublica mostrou que negros tinham o dobro de
chances de receberem uma pena mais longa que
brancos. Há também casos de sites de emprego que não
mostram vagas com altos salários para mulheres e de
financeiras que cobram taxas mais altas de quem mora
na periferia.
“Os algoritmos aprendem com os dados que são
oferecidos a ele”, explica Júlio Monteiro, doutorando
em Ciências da Computação na Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo (USP). “Se quem está por
trás é preconceituoso, ele pode manter esse perfil.”
Para o professor da Universidade Federal do Espírito
Santo (Ufes), Fábio Malini, o uso intensivo de algoritmos
prejudica a sociedade, pois limita o acesso à web.
“A regulação algorítmica melhora a democracia? Acredito
que não”, defende o pesquisador. “É o acesso pleno a
todos os conteúdos da rede que me ajuda a ampliar os
pontos de vista.” Essa curadoria automatizada é o que
tem provocado o “efeito bolha” nas redes sociais, em
que as pessoas só veem conteúdos que reforçam suas
crenças.
Solução
Especialistas consultados são unânimes em defender
que é preciso criar órgãos independentes para auditar
os algoritmos. “Imagino um futuro em que decisões são
tomadas por eles”, diz Cathy. “Mas é preciso poder pedir
explicações.”
Por enquanto, esse tipo de garantia só está prevista na
União Europeia, onde o Regulamento Geral de Proteção
de Dados (GDPR) deve entrar em vigor em maio de
2018. A nova lei, que representa a maior mudança
na área de privacidade online em 20 anos, prevê que
cidadãos possam exigir explicações às empresas por
trás dos algoritmos.
Apesar de apresentarem riscos, esses programas são
considerados um mal necessário no mundo digital.
“Antes, a TV decidia o que veríamos, mas na internet
passamos a escolher livremente o que consumir”,
diz Edney Souza, professor da ESPM. “A maioria não
estava pronta para este salto. O algoritmo está no meio
do caminho.” [...]
Disponível em: <encurtador.com.br/tuGH0>.
Acesso em: 23 abr. 2019.
“Era para ser uma noite diferente. O rapaz chegou em casa, pegou um pedaço de pizza e correu para a frente da TV para assistir a uma comédia no seu serviço de streaming favorito. Mas, poucos minutos depois, lá estava ele assistindo a outro filme de ação, como em todas as noites anteriores. Seria só uma coincidência? Na verdade, é mais um triunfo de uma sequência de linhas de código, repleta de complexos cálculos matemáticos, que é chamada de algoritmo.”
A respeito dos verbos destacados no trecho anterior, analise as afirmativas a seguir.
I. Os verbos destacados estão, respectivamente, no pretérito imperfeito (era); pretérito perfeito (chegou, pegou, correu) e presente (é), todos na terceira pessoa do singular.
II. A mudança dos verbos do pretérito para verbos no presente indica a transição entre a parte narrativa e a parte descritiva do texto.
III. Em “o rapaz chegou em casa”, observa-se o uso do modo subjuntivo do verbo ‘chegar’, que indica certeza em relação à ação descrita.
Está correto o que se afirma em
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
A bola
Luis Fernando Verissimo
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o
prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai.
Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era
mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse
“Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando
gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma
coisa.
— Como é que liga? – perguntou.
— Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
— O quê?
— Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola.
— Claro que é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
— Você pensou que fosse o quê?
— Nada, não.
O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco
o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do
lado, manejando os controles de um videogame. Algo
chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos
disputavam a posse de uma bola em forma de bip
eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se
destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha
coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da
máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas.
Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como
antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da
tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou,
tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro.
A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução
fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a
garotada se interessar.
Disponível em: <https://tinyurl.com/y4q79nko>.
Acesso em: 26 abr. 2019.
I. O texto foca-se em temas da atualidade, que são trabalhados a partir do olhar do autor para eventos cotidianos, dos quais é extraída a história a ser narrada.
