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Considere o número !$ M = 288A5B !$, em que !$ B !$ é o algarismo das unidades e !$ A !$, o algarismo das centenas. Sabendo-se que M é divisível por 15, então, A - B pode ser
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O combustível de um automóvel é composto de 25% de álcool e 75% de gasolina. Se o preço do litro de álcool é R$ 2,28 e o de gasolina é R$ 3,00, o preço do litro da mistura é igual a
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Foram misturados 200 mL de solução de HCl de concentração 5 mol/L com 200 mL de solução de NaOH de concentração 4 mol/L e completou-se o volume para 1 litro com água.
Em relação à concentração de uma das espécies resultante na mistura final, é CORRETO afirmar que
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Ao pensarmos o final da república oligárquica, encontraremos um germe político, econômico e social da crise dessa primeira república, que se encontra no sonho de industrialização e no crescimento da vida urbana pujante, que fizeram surgir
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O sinal de alteração cuja função é de duplo efeito é o
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Dentre as substâncias orgânicas relacionadas abaixo, qual delas tem o maior ponto de ebulição?

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Portugal, ao estabelecer a colonização na América, implantou um modelo de exploração econômica e dominação política denominada, por alguns professores, de exclusivo metropolitano, por outros, de pacto colonial. A opção que evidencia corretamente as bases do exclusivo metropolitano é
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Os Intervalos cujas notas são ouvidas, sucessivamente, são chamados de
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ENVELHECER BEM É POSSÍVEL
Anna Veronica Mautner
A criança passa por dramáticas transformações (andar, falar, conhecer o mundo etc.), mas não tem consciência delas porque lhe falta linguagem para descrevê-las.(D)
Depois da adolescência, as mudanças continuam, mas com dramaticidade menor.
Tão marcante em transformações quanto a infância é o envelhecimento. Nessa fase da vida, temos consciência de tudo o que ocorre: perdas físicas e mentais.
Comecemos falando da reação aos imprevistos. Por que velho tropeça e cai tanto? Porque a reação ao susto e o reflexo para evitar o perigo são mais lentos.
Falemos agora da memória, essa capacidade madrasta cuja falta castiga o idoso. Demoramos para lembrar seja lá o que for e a conversa fica entrecortada de silêncios, quase soluços.
O conteúdo que, em primeiro lugar, mergulha nas sombras do esquecimento são os nomes próprios; mais uns anos e substantivos comuns também se embaralham.
O curioso é que os adjetivos não somem. Aparecendo o nome, sua qualidade ou quantidade vem junto, dos fundos da memória. O nome está em algum lugar, em algum tempo, de algum jeito. Se o substantivo emerge, traz consigo as associações.
Os verbos não somem, mas as ações deixam de ser desempenhadas. Se o verbo desaparecer, a incomunicabilidade irá se instaurar.(A)
Envelhecer é perder: seja clareza, seja acuidade auditiva ou visual, velocidade de resposta física ou de linguagem, memória.
Aí vem aquela história: velho esquece o agora e lembra o mais antigo. Não há nenhum mistério nisso. É que o antigo já se transformou em imagem e a imagem reaviva as sensações(B). Quase nada é inconsciente, pois envelhecer é viver as mudanças diárias.
Sentimos a presença das mudanças. Se causam amargura, é pela não aceitação. E, se não aceitarmos que já não somos o que éramos, o nosso contato com o mundo aqui e agora fica prejudicado.
Assim como é natural o ser humano se transformar ininterruptamente, em boa velocidade, do nascimento à puberdade, é natural envelhecer, com lentas perdas no início e mais rápidas depois.
Aceitando que viver é assim, permanente transformação, podemos sorrir diante de perdas e transmitir (até com humor) a quem nos rodeia que estamos presentes, acompanhando o processo.(C)
Nada de dizer que a terceira idade é maravilhosa. Nada disso. Perder não é bom. Mas alguns conseguem ir perdendo sem muita amargura, porque acompanham as transformações dos que ainda estão ganhando.
É a alegria do avô diante do neto. Há na atitude de acompanhar o que já tivemos no passado doses de aceitação e generosidade. Podemos ajudar. Nossa sabedoria funciona como conforto para quem está só começando.
O olhar bondoso do idoso diante do tatibitate do nenê é sabedoria. O velho vislumbra o caminho que o bebê irá seguir. Não é um reviver nem um renascer: é uma memória.
Folha de São Paulo, 05 mar. 2013.
A posição do pronome oblíquo destacado é facultativa em
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Os compositores que viveram nos anos que foram marcados na história da música como período “Clássico” foram
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