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Mulher de 22 anos dá entrada na emergência após acidente automobilístico, em que houve mecanismo de desacelaração brusca e colisão da face contra o pára-brisa. Ao exame físico, a paciente apresenta-se estável hemodinamicamente, e respirando normalmente. As mandíbulas parecem estar intactas, mas há fraturas de face bilateral e no compartimento central. A parte inferior da face desprendeu-se do crânio.
Esse tipo de lesão é conhecida como
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Homem de 35 anos dá entrada, na emergência, com dor abdominal epigástrica, hematêmese de início, há aproximadamente de 2 horas. Não relata história de etilismo e não freqüenta área endêmica de esquistossomose.
Apresenta-se hipocorado (++++/4+), sudoreico, PA 80 x 40 mm Hg, FC de 120 bpm. Medicado com hidratação venosa com cristalóide 1000ml, em 30 minutos apresentou melhora discreta dos sinais vitais, mas o sangramento não cessou e foi necessário hemotransfusão de 600 ml de concentrado de hemácias. Após a transfusão, houve estabilização do quadro hemodinâmico, mas o paciente ainda apresentava drenagem de secreção sanguinolenta pelo cateter nasogástrico.
Nesse momento, a melhor conduta é
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Um paciente com menos chance de estar em choque é o que apresenta a seguinte situação clínica:
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Mulher de 40 anos é atendida após acidente automobilístico no qual fora arremessada violentamente contra o volante: apresenta uma larga equimose na face anterior do tórax e cianose na face com dilatação venosa na região cervical. Ao exame físico, apresentou pulso filiforme, com ausculta cardíaca com bulhas pouco audíveis e ausculta pulmonar normal.
O diagnóstico mais provável é de
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Mulher de 68 anos é trazida à emergência pela sua filha relatando que a mãe, há 4 horas, apresenta fala desconexa, com grunhidos. Relata também que, há 3 dias, a referida paciente teve episódio semelhante, quando se associou à incapacidade de visualizar qualquer objeto colocado à sua frente. Afirma que períodos de lapsos de memória também foram observados mas, haviam-se resolvido espontaneamente, e que, no momento, a paciente não se recorda do que estava fazendo, nem de onde está.
Diante desse quadro clínico, pode-se afirmar que trata-se de
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Mulher de 70 anos é trazida à emergência com dor abdominal de início há menos de 2 horas, com irradiação para o dorso. Apresentou um episódio de evacuação sanguinolenta. Ao exame físico, o abdômen é doloroso e apresenta massa abdominal mal definida na linha média; apresenta pressão arterial de 100 x 50 mm Hg, porém a paciente faz uso de anti-hipertensivos.
Esses achados são sugestivos de
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Homem de 64 anos, tabagista, refere dor aguda na perna esquerda associada à parestesia e à incapacidade de deambular desde o início do quadro, há 2 horas. Teve um infarto agudo do miocárdio há 5 anos e faz uso de digital para controle de fibrilação atrial diagnosticada e tratada recentemente. Ao exame físico, seu membro inferior esquerdo é frio abaixo da metade da coxa, pálido e não há pulso arterial palpável.
O quadro clínico é compatível com
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Menino de 10 anos está andando de bicicleta quando apresenta subitamente dor no escroto direito insuportável. Trazido à emergência, apresenta-se com fáscie de dor aguda, taquicárdico (140 bpm), refere náusea e o exame físico do testículo esquerdo é normal, porém, à palpação do testículo direito, este apresenta-se retraído, doloroso, escurecido e, à manobra de transiluminação, apresenta-se opacificado.
Esses achados permitem um diagnóstico de
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Mulher de 19 anos é trazida à emergência pálida, apática, com freqüência cardíaca de 120 bpm, regular e filiforme. PA 90 x 40 mm Hg. O exame abdominal revela sinais de irritação peritonial, principalmente em fossa ilíaca direita e hipogástrio. O toque vaginal foi doloroso e observou-se uma massa pélvica à direita.
Estes achados são característicos de
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Homem de 28 anos dá entrada na emergência com dor abdominal de início abrupto, há menos de 2 horas na região inguinal esquerda com irradiação para o escroto; apresenta náusea, desconforto, urgência miccional e relata não encontrar posição confortável para sentar ou deitar. O exame físico não apresenta sinais de irritação peritonial, nem tumorações palpáveis. Ele afirma não possuir doenças prévias.
A hipótese diagnóstica mais aceita é
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