Portanto
II. trata-se de uma novela.
Assinale a alternativa correta.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Algoritmos podem enviesar internet, alertam especialistas
Era para ser uma noite diferente. O rapaz chegou em
casa, pegou um pedaço de pizza e correu para a frente
da TV para assistir a uma comédia no seu serviço de
streaming favorito. Mas, poucos minutos depois, lá
estava ele assistindo a outro filme de ação, como em
todas as noites anteriores. Seria só uma coincidência? Na
verdade, é mais um triunfo de uma sequência de linhas
de código, repleta de complexos cálculos matemáticos,
que é chamada de algoritmo. Eles viraram o núcleo dos
serviços digitais na última década.
Embora a vida tenha ficado mais fácil desde que eles
apareceram – basta lembrar de como era pesquisar
sobre qualquer assunto sem o Google –, há indícios de
que esses softwares não sejam tão neutros e inofensivos
quanto parecem.
“Os algoritmos têm um grande papel nas escolhas das
pessoas hoje em dia”, diz o professor de Ciências da
Computação da Universidade de Washington, Pedro
Domingos. “Eles determinam o que vemos no Google,
escolhem três quartos dos filmes assistidos no Netflix
e sugerem um terço de tudo o que é comprado na
Amazon.”
Isso não seria um grande problema, se todo mundo
soubesse como os algoritmos funcionam e que,
dependendo de quem o desenvolveu, eles podem
apresentar resultados enviesados. Contudo, hoje
eles são como segredos industriais. “Os algoritmos
são feitos para beneficiar quem está por trás deles”,
alertou, em entrevista ao Estado, a matemática
norte-americana Cathy O’Neil, autora do livro Weapons
of Math Destruction (Armas de Destruição Matemática,
em tradução livre). “Eles têm sido usados para separar
vencedores de perdedores na internet.”
Viés
Nos Estados Unidos, os exemplos de algoritmos
“viciados” se acumulam. Em 2016, a agência de notícias
Bloomberg revelou que a Amazon não entregava
produtos no mesmo dia em bairros predominantemente
negros. A empresa negou que seu algoritmo levasse em
conta a raça dos clientes.
Outro caso envolve o uso da tecnologia por juízes
norte-americanos para determinar penas. Uma
investigação da organização sem fins lucrativos
ProPublica mostrou que negros tinham o dobro de
chances de receberem uma pena mais longa que
brancos. Há também casos de sites de emprego que não
mostram vagas com altos salários para mulheres e de
financeiras que cobram taxas mais altas de quem mora
na periferia.
“Os algoritmos aprendem com os dados que são
oferecidos a ele”, explica Júlio Monteiro, doutorando
em Ciências da Computação na Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo (USP). “Se quem está por
trás é preconceituoso, ele pode manter esse perfil.”
Para o professor da Universidade Federal do Espírito
Santo (Ufes), Fábio Malini, o uso intensivo de algoritmos
prejudica a sociedade, pois limita o acesso à web.
“A regulação algorítmica melhora a democracia? Acredito
que não”, defende o pesquisador. “É o acesso pleno a
todos os conteúdos da rede que me ajuda a ampliar os
pontos de vista.” Essa curadoria automatizada é o que
tem provocado o “efeito bolha” nas redes sociais, em
que as pessoas só veem conteúdos que reforçam suas
crenças.
Solução
Especialistas consultados são unânimes em defender
que é preciso criar órgãos independentes para auditar
os algoritmos. “Imagino um futuro em que decisões são
tomadas por eles”, diz Cathy. “Mas é preciso poder pedir
explicações.”
Por enquanto, esse tipo de garantia só está prevista na
União Europeia, onde o Regulamento Geral de Proteção
de Dados (GDPR) deve entrar em vigor em maio de
2018. A nova lei, que representa a maior mudança
na área de privacidade online em 20 anos, prevê que
cidadãos possam exigir explicações às empresas por
trás dos algoritmos.
