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Deve-se levar em conta, na análise do mundo bíblico, que sua literatura foi construída a partir de relações de ordem social, econômica, política e cultural. Assim sendo, é possível dizer que, nos tempos bíblicos, houve fundamentalmente três tipos de economia, ou seja, três modos de produção, denominados de tribal, tributário e escravista. Isso implica dizer que a construção da literatura bíblica está indelevelmente marcada pelo tipo de economia e de sociedade em que as pessoas viviam. O modo de produção tribal pode ser entendido como uma economia de partilha. Há troca de serviços e não há comercialização de produtos. Tudo é visto em função do bem comum. Valoriza-se o coletivo. A terra é percebida como de propriedade comum, impedindo, assim, o título de propriedade privada. A apropriação do produto dá-se em base igualitária. Intercâmbios comerciais são quase inexistentes. Não se apresenta ainda uma estrutura de classe. Na produção do campo, quando há excedentes, são revertidos em favor do povo. É um modo de produção próprio ao campo. A terra na sociedade camponesa, as pastagens e os rebanhos na sociedade pastoril são propriedades do clã ou da tribo. A única condição para o uso dos meios de produção e para o acesso à produção social é que se pertença à comunidade.
Luiz Alexandre Solano Rossi. Modo de produção escravista e a sua influência na
percepção da sociedade judaica no pós-exílio. In: Revista Mirabilia, n. 4, dez./2004.
Julgue o item que se segue, a partir das informações histórico-econômicas contidas no texto acima.
Um dos aspectos sociais importantes no mundo bíblico é a existência da propriedade privada individual.
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Julgue o item a seguir, relativo à Bíblia Hebraica (BH).
O conjunto dos quatro livros iniciais da BH é denominado Pentateuco.
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Julgue o item a seguir, relativo ao livro bíblico de Números.
O livro de Números contém a célebre bênção de Abraão: “Deus te abençoe e te proteja...”.
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As manifestações prévias do evento central da história devem nos alertar para o dinamismo da ação salvífica de Deus. A ambigüidade do significado soteriológico da história está profundamente vinculado à realidade de evento salvífico e à especificidade da manifestação de Deus na história concreta vivida por Jesus.
Franklin Leopoldo e Silva. O mediador e a solidão. In: Francisco Benjamin de
Souza Neto. Jesus: anúncio e reflexão. Campinas: UNICAMP, 2002, p. 218.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir.
É ambíguo o significado soteriológico da manifestação de Deus na história, por Jesus.
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Sara Oliveira, com 32 anos de idade, funcionária de uma agência de propaganda em Salvador, já gastou cerca de R$ 20 mil, nos últimos dois anos, com medicamentos e psicólogos. Sem auto-estima e motivação, a ida ao trabalho se transformou em um pesadelo diário.“Quando comecei na agência, estava superentusiasmada, com vontade de produzir, de mostrar serviço. Mas nada do que fazia agradava o meu chefe, que reclamava de tudo, nunca estava satisfeito com meu trabalho e me ofendia diariamente, insinuando incompetência”, conta a publicitária. Por causa dos transtornos no trabalho, ela desenvolveu um princípio de síndrome do pânico (distúrbio psíquico de ansiedade) e passou a usar medicação controlada.
Instituto Observatório Social. Internet: <www.observatoriosocial.org.br>.
A partir da situação relatada, julgue o seguinte item.
Nas relações de trabalho, o objetivo do assédio moral não é o de fazer o empregado desistir de seu emprego e, sim, o de fazê-lo trabalhar de forma mais competente.
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O princípio protestante é uma idéia nascida em meio às dificuldades políticas próprias ao período dos primeiros anos de atividade teológica de Paul Tillich na Alemanha. Ele quer expressar uma realidade que é ao mesmo tempo maior e menor do que as igrejas protestantes. É maior porque expressa o protesto contra a reivindicação de ultimacidade por qualquer formação histórica concreta. O princípio protestante se mostra como o elemento que impulsiona as críticas às usurpações que ocorrem quando uma realidade finita se arroga um caráter absoluto. Assim, o princípio protestante tem-se expressado, conforme Tillich, principalmente através do profetismo judaico, por igrejas protestantes e pelo movimento socialista.
