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Fotossíntese é um processo físico-químico de organismos clorofilados, que em nível celular, produzem energia para sua sobrevivência, utilizando o dióxido de carbono e água para obter glicose através da energia da luz. 12H 2O + 6CO 2 ^ 6O 2 + 6H2O + C 6H 12O 6. Assinale a alternativa correta:
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Feminicídio
(Vladimir Safatle)
(Vladimir Safatle)
Neste final de semana, esta Folha publicou editorial criticando a proposta de ampliar a pena daqueles que assassinam mulheres por “razões de gênero”. O texto alega que tal “populismo” jurídico seria extravagância, já que todas as circunstâncias agravantes que poderiam particularizar o homicídio contra mulheres (motivo fútil, crueldade, dificuldade de defesa) estariam contempladas pela legislação vigente. Neste sentido, criar a categoria jurídica “razões de gênero” de nada serviria, a não ser quebrar o quadro universalista que deveria ser o fundamento da lei.
No entanto, é difícil concordar com o argumento geral. Primeiro porque não é correta a ideia de que dispositivos jurídicos que particularizam a violência de grupos historicamente vulneráveis sejam eficazes. A Lei Maria da Penha, só para ficar em um exemplo, mostra o contrário. Pois, ao particularizar, o direito dá visibilidade a algo que a sociedade teima em não reconhecer. Ele indica a especificidade para um tipo de violência que só pode ser combatido quando nomeado. Neste contexto, apagar o nome é uma forma brutal de perpetuação da violência.
Estudo do Ipea1 estima anualmente, no Brasil, algo em torno de 527 mil tentativas e casos de estupros, sendo que 88,5% das vítimas são mulheres e mais da metade tem menos de 13 anos. Só em 2011, foram notificados no Sinan2 33 casos de estupro por dia, ou seja, esse foi o número de vítimas que procuraram o serviço médico. Diante de números aterradores, é difícil não reconhecer que existe uma violência específica contra as mulheres, assim como há específicas contra homossexuais, travestis entre outros. Que o direito sirva-se de sua capacidade de particularizar sofrimentos para lutar contra tais especificidades, eis uma de suas funções mais decisivas em sociedades em luta para criar um conceito substantivo de democracia.
Nesse sentido, há de se lembrar que não se justifica usar o argumento da necessidade de respeitar a natureza universalista da lei em situações sociais nas quais tal universalidade mascara desigualdades reais. O direito deve usar, de forma estratégica e provisória, a particularização a fim de evidenciar o vínculo entre violência e certas formas de identidade, impulsionando com isto a criação de um universalismo real.
Se a sociedade brasileira chegou a este estágio de violência contra a mulher é porque há coisas que ela nunca quis ver e continuará não vendo enquanto o direito não nomeá-las. Quando tal violência passar, podemos voltar ao quadro legal generalista. Desta forma, ao menos desta vez, o governo agiu de maneira correta.
(SAFATLE, Vladimir. Feminicídio. Folha de S. Paulo. São Paulo, 10 mar. 2015. P A2)
1Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
2Sistema de Informações de Agravos de Notificação
O elemento coesivo destacado em “O texto alega que tal “populismo” jurídico seria extravagância, já que todas as circunstâncias agravantes que poderiam particularizar o homicídio contra mulheres”possui valor semântico:
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O trecho a seguir foi retirado do sítio do Ministério do Meio Ambiente (MMA) na internet: “Originalmente, o bioma ocupava mais de 1,3 milhões de km2 em 17 estados do território brasileiro, estendendo-se por grande parte da costa do país. Porém, devido à ocupação e atividades humanas na região, hoje resta cerca de 29% de sua cobertura original. Mesmo assim, estima-se que existam cerca de 20 mil espécies vegetais (35% das espécies existentes no Brasil, aproximadamente), incluindo diversas espécies endêmicas e ameaçadas de extinção. É composta por formações florestais nativas , como a Floresta Ombrófila Densa e outras e ecossistemas associados”. (MMA. Bioma. Encontrado em:< http://www.mma.gov.br/biomas>). Assinale a alternativa que corresponde corretamente ao bioma descrito:
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Sabe-se que o triplo de um número X somado ao quádruplo de um número Y é igual a 68 e que a diferença entre o dobro de X e o triplo de Y é igual a 0. Nessas condições, a soma entre X e Y é igual a:
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Depois de seis anos e meio no espaço, uma Estação Espacial voltou para a Terra, totalmente fora de controle, e caiu no Pacífico Sul. A nave tinha 15 m3 (metros cúbicos) e 8,5 toneladas. Foi projetada para ser um laboratório equipado e foi lançada em 30 de setembro de 2011. Desocupada desde 2013, perderam o contato com a estação em 2016. A entrada na atmosfera terrestre ocorreu por volta das 22h15 da noite de 01/04/2018 (horário de Brasília). Assinale a alternativa que apresenta o país ao qual esta estação especial pertencia.
