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Foram encontradas 40 questões.

2013706 Ano: 2020
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Sobre o tratamento que o Código de Processo Penal dá ao Inquérito Policial, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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2013564 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Em uma empresa os colaboradores são divididos em três setores: setor operacional, setor financeiro e setor comercial, sendo de cada colaborador trabalha em apenas um setor. Nesta empresa, dois quintos dos colaboradores trabalham no setor operacional, um terço dos colaboradores trabalham no setor financeiro; e, 32 colaboradores trabalham no setor comercial. O número de colaboradores que trabalham no setor financeiro é:
 

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2013538 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Mar de plástico
A vida moderna é inimaginável sem os plásticos. Eles estão em praticamente todos os produtos tecnológicos que caracterizam a civilização atual. A lista é infindável: computadores, celulares, televisões e até contêineres e assentos de privada, afora produtos descartáveis como talheres, pratos, canudos, garrafas, boias, cordas, embalagens, cotonetes e redes de pesca. Não há dúvida de que é um produto útil, durável e versátil. Mas também é incontestável que os plásticos são uma praga ambiental, que contamina todo tipo de ambiente na Terra. Apenas nos oceanos, estima-se que sejam despejados 8 milhões de toneladas de plástico a cada ano.
Esse volume se espalha por todos os mares do planeta, com destaque para a chamada Grande mancha de lixo do Pacífico, localizada entre a costa oeste dos Estados Unidos eo Havaí. Essa "ilha" de enutlhos está crescendo mais rapidamente que se previa. Uma pesquisa recente, publicada na revista cientifica Scientific Reports, constatou que ela tem cerca de 80 mil toneladas de plásticos descartados, em uma área de 1,6 milhão de quilômetros quadrados, um pouco maior que o estado do Amazonas (1.559, 159km²) e quase duas vezes e meia o território da França (643.800 km²). O estudo também concluiu que a mancha ocupa hoje uma área 16 vezes maior do que se estimava.
De acordo com o ocenógrafo Lourent Lebreton, da fundação holandesa The Ocean Cleanup, que desenvolve tecnologias para extrair a poluição plástica dos oceanos e realizou a pesquisa, a situação está pior a cada dia. "Encontramos uma quantidade impressionante e precisamos de medidas urgentes para acabar com o plástico que ocupa a Grande Mancha de Lixo do Pacífico", declarou, durante a divulgação da pesquisa. Segundo ele, cerca de 20% dos resíduos podem ter chegado à região após o terremoto e tsunami de 2011 no Japão.
A pesquisa da Ocean Cleanup é considerada uma das maiores realizadas até hoje para avaliar a extensão da Grande Mancha de Lixo do Pacífico. Para fazer o trabalho, os pesquisadores contaram com o apoio de 30 navios, várias aeronaves e imagens tridimensionais obtidas do alto e na superfície. Além disso, 1,2 milhão de amostras foram coletadas. Desse total, selecionaram-se 50 itens com data de fabricação legível. Verificou-se que havia plástico de 1977, sete itens da década de 1980, 17 da década de 1990, 24 da década de 2000 e um de 2010.
A análise também revelou que os pedaçoes pequenos, que medem menos de meio centímetro, compõem a maior parte do 1,8 trilhão de peças que flutuam na mancha, embora respondam por apenas 8% da massa suspesa no mar. Em todos os oceanos do planeta, estima-se que esse número chegue a 5,25 trilhões, com um peso total de cerca de 290 mil toneladas. As redes de pesca descartadas são responsáveis por quase metade do peso dos resíduos.
Segundo a pesquisadora Daniela Gadens Zanetti, que faz pós-graduação em oceanografia com ênfase em microplásticos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC ), essas partículas estão presentes em todos os habitats marinhos, desde a superfície oceânica até o fundo do mar, e estão disponíveis para todos os níveis da cadeia alimentar, dos produtores primários aos superiores. "Um relatório de 2016 da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que mais de 800 espécies marinhas e costeiras são afetadas pela ingestão desses plásticos", diz "Além disso, esse resíduos têm um efeito adverso nas indústrias de pesca, navegação e turismo. O relatório da ONU avalia o custo da poluição causada por detritos marinhos em US$ 13 bilhões."
Para o professor Sandro Donnini Mancini, do Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o problema do lixo de um modo geral é bem complexo e ainda sem solução. "Se mal conseguimos resolver o problema em cidades, imagine no mar", afirma. "Apesar de todos os alertas, como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, não creio que a situação esteja melhorando, embora tecnologias venham sendo desenvolvidas para tentar capturar e depois tirar o material dali. A imensidão do oceano torna isso bem díficil, quase um sonho mesmo. Mais do que em qualquer lugar, o ideal é não sujar os mares."
Acerca da intenção comunicativa do texto , observa-se que:
 

