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Foram encontradas 50 questões.

621468 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
Para a resolução das questões desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (2) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existe(m) letra(s), abreviatura(s), acrônimo(s), fórmula(s), comando(s), instrução(ões), palavra(s) ou texto(s) que foram digitados entre aspas, apenas para destacá-los. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere tais aspas e atente somente para a(s) letra(s), abreviatura(s), acrônimo(s), fórmula(s), comando(s), instrução(ões), palavra(s) ou o(s) texto(s) propriamente ditos; e (3) para resolver as questões desta prova, considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios da questão, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
A questão baseia-se na Figura 3 que mostra um programa desenvolvido na linguagem de programação Java, no qual se inseriu, intencionalmente, no local apontado pela seta nº 1, um retângulo, de modo a ocultar o código fonte existente nesse local.
Enunciado 621468-1
Figura 3 - Programa em Java
A Figura 3 mostra um programa em Java que recebe dois números positivos diferentes quaisquer e calcula a raiz quadrada apenas do maior. O resultado a ser apresentado deverá ser arredondado para um número inteiro imediatamente inferior. Por exemplo, supondo que sejam fornecidos, a esse programa, os valores numéricos "8.2" e "10.3", deverá ser calculada a raiz quadrada apenas do maior valor, que é "10.3", cujo resultado será em torno de "3.2093". No final de sua execução, o programa arredondará esse valor para um número inteiro imediatamente inferior, ou seja, apresentará o número "3.0". Nesse caso, assinale, dentre as alternativas abaixo, a expressão que melhor atende o enunciado acima.
 

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621361 Ano: 2014
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
Considere as seguintes características do modelo relacional:
I. No modelo relacional, pode-se definir uma relação como um conjunto de tuplas não ordenadas.
II. Em uma tabela relacional, na 3ª Forma Normal, pode-se ter atributos simples e multivalorados.
III. Em uma relação, não há ordenamento de atributos, desde que a correspondência entre os atributos e respectivos valores seja mantida.
Quais estão corretas?
 

