Foram encontradas 120 questões.
Reação química é a denominação dada à transformação que uma substância sofre em sua constituição íntima, quer pela ação de outra substância, quer pela ação de um agente físico, conduzindo à formação de um ou mais compostos novos. Neste contexto, analise as afirmativas a seguir.
I. CH3-CH2-CH3 + Cl2 → CH3-CH2-CH2-Cl + HCl é uma reação de substituição.
II. 2 CH3-CH2-OH
H2O+ CH3-CH2-O-CH2-CH3 é uma reação de adição.
H2O+ CH3-CH2-O-CH2-CH3 é uma reação de adição.
III.CH2=CH2 + Br2 → CH2Br- CH2Br é uma reação de adição.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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O ácido acetilsalicílico é um fármaco do grupo anti-inflamatórios não esteroides utilizado como anti-inflamatório, antipirético e também como antiplaquetário. Um dos medicamentos mais famosos à base de ácido acetilsalicílico é a aspirina.

De acordo com o exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. Na reação apresentada anteriormente o nome oficial do haleto de acila e do ácido salicílico é cloreto de etanoíla e ácido 2-hidróxi-benzóico.
II. Uma solução de 0,015 mol/L de aspirina com pH = 3 possui uma constante de dissociação ácida igual a 1,3 x 10–3.
III.A porcentagem de ácido ionizada na solução de 0,20 mol/L de aspirina com pH = 5 é 1,7%.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Joana foi ao mercado e comprou as seguintes quantidades dos seguintes produtos:
| Item | Quantidade em Kg | Preço por Kg (em reais) |
| Arroz | 7 Kg | 2x + 0,10 |
| Feijão | 3 Kg | 4x + 0,70 |
| Sal | 2 Kg | x + 0,80 |
| Açúcar | 1 Kg | 5x – 1,00 |
Sabendo que ela pagou um total de R$ 43,00 na compra, então o preço de 1 Kg de açúcar é:
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Sabe-se que
!$ A = \{2, \, 3, \, 4, \, 5, \, 8, \, 9, \, 11\} !$
!$ B = \{1, \ 5, \ 7, \ 11\} !$
!$ C = \{1, \ 2, \ 3, \ 5, \ 6, \ 10\}. !$
Assim, o conjunto !$ (C - (A \cup B)) \cup (A - C) !$ é igual a:
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“Uma mulher daltônica, cuja irmã apresenta visão normal e irmão daltônico, casa-se com homem de genótipo desconhecido e desse relacionamento gera filha normal e filho daltônico.” Através desses dados, pode-se afirmar que os pais dessa mulher apresentam qual genótipo descrito a seguir?
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A área de um retângulo é 27 cm 2 e seu perímetro 21 cm. A medida da diagonal desse retângulo é:
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O lucro de certa empresa, em reais, é dado pela função !$ f(x) = -5 x^2 + 600x + 5.000 !$, onde !$ x !$ é o número de meses de existência da empresa. Sabendo que a empresa fechou após 20 meses de quando teve seu maior lucro, então o lucro que essa empresa obteve no seu último mês de existência foi:
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Texto para responder à questão.
O direito à literatura
O assunto que me foi confiado nesta série é aparentemente meio desligado dos problemas reais: “Direitos humanos e literatura”. As maneiras de abordá-lo são muitas, mas não posso começar a falar sobre o tema específico sem fazer algumas reflexões prévias a respeito dos próprios direitos humanos. [...]
[...] pensar em direitos humanos tem um pressuposto: reconhecer que aquilo que consideramos indispensável para nós é também indispensável para o próximo. Esta me parece a essência do problema, inclusive no plano estritamente individual, pois é necessário um grande esforço de educação e autoeducação a fim de reconhecermos sinceramente este postulado. Na verdade, a tendência mais funda é achar que os nossos direitos são mais urgentes que os do próximo.
[...] a literatura aparece claramente como manifestação universal de todos os homens em todos os tempos. Não há povo e não há homem que possa viver sem ela, isto é, sem a possibilidade de entrar em contato com alguma espécie de fabulação. Assim como todos sonham todas as noites, ninguém é capaz de passar as vinte e quatro horas do dia sem alguns momentos de entrega ao universo fabulado. [...]
Ora, se ninguém pode passar vinte e quatro horas sem mergulhar no universo da ficção e da poesia, a literatura concebida no sentido amplo a que me referi parece corresponder a uma necessidade universal, que precisa ser satisfeita e cuja satisfação constitui um direito. [...]
Portanto, a luta pelos direitos humanos abrange a luta por um estado de coisas em que todos possam ter acesso aos diferentes níveis de cultura. A distinção entre cultura popular e cultura erudita não deve servir para justificar e manter uma separação iníqua, como se do ponto de vista cultural a sociedade fosse dividida em esferas incomunicáveis, dando lugar a dois tipos incomunicáveis de fruidores. Uma sociedade justa pressupõe o respeito dos direitos humanos, e a fruição da arte e da literatura em todas as modalidades e em todos os níveis é um direito inalienável.
(CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: Vários escritos. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul; São Paulo: Duas Cidades, 2004.)
“O assunto (1) que me (2) foi confiado nesta série (3) é aparentemente meio desligado dos problemas reais: ‘Direitos humanos e literatura.’ As maneiras de abordá-lo (4) são muitas, mas não posso começar a falar sobre o tema (5) específico sem fazer algumas reflexões prévias a respeito dos próprios direitos humanos. [...]” (1º§) Algumas palavras funcionam como elementos fundamentais de conexão, auxiliam na construção e no entendimento do texto. Além disso, muitas vezes palavras diferentes são utilizadas para um mesmo referente, conforme exemplo dos termos destacados:
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Texto I para responder à questão.
Tempos loucos – Parte 2
Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a educação escolar virou item de consumo agora. A ordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá-la ao show do RBD, e este leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo, podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é a toa que os pequenos furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de consumo, condição social, entre outras coisas.
A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e pela publicidade. Tempos loucos, ou não?
(SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – Parte 2. Disponível em: http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2006-10-01_2006-10-15.html. Acesso em: dezembro de 2015.)
Acerca do texto apresentado, é correto afirmar que, principalmente
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João consultou os preços de pacotes de assinatura em duas locadoras de filmes. A locadora A oferecia um plano em que o cliente pagava um valor fixo inicial de R$ 100,00 e após isso a mensalidade de R$ 10,00. A locadora B oferecia o plano em que o cliente pagava apenas a mensalidade de R$ 22,00. João contratou o plano na Locadora A ao analisar que a partir de certo mês esse plano se tornaria mais barato. Esse mês é o:
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