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Foram encontradas 55 questões.

312134 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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Sendo o tetraedro regular ABCD, forma-se um poliedro EFGHIL, em que esses pontos são, respectivamente, os pontos médios dos lados AB, AC, AD, BC, BD e CD.

A razão entre os volumes do poliedro EFGHIL formado e o tetraedro ABCD é:

 

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311766 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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INSTRUÇÃO: As questões de 6 a 10 referem-se a noções de Teoria da Literatura: Gêneros Literários; Estilos de Época (do Barroco ao Modernismo - Brasil): Contexto Histórico, características e principais autores.

Em relação à autoria das obras literárias brasileiras do século XX, assinale a alternativa CORRETA.

 

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310591 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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enunciado 1958799-1

Leia este trecho do texto:

Escolhas ainda inviáveis tecnicamente, mas que já suscitam profundas reflexões éticas, fazem parte dos tópicos levantados pela geneticista Mayana Zatz.

Assinale a alternativa em que o trecho acima foi reescrito, mantendo-se o sentido original.

 

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310449 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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enunciado 1958798-1

Leia este fragmento do texto:

De linguagem acessível e envolvente, o livro é permeado por referências a filmes, livros de divulgação científica, notícias de grande destaque e artigos científicos.

Considerando as classes de palavras prescritas pelas gramáticas tradicionais da Língua Portuguesa, classificam-se como substantivos:

 

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310448 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Genes no banco dos réus

O que você faria se pudesse decidir sobre a cor dos olhos de seu filho, seu tipo físico ou até mesmo sua aptidão para determinada profissão? Escolhas ainda inviáveis tecnicamente, mas que já suscitam profundas reflexões éticas, fazem parte dos tópicos levantados pela geneticista Mayana Zatz em seu livro GenÉtica: escolhas que nossos avós não faziam, lançado [...] pela Editora Globo.

Coordenadora do Centro de Estudos do Genoma Humano, na Universidade de São Paulo (CEGH/USP), Zatz foi uma das pioneiras no uso de técnicas de biologia molecular para o estudo de genes humanos no Brasil. A geneticista também esteve à frente do debate no Supremo Tribunal Federal em defesa do uso de embriões humanos em pesquisas com células-tronco.

Por meio de uma escrita apaixonada, a pesquisadora elege temas atuais relacionados à biotecnologia e expõe conflituosos casos que vivenciou ao longo de sua trajetória. De linguagem acessível e envolvente, o livro é permeado por referências a filmes, livros de divulgação científica, notícias de grande destaque e artigos científicos.

Ao oferecer à população serviços de detecção de doenças com base genética no CEGH, a pesquisadora se defronta diariamente com dilemas que não têm uma resposta simples e correta. Os testes genéticos podem, por exemplo, revelar não apenas que o paciente é portador de doença grave, mas também que o seu suposto pai não é seu progenitor.

O médico, então, se vê diante de uma encruzilhada: contar ou não contar sobre a falsa paternidade ao paciente, uma vez que esse resultado não lhe foi solicitado? Como não há um respaldo legal para esse tipo de situação, a decisão fica a cargo da equipe médica.

No livro, Zatz critica essa falta de mecanismos legais para proteger os pacientes envolvidos em testes genéticos no Brasil. “A informação genética faz parte de nossa individualidade e deve ser tratada como qualquer outro tipo de informação pessoal”, defende. Um dos riscos de esses dados se tornarem públicos está na possibilidade de eles serem usados indevidamente por companhias de seguro de saúde e de vida.

Informar, apoiar e ajudar a interpretar os testes genéticos junto ao paciente é tarefa de uma equipe interdisciplinar, que deve contar com geneticistas, psicólogos e médicos, e faz parte do chamado aconselhamento genético. Apesar do nome, “o geneticista não aconselha, ele deve apenas cuidar para que as possibilidades de escolha de seus pacientes sejam informadas e esclarecidas”.

A geneticista recorda no livro a história noticiada em maio de 2011 de um casal que teve trigêmeas após tratamento de fertilização in vitro e quis, após o nascimento, ficar apenas com duas filhas. “Dois é suficiente, três é demais?”, questiona a pesquisadora.

O caso também serve de alerta para a questão da gravidez múltipla, comum na reprodução assistida devido à implantação de muitos pré- embriões no útero da mulher. Essa condição aumenta o risco de nascimentos prematuros e de recém-nascidos com problemas intelectuais e de saúde em geral.

Zatz relata ainda que, nos próximos anos, será possível sequenciar genomas individuais por apenas mil dólares. Se à primeira vista a notícia soa como um avanço, a pesquisadora alerta para o excesso de confiança depositado no material genético como única forma de determinar as características futuras do indivíduo.

O livro deixa mais perguntas que respostas e nos faz refletir sobre a importância da discussão mais ampla sobre decisões que já vêm sendo tomadas no dia a dia, mas que ainda se encontram no limbo da legislação.

Nesse sentido, um último alerta da pesquisadora: “Enquanto as questões éticas são pensadas e discutidas depois de anunciadas as novas descobertas, o comércio anda sempre na frente”. Nem sempre a favor dos mais afetados.

REZNIK, Gabriela. Genes no banco dos réus. Ciência Hoje.

Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/resenhas/201 1/11/genes-no-banco-dos-reus. [Fragmento] Acesso em: 2 fev. 2016. (Adaptação)

Leia este fragmento extraído do texto:

A geneticista também esteve à frente do debate no Supremo Tribunal Federal em defesa do uso de embriões humanos em pesquisas com células-tronco.

Considerando-se a norma padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa em que o emprego da crase é orientado pelo mesmo motivo que se aplica no trecho em destaque.

 

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310447 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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enunciado 1958797-1
São credenciais da geneticista Mayana Zatz que a identificam como autoridade em sua área de conhecimento, EXCETO:
 

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310446 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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enunciado 1958796-1

A geneticista Mayana Zatz

I. abre debate envolvendo escolhas baseadas em informações genéticas e técnicas viabilizadas pela biotecnologia.

II. alerta para o grande risco de nascimentos prematuros e outros problemas de saúde decorrentes da gravidez múltipla.

III. explicita a legislação destinada a proteger pacientes no Brasil e a tratar de questões éticas no campo da genética.

IV. expõe que nem no futuro será possível sequenciar genomas individuais, por isso diz que é preciso ter muita cautela.

Estão corretas as afirmativas

 

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309205 Ano: 2016
Disciplina: Química
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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Um experimento muito conhecido no estudo da constituição da matéria é o de Rutherford, no qual um feixe de partículas alfa incide sobre uma fina lâmina de ouro. Nesse experimento, nota-se que, ao se bombardear a lâmina com tais partículas, grande parte delas atravessa a lâmina de ouro e uma pequena parte é desviada.

enunciado 1958837-1

Com esse experimento, é possível concluir:

 

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309204 Ano: 2016
Disciplina: Física
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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Utilizando a lente de uma luneta, João consegue projetar a imagem de seu celular na parede branca de seu quarto. Sobre a lente utilizada por João, é CORRETO afirmar:
 

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309203 Ano: 2016
Disciplina: Física
Banca: FUNDEP
Orgão: CBM-MG
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Para descer por um toboágua, uma criança empurra para trás um suporte fixado acima da entrada desse brinquedo, a fim de que ela seja impulsionada. Supondo que esse toboágua tenha 19,8 metros de altura, que não possua atrito e que a água não influencie na queda da criança e considerando que essa criança chega ao solo com uma velocidade de 72 km/h, é CORRETO afirmar que a velocidade inicial dela é de:
 

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