Apesar de apresentarem riscos, esses programas são
considerados um mal necessário no mundo digital.
“Antes, a TV decidia o que veríamos, mas na internet
passamos a escolher livremente o que consumir”,
diz Edney Souza, professor da ESPM. “A maioria não
estava pronta para este salto. O algoritmo está no meio
do caminho.” [...]
Disponível em: <encurtador.com.br/tuGH0>.
Acesso em: 23 abr. 2019.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Algoritmos podem enviesar internet, alertam especialistas
Era para ser uma noite diferente. O rapaz chegou em
casa, pegou um pedaço de pizza e correu para a frente
da TV para assistir a uma comédia no seu serviço de
streaming favorito. Mas, poucos minutos depois, lá
estava ele assistindo a outro filme de ação, como em
todas as noites anteriores. Seria só uma coincidência? Na
verdade, é mais um triunfo de uma sequência de linhas
de código, repleta de complexos cálculos matemáticos,
que é chamada de algoritmo. Eles viraram o núcleo dos
serviços digitais na última década.
Embora a vida tenha ficado mais fácil desde que eles
apareceram – basta lembrar de como era pesquisar
sobre qualquer assunto sem o Google –, há indícios de
que esses softwares não sejam tão neutros e inofensivos
quanto parecem.
“Os algoritmos têm um grande papel nas escolhas das
pessoas hoje em dia”, diz o professor de Ciências da
Computação da Universidade de Washington, Pedro
Domingos. “Eles determinam o que vemos no Google,
escolhem três quartos dos filmes assistidos no Netflix
e sugerem um terço de tudo o que é comprado na
Amazon.”
Isso não seria um grande problema, se todo mundo
soubesse como os algoritmos funcionam e que,
dependendo de quem o desenvolveu, eles podem
apresentar resultados enviesados. Contudo, hoje
eles são como segredos industriais. “Os algoritmos
são feitos para beneficiar quem está por trás deles”,
alertou, em entrevista ao Estado, a matemática
norte-americana Cathy O’Neil, autora do livro Weapons
of Math Destruction (Armas de Destruição Matemática,
em tradução livre). “Eles têm sido usados para separar
vencedores de perdedores na internet.”
Viés
Nos Estados Unidos, os exemplos de algoritmos
“viciados” se acumulam. Em 2016, a agência de notícias
Bloomberg revelou que a Amazon não entregava
produtos no mesmo dia em bairros predominantemente
negros. A empresa negou que seu algoritmo levasse em
conta a raça dos clientes.
Outro caso envolve o uso da tecnologia por juízes
norte-americanos para determinar penas. Uma
investigação da organização sem fins lucrativos
ProPublica mostrou que negros tinham o dobro de
chances de receberem uma pena mais longa que
brancos. Há também casos de sites de emprego que não
mostram vagas com altos salários para mulheres e de
financeiras que cobram taxas mais altas de quem mora
na periferia.
“Os algoritmos aprendem com os dados que são
oferecidos a ele”, explica Júlio Monteiro, doutorando
em Ciências da Computação na Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo (USP). “Se quem está por
trás é preconceituoso, ele pode manter esse perfil.”
Para o professor da Universidade Federal do Espírito
Santo (Ufes), Fábio Malini, o uso intensivo de algoritmos
prejudica a sociedade, pois limita o acesso à web.
“A regulação algorítmica melhora a democracia? Acredito
que não”, defende o pesquisador. “É o acesso pleno a
todos os conteúdos da rede que me ajuda a ampliar os
pontos de vista.” Essa curadoria automatizada é o que
tem provocado o “efeito bolha” nas redes sociais, em
que as pessoas só veem conteúdos que reforçam suas
crenças.
Solução
Especialistas consultados são unânimes em defender
que é preciso criar órgãos independentes para auditar
os algoritmos. “Imagino um futuro em que decisões são
tomadas por eles”, diz Cathy. “Mas é preciso poder pedir
explicações.”