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Os donos do mundo
Não bastasse a noite maldormida por culpa de um vizinho que teima em bater portas e ouvir os CDs da banda Metallica nas horas mais impróprias, um colega deixa, pela vez, logo na sua mesa, o copinho sujo de café. Você respira fundo, joga-o no lixo e resolve recomeçar o dia. Abre a gaveta e vê que alguém levou o seu grampeador sem falar nada. E, pior, ao tentar imprimir o texto, pronto desde o dia anterior, descobre que a impressora – que todo mundo usa, mas ninguém reabastece – está sem papel. Pode parecer exagero, mas atitudes como essas, pequenas, mas irritantes, pioram muito a qualidade de vida. Contrariedades tolas contribuem para o que os ingleses chamaram, em recente pesquisa, de stress invisível. Os maiores focos de irritação detectados pelo estudo foram: celular ligado em reuniões (85% das reclamações), não reabastecer copiadora, fax ou impressora (75%), fofocar (60%) e “pedir emprestados” objetos sem devolver (50%). Não é só lá que isto acontece. Consultados via Internet, os leitores de ISTOÉ revelaram que, no escritório, se aborrecem mais com fofocas e boatos (24%) e com cigarros queimando no cinzeiro (24%). Na vizinhança, o que mais incomoda é o barulho fora de hora (55%) e um carro estranho parado em frente ... garagem (17%).
A jornalista Célia Ribeiro considera que invadir o espaço ou a vida alheia é falta de civilidade. “Pessoas que assim são os famosos donos do mundo”, classifica Célia. E as piores invasões são a fofoca e o boato. Uma frase maliciosa pode gerar grandes transtornos. Há dez anos, Edson Ferro, 40 anos, foi lecionar numa escola de São Paulo. Bonito e comunicativo, foi aconselhado a ser formal com as alunas . Algum tempo depois, ciosa do interesse que ele despertava, uma professora inventou que ele era casado e tinha filhos gêmeos. O boato foi o assunto da escola por semanas e o obrigou ... se explicar com a diretora, que estranhou que ele tivesse omitido a informação na entrevista de emprego. “Acharam que eu agia de má-fé”, conta ele.
Pelo menos em tese, temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho. Mas nem sempre isso é possível. Criado há quatro anos e funcionando há três em Brasília, o Juizado Especial Cível de Pequenas Causas abre em média 40 processos por dia. Boa parte deles trata de vizinhos brigões. No cardápio, problemas triviais: infiltrações, som alto demais, animais domésticos. “Briga de vizinho é o caso mais difícil de conciliar. As pessoas preferem entrar na Justiça do que bater na porta em frente e tentar conversar”, constata Alexandre Guimarães Fialho, diretor da Central de Distribuição dos juizados.
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando. Como fazer isso sem ofender? Para a consultora de etiqueta Célia, o caminho é ser franco sem ser rude. “Olhar nos olhos da pessoa, sorrir e falar com voz delicada ajudam muito”, diz. O humor e a ironia leve também são úteis. Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger. Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê? “Digo: ‘Ei você, que sempre rouba minhas folhinhas, coloca papel aí.’ ... vezes, o bom humor custa algum esforço.
Placa explícita – As reações variam. A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista. “Cada um tende ... uma atitude diferente de repúdio”, explica ela. O executor critica a atitude logo da primeira vez. O comunicador faz uma piadinha simpática com o assunto. O chamado de socializador atura cinco ou seis vezes, mas, depois, passa ... evitar o chato. O perfeccionista se permite falar de mínimos detalhes, mas o provável é que resolva a situação colocando uma plaquinha explícita, como “lugar de lixo é no lixo”.
A psicóloga Elizabeth observa que o importante não é eleger o tipo ideal – afinal temos um pouco de cada um –, nem ceder ... tentação de rotular o outro como “o chato”. O segredo está em lembrar que as pessoas muito diferentes de nós nos incomodam e que como diferença não é ataque pessoal podemos reagir sem hostilidade. Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações. Para ela, pessoas são as mais bem-sucedidas, porque não deixam as situações se deteriorarem. Manter baixo o termômetro do stress nestes momentos é tão importante que o assunto faz parte dos estudos de prevenção da saúde mental no trabalho da psicóloga Denise Monetti, da Fundacentro. “Pressão, fofoca, competição excessiva, inveja e invasão de espaço não fazem parte das tarefas, mas exigem um esforço adicional que gera o que chamamos de sofrimento mental”, explica ela. “A falta de limites e de respeito é um problema do nosso tempo. Nos sentimos oprimidos e acabamos querendo oprimir também. É uma compensação”, analisa Denise. A melhor compensação seria, certamente, evitar chateações desnecessárias.
(disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/30630 – Texto adaptado)
Assinale a alternativa cujas palavras completam, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 02, 15, 18 e 46, considerando a correta grafia.
 

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621171 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
Há um protocolo de rede que possui as seguintes características:
(1) permite a conexão com outro computador na rede, possibilitando a execução de comandos remotamente.
(2) é um protocolo da pilha de protocolos TCP/IP.
(3) possui as mesmas funcionalidades do TELNET.
(4) criptografa a conexão entre o cliente e o servidor, sendo uma de suas mais conhecidas aplicações a conexão VPN.
(5) esse protocolo situa-se na camada de Aplicação, da pilha de protocolos TCP/IP.
Nesse caso, assinale, dentre as alternativas abaixo, o nome do protocolo, da pilha de protocolos TCP/IP, que possui as características citadas acima:
 