Eduardo Gross. A relação entre elementos da ontologia de Paul Tillich e seu
pensamento político inicial. In: Estudos de Religião 16, ano XIII, 1999, p. 151 (com adaptações).
Com relação ao princípio protestante, julgue o item que se segue.
Segundo Tillich, o socialismo expressa o princípio protestante.
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Sobre o livro de Dan Brown, O Código da Vinci, e sua sugestão de uma relação erótica entre Jesus e Maria Madalena, a revista Época publicou o seguinte comentário:
O teólogo Afonso Soares afirma que a discussão é antiga e foi se propagando a partir da publicação dos evangelhos gnósticos. “Pela lógica, eu diria que Jesus era solteiro. Naquele momento, ele representava uma ideologia inovadora, que ameaçava o poder do Templo e o poder romano”, afirma. “Jesus sabia que não teria vida longa com inimigos assim e não constituiria família.” Para Soares, há até um sentido de união conjugal na relação entre Jesus e Madalena, mas no sentido religioso — como se a Igreja nascente, representada por ela, se casasse com Jesus ressuscitado. “A descendência de Jesus sempre foi entendida em termos místicos, isto é, ‘descende’ dele todo aquele que se torna seu discípulo. Do ponto de vista moral e dogmático, não haveria problema se ele tivesse tido mulher e descendência”, diz.
Federico Mengozzi e Ivan Padilla. A companheira de Jesus. Discípula ou amante, apóstola ou esposa?
Historiadores e teólogos discutem o papel de Madalena no cristianismo. In: Época, ed. 344, dez./2004.
Acerca da vida de Jesus e de sua suposta relação erótica com Maria Madalena, julgue o item que se segue, conforme o comentário da revista Época.
Saber que sua atuação política e social não lhe permitiria prever uma vida longa é uma das razões aventadas para o fato de Jesus não ter constituído família.
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Por tentar precipitar a redenção, o Baal Shem Tov foi punido. Exilado num país distante, perdeu seus poderes e seus conhecimentos. Recorreu, então, ao Reb Tzvi-Hersch Soifer, seu fiel criado e discípulo, que nunca o abandonou. Ajuda-me, pediulhe. Lembra-te de alguma coisa — uma palavra, uma oração que seja? Não, Tzvi-Hersch Soifer não se lembrava. Também se esquecera de tudo. Tudo? Mesmo? Não, disse Tzvi-Hersch, ainda me lembro do alfabeto. Mas, então, o que está esperando? — Baal Shem Tov, o Mestre do Bom Nome, perguntou. Começa a recitá-lo! Aleph-Be-Gimmel-Dalet, Tzvi-Hersch começou. E, com grande fervor, os dois recitaram todas as vinte e duas letras, repetindo-as muitas vezes, até recuperar a memória.
Elie Wiesel. Homens sábios e suas histórias: retratos de mestres da Bíblia,
do Talmude e do hassidismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 9.
Tendo como referência essa lenda antiga da tradição hassídica e sua relação com a literatura bíblica e a história do mundo bíblico, julgue o próximo item.
O Cristianismo e o Budismo incluem-se entre as religiões mediterrâneas chamadas “do livro”.
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Acerca de João Calvino e a Reforma, julgue o próximo item.
Calvino foi grande admirador do Humanismo e de Erasmo de Rotterdam.
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Acerca da genealogia de Jesus, descrita no Novo Testamento, no Evangelho de Mateus (1, 1-17), e com base nos conhecimentos bíblicos correlatos, julgue o item a seguir.
Betsabéia, mãe de Salomão, era esposa legítima do rei Davi.
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