Por enquanto, esse tipo de garantia só está prevista na
União Europeia, onde o Regulamento Geral de Proteção
de Dados (GDPR) deve entrar em vigor em maio de
2018. A nova lei, que representa a maior mudança
na área de privacidade online em 20 anos, prevê que
cidadãos possam exigir explicações às empresas por
trás dos algoritmos.
Apesar de apresentarem riscos, esses programas são
considerados um mal necessário no mundo digital.
“Antes, a TV decidia o que veríamos, mas na internet
passamos a escolher livremente o que consumir”,
diz Edney Souza, professor da ESPM. “A maioria não
estava pronta para este salto. O algoritmo está no meio
do caminho.” [...]
Disponível em: <encurtador.com.br/tuGH0>.
Acesso em: 23 abr. 2019.
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Uma pessoa física, interessada em aplicar R$ 2 000,00
a uma taxa de juros de 2% ao mês, ao avaliar o potencial
de rendimento do seu capital chegou às seguintes
conclusões:
I. Considerando o regime de capitalização simples, o valor dos juros a ser recebido ao final de 4 bimestres será de R$ 240,00.
II. Considerando o regime de capitalização composto e um prazo de três meses, o valor a ser recebido de juros será de aproximadamente R$ 122,40.
III. Esse investimento irá produzir um montante de R$ 2 280,00 ao final de 7 meses, se aplicado a juros simples.
Nesse contexto, estão corretas as afirmativas:
I. Considerando o regime de capitalização simples, o valor dos juros a ser recebido ao final de 4 bimestres será de R$ 240,00.
II. Considerando o regime de capitalização composto e um prazo de três meses, o valor a ser recebido de juros será de aproximadamente R$ 122,40.
III. Esse investimento irá produzir um montante de R$ 2 280,00 ao final de 7 meses, se aplicado a juros simples.
Nesse contexto, estão corretas as afirmativas:
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Assinale a alternativa que apresenta o valor atual de um
título de R$ 15 000,00 descontado seis meses antes do
vencimento à taxa de desconto comercial simples de
3,5% ao mês, considerando que essa operação é livre
de despesas bancárias ou quaisquer outros encargos,
além da taxa de juros definida.
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Um produto que custa R$ 500,00 pode ser pago à vista com 10% de desconto ou pelo prazo integral um mês após a data da compra. Considerando o valor do produto à vista e a condição oferecida pelo vendedor a prazo, analise as afirmativas a seguir, assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Considerando que a diferença entre o preço à vista e o preço a prazo é o valor cobrado a título de juros, nessa operação a incidência de taxa de juros é superior a 11% ao mês.
( ) Considerando a capitalização de juros mensais e que a diferença entre o valor à vista e o valor a prazo é o valor cobrado a título de juros, nessa operação o valor da taxa de juros no regime de capitalização composto e no regime de capitalização simples é diferente.
( ) Considerando que o parcelamento implica a existência de juros de R$50,00, a taxa de juros cobrada é de 10% ao mês.
Assinale sequência correta:
( ) Considerando que a diferença entre o preço à vista e o preço a prazo é o valor cobrado a título de juros, nessa operação a incidência de taxa de juros é superior a 11% ao mês.
( ) Considerando a capitalização de juros mensais e que a diferença entre o valor à vista e o valor a prazo é o valor cobrado a título de juros, nessa operação o valor da taxa de juros no regime de capitalização composto e no regime de capitalização simples é diferente.
( ) Considerando que o parcelamento implica a existência de juros de R$50,00, a taxa de juros cobrada é de 10% ao mês.
Assinale sequência correta:
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Um empréstimo em uma instituição financeira, realizado a juros compostos de 2% ao mês, após 90 dias da sua realização, foi pago pelo valor de R$ 900,00.
Com base nos dados do empréstimo, seu valor original foi entre
Com base nos dados do empréstimo, seu valor original foi entre
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