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2013527 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Mar de plástico
A vida moderna é inimaginável sem os plásticos. Eles estão em praticamente todos os produtos tecnológicos que caracterizam a civilização atual. A lista é infindável: computadores, celulares, televisões e até contêineres e assentos de privada, afora produtos descartáveis como talheres, pratos, canudos, garrafas, boias, cordas, embalagens, cotonetes e redes de pesca. Não há dúvida de que é um produto útil, durável e versátil. Mas também é incontestável que os plásticos são uma praga ambiental, que contamina todo tipo de ambiente na Terra. Apenas nos oceanos, estima-se que sejam despejados 8 milhões de toneladas de plástico a cada ano.
Esse volume se espalha por todos os mares do planeta, com destaque para a chamada Grande mancha de lixo do Pacífico, localizada entre a costa oeste dos Estados Unidos eo Havaí. Essa "ilha" de enutlhos está crescendo mais rapidamente que se previa. Uma pesquisa recente, publicada na revista cientifica Scientific Reports, constatou que ela tem cerca de 80 mil toneladas de plásticos descartados, em uma área de 1,6 milhão de quilômetros quadrados, um pouco maior que o estado do Amazonas (1.559, 159km²) e quase duas vezes e meia o território da França (643.800 km²). O estudo também concluiu que a mancha ocupa hoje uma área 16 vezes maior do que se estimava.
De acordo com o ocenógrafo Lourent Lebreton, da fundação holandesa The Ocean Cleanup, que desenvolve tecnologias para extrair a poluição plástica dos oceanos e realizou a pesquisa, a situação está pior a cada dia. "Encontramos uma quantidade impressionante e precisamos de medidas urgentes para acabar com o plástico que ocupa a Grande Mancha de Lixo do Pacífico", declarou, durante a divulgação da pesquisa. Segundo ele, cerca de 20% dos resíduos podem ter chegado à região após o terremoto e tsunami de 2011 no Japão.
A pesquisa da Ocean Cleanup é considerada uma das maiores realizadas até hoje para avaliar a extensão da Grande Mancha de Lixo do Pacífico. Para fazer o trabalho, os pesquisadores contaram com o apoio de 30 navios, várias aeronaves e imagens tridimensionais obtidas do alto e na superfície. Além disso, 1,2 milhão de amostras foram coletadas. Desse total, selecionaram-se 50 itens com data de fabricação legível. Verificou-se que havia plástico de 1977, sete itens da década de 1980, 17 da década de 1990, 24 da década de 2000 e um de 2010.
A análise também revelou que os pedaçoes pequenos, que medem menos de meio centímetro, compõem a maior parte do 1,8 trilhão de peças que flutuam na mancha, embora respondam por apenas 8% da massa suspesa no mar. Em todos os oceanos do planeta, estima-se que esse número chegue a 5,25 trilhões, com um peso total de cerca de 290 mil toneladas. As redes de pesca descartadas são responsáveis por quase metade do peso dos resíduos.
Segundo a pesquisadora Daniela Gadens Zanetti, que faz pós-graduação em oceanografia com ênfase em microplásticos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC ), essas partículas estão presentes em todos os habitats marinhos, desde a superfície oceânica até o fundo do mar, e estão disponíveis para todos os níveis da cadeia alimentar, dos produtores primários aos superiores. "Um relatório de 2016 da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que mais de 800 espécies marinhas e costeiras são afetadas pela ingestão desses plásticos", diz "Além disso, esse resíduos têm um efeito adverso nas indústrias de pesca, navegação e turismo. O relatório da ONU avalia o custo da poluição causada por detritos marinhos em US$ 13 bilhões."
Para o professor Sandro Donnini Mancini, do Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o problema do lixo de um modo geral é bem complexo e ainda sem solução. "Se mal conseguimos resolver o problema em cidades, imagine no mar", afirma. "Apesar de todos os alertas, como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, não creio que a situação esteja melhorando, embora tecnologias venham sendo desenvolvidas para tentar capturar e depois tirar o material dali. A imensidão do oceano torna isso bem díficil, quase um sonho mesmo. Mais do que em qualquer lugar, o ideal é não sujar os mares."
Pode-se afirmar que, segundo Daniela Gadens Zanetti:
 

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2013510 Ano: 2020
Disciplina: Direito Penal
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Considere que Wendell é o funcionário da Companhia das Docas do Pará com dever de guarda dos materiais de rádio comunicação do porto. Sabendo que um determinado rádio transmissor tem pouquissímo uso, leva-o para decorar uma estante em sua casa. Nos termos do Código Penal Brasileiro, Wendell praticou:
 

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2013394 Ano: 2020
Disciplina: Direito Penal
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Aquele que imputa a alguém um fato ofensivo a sua reputação comete o crime de:
 

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2013372 Ano: 2020
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Nos termos do Programa Nacional de Direitos Humanos PNDH-3, instituido pelo Decreto nº 7.037/2009 assinale a alternativa em que o Eixo Orientador está corretamente associado a uma de suas diretrizes.
 