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Os donos do mundo
Não bastasse a noite maldormida por culpa de um vizinho que teima em bater portas e ouvir os CDs da banda Metallica nas horas mais impróprias, um colega deixa, pela vez, logo na sua mesa, o copinho sujo de café. Você respira fundo, joga-o no lixo e resolve recomeçar o dia. Abre a gaveta e vê que alguém levou o seu grampeador sem falar nada. E, pior, ao tentar imprimir o texto, pronto desde o dia anterior, descobre que a impressora – que todo mundo usa, mas ninguém reabastece – está sem papel. Pode parecer exagero, mas atitudes como essas, pequenas, mas irritantes, pioram muito a qualidade de vida. Contrariedades tolas contribuem para o que os ingleses chamaram, em recente pesquisa, de stress invisível. Os maiores focos de irritação detectados pelo estudo foram: celular ligado em reuniões (85% das reclamações), não reabastecer copiadora, fax ou impressora (75%), fofocar (60%) e “pedir emprestados” objetos sem devolver (50%). Não é só lá que isto acontece. Consultados via Internet, os leitores de ISTOÉ revelaram que, no escritório, se aborrecem mais com fofocas e boatos (24%) e com cigarros queimando no cinzeiro (24%). Na vizinhança, o que mais incomoda é o barulho fora de hora (55%) e um carro estranho parado em frente ... garagem (17%).
A jornalista Célia Ribeiro considera que invadir o espaço ou a vida alheia é falta de civilidade. “Pessoas que assim são os famosos donos do mundo”, classifica Célia. E as piores invasões são a fofoca e o boato. Uma frase maliciosa pode gerar grandes transtornos. Há dez anos, Edson Ferro, 40 anos, foi lecionar numa escola de São Paulo. Bonito e comunicativo, foi aconselhado a ser formal com as alunas . Algum tempo depois, ciosa do interesse que ele despertava, uma professora inventou que ele era casado e tinha filhos gêmeos. O boato foi o assunto da escola por semanas e o obrigou ... se explicar com a diretora, que estranhou que ele tivesse omitido a informação na entrevista de emprego. “Acharam que eu agia de má-fé”, conta ele.
Pelo menos em tese, temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho. Mas nem sempre isso é possível. Criado há quatro anos e funcionando há três em Brasília, o Juizado Especial Cível de Pequenas Causas abre em média 40 processos por dia. Boa parte deles trata de vizinhos brigões. No cardápio, problemas triviais: infiltrações, som alto demais, animais domésticos. “Briga de vizinho é o caso mais difícil de conciliar. As pessoas preferem entrar na Justiça do que bater na porta em frente e tentar conversar”, constata Alexandre Guimarães Fialho, diretor da Central de Distribuição dos juizados.
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando. Como fazer isso sem ofender? Para a consultora de etiqueta Célia, o caminho é ser franco sem ser rude. “Olhar nos olhos da pessoa, sorrir e falar com voz delicada ajudam muito”, diz. O humor e a ironia leve também são úteis. Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger. Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê? “Digo: ‘Ei você, que sempre rouba minhas folhinhas, coloca papel aí.’ ... vezes, o bom humor custa algum esforço.
Placa explícita – As reações variam. A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista. “Cada um tende ... uma atitude diferente de repúdio”, explica ela. O executor critica a atitude logo da primeira vez. O comunicador faz uma piadinha simpática com o assunto. O chamado de socializador atura cinco ou seis vezes, mas, depois, passa ... evitar o chato. O perfeccionista se permite falar de mínimos detalhes, mas o provável é que resolva a situação colocando uma plaquinha explícita, como “lugar de lixo é no lixo”.
A psicóloga Elizabeth observa que o importante não é eleger o tipo ideal – afinal temos um pouco de cada um –, nem ceder ... tentação de rotular o outro como “o chato”. O segredo está em lembrar que as pessoas muito diferentes de nós nos incomodam e que como diferença não é ataque pessoal podemos reagir sem hostilidade. Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações. Para ela, pessoas são as mais bem-sucedidas, porque não deixam as situações se deteriorarem. Manter baixo o termômetro do stress nestes momentos é tão importante que o assunto faz parte dos estudos de prevenção da saúde mental no trabalho da psicóloga Denise Monetti, da Fundacentro. “Pressão, fofoca, competição excessiva, inveja e invasão de espaço não fazem parte das tarefas, mas exigem um esforço adicional que gera o que chamamos de sofrimento mental”, explica ela. “A falta de limites e de respeito é um problema do nosso tempo. Nos sentimos oprimidos e acabamos querendo oprimir também. É uma compensação”, analisa Denise. A melhor compensação seria, certamente, evitar chateações desnecessárias.
(disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/30630 – Texto adaptado)
Considere o seguinte fragmento do texto e as afirmações feitas abaixo:
Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações.
I. Pelo uso do adjetivo novo, pode-se inferir que a autora já produziu outro livro.
II. O uso do adjetivo eficientes garante ao leitor que todos os meios apresentados no livro dão conta de quaisquer situações.
III. A utilização do adjetivo difíceis introduz na frase a informação de que a autora somente trata de pessoas que têm essa particularidade.
Quais estão corretas?
 

