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A sentença contrapositiva equivalente ao condicional Se Mário tem medo de água então Mário não é salva-vidas é:
 

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Considerando o regramento previsto na Resolução nº 22/2012, do Conselho de Arquitetura do Brasil, que dispõe sobre a fiscalização do exercício profissional da arquitetura e urbanismo, os procedimentos para a formalização, instrução e julgamento dos processos por infração à legislação e a aplicação de penalidades ao profissional arquiteto e urbanista, qual das seguintes alternativas NÃO corresponde à causa de extinção do processo administrativo?
 

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1313600 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
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A palavra "off", dentro da prática jornalística, tem dois significados diferentes, quais sejam:
 

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Os donos do mundo
Não bastasse a noite maldormida por culpa de um vizinho que teima em bater portas e ouvir os CDs da banda Metallica nas horas mais impróprias, um colega deixa, pela vez, logo na sua mesa, o copinho sujo de café. Você respira fundo, joga-o no lixo e(I) resolve recomeçar o dia. Abre a gaveta e vê que alguém levou o seu grampeador sem falar nada. E, pior, ao tentar imprimir o texto, pronto desde o dia anterior, descobre que a impressora – que todo mundo usa, mas(II) ninguém reabastece – está sem papel. Pode parecer exagero, mas atitudes como essas, pequenas, mas irritantes, pioram muito a qualidade de vida. Contrariedades tolas contribuem para o que os ingleses chamaram, em recente pesquisa, de stress invisível. Os maiores focos de irritação detectados pelo estudo foram: celular ligado em reuniões (85% das reclamações), não reabastecer copiadora, fax ou impressora (75%), fofocar (60%) e “pedir emprestados” objetos sem devolver (50%). Não é só lá que isto acontece. Consultados via Internet, os leitores de ISTOÉ revelaram que(III), no escritório, se aborrecem mais com fofocas e boatos (24%) e com cigarros queimando no cinzeiro (24%). Na vizinhança, o que mais incomoda é o barulho fora de hora (55%) e um carro estranho parado em frente ... garagem (17%).
A jornalista Célia Ribeiro considera que invadir o espaço ou a vida alheia é falta de civilidade. “Pessoas que assim são os famosos donos do mundo”, classifica Célia. E as piores invasões são a fofoca e o boato. Uma frase maliciosa pode gerar grandes transtornos. Há dez anos, Edson Ferro, 40 anos, foi lecionar numa escola de São Paulo. Bonito e comunicativo, foi aconselhado a ser formal com as alunas . Algum tempo depois, ciosa do interesse que ele despertava, uma professora inventou que ele era casado e tinha filhos gêmeos. O boato foi o assunto da escola por semanas e o obrigou ... se explicar com a diretora, que estranhou que ele tivesse omitido a informação na entrevista de emprego. “Acharam que eu agia de má-fé”, conta ele.
Pelo menos em tese, temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho. Mas nem sempre isso é possível. Criado há quatro anos e funcionando há três em Brasília, o Juizado Especial Cível de Pequenas Causas abre em média 40 processos por dia. Boa parte deles trata de vizinhos brigões. No cardápio, problemas triviais: infiltrações, som alto demais, animais domésticos. “Briga de vizinho é o caso mais difícil de conciliar. As pessoas preferem entrar na Justiça do que bater na porta em frente e tentar conversar”, constata Alexandre Guimarães Fialho, diretor da Central de Distribuição dos juizados.
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando. Como fazer isso sem ofender? Para a consultora de etiqueta Célia, o caminho é ser franco sem ser rude. “Olhar nos olhos da pessoa, sorrir e falar com voz delicada ajudam muito”, diz. O humor e a ironia leve também são úteis. Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger. Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê? “Digo: ‘Ei você, que sempre rouba minhas folhinhas, coloca papel aí.’ ... vezes, o bom humor custa algum esforço.