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2013351 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Mar de plástico
A vida moderna é inimaginável sem os plásticos. Eles estão em praticamente todos os produtos tecnológicos que caracterizam a civilização atual. A lista é infindável: computadores, celulares, televisões e até contêineres e assentos de privada, afora produtos descartáveis como talheres, pratos, canudos, garrafas, boias, cordas, embalagens, cotonetes e redes de pesca. Não há dúvida de que é um produto útil, durável e versátil. Mas também é incontestável que os plásticos são uma praga ambiental, que contamina todo tipo de ambiente na Terra. Apenas nos oceanos, estima-se que sejam despejados 8 milhões de toneladas de plástico a cada ano.
Esse volume se espalha por todos os mares do planeta, com destaque para a chamada Grande mancha de lixo do Pacífico, localizada entre a costa oeste dos Estados Unidos eo Havaí. Essa "ilha" de enutlhos está crescendo mais rapidamente que se previa. Uma pesquisa recente, publicada na revista cientifica Scientific Reports, constatou que ela tem cerca de 80 mil toneladas de plásticos descartados, em uma área de 1,6 milhão de quilômetros quadrados!$ ^{(e} !$, um pouco maior que o estado do Amazonas (1.559, 159km²) e quase duas vezes e meia o território da França (643.800 km²). O estudo também concluiu que a mancha ocupa hoje uma área 16 vezes maior do que se estimava.
De acordo com o ocenógrafo Lourent Lebreton, da fundação holandesa The Ocean Cleanup!$ ^{(a} !$, que desenvolve tecnologias para extrair a poluição plástica dos oceanos e realizou a pesquisa, a situação está pior a cada dia. "Encontramos uma quantidade impressionante e precisamos de medidas urgentes para acabar com o plástico!$ ^{(b} !$ que ocupa a Grande Mancha de Lixo do Pacífico", declarou, durante a divulgação da pesquisa. Segundo ele, cerca de 20% dos resíduos podem ter chegado à região após o terremoto e tsunami de 2011 no Japão.
A pesquisa da Ocean Cleanup é considerada uma das maiores realizadas até hoje para avaliar a extensão da Grande Mancha de Lixo do Pacífico. Para fazer o trabalho, os pesquisadores contaram com o apoio de 30 navios, várias aeronaves e imagens tridimensionais obtidas do alto e na superfície. Além disso, 1,2 milhão de amostras foram coletadas. Desse total, selecionaram-se 50 itens com data de fabricação legível. Verificou-se que havia plástico de 1977, sete itens da década de 1980, 17 da década de 1990, 24 da década de 2000 e um de 2010!$ ^{(d} !$.
A análise também revelou que os pedaçoes pequenos, que medem menos de meio centímetro, compõem a maior parte do 1,8 trilhão de peças que flutuam na mancha, embora respondam por apenas 8% da massa suspesa no mar. Em todos os oceanos do planeta, estima-se que esse número chegue a 5,25 trilhões, com um peso total de cerca de 290 mil toneladas. As redes de pesca descartadas são responsáveis por quase metade do peso dos resíduos.
Segundo a pesquisadora Daniela Gadens Zanetti, que faz pós-graduação em oceanografia com ênfase em microplásticos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC ), essas partículas estão presentes em todos os habitats marinhos, desde a superfície oceânica até o fundo do mar, e estão disponíveis para todos os níveis da cadeia alimentar, dos produtores primários aos superiores. "Um relatório de 2016 da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que mais de 800 espécies marinhas e costeiras são afetadas pela ingestão desses plásticos", diz "Além disso, esse resíduos têm um efeito adverso nas indústrias de pesca, navegação e turismo. O relatório da ONU avalia o custo da poluição causada por detritos marinhos em US$ 13 bilhões."
Para o professor Sandro Donnini Mancini, do Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o problema do lixo de um modo geral é bem complexo e ainda sem solução. "Se mal conseguimos resolver o problema em cidades, imagine no mar", afirma. "Apesar de todos os alertas, como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, não creio que a situação esteja melhorando, embora tecnologias venham sendo desenvolvidas para tentar capturar e depois tirar o material dali!$ ^{(c} !$. A imensidão do oceano torna isso bem díficil, quase um sonho mesmo. Mais do que em qualquer lugar, o ideal é não sujar os mares."
Dentre os trechos destacados a seguir, pode-se observar a expressão do ponto de vista, de discurso trazido ao texto em:
 