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599130 Ano: 2014
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
Para a resolução das questões desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (2) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existe(m) letra(s), abreviatura(s), acrônimo(s), fórmula(s), comando(s), instrução(ões), palavra(s) ou texto(s) que foram digitados entre aspas, apenas para destacá-los. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere tais aspas e atente somente para a(s) letra(s), abreviatura(s), acrônimo(s), fórmula(s), comando(s), instrução(ões), palavra(s) ou o(s) texto(s) propriamente ditos; e (3) para resolver as questões desta prova, considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios da questão, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.

A questão baseia-se na Figura 2, que mostra, intencionalmente, apenas parte de uma placa mãe, abaixo da qual se ampliou e se destacou uma de suas interfaces, de modo a facilitar a visualização e a resolução da questão.
Enunciado 599130-1
Figura 2 - Interface de uma placa mãe
Na Figura 2, a seta nº 1 destaca duas interfaces de uma placa mãe, onde as partes apontadas pelas setas nº 2 têm a cor azul. Nesse caso, pode-se afirmar que as interfaces apontadas pela seta nº 1 são portas:
 

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Uma empresa de material de construção possui 25 empregados. Ela pretende enviar uma comissão de 4 empregados para visitar na Europa uma feira de material de construção ecológico. Quantas comissões diferentes podem ser criadas para serem enviadas a essa visita?
 