Placa explícita – As reações variam. A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista. “Cada um tende ... uma atitude diferente de repúdio”, explica ela. O executor critica a atitude logo da primeira vez. O comunicador faz uma piadinha simpática com o assunto. O chamado de socializador atura cinco ou seis vezes, mas, depois, passa ... evitar o chato. O perfeccionista se permite falar de mínimos detalhes, mas o provável é que resolva a situação colocando uma plaquinha explícita, como “lugar de lixo é no lixo”.
A psicóloga Elizabeth observa que o importante não é eleger o tipo ideal – afinal temos um pouco de cada um –, nem ceder ... tentação de rotular o outro como “o chato”. O segredo está em lembrar que as pessoas muito diferentes de nós nos incomodam e que como diferença não é ataque pessoal podemos reagir sem hostilidade. Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações. Para ela, pessoas são as mais bem-sucedidas, porque não deixam as situações se deteriorarem. Manter baixo o termômetro do stress nestes momentos é tão importante que o assunto faz parte dos estudos de prevenção da saúde mental no trabalho da psicóloga Denise Monetti, da Fundacentro. “Pressão, fofoca, competição excessiva, inveja e invasão de espaço não fazem parte das tarefas, mas exigem um esforço adicional que gera o que chamamos de sofrimento mental”, explica ela. “A falta de limites e de respeito é um problema do nosso tempo. Nos sentimos oprimidos e acabamos querendo oprimir também. É uma compensação”, analisa Denise. A melhor compensação seria, certamente, evitar chateações desnecessárias.
(disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/30630 – Texto adaptado)
Sobre o uso de elementos de coesão no texto, afirma-se que:
I. Na linha 03, as duas ocorrências da conjunção e têm a função de unir orações coordenadas.
II. A conjunção mas na linha 05 e na primeira ocorrência na linha 06 tem o mesmo valor: ambas são explicativas.
III. O vocábulo que na linha 11 e linha 18 (1ª ocorrência) pertencem à mesma classe gramatical.
Quais estão corretas?
 

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Os donos do mundo
Não bastasse a noite maldormida por culpa de um vizinho que teima em bater portas e ouvir os CDs da banda Metallica nas horas mais impróprias, um colega deixa, pela vez, logo na sua mesa, o copinho sujo de café. Você respira fundo, joga-o no lixo e resolve recomeçar o dia. Abre a gaveta e vê que alguém levou o seu grampeador sem falar nada. E, pior, ao tentar imprimir o texto, pronto desde o dia anterior, descobre que a impressora – que todo mundo usa, mas ninguém reabastece – está sem papel. Pode parecer exagero, mas atitudes como essas, pequenas, mas irritantes, pioram muito a qualidade de vida. Contrariedades tolas contribuem para o que os ingleses chamaram, em recente pesquisa, de stress invisível. Os maiores focos de irritação detectados pelo estudo foram: celular ligado em reuniões (85% das reclamações), não reabastecer copiadora, fax ou impressora (75%), fofocar (60%) e “pedir emprestados” objetos sem devolver (50%). Não é só lá que isto acontece. Consultados via Internet, os leitores de ISTOÉ revelaram que, no escritório, se aborrecem mais com fofocas e boatos (24%) e com cigarros queimando no cinzeiro (24%). Na vizinhança, o que mais incomoda é o barulho fora de hora (55%) e um carro estranho parado em frente ... garagem (17%).
A jornalista Célia Ribeiro considera que invadir o espaço ou a vida alheia é falta de civilidade. “Pessoas que assim são os famosos donos do mundo”, classifica Célia. E as piores invasões são a fofoca e o boato. Uma frase maliciosa pode gerar grandes transtornos. Há dez anos, Edson Ferro, 40 anos, foi lecionar numa escola de São Paulo. Bonito e comunicativo, foi aconselhado a ser formal com as alunas . Algum tempo depois, ciosa do interesse que ele despertava, uma professora inventou que ele era casado e tinha filhos gêmeos. O boato foi o assunto da escola por semanas e o obrigou ... se explicar com a diretora, que estranhou que ele tivesse omitido a informação na entrevista de emprego. “Acharam que eu agia de má-fé”, conta ele.