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2013256 Ano: 2020
Disciplina: Direito Marítimo e Portuário
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Célio é operador portuário. Recentemente, constatou-se mediante um processo administrativo, que, por ação culposa de Célio, houve danos causados, exclusivamente, à infraestrutura do porto. No caso hipotético apresentado, por seus atos, Célio deve responder perante:
 

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2013176 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Mar de plástico
A vida moderna é inimaginável sem os plásticos. Eles estão em praticamente todos os produtos tecnológicos que caracterizam a civilização atual. A lista é infindável: computadores, celulares, televisões e até contêineres e assentos de privada, afora produtos descartáveis como talheres, pratos, canudos, garrafas, boias, cordas, embalagens, cotonetes e redes de pesca. Não há dúvida de que é um produto útil, durável e versátil. Mas também é incontestável que os plásticos são uma praga ambiental, que contamina todo tipo de ambiente na Terra. Apenas nos oceanos, estima-se que sejam despejados 8 milhões de toneladas de plástico a cada ano.
Esse volume se espalha por todos os mares do planeta, com destaque para a chamada Grande mancha de lixo do Pacífico, localizada entre a costa oeste dos Estados Unidos eo Havaí. Essa "ilha" de enutlhos está crescendo mais rapidamente que se previa. Uma pesquisa recente, publicada na revista cientifica Scientific Reports, constatou que ela tem cerca de 80 mil toneladas de plásticos descartados, em uma área de 1,6 milhão de quilômetros quadrados, um pouco maior que o estado do Amazonas (1.559, 159km²) e quase duas vezes e meia o território da França (643.800 km²). O estudo também concluiu que a mancha ocupa hoje uma área 16 vezes maior do que se estimava.
De acordo com o ocenógrafo Lourent Lebreton, da fundação holandesa The Ocean Cleanup, que desenvolve tecnologias para extrair a poluição plástica dos oceanos e realizou a pesquisa, a situação está pior a cada dia. "Encontramos uma quantidade impressionante e precisamos de medidas urgentes para acabar com o plástico que ocupa a Grande Mancha de Lixo do Pacífico", declarou, durante a divulgação da pesquisa. Segundo ele, cerca de 20% dos resíduos podem ter chegado à região após o terremoto e tsunami de 2011 no Japão.
A pesquisa da Ocean Cleanup é considerada uma das maiores realizadas até hoje para avaliar a extensão da Grande Mancha de Lixo do Pacífico. Para fazer o trabalho, os pesquisadores contaram com o apoio de 30 navios, várias aeronaves e imagens tridimensionais obtidas do alto e na superfície. Além disso, 1,2 milhão de amostras foram coletadas. Desse total, selecionaram-se 50 itens com data de fabricação legível. Verificou-se que havia plástico de 1977, sete itens da década de 1980, 17 da década de 1990, 24 da década de 2000 e um de 2010.
A análise também revelou que os pedaçoes pequenos, que medem menos de meio centímetro, compõem a maior parte do 1,8 trilhão de peças que flutuam na mancha, embora respondam por apenas 8% da massa suspesa no mar. Em todos os oceanos do planeta, estima-se que esse número chegue a 5,25 trilhões, com um peso total de cerca de 290 mil toneladas. As redes de pesca descartadas são responsáveis por quase metade do peso dos resíduos.
Segundo a pesquisadora Daniela Gadens Zanetti, que faz pós-graduação em oceanografia com ênfase em microplásticos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC ), essas partículas estão presentes em todos os habitats marinhos, desde a superfície oceânica até o fundo do mar, e estão disponíveis para todos os níveis da cadeia alimentar, dos produtores primários aos superiores. "Um relatório de 2016 da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que mais de 800 espécies marinhas e costeiras são afetadas pela ingestão desses plásticos", diz "Além disso, esse resíduos têm um efeito adverso nas indústrias de pesca, navegação e turismo. O relatório da ONU avalia o custo da poluição causada por detritos marinhos em US$ 13 bilhões."
Para o professor Sandro Donnini Mancini, do Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o problema do lixo de um modo geral é bem complexo e ainda sem solução. "Se mal conseguimos resolver o problema em cidades, imagine no mar", afirma. "Apesar de todos os alertas, como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, não creio que a situação esteja melhorando, embora tecnologias venham sendo desenvolvidas para tentar capturar e depois tirar o material dali. A imensidão do oceano torna isso bem díficil, quase um sonho mesmo. Mais do que em qualquer lugar, o ideal é não sujar os mares."
Observa-se o emprego do sinal grave indicativo de crase em "Segundo ele, cerca de 20% dos resíduos podem ter chegado à região após o terremoto e tsunami de 2011 no Japão."; em relação a tal fenômeno, pode-se afirmar que:
 

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