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Os donos do mundo
Não bastasse a noite maldormida por culpa de um vizinho que teima em bater portas e ouvir os CDs da banda Metallica nas horas mais impróprias, um colega deixa, pela vez, logo na sua mesa, o copinho sujo de café. Você respira fundo, joga-o no lixo e resolve recomeçar o dia. Abre a gaveta e vê que alguém levou o seu grampeador sem falar nada. E, pior, ao tentar imprimir o texto, pronto desde o dia anterior, descobre que a impressora – que todo mundo usa, mas ninguém reabastece – está sem papel. Pode parecer exagero, mas atitudes como essas, pequenas, mas irritantes, pioram muito a qualidade de vida. Contrariedades tolas contribuem para o que os ingleses chamaram, em recente pesquisa, de stress invisível. Os maiores focos de irritação detectados pelo estudo foram: celular ligado em reuniões (85% das reclamações), não reabastecer copiadora, fax ou impressora (75%), fofocar (60%) e “pedir emprestados” objetos sem devolver (50%). Não é só lá que isto acontece. Consultados via Internet, os leitores de ISTOÉ revelaram que, no escritório, se aborrecem mais com fofocas e boatos (24%) e com cigarros queimando no cinzeiro (24%). Na vizinhança, o que mais incomoda é o barulho fora de hora (55%) e um carro estranho parado em frente ... garagem (17%).
A jornalista Célia Ribeiro considera que invadir(I) o espaço ou a vida alheia é falta de civilidade. “Pessoas que assim são os famosos donos do mundo”, classifica Célia. E as piores invasões são a fofoca e o boato. Uma frase maliciosa pode gerar grandes transtornos. Há dez anos, Edson Ferro, 40 anos, foi lecionar numa escola de São Paulo. Bonito e comunicativo, foi aconselhado a ser formal com as alunas . Algum tempo depois, ciosa do interesse que ele despertava, uma professora inventou(III) que ele era casado e tinha filhos gêmeos. O boato foi o assunto da escola por semanas e o obrigou ... se explicar com a diretora, que estranhou que ele tivesse omitido a informação na entrevista de emprego. “Acharam que eu agia de má-fé”, conta ele.
Pelo menos em tese, temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho. Mas nem sempre isso é possível. Criado há quatro anos e funcionando há três em Brasília, o Juizado Especial Cível de Pequenas Causas abre em média 40 processos por dia. Boa parte deles trata de vizinhos brigões. No cardápio, problemas triviais: infiltrações, som alto demais, animais domésticos. “Briga de vizinho é o caso mais difícil de conciliar. As pessoas preferem entrar na Justiça do que bater na porta em frente e tentar conversar”, constata Alexandre Guimarães Fialho, diretor da Central de Distribuição dos juizados.
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando. Como fazer isso sem ofender? Para a consultora de etiqueta Célia, o caminho é ser franco sem ser rude. “Olhar nos olhos da pessoa, sorrir e falar com voz delicada ajudam muito”, diz. O humor e a ironia leve também são úteis. Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger. Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê? “Digo: ‘Ei você, que sempre rouba minhas folhinhas, coloca papel aí.’ ... vezes, o bom humor custa algum esforço.
Placa explícita – As reações variam. A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista. “Cada um tende ... uma atitude diferente de repúdio”, explica ela. O executor critica a atitude logo da primeira vez. O comunicador faz uma piadinha simpática com o assunto. O chamado de socializador atura cinco ou seis vezes, mas, depois, passa ... evitar o chato. O perfeccionista se permite falar de mínimos detalhes, mas o provável é que resolva(III) a situação colocando uma plaquinha explícita, como “lugar de lixo é no lixo”.
A psicóloga Elizabeth observa que o importante não é eleger o tipo ideal – afinal temos um pouco de cada um –, nem ceder ... tentação de rotular o outro como “o chato”. O segredo está em lembrar que as pessoas muito diferentes de nós nos incomodam e que como diferença não é ataque pessoal podemos reagir sem hostilidade. Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações. Para ela, pessoas são as mais bem-sucedidas, porque não deixam as situações se deteriorarem. Manter baixo o termômetro do stress nestes momentos é tão importante que o assunto faz parte dos estudos de prevenção da saúde mental no trabalho da psicóloga Denise Monetti, da Fundacentro. “Pressão, fofoca, competição excessiva, inveja e invasão de espaço não fazem parte das tarefas, mas exigem um esforço adicional que gera o que chamamos de sofrimento mental”, explica ela. “A falta de limites e de respeito é um problema do nosso tempo. Nos sentimos oprimidos e acabamos querendo oprimir também. É uma compensação”, analisa Denise. A melhor compensação seria, certamente, evitar chateações desnecessárias.
(disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/30630 – Texto adaptado)
Avalie as seguintes propostas de substituições de verbos no texto.
I. Caso na linha 14 o verbo invadir fosse substituído por ocupar à força, não haveria necessidade de alteração na estrutura da frase.
II. Imaginou poderia substituir inventou (l. 18), mantendo-se a estrutura original da frase.
III. Em lugar de resolva, poder-se-ia utilizar a expressão dê solução, não havendo necessidade de ajustes na estrutura da frase.
Quais estão corretas?
 

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582934 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
Para a resolução das questões desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (2) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existe(m) letra(s), abreviatura(s), acrônimo(s), fórmula(s), comando(s), instrução(ões), palavra(s) ou texto(s) que foram digitados entre aspas, apenas para destacá-los. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere tais aspas e atente somente para a(s) letra(s), abreviatura(s), acrônimo(s), fórmula(s), comando(s), instrução(ões), palavra(s) ou o(s) texto(s) propriamente ditos; e (3) para resolver as questões desta prova, considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios da questão, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
A questão baseia-se na Figura 4 que mostra, intencionalmente, apenas parte da janela "Prompt de Comando", do Windows 8.1 Pro, que exibe o resultado obtido após ser executado um comando nessa janela.
Enunciado 582934-1
Figura 4 - Janela "Prompt de Comando"
Na Figura 4, que mostra a janela "Prompt de Comando", do Windows 8.1 Pro, a seta nº 1, aponta para uma linha na qual constam as seguintes informações:
Endereço de rede: 127.0.0.1
Máscara: 255.255.255.255
Ender. gateway: No vínculo
Interface: 127.0.0.1
Nesse caso, esse endereço de rede é chamado de:
 

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Nos termos indicados na Lei nº 12.378/2010, que regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo e cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil e os respectivos Conselhos das unidades da federação, que têm natureza de:
 

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