Pelo menos em tese, temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho. Mas nem sempre isso é possível. Criado há quatro anos e funcionando há três em Brasília, o Juizado Especial Cível de Pequenas Causas abre em média 40 processos por dia. Boa parte deles trata de vizinhos brigões. No cardápio, problemas triviais: infiltrações, som alto demais, animais domésticos. “Briga de vizinho é o caso mais difícil de conciliar. As pessoas preferem entrar na Justiça do que bater na porta em frente e tentar conversar”, constata Alexandre Guimarães Fialho, diretor da Central de Distribuição dos juizados.
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando. Como fazer isso sem ofender? Para a consultora de etiqueta Célia, o caminho é ser franco sem ser rude. “Olhar nos olhos da pessoa, sorrir e falar com voz delicada ajudam muito”, diz. O humor e a ironia leve também são úteis. Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger. Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê? “Digo: ‘Ei você, que sempre rouba minhas folhinhas, coloca papel aí.’ ... vezes, o bom humor custa algum esforço.
Placa explícita – As reações variam. A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista. “Cada um tende ... uma atitude diferente de repúdio”, explica ela. O executor critica a atitude logo da primeira vez. O comunicador faz uma piadinha simpática com o assunto. O chamado de socializador atura cinco ou seis vezes, mas, depois, passa ... evitar o chato. O perfeccionista se permite falar de mínimos detalhes, mas o provável é que resolva a situação colocando uma plaquinha explícita, como “lugar de lixo é no lixo”.
A psicóloga Elizabeth observa que o importante não é eleger o tipo ideal – afinal temos um pouco de cada um –, nem ceder ... tentação de rotular o outro como “o chato”. O segredo está em lembrar que as pessoas muito diferentes de nós nos incomodam e que como diferença não é ataque pessoal podemos reagir sem hostilidade. Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações. Para ela, pessoas são as mais bem-sucedidas, porque não deixam as situações se deteriorarem. Manter baixo o termômetro do stress nestes momentos é tão importante que o assunto faz parte dos estudos de prevenção da saúde mental no trabalho da psicóloga Denise Monetti, da Fundacentro. “Pressão, fofoca, competição excessiva, inveja e invasão de espaço não fazem parte das tarefas, mas exigem um esforço adicional que gera o que chamamos de sofrimento mental”, explica ela. “A falta de limites e de respeito é um problema do nosso tempo. Nos sentimos oprimidos e acabamos querendo oprimir também. É uma compensação”, analisa Denise. A melhor compensação seria, certamente, evitar chateações desnecessárias.
(disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/30630 – Texto adaptado)
Analise as seguintes assertivas abaixo, de acordo com o texto:
I. Situações cotidianas como deixar de reabastecer a impressora no escritório podem influenciar na qualidade de vida, visto que irritam quem precisa utilizá-la.
II. Vários são os fatores que irritam as pessoas, dentre eles, foi citado o fato de que fofocas e boatos, apesar de constituírem o cotidiano, acabam por se tornarem corriqueiros.
III. A única forma de enfrentar as irritações cotidianas é agindo da mesma forma, a fim de demonstrar, na mesma moeda, que está descontente.
Quais estão INCORRETAS?
 

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Os donos do mundo
Não bastasse a noite maldormida por culpa de um vizinho que teima em bater portas e ouvir os CDs da banda Metallica nas horas mais impróprias, um colega deixa, pela vez, logo na sua mesa(I), o copinho sujo de café. Você respira fundo, joga-o no lixo e resolve recomeçar o dia. Abre a gaveta e vê que alguém levou o seu grampeador sem falar nada. E, pior, ao tentar imprimir o texto, pronto desde o dia anterior, descobre que a impressora (II) que todo mundo usa, mas ninguém reabastece (II) está sem papel. Pode parecer exagero, mas atitudes como essas, pequenas, mas irritantes, pioram muito a qualidade de vida. Contrariedades tolas contribuem para o que os ingleses chamaram, em recente pesquisa, de stress invisível. Os maiores focos de irritação detectados pelo estudo foram: celular ligado em reuniões (85% das reclamações), não reabastecer copiadora, fax ou impressora (75%), fofocar (60%) e “pedir emprestados” objetos sem devolver (50%). Não é só lá que isto acontece. Consultados via Internet, os leitores de ISTOÉ revelaram que, no escritório, se aborrecem mais com fofocas e boatos (24%) e com cigarros queimando no cinzeiro (24%). Na vizinhança, o que mais incomoda é o barulho fora de hora (55%) e um carro estranho parado em frente ... garagem (17%).
