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À(ao) __________ compete contribuir para a implementação de políticas públicas, tendo a transparência e o acesso à informação como instrumentos fundamentais para o exercício de gestão da ética pública.
- O órgão cujo nome completa corretamente a lacuna acima é
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Para os fins da Norma Regulamentadora 29, considera-se Terminal Retroportuário
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Duas salas vizinhas eram retangulares, de mesmo comprimento e mesma largura, conforme esboço abaixo. O conjunto das salas totalizava 40 metros de perímetro. A parede entre elas foi quebrada (linha pontilhada), de modo a ampliar o comprimento da sala da direita em 1,5 metros, ficando a sua área 12m² maior que a da sala da esquerda.

A área de cada sala antes da modificação era de
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O silêncio
A substituição da máquina de escrever pelo computador não afetou muito o que se escreve. Quer dizer, existe toda uma geração de escritores que nunca viram um tabulador que, confesso, eu nunca soube bem para o que servia e uma literatura pontocom que já tem até os seus mitos, mas mesmo num processador de texto de último tipo ainda é a mesma velha história, a mesma luta por amor e glória botando uma palavra depois da outra com um mínimo de coerência, como no tempo da pena de ganso.
O novo vocabulário da comunicação entre micreiros, feito de abreviações esotéricas e ícones, pode ser um desafio para os não iniciados, mas o que se escreve com ele não mudou. Mudaram, isto sim, os entornos da literatura.
Por exemplo: não existem mais originais. Os velhos manuscritos corrigidos, com as impressões digitais, por assim dizer, do escritor, hoje são coisas do passado: com o computador só existe versão final. O processo da criação foi engolido, não sobram vestígios. Só se vê a sala do parto depois que enxugaram o sangue e guardaram os ferros.
Nos jornais, o efeito do computador foi muito maior do que o fim da lauda rabiscada e da prova de paquê. O computador restabeleceu o que não existia nas redações desde — bem, desde as penas de ganso. O silêncio.
Um dia alguém ainda vai escrever um tratado sobre as consequências para o jornalismo mundial da substituição do metralhar das máquinas de escrever pelo leve clicar dos teclados dos micros, que transformou as redações, de fábricas em claustros. A desnecessidade do grito para se fazer ouvir e a perda da identificação do seu ofício com um barulhento trabalho braçal mudou o caráter do jornalista. Se para melhor ou para pior, é discutível.
Defendo, sem muita convicção, a tese de que a mudança da máquina de escrever para o computador também determinou uma migração da esquerda para a direita nas redações brasileiras. Se hoje não vale mais a velha máxima de que jornalista era de esquerda até o nível de redator chefe e de direita daí para cima, a culpa é da informatização. A nova direita é filha do silêncio.
Mas é no futuro que a troca do bom preto no branco pelo impulso eletrônico e o texto virtual fará a maior confusão.
A internet está cheia de textos apócrifos, inclusive alguns atribuídos a mim pelos quais recebo xingamentos (e tento explicar que não são meus) e elogios (que aceito, resignado), contra os quais nada pode ser feito e que, desconfio, sobreviverão enquanto tudo que os pobres autores deixarem feito por meios obsoletos virará cinza e será esquecido. Nossa posteridade será eletrônica e, do jeito que vai, será fatalmente de outro.
Luís Fernando Verissimo Disponível em: <http://oglobo.globo.com/pais/noblat/>. Acesso em: 3 out. 2012.
Verissimo prevê que, no futuro,
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O setor de compras adquiriu vinte pen-drives de 2 gigabytes e dez HD externos de 1 terabyte, a um custo de R$ 4.400,00. O preço de um HD externo foi igual ao quadrado do preço de um pen-drive. Quanto custou cada HD externo?