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Os átomos, muitas vezes não são quimicamente estáveis, necessitando combinar-se com outros átomos para fazer ligações. Essas ligações modificam suas configurações eletrônicas. Analise as alternativas e marque a que contenha respectivamente somente ligação iônica e somente ligação covalente:
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A distância entre os pontos A(-3, 4) e B(2, -1) é igual a :
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A água para abastecimento urbano deve passar por processos de tratamento para que se torne potável e livre de patógenos que podem fazer a população adoecer e levar a um sério problema de saúde público. As alternativas a seguir apresentam diferentes operações unitárias utilizadas para tratamento da água, assinale a alternativa incorreta sobre a propriedade química do contaminante e o tipo de processo de tratamento.
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Feminicídio
(Vladimir Safatle)
(Vladimir Safatle)
Neste final de semana, esta Folha publicou editorial criticando a proposta de ampliar a pena daqueles que assassinam mulheres por “razões de gênero”. O texto alega que tal “populismo” jurídico seria extravagância, já que todas as circunstâncias agravantes que poderiam particularizar o homicídio contra mulheres (motivo fútil, crueldade, dificuldade de defesa) estariam contempladas pela legislação vigente. Neste sentido, criar a categoria jurídica “razões de gênero” de nada serviria, a não ser quebrar o quadro universalista que deveria ser o fundamento da lei.
No entanto, é difícil concordar com o argumento geral. Primeiro porque não é correta a ideia de que dispositivos jurídicos que particularizam a violência de grupos historicamente vulneráveis sejam eficazes. A Lei Maria da Penha, só para ficar em um exemplo, mostra o contrário. Pois, ao particularizar, o direito dá visibilidade a algo que a sociedade teima em não reconhecer. Ele indica a especificidade para um tipo de violência que só pode ser combatido quando nomeado. Neste contexto, apagar o nome é uma forma brutal de perpetuação da violência.
Estudo do Ipea1 estima anualmente, no Brasil, algo em torno de 527 mil tentativas e casos de estupros, sendo que 88,5% das vítimas são mulheres e mais da metade tem menos de 13 anos. Só em 2011, foram notificados no Sinan2 33 casos de estupro por dia, ou seja, esse foi o número de vítimas que procuraram o serviço médico. Diante de números aterradores, é difícil não reconhecer que existe uma violência específica contra as mulheres, assim como há específicas contra homossexuais, travestis entre outros. Que o direito sirva-se de sua capacidade de particularizar sofrimentos para lutar contra tais especificidades, eis uma de suas funções mais decisivas em sociedades em luta para criar um conceito substantivo de democracia.
Nesse sentido, há de se lembrar que não se justifica usar o argumento da necessidade de respeitar a natureza universalista da lei em situações sociais nas quais tal universalidade mascara desigualdades reais. O direito deve usar, de forma estratégica e provisória, a particularização a fim de evidenciar o vínculo entre violência e certas formas de identidade, impulsionando com isto a criação de um universalismo real.
Se a sociedade brasileira chegou a este estágio de violência contra a mulher é porque há coisas que ela nunca quis ver e continuará não vendo enquanto o direito não nomeá-las. Quando tal violência passar, podemos voltar ao quadro legal generalista. Desta forma, ao menos desta vez, o governo agiu de maneira correta.
(SAFATLE, Vladimir. Feminicídio. Folha de S. Paulo. São Paulo, 10 mar. 2015. P A2)
1Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
2Sistema de Informações de Agravos de Notificação
No primeiro parágrafo, o emprego de verbos flexionados no futuro do pretérito do modo Indicativo confere-lhes um sentido de:
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Quando observada uma molécula de H2, por exemplo, sabe-se que os dois elétrons dessa molécula estão igualmente compartilhados entre os dois átomos, formando ligações do tipo não- polares, ou apolares. Porém, moléculas com diferentes ligantes possuem comportamento diferenciado. Analise as afirmações a seguir:
I. Átomos de dois elementos diferentes podem possuir afinidades iguais por elétrons.
II. A ligação H - Cl possui carga parcial negativa no átomo de cloro.
III. Espera-se que a molécula de HF tenha uma maior polaridade que a molécula de HCl.
IV. Em ligações do tipo covalente pura, há uma completa transferência de elétrons de um átomo para outro.
II. A ligação H - Cl possui carga parcial negativa no átomo de cloro.
III. Espera-se que a molécula de HF tenha uma maior polaridade que a molécula de HCl.
IV. Em ligações do tipo covalente pura, há uma completa transferência de elétrons de um átomo para outro.
Assinale a alternativa que contém as afirmações verdadeiras:
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