A jornalista Célia Ribeiro considera que invadir o espaço ou a vida alheia é falta de civilidade. “Pessoas que assim são os famosos donos do mundo”(III), classifica Célia. E as piores invasões são a fofoca e o boato. Uma frase maliciosa pode gerar grandes transtornos. Há dez anos, Edson Ferro, 40 anos, foi lecionar numa escola de São Paulo. Bonito e comunicativo, foi aconselhado a ser formal com as alunas . Algum tempo depois, ciosa do interesse que ele despertava, uma professora inventou que ele era casado e tinha filhos gêmeos. O boato foi o assunto da escola por semanas e o obrigou ... se explicar com a diretora, que estranhou que ele tivesse omitido a informação na entrevista de emprego. “Acharam que eu agia de má-fé”, conta ele.
Pelo menos em tese, temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho. Mas nem sempre isso é possível. Criado há quatro anos e funcionando há três em Brasília, o Juizado Especial Cível de Pequenas Causas abre em média 40 processos por dia. Boa parte deles trata de vizinhos brigões. No cardápio, problemas triviais: infiltrações, som alto demais, animais domésticos. “Briga de vizinho é o caso mais difícil de conciliar. As pessoas preferem entrar na Justiça do que bater na porta em frente e tentar conversar”, constata Alexandre Guimarães Fialho, diretor da Central de Distribuição dos juizados.
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando. Como fazer isso sem ofender? Para a consultora de etiqueta Célia, o caminho é ser franco sem ser rude. “Olhar nos olhos da pessoa, sorrir e falar com voz delicada ajudam muito”, diz. O humor e a ironia leve também são úteis. Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger. Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê? “Digo: ‘Ei você, que sempre rouba minhas folhinhas, coloca papel aí.’ ... vezes, o bom humor custa algum esforço.
Placa explícita – As reações variam. A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista. “Cada um tende ... uma atitude diferente de repúdio”, explica ela. O executor critica a atitude logo da primeira vez. O comunicador faz uma piadinha simpática com o assunto. O chamado de socializador atura cinco ou seis vezes, mas, depois, passa ... evitar o chato. O perfeccionista se permite falar de mínimos detalhes, mas o provável é que resolva a situação colocando uma plaquinha explícita, como “lugar de lixo é no lixo”.
A psicóloga Elizabeth observa que o importante não é eleger o tipo ideal – afinal temos um pouco de cada um –, nem ceder ... tentação de rotular o outro como “o chato”. O segredo está em lembrar que as pessoas muito diferentes de nós nos incomodam e que como diferença não é ataque pessoal podemos reagir sem hostilidade. Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações. Para ela, pessoas são as mais bem-sucedidas, porque não deixam as situações se deteriorarem. Manter baixo o termômetro do stress nestes momentos é tão importante que o assunto faz parte dos estudos de prevenção da saúde mental no trabalho da psicóloga Denise Monetti, da Fundacentro. “Pressão, fofoca, competição excessiva, inveja e invasão de espaço não fazem parte das tarefas, mas exigem um esforço adicional que gera o que chamamos de sofrimento mental”, explica ela. “A falta de limites e de respeito é um problema do nosso tempo. Nos sentimos oprimidos e acabamos querendo oprimir também. É uma compensação”, analisa Denise. A melhor compensação seria, certamente, evitar chateações desnecessárias.
(disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/30630 – Texto adaptado)
Avalie as seguintes afirmações a respeito do uso de pontuação no texto:
I. As vírgulas que separam o termo logo na sua mesa poderiam ser suprimidas, não acarretando erro ao período.
II. Os travessões utilizados na linha 05 poderiam ser substituídos por parênteses, não implicando erro à frase.
III. A função das aspas na linha 15 é evidenciar a fala do autor do texto.
Quais estão corretas?