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O silêncio
A substituição da máquina de escrever pelo computador não afetou muito o que se escreve. Quer dizer, existe toda uma geração de escritores que nunca viram um tabulador que, confesso, eu nunca soube bem para o que servia e uma literatura pontocom que já tem até os seus mitos, mas mesmo num processador de texto de último tipo ainda é a mesma velha história, a mesma luta por amor e glória botando uma palavra depois da outra com um mínimo de coerência, como no tempo da pena de ganso.
O novo vocabulário da comunicação entre micreiros, feito de abreviações esotéricas e ícones, pode ser um desafio para os não iniciados, mas o que se escreve com ele não mudou. Mudaram, isto sim, os entornos da literatura.
Por exemplo: não existem mais originais. Os velhos manuscritos corrigidos, com as impressões digitais, por assim dizer, do escritor, hoje são coisas do passado: com o computador só existe versão final. O processo da criação foi engolido, não sobram vestígios. Só se vê a sala do parto depois que enxugaram o sangue e guardaram os ferros.
Nos jornais, o efeito do computador foi muito maior do que o fim da lauda rabiscada e da prova de paquê. O computador restabeleceu o que não existia nas redações desde — bem, desde as penas de ganso. O silêncio.
Um dia alguém ainda vai escrever um tratado sobre as consequências para o jornalismo mundial da substituição do metralhar das máquinas de escrever pelo leve clicar dos teclados dos micros, que transformou as redações, de fábricas em claustros. A desnecessidade do grito para se fazer ouvir e a perda da identificação do seu ofício com um barulhento trabalho braçal mudou o caráter do jornalista. Se para melhor ou para pior, é discutível.
Defendo, sem muita convicção, a tese de que a mudança da máquina de escrever para o computador também determinou uma migração da esquerda para a direita nas redações brasileiras. Se hoje não vale mais a velha máxima de que jornalista era de esquerda até o nível de redator chefe e de direita daí para cima, a culpa é da informatização. A nova direita é filha do silêncio.
Mas é no futuro que a troca do bom preto no branco pelo impulso eletrônico e o texto virtual fará a maior confusão.
A internet está cheia de textos apócrifos, inclusive alguns atribuídos a mim pelos quais recebo xingamentos (e tento explicar que não são meus) e elogios (que aceito, resignado), contra os quais nada pode ser feito e que, desconfio, sobreviverão enquanto tudo que os pobres autores deixarem feito por meios obsoletos virará cinza e será esquecido. Nossa posteridade será eletrônica e, do jeito que vai, será fatalmente de outro.
Luís Fernando Verissimo Disponível em: <http://oglobo.globo.com/pais/noblat/>. Acesso em: 3 out. 2012.
Releia o enunciado abaixo.
“O novo vocabulário da comunicação entre micreiros, feito de abreviações esotéricas e ícones, pode ser um desafio para os não iniciados, mas o que se escreve com ele não mudou”.
Julgue os itens a seguir em relação à sintaxe do trecho destacado.
I. Trata-se de um período com três (03) orações.
II. “O novo vocabulário da comunicação entre micreiros” é o sujeito da oração principal.
III. Há uma oração subordinada adjetiva no período.
IV. A oração iniciada pela conjunção “mas” tem como sujeito uma outra oração.
Está correto o que se afirma em
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Uma gratificação de R$ 3.500,00 foi dividida entre dois servidores em partes inversamente proporcionais as suas idades, que eram de 24 e 32 anos. O mais novo, que havia recebido mais, achou injusta a divisão e propôs que ficassem ambos ficassem com R$ 1.750,00. Que percentual do que havia recebido o servidor mais novo foi dado ao servidor mais velho para que eles ficassem com valores iguais?
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Um dos sintomas e sinais do estado de choque a ser avaliado no atendimento de um acidentado é o(a)
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Vinte e quatro técnicos, trabalhando 6 horas por dia, atualizariam 56 processos em 2 dias. Na impossibilidade de seis desses técnicos trabalharem, quantas horas por dia os demais levariam para atualizar 42 desses processos em 3 dias?
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Em um sistema de rádio, a parte que gera a onda portadora de alta frequência denomina-se
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