Foram encontradas 60 questões.
Texto para responder à questão.
Uma chance de proteger o futuro
Imagine um mundo com secas, tempestades e fome, com ilhas e regiões costeiras inundadas, onde milhões de pessoas morrem por causa da poluição do ar e das águas, enquanto outras buscam refúgio em lugares mais seguros e alguns ainda lutam entre si pelos escassos recursos naturais.
Em contraponto, imagine um mundo com ar e água limpos, com tecnologia, onde casas, transportes e indústrias estejam a serviço de toda a população, onde todos compartilhem os benefícios do desenvolvimento, da industrialização e de recursos naturais; imagine ainda que esta situação possa se sustentar de uma geração para a outra. A escolha entre esses dois futuros cabe a nós.
(Kofi Annan, secretário geral da ONU. Folha de S. Paulo. São Paulo, 30/06/2002. Fragmento.)
A forma verbal “Imagine” foi usada no texto com a finalidade de
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De acordo com as conceituações trazidas pelo Estatuto dos Policiais Militares e Bombeiros Militares do Estado do Tocantins (Lei nº 2.578/2012), assinale a afirmativa correta.
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O Estatuto dos Policiais Militares e Bombeiros Militares do Estado do Tocantins (Lei nº 2.578/2012) trata, dentre outros assuntos, das condutas vedadas aos militares.
Sobre o tema, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CBM-TO

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- o primogênito não tirou a maior nota e nem ficou em último lugar;
- a nota obtida pelo segundo irmão mais velho foi superior à nota obtida pelo irmão do meio e inferior à nota obtida pelo caçula;
- o penúltimo irmão a nascer obteve o melhor resultado;
- a nota obtida pelo irmão mais novo superou a nota de apenas dois dos irmãos;
- o segundo irmão a nascer ficou em quarto lugar.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: CBM-TO

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Texto para responder à questão.
Papel aceita tudo
Papel aceita tudo e “papel”, nessa expressão surrada dos velhos jornalistas, ocupa aqui a vaga de qualquer espaço útil a mensagens (a tela do computador, o dial do rádio, o sinal da TV, a conversa no bar etc.).
Papel não tem superego, não faz autocrítica, não corrige o que colocamos nele (com o andar da tecnologia da correção automática, alguns dirão, “ainda não”). Da capa de revista que só faz panfletagem direitosa ao programa de auditório ruim, muita coisa é vomitada sem revisão ou segunda opinião.
A tecnologia da comunicação nos abriu horizontes. Mas, de tanto ser usada para manter os privilégios de sempre, a informação parece antes confirmar a preconcepção irrefletida, em vez de ampliar a visão das coisas. Mais do que um gesto de precisão, a revisão (de nossos textos, nossas ideias e certezas) é por isso um ato de carinho para com os outros. É o manifesto verbal de nosso cuidado, do zelo pela convivência, pela criação de um ambiente em comum em que as pessoas possam instigar outras a serem mais criativas e felizes. Não é exagero: o mundo insiste a toda hora no cada um por si, somos mal pagos e trabalhamos demais, é preciso atenção para sentir se o que apresentamos de volta não é só uma nova contribuição de piora, a confirmação de preconceitos, um reforço aos privilégios de poucos.
Na Roma antiga, governantes nomeavam delatores (do latim delatio, reportar, contar) para andar pelas ruas, ouvido atento ao que as pessoas diziam deles, e rebater a onda, lançando rumores que lhes fossem benéficos. Nero fez isso quando acusado do incêndio de Roma (64 a.C.). Impopular, foi acusado pelo episódio. Como só desmentir seria ineficaz, mandou espalhar que os culpados eram cristãos – a Geni da época, em quem todos jogavam pedras.
Nero inaugurou o oportunismo do veículo, até hoje em uso. A vida brasileira tem mostrado que é preciso aprender a detectar os sinais desse tipo de oportunismo. Afinal, qualquer que seja a forma que usam para falar com a gente, ela aceitará tudo.
(Luiz Costa Pereira Júnior. Língua Portuguesa. São Paulo: Segmento, julho/2013.)
O termo em destaque “... não corrige o que colocamos nele...” (2º§) atua, no texto, como elemento de coesão e tem como referente:
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Texto para responder à questão.
A questão síria
Às 3 da madrugada de 21 de agosto, um ataque químico dizimou centenas no subúrbio de Damasco. Estimam-se 1,4 mil mortos na capital síria, cerca de 400 deles crianças. As imagens e testemunhos das vítimas rapidamente espalharam-se pela rede e chocaram o mundo. Não se comprovou a autoria do que aconteceu naquela noite nos povoados sob controle de rebeldes sírios, mas atestou-se o uso de gás sarin (substância usada pelos nazistas) que afeta o sistema nervoso e pode matar milhares em pouco tempo. O episódio foi aparentemente encerrado com uma saída diplomática, em que o ditador Bashar al-Assad, acusado pelos Estados Unidos de ter atacado seu próprio povo, comprometeu-se a entregar as armas químicas em seu poder.
(Lívia Perozim. Carta na escola. Edição 80. Outubro/2013. Adaptado.)
Considerando o assunto principal do texto e o aspecto abordado, assinale a alternativa que apresenta um título adequado.
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