 

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Não bastasse a noite maldormida por culpa de um vizinho que teima em bater portas e ouvir os CDs da banda Metallica nas horas mais impróprias, um colega deixa, pela vez, logo na sua mesa, o copinho sujo de café. Você respira fundo, joga-o no lixo e resolve recomeçar o dia. Abre a gaveta e vê que alguém levou o seu grampeador sem falar nada. E, pior, ao tentar imprimir o texto, pronto desde o dia anterior, descobre que a impressora – que todo mundo usa, mas ninguém reabastece – está sem papel. Pode parecer exagero, mas atitudes como essas, pequenas, mas irritantes, pioram muito a qualidade de vida. Contrariedades tolas contribuem para o que os ingleses chamaram, em recente pesquisa, de stress invisível. Os maiores(I) focos de irritação detectados pelo estudo foram: celular ligado em reuniões (85% das reclamações), não reabastecer copiadora, fax ou impressora (75%), fofocar (60%) e “pedir emprestados” objetos sem devolver (50%). Não é só lá que isto acontece. Consultados via Internet, os leitores de ISTOÉ revelaram que, no escritório, se aborrecem mais com fofocas e boatos (24%) e com cigarros queimando no cinzeiro (24%). Na vizinhança, o que mais incomoda é o barulho fora de hora (55%) e um carro estranho parado em frente ... garagem (17%).
A jornalista Célia Ribeiro considera que invadir o espaço ou a vida alheia é falta de civilidade. “Pessoas que assim são os famosos donos do mundo”, classifica Célia. E as piores invasões são a fofoca e o boato. Uma frase maliciosa pode gerar grandes(II) transtornos. Há dez anos, Edson Ferro, 40 anos, foi lecionar numa escola de São Paulo. Bonito e comunicativo, foi aconselhado a ser formal com as alunas . Algum tempo depois, ciosa do interesse que ele despertava, uma professora inventou que ele era casado e tinha filhos(III) gêmeos. O boato foi o assunto da escola por semanas e o obrigou ... se explicar com a diretora, que estranhou que ele tivesse omitido a informação na entrevista de emprego. “Acharam que eu agia de má-fé”, conta ele.
Pelo menos em tese, temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho. Mas nem sempre isso é possível. Criado há quatro anos e funcionando há três em Brasília, o Juizado Especial Cível de Pequenas Causas abre em média 40 processos por dia. Boa parte deles trata de vizinhos brigões. No cardápio, problemas triviais: infiltrações, som alto demais, animais domésticos. “Briga de vizinho é o caso mais difícil de conciliar. As pessoas preferem entrar na Justiça do que bater na porta em frente e tentar conversar”, constata Alexandre Guimarães Fialho, diretor da Central de Distribuição dos juizados.
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando. Como fazer isso sem ofender? Para a consultora de etiqueta Célia, o caminho é ser franco sem ser rude. “Olhar nos olhos da pessoa, sorrir e falar com voz delicada ajudam muito”, diz. O humor e a ironia leve também são úteis. Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger. Ela(IV) trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê? “Digo: ‘Ei você, que sempre rouba minhas folhinhas, coloca papel aí.’ ... vezes, o bom humor custa algum esforço.
Placa explícita – As reações variam. A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista. “Cada um tende ... uma atitude diferente de repúdio”, explica ela. O executor critica a atitude logo da primeira vez. O comunicador faz uma piadinha simpática com o assunto. O chamado de socializador atura cinco ou seis vezes, mas, depois, passa ... evitar o chato. O perfeccionista se permite falar de mínimos detalhes, mas o provável é que resolva a situação colocando uma plaquinha explícita, como “lugar de lixo é no lixo”.
A psicóloga Elizabeth observa que o importante não é eleger o tipo ideal – afinal temos um pouco de cada um –, nem ceder ... tentação de rotular o outro como “o chato”. O segredo está em lembrar que as pessoas muito diferentes de nós nos incomodam e que como diferença não é ataque pessoal podemos reagir sem hostilidade. Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações. Para ela, pessoas são as mais bem-sucedidas, porque não deixam as situações se deteriorarem. Manter baixo o termômetro do stress nestes momentos é tão importante que o assunto faz parte dos estudos de prevenção da saúde mental no trabalho da psicóloga Denise Monetti, da Fundacentro. “Pressão, fofoca, competição excessiva, inveja e invasão de espaço não fazem parte das tarefas, mas exigem um esforço adicional que gera o que chamamos de sofrimento mental”, explica ela. “A falta de limites e de respeito é um problema do nosso tempo. Nos sentimos oprimidos e acabamos querendo oprimir também. É uma compensação”, analisa Denise. A melhor compensação seria, certamente, evitar chateações desnecessárias.
(disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/30630 – Texto adaptado)
Considere as seguintes propostas de supressão de termos do texto:
I. Retirada da palavra maiores.
II. Supressão do vocábulo grandes.
III. Retirada do substantivo filhos.
IV. Supressão do pronome ela.
Quais provocam alteração de sentido ou interferem na compreensão das passsagens textuais?
 

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Os donos do mundo
Não bastasse a noite maldormida por culpa de um vizinho que teima em bater portas e ouvir os CDs da banda Metallica nas horas mais impróprias, um colega deixa, pela vez, logo na sua mesa, o copinho sujo de café. Você respira fundo, joga-o no lixo e resolve recomeçar o dia. Abre a gaveta e vê que alguém levou o seu grampeador sem falar nada. E, pior, ao tentar imprimir o texto, pronto desde o dia anterior, descobre que a impressora – que todo mundo usa, mas ninguém reabastece – está sem papel. Pode parecer exagero, mas atitudes como essas, pequenas, mas irritantes, pioram muito a qualidade de vida. Contrariedades tolas contribuem para o que os ingleses chamaram, em recente pesquisa, de stress invisível. Os maiores focos de irritação detectados pelo estudo foram: celular ligado em reuniões (85% das reclamações), não reabastecer copiadora, fax ou impressora(A) (75%), fofocar (60%) e “pedir emprestados” objetos sem devolver (50%). Não é só lá que isto acontece. Consultados via Internet, os leitores de ISTOÉ revelaram que, no escritório, se aborrecem mais com fofocas e boatos (24%) e com cigarros queimando no cinzeiro (24%). Na vizinhança, o que mais incomoda(D) é o barulho fora de hora (55%) e um carro estranho parado em frente ... garagem (17%).
A jornalista Célia Ribeiro considera que invadir o espaço ou a vida alheia é falta de civilidade. “Pessoas que assim são os famosos donos do mundo”, classifica Célia. E as piores invasões são a fofoca e o boato. Uma frase maliciosa(B) pode gerar grandes transtornos. Há dez anos, Edson Ferro, 40 anos, foi lecionar numa escola de São Paulo. Bonito e comunicativo, foi aconselhado a ser formal com as alunas(C) . Algum tempo depois, ciosa do interesse que ele despertava, uma professora inventou que ele era casado e tinha filhos gêmeos. O boato foi o assunto da escola(C) por semanas e o obrigou ... se explicar com a diretora(C), que estranhou que ele tivesse omitido a informação na entrevista de emprego. “Acharam que eu agia de má-fé”, conta ele.
Pelo menos em tese, temos de manter relações cordiais com vizinhos e colegas de trabalho. Mas nem sempre isso é possível. Criado há quatro anos e funcionando há três em Brasília, o Juizado Especial Cível de Pequenas Causas abre em média 40 processos por dia. Boa parte deles trata de vizinhos brigões. No cardápio, problemas triviais: infiltrações, som alto demais, animais domésticos. “Briga de vizinho é o caso mais difícil de conciliar. As pessoas preferem entrar na Justiça do que bater na porta em frente e tentar conversar”, constata Alexandre Guimarães Fialho, diretor da Central de Distribuição dos juizados.
Situações incômodas exigem que se aponte com clareza ao vilão que ele está incomodando(D). Como fazer isso sem ofender? Para a consultora de etiqueta Célia, o caminho é ser franco sem ser rude. “Olhar nos olhos da pessoa, sorrir e falar com voz delicada ajudam muito”, diz. O humor e a ironia leve também são úteis. Há bastante tempo na mesma empresa, a assistente social Lucy Gonçalves Rebelo, 39 anos, usa a brincadeira para se proteger. Ela trabalha numa sala com outras 20 pessoas e sua impressora fica num corredor. Cada um que passa pega uma folha e, quando ela precisa, cadê? “Digo: ‘Ei você, que sempre rouba minhas folhinhas, coloca papel aí.’ ... vezes, o bom humor custa algum esforço.
Placa explícita – As reações variam. A psicóloga Elizabeth Infante aponta quatro perfis básicos: o executor, o comunicador, o socializador e o perfeccionista. “Cada um tende ... uma atitude diferente de repúdio”, explica ela. O executor(E) critica a atitude logo da primeira vez. O comunicador(E) faz uma piadinha simpática com o assunto. O chamado de socializador(E) atura cinco ou seis vezes, mas, depois, passa ... evitar o chato. O perfeccionista se permite falar de mínimos detalhes, mas o provável é que resolva a situação colocando uma plaquinha explícita, como “lugar de lixo é no lixo”.
A psicóloga Elizabeth observa que o importante não é eleger o tipo ideal – afinal temos um pouco de cada um –, nem ceder ... tentação de rotular o outro como “o chato”. O segredo está em lembrar que as pessoas muito diferentes de nós nos incomodam(D) e que como diferença não é ataque pessoal podemos reagir sem hostilidade. Em seu novo livro Como lidar com pessoas difíceis, a consultora e hipnoterapeuta americana Ursula Markham propõe meios eficientes de tratar essas situações. Para ela, pessoas são as mais bem-sucedidas, porque não deixam as situações se deteriorarem. Manter baixo o termômetro do stress nestes momentos é tão importante que o assunto faz parte dos estudos de prevenção da saúde mental no trabalho da psicóloga Denise Monetti, da Fundacentro. “Pressão, fofoca, competição excessiva, inveja e invasão de espaço não fazem parte das tarefas, mas exigem um esforço adicional que gera o que chamamos de sofrimento mental”, explica ela. “A falta de limites e de respeito é um problema do nosso tempo. Nos sentimos oprimidos e acabamos querendo oprimir também. É uma compensação”, analisa Denise. A melhor compensação seria, certamente, evitar chateações desnecessárias.
(disponível em http://www.istoe.com.br/reportagens/30630 – Texto adaptado)
Assinale a alternativa cujos vocábulos, todos retirados do texto, constituem-se cognatos.
 

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677711 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
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A consolidação do uso das redes sociais na última década por usuários de internet acabou se refletindo na atividade jornalística, que passou a absorver em sua cobertura diária conteúdos veiculados nessas ferramentas virtuais. Sobre isso, considere as assertivas abaixo.
I. Não é necessário atribuir o crédito ou a origem das declarações obtidas em ferramentas como Twitter e Facebook.
II. É proibido reproduzir comentários de autoridades e personalidades sem a prévia autorização por escrito dos autores das mensagens.
III. É recomendável não modificar o conteúdo das declarações publicadas em redes sociais quando os textos são utilizados como aspas literais dos autores.
Quais dessas assertivas estão corretas sobre a utilização de conteúdos de redes sociais em veículos de comunicação?
 

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Considerando o regramento previsto na Lei nº 12.378/2010, referente às sanções disciplinares aplicáveis pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo, analise as seguintes afirmativas:
I. As sanções poderão ser aplicadas às sociedades de prestação de serviços com atuação nos campos da arquitetura e do urbanismo, sem prejuízo da responsabilização da pessoa natural do arquiteto e urbanista.
II. O Conselho de Arquitetura e Urbanismo poderá aplicar sanções aos profissionais vinculados ao Conselho de outra profissão.
III. O processo disciplinar não poderá ser instaurado de ofício, dependendo de representação de qualquer autoridade ou pessoa interessada.
Quais estão corretas?
 

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